Daniel Vilela

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Daniel Vilela
Deputado Federal por Goiás
Período 1º de fevereiro de 2015
até atualidade
Deputado Estadual de Goiás
Período 2 de fevereiro de 2011
até 31 de dezembro de 2014
Vereador de Goiânia
Período 1 de janeiro de 2009
até 31 de dezembro de 2010
Dados pessoais
Nascimento 23 de outubro de 1983 (35 anos)
Jataí, Goiás
Esposa Iara Alves Netto da Costa Vilelo
Partido PMDB

Daniel Elias Carvalho Vilela, mais conhecido como Daniel Vilela, é deputado federal e candidato a governador do Estado de Goiás pelo MDB (Jataí, Goiás, 23 de outubro de 1983). É um político brasileiro.[1]

Vida Pessoal[editar | editar código-fonte]

Daniel é natural de Jataí, interior de Goiás. Filho de Maguito Vilela, ex-governador de Goiás, ex-senador e ex-prefeito de Aparecida de Goiânia. Por ter o pai imerso na vida pública, Daniel começou cedo através dos comitês-mirins até o assessoramento direto nas campanhas de seu pai. Jogou futebol profissionalmente na juventude. Jogou no Goiás Esporte Clube e no Atlético Clube Goianiense, entre outros. Formou-se em Direito e é pós-graduado em Gestão Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). É casado e tem dois filhos.

Trajetória Política[editar | editar código-fonte]

Daniel Vilela preside o maior partido de Goiás em número de militantes, o MDB, e é candidato a governador de Goiás pelo partido. Daniel conta com o apoio da militância do partido e do prefeito de Goiânia, Iris Rezende, que declarou publicamente que será um cabo eleitoral da campanha de Daniel.

Em 2008, foi eleito vereador por Goiânia, com 8.380 votos. Na Câmara Municipal de Goiânia foi líder do MDB e atuou na área de Educação e Ciencia e Tecnologia, presidindo a comissão da Casa nesta área. Na eleição de 2010 concorreu ao cargo de deputado estadual e teve 37.382 votos, um dos dez candidatos mais bem votados. Em 2014 foi eleito deputado federal[2] com mais de 179 mil votos, sendo o segundo mais votado de Goiás. Na Câmara dos Deputados, tem focado sua atuação em projetos de modernização do serviço público e em defesa do meio ambiente. Foi relator do Programa de Proteção ao Emprego (PPE, posteriormente transformado em Programa Seguro-Emprego) e autor de indicação da criação das universidades federais de Jataí e Catalão. Apresentou também projeto que revê a política de telecomunicações no Brasil, voltando o foco para a internet e induzindo novos investimentos em infraestrutura e tecnologia. Presididou, ao longo de 2016, a Comissão Mista de Mudanças Climáticas (CMMC). É vice-líder da bancada do MDB, membro da Comissão de Constituição, Redação e Justiçla da Câmara dos Deputados e presidente da Comissão Especial da Reforma Trabalhista. Com apenas um ano e meio de mandato, foi considerado em 2016 pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) um dos Parlamentares em Ascensão na lista dos mais influentes do Congresso Nacional. Em fevereiro de 2016 foi eleito presidente do diretório regional do MDB numa disputa com Nailton Oliveira, candidato ligado ao grupo do ex-governador Iris Rezende. Daniel Vilela teve 74% dos votos. É um dos principais líderes da oposição ao governador Marconi Perillo (PSDB) em Goiás.

Votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff.[3] Posteriormente, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[3] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista.[3][4] Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então Presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[3][5]

Polêmicas[editar | editar código-fonte]

  • Daniel Vilela é o proponente do projeto de lei 3453/2015 que pretende tornar a prestação do serviço de internet fixa por autorização e não mais por concessão, para estimular a concorrência e investimentos no setor, igual acontece na telefonia móvel.[1]
  • Daniel Vilela foi envolvido na operação Miqueias e apareceu em uma gravação da Polícia Federal em que ele e outros próceres, incluindo um ex-presidente do MDB, aparecem almoçando com Luciane Hoepersque, presa e condenada pelo ‘Escândalo das Pastinhas. O MPF, no entanto, não encontrou nenhuma ligação com a acusada, além do almoço com outros parlamentares, e deputado não figurou como réu na ação. [2]
  • O deputado federal criou o projeto de lei que previa proibição para que policiais portassem armas de fogo em bares, restaurantes e boates, porém não chegou a apresentá-lo.[3]
  • O deputado Daniel Vilela (MDB-GO) é o criador de um projeto de lei que prevê a adoção do "Trabalho em casa" no setor público para permitir que servidores públicos que não atuam com atendimento ao público e cuja produtividade possa ser mensurada, tenham a oportunidade de trabalhar em casa alguns dias da semana dentro de um programa de home office. O benefício teria de ser atrelado a ganhos de produtividade, como ocorre em alguns órgãos do Judiciário. [4]
  • O deputado for relator da Medida Provisória que criava o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), no qual constava uma emenda que permite que os acordos coletivos tenham prevalência sobre a legislação trabalhista. Como não havia consenso entre entidades sindicais e patronais, a emenda foi retirada do projeto pelo próprio Daniel. [5]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. algo Assembleia Legislativa Estado de Goiás, Perfil Biográfico de Daniel Elias Carvalho Vilela. Acesso em 13/04/2016.
  2. câmara Dep Detalhe
  3. a b c d G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017 
  4. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  5. Deutsche Welle; Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017 
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