Dark web

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Nota: Este artigo é sobre websites da darknet. Para a porção da internet não acessível através dos buscadores web tradicionais, veja deep web.

Uma Internet obscura ou endereço obscuro refere-se a qualquer ou todos os servidores de rede inalcançáveis na Internet, por requerirem softwares, configurações ou autorizações específicas para o acesso[1]. A dark web forma uma parte pequena da deep web, a parte da rede que não está indexada pelas ferramentas de busca, apesar de algumas vezes o termo "deep web" ser usado de maneira equívoca para se referir especificamente à deep web[2].

A internet obscura não deve ser confundida com a deep web, nem com a rede de compartilhamento de arquivos Darknet. Ao passo que deep web e darknet referem-se a websites difíceis de serem acessados, e redes secretas ou paralelas à internet, a Internet obscura (dark Internet) é qualquer porção da Internet que não pode ser acessada por meios convencionais.[3][4]

As darknets que constituem a dark web incluem pequenas redes friend-to-friend Peer-to-peer, assim como grandes e populares redes como Freenet, I2P e Tor, operadas por organizações públicas e indivíduos. Usuários da dark web se referem à rede comum como Clearnet devido à sua natureza não criptografada[5]. A dark web do Tor pode ser referida como onionland, ou "Terra da Cebola", uma referência ao sufixo do domínio da rede .onion e à técnica de anonimização do tráfego chamada onion routing[6].

Terminologia[editar | editar código-fonte]

A dark web tem sido confundida com a deep web constantemente; A confusão data pelo menos de 2009, Desde então, especificamente em relação a Silk Road, ambos os termos tem sido constantemente confundidos[7], apesar de recomendações para que sejam distinguidos[8].

Definição[editar | editar código-fonte]

Websites dentro da internet obscura são acessíveis apenas através de redes como o Tor (do inglês "The onion router”, ou roteador cebola pela tradução livre) e I2P (do inglês “Invisible Internet Project”, ou Projeto de Internet Invisível)[9]. O navegador Tor e os sites acessíveis pelo Tor são amplamente usados entre os usuários da darknet e podem ser identificados pelo domínio ".onion". Enquanto o Tor é focado em oferecer acesso anônimo à internet, I2P se especializa em permitir a hospedagem anônima dos websites. Identidades e endereços dos usuários da darket permenecem anônimos e não podem ser rastreados devido ao sistema de encriptação em camadas. A tecnologia de encriptação da darknet direciona os dados dos usuários através um grande número de servidores intermediários, o que protege a identidade dos usuários e garante anonimato. As informações transmitidas podem ser descriptografadas somente por um nó subsequente do esquema, que conduz ao nó de saída. O sistema é tão complexo que torna praticamente impossível a reprodução do caminho dos nós percorrdos e também a descriptografia camada por camada. Devido ao alto nível de encriptação, websites não são capazes de rastrear a geolocalização e o IP de seus usuários assim como os usuários não são capazes de conseguir essas informações do seu hospedeiro. Dessa forma, a comunicação entre os usuários da darknet é altamente encriptada permitindo que os usuários conversem, mantenham blogs, e compartilhem arquivos de maneira confidencial[10].

A darknet é também utilizada para atividades ilegais assim como comércio ilegal, fórums, compartilhamento de conteúdo ligado à pedofilia e contato entre terroristas.

Ao mesmo tempo, alguns dos websites tradicionais criam alternativas para a acessibilidade para o navegador Tor, em esforços para se conectar com seus usuários. Um exemplo é o da redação jornalística independente ProPublica que lançou uma nova versão de seu website disponível para os usuários de Tor[11].

Conteúdo[editar | editar código-fonte]

Um estudo publicado em Dezembro de 2014 por Gareth Owen da Universidade de Portsmouth descobriu que o tipo de conteúdo mais requisitado através do Tor era pornografia infantil, seguido por mercados negros, enquanto que os sites individuais com o mais alto tráfego eram aqueles dedicados a operações de botnet[12]. Muitos sites de denúncia também mantém presença, assim como fórums de discussões políticas. Sites associados com o Bitcoin, fraudes de serviços e compras por correio estão entre os mais abundantes. Para combater a tendência de conteúdo controverso, o coletivo de artistas Cybertwee realizou uma venda de bolos em um site de darknet[13].

