Dark metal

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Disambig grey.svg Nota: Se procura o álbum de Bethlehem, veja Dark Metal.
Dark metal
Origens estilísticas Metal extremo, doom metal, gothic metal
Contexto cultural Início dos anos 1990, Europa
Instrumentos típicos Bateria, baixo, guitarra, vocal, ocasional uso de teclado
Popularidade Underground
Outros tópicos
Dark rock

Dark metal é um subgênero do heavy metal com origens estilísticas vindas do gothic metal, black metal e doom metal.[1][2][3][4][5] Sua origem remete ao primeiro álbum da banda alemã Bethlehem, intitulado Dark Metal.

Definição[editar | editar código-fonte]

Apesar de alguns autores argumentarem que dark metal é um gênero do heavy metal, há uma ampla variedade de opiniões sobre quais elementos, estilos ou temas formam o o dark metal.[1][2][3][3][6][7][8][9][10]

Robert Palmer, crítico de rock do New York Times, chama o metal com temas de terror e violência de "dark", usando as bandas Megadeth, Anthrax, Slayer e Danzig como exemplos. Em seus livros, Robert Walser e Richard D. Barnet concordam que o dark metal é uma música orientada a cerca do oculto. Micah L. Issitt, Jeffrey Kaplan, Bryan Reesman, Joel MacIver e Chuck Eddy escreveram que o dark metal tem temas góticos.

Características[editar | editar código-fonte]

Muitos escritores, incluindo Ian Christe, o jornalista musical Chuck Eddy, Sara Pendergast, Tom Pendergast, Natalie J Purcell, Brian Reesman, Jeff Wagner, and Steven Wilson, concordaram que há um tom de melancolia que distingue bandas de dark metal de seus contemporâneos. Esse tom é variadamente descrito como "beleza taciturna", "choco", "bonito e romântico", "triste e assombrador", "gótico" e "sombrio".[3][11][12][13][10][2]

Bandas do gênero[editar | editar código-fonte]

Algumas bandas que acabaram recebendo rótulo de dark metal são Bethlehem (que deu nome ao gênero com seu álbum de estreia chamado justamente Dark Metal, em 1994), Black Sabbath, Slayer, Megadeth, Alice in Chains, Anthrax, Judas Priest, Evergrey, Tool, Iron Maiden, Paradox, Kekal e Virgin Black.[14][6][15][6][2][16][17][18][19][20]

Referências

  1. a b Walser, Robert (1993). Running With the Devil: Power, Gender, and Madness in Heavy Metal Music. [S.l.]: Wesleyan University Press. pp. 15–16. ISBN 0-8195-6260-2 
  2. a b c d Pendergast, Tom; Pendergast, Sara (2000). St. James encyclopedia of popular culture. [S.l.]: St James Press  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "stjames" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  3. a b c d Eddy, Chuck (2011). Rock and Roll Always Forgets: A Quarter Century of Music Criticism. [S.l.]: Duke University Press. p. 86. ISBN 978-0-8223-5010-1. ...by the late '90s and early '00s, goth-oriented 'dark metal' bands like The Gathering and Tiamat had turned in another direction, incorporating morose beauty learned from Kate Bush, Swans, Enigma, and Joy Division. 
  4. Rivadavia, Eduardo. «Biography of Insomnium». ...links to other, neighboring metallic subgenres like doom, melancholy, and dark metal. 
  5. Sullivan, Jim (5 de julho de 1991). «Heavy metal tour sends a message -- loud and clear». The Boston Globe via HighBeam Research (subscription required). It was Metallica that opened the floodgates to this latest heavy metal subgenre, generally termed thrash metal, dark metal or death metal: fast, bone-crunching, hard rock played with ferocity, strewn with violent, bloody imagery. 
  6. a b c Palmer, Robert (4 de novembro de 1990). «POP VIEW; Dark Metal: Not Just Smash And Thrash». New York Times. The horrific imagery so central to the lyrics of dark metal permeates popular culture, from horror films to illustrated "graphic" novels to the visceral new fiction of "splatter punks"...  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "NYT" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  7. Barnet, Richard D.; Burriss, Larry L. (2001). Controversies of the Music Industry. [S.l.]: Greenwood Publishing Group. p. 86. ISBN 9780313310942 
  8. Issitt, Micah (2011). Goths: A Guide to an American Subculture. [S.l.]: ABC-CLIO. p. 25. ISBN 9780313386046 
  9. Kaplan, Jeffrey; Lööw, Heléne (2002). The Cultic Milieu: Oppositional Subcultures in an Age of Globalization. [S.l.]: Rowman Altamira. p. 143. ISBN 9780759102040 
  10. a b Reesman, Bryan (2003). «As Darkness Falls, Sales Rise: Goth-Tinged Dark Metal Proves Its Crossover Appeal». Billboard Magazine. 115 (26): 22 
  11. Wagner, Jeff; Wilson, Steven (2010). Mean Deviation: Four Decades of Progressive Heavy Metal. [S.l.]: Bazillion Points. ISBN 9780979616334. Tracks such as "Weeper on the Shore" and "Song of the Troubled One" unified an earthy '70s vibe with the broody dark metal so popular in Europe in the mid '90s. 
  12. Christe, Ian (setembro de 1998). «Metal». CMJ New Music Monthly. the five lads in ORPHANED LAND weave beautiful, romantic dark metal on Sahara(Holy) 
  13. Purcell, Natalie J. (2003). Death Metal music: the passion and politics of a subculture. [S.l.]: McFarland. ISBN 9780786415854. Bands like Celtic Frost, My Dying Bride, Cathedral and Anathema offered slow, deep metal with a haunting and sorrowful tone. These British bands added melody and instrumental sections to their dark metal music. 
  14. Walser, Robert (1993). Running With the Devil: Power, Gender, and Madness in Heavy Metal Music. [S.l.]: Wesleyan University Press. p. 16. ISBN 9780819562609 
  15. Gilstrap, Andrew. «Alice in Chains: Greatest Hits». PopMatters. Consultado em 27 de dezembro de 2012 
  16. Rhysman, Bryan (2003). «As Darkness Falls, Sales Rise». Billboard Magazine. 115 (26): 22. Goth-Tinged Dark Metal Proves Its Crossover Appeal 
  17. Keyes, J. Edward (2 de agosto de 2009). «Tool's Dark Metal and Stunning Visuals Take Over All Points West». Rolling Stone 
  18. Rimmer, Mike (1 de maio de 2001). «Paradox - Through Pain There Is Joy». Cross Rhythms. Cross Rhythms Magazine (CR Mag 62). Consultado em 6 de outubro de 2013 
  19. Webber, Ian (8 de agosto de 2011). «Kekal - 8». CrossRhythms. Consultado em 30 de julho de 2013 
  20. Rividavia, Eduardo. «Elegant and Dying». AllMusic. All Media Network. Consultado em 11 de junho de 2015