Cultura do Paraná

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Bandeira do Paraná.

Em sua composição étnica, a cultura do Paraná soma uma grande quantidade de etnias como portugueses, espanhóis, italianos, alemães, neerlandeses, eslavos, poloneses, ucranianos, árabes, coreanos, japoneses, gaúchos, catarinenses, paulistas, mineiros, nordestinos, indígenas e africanos, as quais colaboraram para que a alma do povo paranaense fosse consolidada. Possivelmente observamos a cultura do estado no artesanato, na culinária, no folclore, quer dizer, nas diferentes maneiras dos paranaenses se expressarem.[1]

No começo, os hábitos e as lendas dos índios redimensionaram a cultura da Europa, de Portugal e de Espanha. O povo paranaense legou uma grande quantidade dos hábitos, como o costume de consumo de ervas, milho, mandioca, mel e tabaco. Depois, os tropeiros colaboraram com a cultura de consumir o chimarrão, o café e o feijão-de-tropeiro e os escravos africanos trouxeram como legado a feijoada, a cachaça e suas danças e ritos. Posteriormente, os imigrantes europeus, fixados especialmente no sul e leste do Paraná, deixaram manifestações próprias misturadas à cultura popular estadual que existia antes das recentes contribuições culturais de outros países. Tradições polonesas, alemãs, ucranianas, libanesas e japonesas, como é o caso, foram somadas às manifestações originárias dos povos indígenas, da África, de Portugal e de Espanha, diversificando ainda mais a cultura do Paraná. Dessa forma, o Paraná é uma imensa formação cultural de influência por grupos deslocados de seus países ou Estados por diversos motivos. Essa miscigenação inteira faz parte da cultura paranaense, que se manifesta e se representa na arquitetura, na literatura, na música e em demais artes cênicas e visuais.[1]

Entre os principais paranaenses ilustres podemos destacar: David Carneiro, um dos mais renomados historiadores brasileiros[2] e pai do historiador David Carneiro Júnior;[3] Moysés Paciornik, médico curitibano;[4] Michel Teló, medianeirense, ex-integrante do Grupo Tradição;[5] Tony Ramos, araponguense, ator da Rede Globo;[6] entre os escritores, Dalton Trevisan, Helena Kolody e Paulo Leminski;[7] os cientistas César Lattes, Metry Bacila, João José Bigarella e Newton Freire-Maia, este último mineiro radicado em Curitiba;[8] Sônia Braga, maringaense;[9] a dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó, astorguense;[10] Jaime Lerner, político, arquiteto e urbanista curitibano;[11] Anízio Alves da Silva, inventor do supletivo (atualmente conhecido como Educação de Jovens e Adultos);[12] Deivid Willian da Silva, londrinense, jogador do Clube Atlético Paranaense;[13] Dirceu José Guimarães;[14] Fábio Campana, natural de Foz do Iguaçu, jornalista;[15] Aramis Millarch;[16] os ex-governadores Roberto Requião de Mello e Silva[17] e Moysés Lupion;[18] Laurentino Gomes, maringaense, escritor;[19] Grazi Massafera;[20] Maria Fernanda Cândido;[21] dentre vários outros.

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

A arquitetura é uma parte expressiva da história e da cultura de um povo, de modo que hábitos, tendências e técnicas de cada época são refletidas pelas edificações. As primeiras construções paranaenses foram fortemente influenciadas pela arquitetura europeia, mesclando estilos, a partir do eclético, neoclássico, colonial, oriental e bizantino até a arquitetônica moderna e minimalista.[22]

Muitas das edificações representativas da arquitetura do Paraná localizam-se em Curitiba, em que se pode achar a construção clássica do Castelo do Batel, de influência dos castelos franceses do Vale do Loire, e do Paço Municipal, com arquitetônica eclética de elementos “art-nouveau”, patrimônio histórico tombado.[22]