Um estudo mais recente de fevereiro de 2016 feito por pesquisadores do King's College de Londres dá a seguinte distribuição de conteúdo por um conjunto de categorias alternativas, destacando o uso ilícito de serviços de.onion[14]:

Botnets[editar | editar código-fonte]

As botnets são muitas vezes estruturadas com seus servidores de comando e controle baseados em um serviço oculto resistente à censura, criando uma grande quantidade de tráfego relacionado aos bots[15].

Serviços relacionados ao Bitcoin[editar | editar código-fonte]

Os serviços de Bitcoin, como tumblers, estão freqüentemente disponíveis no Tor, e alguns - como o Grams - oferecem integração ao mercado de darknet[16]. Um estudo realizado por Jean-Loup Richet, pesquisador da ESSEC, e realizado junto ao Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, destacou novas tendências no uso de Bitcoin para fins de lavagem de dinheiro. Uma abordagem comum era usar um serviço de troca de moeda digital que convertia Bitcoin em uma moeda de jogo on-line (como moedas de ouro em World of Warcraft) que mais tarde seria convertido novamente em dinheiro. Uma das características importantes do bitcoin e serviços similares na Darkwab é a sua política de criptografia, que está se tornando um teste dos valores da democracia liberal no século XXI.

Mercados da Darknet[editar | editar código-fonte]

Os mercados comerciais da darknet, que mediam as transações por drogas ilícitas e outros bens, atraíram significativa cobertura da mídia, começando com a popularidade da Silk Road e Diabolus Market, e sua subsequente apreensão por autoridades legais. Outros mercados ainda vendem vulnerabilidades em softwares[17] e armas. Comparações das diferenças de preços entre mercados na Darkweb e os preços na vida real ou dentro da internet comim têm sido tentados, bem como estudos sobre a qualidade dos bens recebidos através da Darkweb. Um desses estudos foi realizado sobre a qualidade das drogas ilegais encontradas no Evolution, um dos criptomarkets mais populares ativos de janeiro de 2014 a março de 2015. Um exemplo de resultados analíticos incluía que a informação digital, como métodos de ocultação e país de embarque, parecia exata " Mas a pureza das drogas ilícitas é diferente das informações indicadas em suas respectivas listas ". Menos se sabe sobre as motivações dos consumidores para acessar esses mercados e os fatores associados à sua utilização.

Grupos e serviços Hackers[editar | editar código-fonte]

Muitos hackers vendem os seus serviços dentro da darkweb individualmente ou como parte de grupos[18]. Esses grupos incluem xDedic, hackforum, Trojanforge, Mazafaka, dark0de e o mercado de darknet TheRealDeal. Alguns têm sido conhecidos para rastrear e extorquir potenciais pedófilos. Os crimes cibernéticos e os serviços de hackers para instituições financeiras e bancos também são oferecidos através da Darkweb. Tentativas de monitorar essas atividades foram feitas através de várias organizações governamentais e privadas, e um exame das ferramentas usadas pode ser encontrado na revista Procedia Computer Science. O uso de ataques DNS de negação de serviço por excesso de requisições através de acesso districuido (DRDoS) também são feitos através da Dark Web.

Fraudes e conteúdo não verificado[editar | editar código-fonte]

Há relatos de assassinatos financiados por crowdfunding e assassinos de aluguel para contratar[19], no entanto, acredita-se que sejam majoritariamente golpes[20]. O criador da Silk Road foi preso pelas investigações da Homeland Security (HSI) por seu site e também por alegadamente contratar um assassino para matar seis pessoas, embora as acusações tenham sido descartadas mais tarde[21].

Há uma lenda urbana que se pode encontrar assassinatos transmitidos ao vivo na darkweb. O termo "Sala Vermelha" foi cunhado com base na animação japonesa e lenda urbana do mesmo nome. No entanto, as evidências apontam para todos os casos relatados sendo brincadeiras[22].

Em 25 de junho de 2015, um assustador jogo indie chamado Sad Satan foi revisado pelo canal do Youtube Obscure Horror Corner, que alegaram ter encontrado através da darkweb. Várias inconsistências no vídeo do canal lançam dúvidas sobre a versão relatada dos eventos[23].

