Culturalismo

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O culturalismo é um ramo da antropologia que tenta uma descrição da sociedade sob a perspectiva combinada da antropologia e da psicanálise. Nascido nos Estados Unidos sob o impulso principal de Ruth Benedict e Ralph Linton. O culturalismo tenta uma descrição da sociedade sob a perspectiva combinada da antropologia e da psicanálise. O culturalismo constitui uma dos ramos da sociologia que dominou a sociologia americana de 1930 até 1950. Emprestando o conceito de cultura dos antropólogos, ele procura dar conta da integração social.

Com base na observação das sociedades arcaicas, os culturalistas destacam a influência preponderante da cultura na personalidade dos indivíduos.

O conceito de cultura é, um dos mais usados e debatidos nas Ciências Sociais, o que dificulta atribuir-lhe uma explicação definitiva. Uma das primeiras tentativas de definição desse conceito foi a do antropólogo evolucionista Edward Burnett Tylor. Igualando a ideia de cultura à de civilização, ele a descreveu como o "complexo que inclui conhecimento, crença, arte, moral, lei, costume e quaisquer outras capacidades e hábitos adquiridos pelo homem na condição de membro da sociedade". No período final do século XIX e início do XX, essa definição foi posta em xeque. O relativismo de Franz Boas passou a defender que a cultura deveria ser pensada no plural, não havendo, portanto, uma única cultura que definisse todas as sociedades humanas. Estava fundado o "culturalismo", vertente de pensamento fundamentada na centralidade do conceito de cultura para a Antropologia, e que defende, acima de tudo, a diversidade inerente às muitas sociedades. Mais recentemente, Clifford Geertz, antropólogo norte-americano, afirmou que "o homem é um animal amarrado em teias de significados que ele mesmo teceu". Essas teias seriam a cultura, entendida por ele como a própria condição da espécie humana, feita e refeita no cotidiano por indivíduos que interagem e dão sentido a suas ações.

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