No estado, existem construções forte e expressamente influenciadas e um bom exemplo é a arquitetura ucraniana que se encontra especialmente nas igrejas, que mais simbolizam a cultura destes imigrantes. Outro “item” que existe na arquitetura do Paraná, legado de imigrantes, é o lambrequim, um recorte de madeira ou tecido, utilizado como adorno nas telhas das edificações. Ademais das expressões arquitetônicas tradicionais, há edificações inovadoras como o Museu Oscar Niemeyer em Curitiba.[22]

O mais extenso conjunto arquitetônico do estado localiza-se no município da Lapa, a qual preserva edificações religiosas, teatros, museus e residências, que ainda trazem uma pequena parte da história de cada século. Há ainda o centro histórico de Paranaguá, que inclui famosos exemplares da arquitetura do Brasil Colônia.[22]

Dessa forma, foi por meio da influência que os imigrantes e a colaboração de uma grande variedade de diversos arquitetos paranaenses e brasileiros trouxeram, que se estabeleceram as marcas da arquitetura paranaense, que dispõe de especialistas renomados como Jaime Lerner, Romeu Paulo da Costa, Vilanova Artigas, Ayrton Lolô Cornelsen, Eligson Ribeiro Gomes, Rubens Meister, Frederico Kirchgässner, etc.[22]

Literatura[editar | editar código-fonte]

Emílio de Meneses, um dos maiores poetas brasileiros.

A literatura do Paraná se considera uma parte da cultura a qual ainda precisa se identificar mais com o estado. Assuntos que não possuem ligação com o povo, o território ou a cultura paranaense são apresentados por uma grande quantidade de obras escritas por autores paranaenses, o que causa várias críticas por parte de demais literários.[23]

De acordo com os críticos, a literatura paranaense tem várias fontes as quais podem ser usadas em suas publicações como as araucárias e os Campos Gerais, os mitos e as histórias contadas pelo povo, fatos históricos e personagens como o tropeiro, que fundou muitos municípios no estado. Mesmo com uma pequena quantidade de obras as quais podem se considerar regionalistas, são encontrados no Paraná certos expoentes de movimentos artísticos de importância nacional, dentre eles o Modernismo, Simbolismo e Parnasianismo, mas sem grande significado na história do Brasil.[23]

Entre os mais importantes autores paranaenses, destacam-se os curitibanos Dalton Trevisan, Paulo Leminski, Alice Ruiz, Emiliano Perneta, Emílio de Meneses, Andrade Muricy e Tasso da Silveira. Há também os que vieram do litoral, Nestor Vítor e Silveira Neto; dos Campos Gerais, Helena Kolody e Noel Nascimento; e da região norte, o londrinense Domingos Pellegrini.[23] Embora duramente criticadas, as novas obras produzidas da literatura paranaense vem sendo desenvolvidas com iniciativas como os concursos literários e, para que sejam promovidas, existem os multiplicados festivais.[23]

Pintura[editar | editar código-fonte]

Porto de Paranaguá no fim do século XIX, por Alfredo Andersen

A mais antiga imagem iconográfica da cidade de Curitiba é uma pintura de autoria do francês Jean-Baptiste Debret, criada em 1827. Várias obras cujo assunto são as paisagens do Paraná na viagem feita ao Brasil com a Missão Artística Francesa, de 1816 até 1831, foram produzidas pelo pintor francês. Foi somente em meados do século XIX que a sociedade paranaense foi organizada e as artes começaram a ser desenvolvidas no estado. Naquele tempo, apareceu em Paranaguá a primeira pintora paranaense, Iria Correa, que se destacou com seus trabalhos expostos em 1866. Em Curitiba, as mais antigas escolas artísticas paranaenses foram introduzidas pelo português Mariano de Lima e pelo norueguês Alfredo Andersen, que se considera o “pai” da pintura paranaense. Naquele momento, surgiram os primeiros registros da história e da cultura do Estado por meio das artes plásticas.[24]

No Museu Paranaense, o terceiro mais antigo do Brasil, com inauguração datada de 1876, pode ser acompanhada a história estadual através de pinturas e objetos históricos, sem falar do trabalho de pintores nascidos no Paraná. Obras de artistas marcantes na história da pintura no Paraná como Guido Viaro, Miguel Bakun e Alfredo Andersen podem ser observadas no Museu Oscar Niemeyer, um dos mais extensos da América Latina. O acervo do MON dispõe também de obras produzidas por pintores de mundialmente renomados como Tarsila do Amaral e Cândido Portinari.[24]