Terrorismo[editar | editar código-fonte]

Existem pelo menos alguns sites reais e outros fraudulentos que alegam ser utilizados pelo ISIS, incluindo um falso derrubado pela Operação Onymous. Na esteira dos ataques de novembro de 2015 em Paris, um site desse tipo foi hackeado por um grupo de hackers afiliado ao Anonymous chamado GhostSec e substituído por um anúncio para o Prozac[24]. Foi descoberto que o grupo islâmico Rawti Shax estave operando na darkweb por algum tempo[25].

Jornalismo[editar | editar código-fonte]

Muitos jornalistasindividuais, organizações alternativas de notícias e educadores ou pesquisadores têm influenciado muito ultimamente com a redação e o discurso sobre a Darknet, tornando o uso claro para o público em geral.

Jamie Bartlett é jornalista e blogueiro de tecnologia para o The Telegraph e Diretor do Centro de Análise de Mídias Sociais para Demos em conjunto com a Universidade de Sussex. Em seu livro, The Dark Net, Barlett retrata o mundo do Darknet e suas implicações para o comportamento humano em diferentes contextos. Por exemplo, o livro abre com a história de uma jovem que procura feedback positivo para construir sua auto-estima aparecendo nua na internet. Ela é finalmente rastreada em sites de mídia social, onde seus amigos e familiares são então inundados com imagens da garota. Esta história destaca a variedade de interações humanas que o Darknet permite, mas também lembra ao leitor como a participação em uma rede de overlay como o Darknet raramente está em completa separação da rede comum. O principal objetivo de Bartlett é uma exploração do Darknet e suas implicações para a sociedade. Ele explora diferentes subculturas, algumas com implicações positivas para a sociedade e outras com negativo[26].

Bartlett deu um TEDTalk em junho de 2015 examinando mais o assunto. Sua palestra, intitulada "Como a misteriosa Darknet está se tornando mainstream", introduz a ideia por trás do Darknet para o público, seguido por um exemplo passo a passo de um de seus sites, o já citado Silk Road. Ele ressalta a familiaridade do design dos websites que são semelhante aos sites de consumidores usados ​​na maior parte da rede comum. Bartlett, então, apresenta exemplos de como operar em um mercado incerto e de alto risco, como os do Darknet, realmente criando inovação que ele acredita que pode ser aplicada a todos os mercados no futuro. Como ele ressalta, já que os fornecedores estão sempre pensando em novas maneiras de contornar e se proteger, o Darknet tornou-se mais descentralizada, mais amigável ao cliente, e mais inovadora. À medida que nossas sociedades estão cada vez mais buscando maneiras de se manter a privacidade online, mudanças como aquelas que ocorrem na Darknet não são apenas inovadoras, mas podem ser benéficas para sites e mercados on-line comerciais.

Os meios de comunicação tradicionais e canais de notícias como ABC News também apresentaram artigos examinando o Darknet[27]. Vanity Fair publicou um artigo em outubro de 2016 intitulado The Other Internet. O artigo discute a ascensão da rede escura e menciona que as estacas tornaram-se elevadas em um deserto digital sem lei. Ele menciona que a vulnerabilidade é uma fraqueza nas defesas de uma rede. Outros tópicos incluem as versões de comércio eletrônico de mercados negros convencionais, vendas de armas online de TheRealDeal, e papel de segurança de operações.

Preocupações com o darknet[editar | editar código-fonte]

Alguns governos estão preocupados com a difusão da Darknet, porque eles não são capazes de descriptografar informações potencialmente perigosas transmitidas através da rede altamente criptografada. O Grande Firewall da China, que foi implementado para bloquear proxies de evasão, como SoftEther e GoAgent, atualmente bloqueia Tor também[28]. Em fevereiro de 2015, a Safe Internet League na Rússia apoiou a iniciativa do deputado, Leonid Levin, para implementar uma ferramenta que bloqueia todas as redes anônimas, incluindo o Darknet. De acordo com o diretor executivo da Liga, Denis Davydov, as redes anônimas são usadas principalmente para cometer crimes[29].

