Cupido Electrónico

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Cupido Electrónico
Informação geral
Formato
Duração ± 30 min.
Criador(es) Jayme Camargo
País de origem  Portugal  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Cecil Thiré
Produtor(es) Septimis Comunicação
Elenco Tônia Carrero
Joaquim Rosa
Rita Blanco
Exibição
Emissora de televisão original RTP1
Transmissão original 15 de março de 1993 - 7 de setembro de 1993 (RTP 1)
N.º de temporadas 1
N.º de episódios 26

Cupido Electrónico é uma sitcom luso-brasileira da autoria de Jayme Camargo e com direcção de Cecil Thiré em 1992, mas só emitida em 1993 na RTP1. Foi reposta na RTP Memória aos sábados à tarde, entre 2004 e 2005, em 2009, aos sábados de manhã em 2011 e às terças-feiras à tarde em 2012.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Nenete (Tônia Carrero) é uma famosa estilista brasileira, especializada em vestidos de noiva e dona de uma agência matrimonial no Rio de Janeiro. Após descobrir uma traição do marido, Nenete pede o divórcio. Mas o seu marido, Antunes (Antônio Abujamra), tinha incluído uma cláusula no contrato da empresa, que proíbe a mulher de abrir qualquer boutique de alta costura para noivas no Brasil. Nenete enfrenta-o e resolve tentar a sorte em Portugal.

Fazendo-se acompanhar pelo seu costureiro Roberto (José de Abreu), com quem mantém uma amizade colorida, Nenete abre uma loja num movimentado shopping de Cascais. O gerente do shopping é Cardoso (Joaquim Rosa), antigo admirador de Nenete, que a recebe com todo o esmero. Para não perder as regalias que Cardoso lhe oferece, Nenete esconde dele o seu caso com Roberto, e este comporta-se como se fosse homossexual.

Quem não fica nada satisfeita com a vinda de Nenete para Portugal é Balbina (Luísa Barbosa), irmã de Cardoso. Há alguns anos atrás, ela conseguira separar o seu irmão de Nenete e, de um dia para o outro, tudo parece ter voltado à estaca zero. Balbina promete, então, fazer tudo para impedir que o irmão volte a ter um caso com a “sirigaita brasileira”. Com a ajuda dos afilhados Lurdes (Rita Blanco) e Nuno (Nuno Melo), Balbina cria vários planos para sabotar o sucesso da Maison Nenete

Episódios[editar | editar código-fonte]

  • 01. Fado Antigo
  • 02. Ser ou não ser
  • 03. 2 noivas para 2 irmãos
  • 04. Noivo à força
  • 05. Amor a quanto obrigas
  • 06. Adivinhe quem vem para casar
  • 07. A prova do costureiro
  • 08. O conto do vigário
  • 09. Toma que o filho é teu
  • 10. O noivo da Balbina
  • 11. Terramoto espanhol
  • 12. A Miss Shopping
  • 13. A volta do Antunes
  • 14. A ‘maison’ assombrada
  • 15. Nas asas do dinheiro
  • 16. Vírus informático
  • 17. Promoção especial
  • 18. A concorrente
  • 19. Dor de cotovelo
  • 20. O dono do shopping
  • 21. Noiva das arábias
  • 22. O marketing do Cardoso
  • 23. Carnaval à italiana
  • 24. Estilistas à força
  • 25. A roupa do rei
  • 26. O irmão do Betinho

Elenco principal[editar | editar código-fonte]

Elenco Secundário/convidado[editar | editar código-fonte]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Cupido Electrónico foi uma sitcom encomendada ao Brasil pela RTP, tendo sido produzida pela produtora Septimis, conjuntamente com a TV Manchete.
  • Tratando-se de um trabalho conjunto de actores brasileiros e portugueses, as situações cômicas tiveram o seu ponto de partida no confronto entre os hábitos dos dois países, bem como nas confusões geradas pela utilização diferenciada do mesmo idioma.
  • A ação decorria em Portugal, mas a série foi integralmente gravada no Brasil. Talvez por este motivo, raramente os personagens secundários falavam, ou tentavam simular um sotaque português quando tinham pequenas falas.
  • A série também contou com a participação de alguns actores brasileiros conhecidos do público, mas quase todos apareceram a falar outras línguas. Foi o caso de Ângela Vieira como uma espanhola, Luís de Lima como um falso conde italiano e Renata Fronzi, também como condessa italiana.
  • A estreia da série foi amplamente divulgada pela imprensa, tendo como cabeça de cartaz Tônia Carrero, atriz que conhecíamos de papéis de destaque nas telenovelas Água Viva, Louco Amor, Sassaricando e Kananga do Japão.
  • Cecil Thiré, filho de Tônia Carrero, foi o realizador da série, tendo também participado como ator no episódio “O dono do shopping”, onde, curiosamente, contracenou com a própria mãe numa cena de flirt.
  • Tônia Carrero e Cecil Thiré deslocaram-se a Portugal para promover a estreia da série. O Telejornal (RTP) transmitiu no dia 10 de março de 1993, 5 dias antes da estreia a chegada da protagonista e do realizador. - Mãe e filho foram convidados de honra no XXX Festival RTP da Canção, exibido no dia 11 de março de 1993.
  • Na data da estreia, Tônia Carrero e Luísa Barbosa estiveram no programa Chá das Cinco, neste dia apresentado por Ana Bola.
  • Em 1994, a série foi reposta por duas vezes, de segunda a sexta, à tarde.
  • Anos mais tarde, José de Abreu declarou, numa entrevista, que a convivência com Joaquim Rosa durante as gravações não foi fácil, devido ao seu feitio excessivamente sério e formal.
  • Luísa Barbosa foi o grande destaque da série, como a maquiavélica (mas divertidíssima) Balbina.
  • Os stockshots do shopping onde se localizava a Maison Nenete eram do Cascais Shopping.
  • Inicialmente, a série foi exibida às segundas-feiras, ocupando o lugar deixado pelo programa Apanhados, de Joaquim Letria. Mais tarde, passou para as terças-feiras.
  • Na primeira exibição, houve necessidade de antecipar o final da série, de modo a que terminasse na semana anterior à entrada da nova tipologia da emissora. Por este motivo, não foi exibido o penúltimo episódio, A roupa do rei.
  • Tônia Carrero foi a entrevistada central no programa Olha que Dois!! do dia 21 de março de 1993, apresentado por Manuel Luís Goucha e Teresa Guilherme. Entre os convidados do programa, para além de alguns amigos portugueses da atriz, estiveram presentes Cecil Thiré, Rita Blanco e Joaquim Rosa.
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