O Paraná tem ainda vários demais espaços que reservam lugares para que as artes visuais sejam expostas. Podem ser mencionadas a Casa Andrade Muricy e o Solar do Rosário. O Memorial de Curitiba, a Escola de Música e Belas Artes do Paraná e a Secretaria de Cultura do Paraná também são espaços destinados para que as obras sejam expostas.[24]

Teatro[editar | editar código-fonte]

O teatro paranaense surgiu primeiramente na vila de Paranaguá nos primeiros anos do século XIX. A cultura começou a ser desenvolvida na cidade porque informações de pessoas de outros lugares do Brasil e do mundo circulavam através do porto de Paranaguá.[25]

As mais antigas exibições teatrais da cidade aconteceram em ambiente geográfico fora dos teatros, representando peças de Molière. A posterior inauguração do Teatro Paranaguense é datada de 1840. O espaço destacou-se na história do teatro no Paraná com um espetáculo em homenagem à ocasião em que foi coroado Pedro II do Brasil, promovida em 1841, e também acolheu companhias europeias e cariocas, vivenciando seu ponto culminante na arte até 1860.[25]

Fachada do Teatro Guaíra, com mural de Poty Lazzarotto.

A inauguração do mais antigo teatro paranaense, o São Theodoro, construído em Curitiba, ocorreu em 1884, uma década antes de sua desativação na época da Revolução Federalista. A reinauguração do teatro São Theodoro como Guayrá se deu em 1900 e, posteriormente, após sua demolição, em 1935, teve suas portas reabertas em 1974 com o nome Guaíra, um dos mais extensos da América Latina. Seu mais extenso auditório, o Bento Munhoz da Rocha Netto, comporta 2 173 pessoas.[25]

Curitiba possui demais palcos como a Ópera de Arame, o Teatro Paiol e o Positivo. No interior do Estado, o mais extenso espaço é o Teatro Municipal de Toledo. Espetáculos em seus teatros como o Cine Ouro Verde de Londrina, o Cine-Teatro Ópera de Ponta Grossa e o Teatro Calil-Haddad, localizado em Maringá, são apresentados por demais municípios mais populosos.[25]

A partir de 1992, a cada ano a capital do Paraná sedia do Festival de Teatro de Curitiba, o qual transformou a cidade numa referência teatral no Brasil. Oficinas e cursos a respeito de teatro e também peças apresentados dos mais diversificados tipos são oferecidas pelo evento. Os palcos do Festival não são restritos aos teatros e espaços culturais, porque invadem ruas, praças e bares curitibanos.[25]

Artesanato, dança e música[editar | editar código-fonte]

Namoradeira em uma janela, na cidade de Antonina.
Alunos do PIBID do Curso de Arte da Unicentro dançando fandango numa apresentação artístico-cultural.

A influência trazida pelos imigrantes italianos, alemães e poloneses à região e o legado português marcam o artesanato. Dentre os mais importantes produtos podem merecer destaque os trançados, as redes e as cestas, os objetos de madeira, usando técnicas italianas. Nestes artigos feitos de madeira retratam-se as histórias da colonização, a paisagem tranquila do local, possuindo na araucária, e na erva-mate, um dos mais importantes objetos inspiradores.[26]