Além de governos, os comerciantes têm preocupações sobre o Darknet. Como os usuários do Tor não deixam uma trilha de dados, como um registro de sites visitados e tempo gasto em cada página, torna-se cada vez mais difícil para os profissionais de marketing coletar informações sobre seus clientes[30].

O anonimato fornecido pelo Darknet abriu novas oportunidades para vendedores de drogas e compradores, o que resultou no surgimento de criptomarkets como Silk Road. A acessibilidade fácil das drogas levanta preocupações do público, enquanto que alguns investigadores discutirem que as substâncias ilegais encontradas na darkweb são certamente mais seguras do que mercados negros reais.

Causas[editar | editar código-fonte]

Falhas na alocação de recursos da Internet devido às tendências caóticas de crescimento e retração são a principal causa da formação de endereços obscuros. Uma forma de endereço obscuro são os websites da arcaica MILNET. Essas redes governamentais sãos

Na cultura popular[editar | editar código-fonte]

  • A teia escura é um elemento fundamental da trama no romance de Lee Child, Make Me (2015).[31]
  • O personagem Lucas Goodwin usa a darkweb para encontrar um hacker na série de televisão americana House of Cards (2013).[32]
  • A darkweb é um elemento de enredo importante no filme de terror tecnológico alemão Who Am I (2014). O filme também visualiza salas de bate-papo secretas secretas em que as pessoas mascaradas trocam mensagens.[33]
  • Killer.com (2015) é um romance de Kenneth G. Eade sobre um mafioso de cyber bullying que contrata um assassino de aluguel dentro darknet para cometer um homicídio anônimo.[34]
  • CSI: Cyber ​​(2015) segue o trabalho de Mary Aiken, inspirada agente especial, Avery Ryan, que lidera uma divisão do FBI encarregada de trabalhar na darkweb, investigando tudo, desde leilões de bebê on-line ("Kidnapping 2.0") à desativação de proteção de uma montanha-russa ("CMND: \ CRASH"), o mundo do armamento do mercado negro ("Ghost in the Machine"), a morte de quem usa um aplicativo de transporte ("Killer En Route") e uma falha de projeto em um Impressora ("Fire Code").
  • Bleeding Edge de Thomas Pynchon mergulha profundamente na darkweb para desvendar um complô conspiratório ligado ao bombardeio das torres gêmeas.
  • O jogo de 2016 intitulado "Welcome to the game" é inteiramente baseado na deep / dark web.[35]
  • A darkweb é um ponto chave da trama no filme de 2016 "Nerve", que é baseado em um romance de YA do mesmo nome por Jeanne Ryan[36].
  • No episódio "eps2.3_logic-b0mb.hc" (ep 5 da temporada 2) da série de televisão drama-thriller Mr. Robot o protagonista Elliot está reparando um site escondido de Tor que acaba por ser um mercado da darknet Chamado "Midland City", imaginado como o Silk Road e especializado na venda de armas, tráfico sexual de mulheres, lançadores de foguetes, drogas e assassinos de aluguel. Quando ele aprende sobre isso fica com a consciência pesada. Mais tarde ele é arrastado para fora da cama e espancado por dois valentões e lembrado por Ray, o administrador do site, que lhe foi dito para não olhar para o conteúdo do site.[37]
  • O album Syro de Aphex Twin foi anunciado na darkweb.

