Curtiss SB2C Helldiver

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Curtiss SB2C "Helldiver"
A-25 "Shrike"
Curtiss SB2C Helldiver
Descrição
País de origem  Estados Unidos
Fabricante Curtiss-Wright Corporation
Fairchild (Canadá) (SBF)
CC&F (SBW)
Produção 1943-1945
Quantidade
produzida
7140 unidade(s)
Primeiro voo 18 de dezembro de 1940
Entrada em serviço dezembro de 1942
Aposentado em 1959 (Força Aérea Italiana)
Missão Bombardeiro de mergulho
Tripulação 2 - piloto e operador de rádio/artilheiro
Dimensões
Comprimento 11,18 m
Envergadura 15,17 m
Altura 4,01 m
Área (asas) 39,2 m²
Peso
Tara 4794 kg
Peso bruto máximo 7553 kg
Propulsão
Motores 1 × Wright R-2600-20 radial
Potência (por motor) 1 900 hp (1 420 kW)
Performance
Velocidade máxima 475 km/h
Alcance bélico 1876 km
Tecto máximo 8870 m
Relação de subida 9,1 m/s
Armamento
Metralhadoras 2 x canhões de 20 mm (0,787 in) nas asas
2 x metralhadoras Browning M1919 de 7,62 mm (0,300 in) no cockpit traseiro
Mísseis/Bombas Bombas:
  • 900 kg (1 980 lb) no compartimento interno ou 1 x torpedo Mark 13
  • 225 kg (496 lb) de bombas em cada asa
Notas
Dados de: United States Navy Aircraft since 1911[nota 1]

O Curtiss SB2C Helldiver foi um bombardeiro estado-unidense produzido pela Curtiss-Wright, para Marinha dos Estados Unidos da América durante a Segunda Guerra Mundial, substituindo o modelo Douglas SBD Dauntless. Apesar de seu tamanho, o SB2C era muito mais rápido que o SBD.

Apesar dos problemas de produção terem persistido durante o serviço em combate, os pilotos logo mudaram sua opinião sobre a potência do Helldiver, e o SB2C tornou-se o responsável pelo maior número de afundamentos de equipamentos inimigos durante a Guerra do Pacífico.

Desenvolvido a partir de vários modelos precedentes, o Curtiss Helldiver SB2C-5 foi uma das últimas aeronaves a entrar no teatro de operações do Pacífico durante a Segunda Grande Guerra. O SB2C-5 provou ser um eficiente bombardeiro de mergulho a partir dos princípios de 1943, embora poucas diferenças tivesse em relação aos seus predecessores (maior autonomia em relação ao SB2C-4, por exemplo). No final do conflito, o avião foi exportado para diversos países.

Operadores[editar | editar código-fonte]

 Austrália
 França
 Grécia
 Itália
 Portugal
 Tailândia
 Reino Unido
 Estados Unidos

Serviço em Portugal[editar | editar código-fonte]

A Aviação Naval Portuguesa, a partir de 1950 recebeu um total de recebeu vinte e quatro Helldivers, que constituíram uma unidade operacional de luta anti-submarina no Centro de Aviação Naval de Aveiro. Em 1952 a unidade de Helldivers foi transferida para o recém activado Centro de Aviação Naval do Montijo. Nesse mesmo ano, foi criada a Força Aérea Portuguesa, integrando as antigas Aviações da Marinha e do Exército. A unidade de Helldivers passou então a constituir uma Esquadra da nova Força Aérea, até à sua desactivação em 1958.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Aeronaves comparáveis em missão, configuração e era

Notas

  1. Swanborough and Bowers 1976, p. 152.

Referências

  • Swanborough, Gordon and Peter M. Bowers. United States Navy Aircraft since 1911. London: Putnam, Second edition, 1976. ISBN 0-370-10054-9.


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