Um grande número de danças folclóricas continua existindo em povoados do sertão: o curitibano, dança de roda aos pares, a valsada, e o nhô-chico, no litoral. As diversas comunidades originárias da Europa mantêm danças, cantos e trajes de seus países. As danças e as músicas podem destacar-se na cultura paranaense começando através das brincadeiras infantis (como as canções de roda e os brinquedos cantados) até a famosa viola sertaneja, onde a paixão e a angústia do intérprete musical lírico são embaladas pelas modas. Nas manifestações culturais da região, são observados os traços deixados pelo legado europeu. Dentre eles podem ser encontrados o fandango, o boi-de-mamão, as congadas, romaria de São Gonçalo, folias do divino, folia de reis e as cavalhadas. Os primeiros colonizadores açorianos trouxeram o fandango ao litoral do Paraná, em 1750.[27] Os açorianos, os escravos e os indígenas começaram a praticar o fandango durante o Intrudo, evento antecessor do carnaval. Durante os quatro dias de festas, o povo recorria com exclusividade para que batesse o fandango e que saboreasse o mais importante prato típico regional, que é o barreado. No Paraná, os bailarinos são chamados de folgadores ou folgadeiras, que interpretam diversas coreografias as quais ganham nomes específicos como Andorinha, Xarazinho, Tonta, etc. O fandango é acompanhado com duas violas (as quais de maneira geral tem cinco cordas), uma rabeca e o adulto, ou maxixe.[27] Para que um batido ritmado e forte seja conseguido, os homens usam botas ou tamancos. A coreografia é simplificada, possivelmente valsada, com participantes que dançam com os pés que se arrastam no chão, ou possivelmente sapateadas, sendo seguidas por palmadas. O fandango paranaense mais famoso é o da região de Morretes. Trata-se de uma dança singular, e isso pode se perceber na escala que eles usam, semelhante aos cânticos litúrgicos e populares da Idade Média. O boi-de-mamão é um drama originário da Europa e formado por personagens e animais.[27] O auto de morte e de ressurreição do Boi veio ao Brasil através dos portugueses e é famoso em todas as unidades federativas brasileiras. Na região Nordeste do Brasil chama-se Bumba-meu-Boi, no Norte do país é chamado de Boi-Bumbá. O mais importante ponto do auto é o falecimento de Mateus que foi violentamente chifrado pelo Boi e que depois foi atendido por um médico. Dentre os personagens do Boi-de-mamão podem ser encontrados: Mateus, Vaqueiro, Doutor, Benzedeiras, Maricota, Cavalinho, Barão e a Bernunça (personagem mais famosa que mata menores de idade para comer).[27]

Instituições, patrimônio cultural, bibliotecas e festivais[editar | editar código-fonte]

O Museu Paranaense, em Curitiba.

A Universidade Federal do Paraná foi criada em 1912,[28] e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em 1959.[29] Dos museus que existem no estado, o de maior importância é o Museu Paranaense, em Curitiba, criado em 1876 pelo historiador Agostinho Ermelino de Leão, com coleções históricas, etnográficas e arqueológicas, bem como sua biblioteca especializada.[30]

Outra instituição de importância é o Museu Coronel Davi Antônio da Silva Carneiro, também na capital.[31] O Patrimônio Histórico e Artístico Nacional tombou suas coleções, como as do Paranaense.[32] Seu acervo tem peças arqueológicas, etnográficas e numismáticas.[31] Em Paranaguá, dois museus constituem um atrativo aos visitantes: o Museu de Arqueologia e Artes Populares, vinculado à Universidade Federal do Paraná e cujo local de funcionamento é no antigo Colégio dos Jesuítas, e o do Instituto Histórico e Geográfico de Paranaguá.[33]

O Patrimônio Histórico também catalogou, no estado, uma grande diversidade de monumentos arquitetônica e historicamente valiosos, como a igreja matriz de São Luís, em Guaratuba, a casa na qual faleceu o general Carneiro, em Lapa, a histórica residência dos jesuítas, e a fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, em Paranaguá.[34]

A Biblioteca Pública do Paraná é a maior biblioteca pública do estado e da região Sul do Brasil em número de acervo bibliográfico.

As maiores bibliotecas encontram-se em Curitiba: a Biblioteca Pública do Paraná,[35] a do Museu Paranaense,[36] as da UFPR[37] e a da PUCPR em Curitiba.[38] Há também bibliotecas especializadas, como a do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural, que possui um grande acervo relacionado com tecnologias agrícolas,[39] e a do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná, especializada em assuntos relacionados com o cooperativismo.[40]