Referências

  1. Greenberg, Andy. . "Hacker Lexicon: What Is the Dark Web?" (em en-US). WIRED.
  2. (6 de maio de 2015) "The Deep Web vs. The Dark Web | Dictionary.com Blog". Dictionary Blog.
  3. BBC News (26 de dezembro de 2001). «Expedição à rede perdida» 
  4. A Internet Obscura, reportagem de CR&T
  5. «CLEARNET VS HIDDEN SERVICES - WHY YOU SHOULD BE CAREFUL - Deep Dot Web». www.deepdotweb.com. Consultado em 6 de dezembro de 2016 
  6. "Meet Darknet, the hidden, anonymous underbelly of the searchable Web". PCWorld.
  7. (14 de outubro de 2016) "Deep Web (film)" (em en). Wikipedia.
  8. "Going Dark: The Internet Behind The Internet". NPR.org.
  9. «The Deep Web and Its Darknets - h+ Media». h+ Media. 29 de junho de 2015. Consultado em 6 de dezembro de 2016 
  10. Wimmer, Andreas. . "DARKNET, SOCIAL MEDIA, AND EXTREMISM: ADDRESSING INDONESIAN COUNTERTERRORISM ON THE INTERNET".
  11. «EBSCOhost Login». search.ebscohost.com. Consultado em 6 de dezembro de 2016 
  12. Ward, Mark. (30 de dezembro de 2014). "Tor's most visited hidden sites host child abuse images" (em en-GB). BBC News.
  13. "I Bought Adorable Cookies on the Deep Web" (em en-us). Motherboard.
  14. Moore, Daniel; Thomas. (2 de janeiro de 2016). "Cryptopolitik and the Darknet". Survival 58 (1): 7–38. DOI:10.1080/00396338.2016.1142085. ISSN 0039-6338.
  15. (30 de setembro de 2015) "Extortion on the cards". SC Magazine UK.
  16. Allison, Ian. (11 de fevereiro de 2015). "Bitcoin tumbler: The business of covering tracks in the world of cryptocurrency laundering". International Business Times UK.
  17. Greenberg, Andy. . "New Dark-Web Market Is Selling Zero-Day Exploits to Hackers" (em en-US). WIRED.
  18. Holden, Alex. (15 de janeiro de 2015). "A new breed of lone wolf hackers are roaming the deep web - and their prey is getting bigger". International Business Times UK.
  19. Holden, Alex. (10 de fevereiro de 2015). "Ukraine crisis: Combatants scouring dark web for advice on bridge bombing and anti-tank missiles". International Business Times UK.
  20. "This Fake Hitman Site Is the Most Elaborate, Twisted Dark Web Scam Yet" (em en-us). Motherboard.
  21. Hong, Nicole. (29 de maio de 2015). "Silk Road Founder Ross Ulbricht Sentenced to Life in Prison". Wall Street Journal. ISSN 0099-9660.
  22. «Waiting in the Red Room». All Things VICE. 29 de agosto de 2015. Consultado em 6 de dezembro de 2016 
  23. «The spooky, twisted saga of the Deep Web horror game 'Sad Satan'». kernelmag.dailydot.com. Consultado em 6 de dezembro de 2016 
  24. Cuthbertson, Anthony. (25 de novembro de 2015). "'Calm down Isis': Hackers hit Islamic State propaganda site on the dark web with an advert for Prozac". International Business Times UK.
  25. (12 de novembro de 2015) "Jihadist cell in Europe 'sought recruits for Iraq and Syria'" (em en-GB). BBC News.
  26.  
  27. (27 de janeiro de 2016) "Explainer: What is the dark net?" (em en-AU). ABC News.
  28. «Learning more about the GFW's active probing system | The Tor Blog». blog.torproject.org. Consultado em 6 de dezembro de 2016 
  29. «Лига безопасного интернета: «Запрет Tor - выгода для бюджета России» - МИР24». mir24.tv. Consultado em 6 de dezembro de 2016 
  30. «Bookmarkable URL intermediate page». eds.b.ebscohost.com. Consultado em 6 de dezembro de 2016 
  31. «Book Review: Make Me by Lee Child». The Huffington Post. 5 de setembro de 2015. Consultado em 6 de dezembro de 2016 
  32. Auerbach, David. (20 de fevereiro de 2014). "Not So Deep" (em en-US). Slate. ISSN 1091-2339.
  33. «Hacker-Thriller mit Tom Schilling: Willkommen im Darknet». SPIEGEL ONLINE. Consultado em 6 de dezembro de 2016 
  34. (23 de setembro de 2015) "Featured Author Kenneth Eade" (em en-US). Book Reader Magazine.
  35. «Welcome to the Game no Steam». store.steampowered.com. Consultado em 6 de dezembro de 2016 
  36. (27 de julho de 2016) "'Nerve' Review: Dave Franco and Emma Roberts Gotta Catch 'Em All" (em en-US). Collider.
  37. «Mr. Robot eps2.3logic-b0mb.hc – the security review». Naked Security. 4 de agosto de 2016. Consultado em 6 de dezembro de 2016 

Ver também[editar | editar código-fonte]


Ligações externas[editar | editar código-fonte]