As principais festas religiosas do estado são a de Nossa Senhora da Luz, em Curitiba,[41] e a do Rocio, em Paranaguá, seguido de grande procissão.[42] A principal festa popular é a Congada da Lapa, originária da África e que homenageia São Benedito, na cidade de Lapa.[43] A quantidade de eventos artístico-culturais paranaenses é riquíssima e variada e apresenta o Festival Folclórico e de Etnias do Paraná,[44] o Internacional de Música de Londrina,[45] o de Dança de Cascavel,[46] o de Teatro de Curitiba[47] e o de inverno de Antonina.[48]

Feriados[editar | editar código-fonte]

O Paraná não possui data magna nem feriados estaduais. Em 2014 foi apresentado e aprovado na Assembleia Legislativa do Paraná uma lei que instituía a dissolução do polêmico feriado da emancipação política do estado, passando a ser ponto facultativo. O feriado não era cumprido pelas empresas públicas e particulares.[49]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

Referências

  1. a b «Cultura Paranaense». The Cities. Consultado em 27 de dezembro de 2016. 
  2. João Carlos da Silva (2006). «David Carneiro». História da Educação Brasileira. Consultado em 9 de julho de 2012. 
  3. Aramis Millarch (7 de agosto de 1990). «David Carneiro, o que construiu o Cine Ópera». Consultado em 10 de julho de 2012. 
  4. GARCIA, Euclides (26 de dezembro de 2008). «Morre, aos 94 anos, o médico curitibano Moyses Paciornik». Gazeta do Povo. Consultado em 10 de julho de 2012. 
  5. «O fenômeno internacional que veio do Paraná». Gazeta do Povo. 7 de janeiro de 2012. Consultado em 9 de julho de 2012. 
  6. Editora Abril. «Tony Ramos: Vida». Revista Contigo!. Consultado em 10 de julho de 2012. 
  7. G1 (21 de maio de 2012). «Escritor curitibano Dalton Trevisan vence o Prêmio Camões 2012». G1. Consultado em 10 de julho de 2012. 
  8. Rui Cavallin Pinto. «Paraná: Um Surto Improvável na Ciência». Academia Paranaense de Letras. Consultado em 30 de março de 2017. 
  9. Editora Abril. «Sônia Braga: Vida». Revista Contigo!. Consultado em 10 de julho de 2012. 
  10. Chitãozinho e Xororó. «Biografia». Consultado em 8 de fevereiro de 2013. 
  11. Governo do Paraná. «Jaime Lerner». Casa Civil do Paraná. Consultado em 10 de julho de 2012. 
  12. MORAIS, Andréa (20 de fevereiro de 2012). «O homem que inventou o curso supletivo». Gazeta do Povo. Consultado em 10 de julho de 2012. 
  13. «Deivid». Clube Atlético Paranaense. Consultado em 10 de julho de 2012. 
  14. Marcelo de Paula Dieguez. «Dirceu de Curitiba». O Historiador. Consultado em 9 de março de 2013. 
  15. Fábio Campana. «Biografia». Consultado em 10 de julho de 2012. 
  16. Aramis Millarch (2009). «Quem foi Aramis Millarch». Consultado em 10 de julho de 2012. 
  17. Governo do Paraná. «Roberto Requião de Mello e Silva». Casa Civil do Paraná. Consultado em 10 de julho de 2012. 
  18. Governo do Paraná. «Moysés Lupion». Casa Civil do Paraná. Consultado em 10 de julho de 2012. 
  19. GOMES, Laurentino. «Quem sou eu?». Consultado em 10 de julho de 2012. 
  20. Editora Abril. «Grazi Massafera». Revista Contigo!. Consultado em 10 de julho de 2012. 
  21. Editora Abril. «Maria Fernanda Cândido». Revista Contigo!. Consultado em 16 de outubro de 2012. 
  22. a b c d e «Arquitetura do Paraná». The Cities. Consultado em 27 de dezembro de 2016. 
  23. a b c d «Literatura do Paraná». The Cities. Consultado em 27 de dezembro de 2016. 
  24. a b c «Pintura Paranaense». The Cities. Consultado em 27 de dezembro de 2016. 
  25. a b c d e «Teatro no Paraná». The Cities. Consultado em 27 de dezembro de 2016. 
  26. «Artesanato do Paraná». The Cities. Consultado em 27 de dezembro de 2016. 
  27. a b c d Verano 2009, p. 4511.
  28. «Histórico». Universidade Federal do Paraná. Consultado em 10 de julho de 2012. 
  29. «Apresentação». Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Consultado em 21 de julho de 2011. 
  30. «Conheça a história do Museu». Museu Paranaense. Consultado em 21 de julho de 2011. 
  31. a b «Estado adquire acervo histórico do Museu Coronel David Carneiro». Paraná Online. 27 de novembro de 2004. Consultado em 8 de fevereiro de 2013. 
  32. «Bens arqueológicos tombados». Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Janeiro de 2011. Consultado em 21 de julho de 2011. 
  33. Prefeitura Municipal de Paranaguá. «Museus». Consultado em 21 de julho de 2011. 
  34. Garschagen 1998, p. 136.
  35. «A Biblioteca: Histórico». Biblioteca Pública do Paraná. Consultado em 4 de junho de 2012. 
  36. «Biblioteca Romário Martins». Museu Paranaense. 2008. Consultado em 4 de junho de 2012. 
  37. Universidade Federal do Paraná (2010). «Acervo bibliográfico e aquisições de livros e periódicos - Biblioteca Central e sub-unidades da UFPR» (PDF). Consultado em 4 de junho de 2012. 
  38. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. «Biblioteca Central - Campus Curitiba». Consultado em 4 de junho de 2012. 
  39. Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural. «Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural». Consultado em 4 de junho de 2012. 
  40. Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná. «Biblioteca». Consultado em 4 de junho de 2012. 
  41. «Festa da Luz». Festa da Luz. Consultado em 21 de julho de 2011. 
  42. LEITÓLES, Fernanda (12 de novembro de 2012). «Paranaguá: festa de Nossa Senhora do Rocio segue até quarta-feira». Gazeta do Povo. Consultado em 7 de agosto de 2013. 
  43. Gazeta do Povo (27 de junho de 1971). «A congada da Lapa». Jangada Brasil. Consultado em 5 de agosto de 2012. 
  44. Governo do Paraná. «Teatro Guaíra recebe 52º Festival Folclórico e de Etnias do Paraná». Teatro Guaíra. Consultado em 27 de dezembro de 2016. 
  45. G1 PR (7 de julho de 2016). «Festival de Música de Londrina terá 15 dias de apresentações e cursos». RPC Curitiba. Consultado em 27 de dezembro de 2016. 
  46. G1 PR (13 de maio de 2016). «27º Festival de Dança de Cascavel começa domingo com várias atrações». RPC Cataratas. Consultado em 27 de dezembro de 2016. 
  47. Universo Online (18 de fevereiro de 2016). «Festival de Teatro de Curitiba chega à 25ª edição com 340 atrações». UOL Entretenimento. Consultado em 28 de novembro de 2016. 
  48. G1 PR (16 de julho de 2016). «Antonina recebe a 26ª edição do festival de inverno da UFPR». RPC Curitiba. Consultado em 27 de dezembro de 2016. 
  49. Antonio Senkvoski e Euclides Lucas Garcia (16 de dezembro de 2014). «Alep aprova lei que revoga feriado do dia 19 de Dezembro no Paraná». Gazeta do Povo. Consultado em 19 de novembro de 2014. 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Garschagen, Donaldson M. (1998). «Paraná». Nova Enciclopédia Barsa. 11. São Paulo: Encyclopædia Britannica do Brasil Publicações Ltda 
  • Houaiss, Antônio; Malheiros, Eglê; Barbosa, Francisco de Assis; Andrade, Fernando Moretzsohn de; Guimarães, Alberto Passos (1993). «Paraná». Enciclopédia Mirador Internacional. 16. São Paulo: Encyclopædia Britannica do Brasil Publicações Ltda 
  • Verano, Paulo Nascimento (2009). «Paraná». Enciclopédia Barsa Universal. 13. Rio de Janeiro: Barsa Planeta 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Bandeira do Estado do Paraná
Paraná
História • Política • Geografia • Economia • Cultura • Turismo • Portal • Imagens