Deficiência de vitamina A

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Deficiência de vitamina A
Entre 100 e 500 mil jovens por ano tem grave perda de visão permanente por falta de vitamina A.[1]
Classificação e recursos externos
CID-10 E50
CID-9 264.9
DiseasesDB 13902
eMedicine med/2381
MeSH D014802
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Cerca de 250 milhões de crianças em idade escolar sofrem com deficiência de vitamina A, ficando vulneráveis a infecções.

Deficiência de vitamina A ou Hipovitaminose A é uma das principais causas de cegueira do mundo, atingindo especialmente crianças e grávidas, justamente quando é mais importante.[1]

Causa[editar | editar código-fonte]

Dieta pobre em vitamina A por mais de dois meses. A necessidade diária varia com a idade[2]: Bebês: menos que 300 mcg/dia Adulto: menos que 600 mcg/dia Gestantes: menos que 700 mcg/dia Lactentes: Menos que 1200 mcg/dia.

Sinais e sintomas[editar | editar código-fonte]

Os primeiros sintomas são[3]:

  • Menor crescimento;
  • Vulnerabilidade a infecções;
  • Falta de apetite;
  • Pele frágil;
  • Menor fertilidade;
  • Xeroftalmia(olhos secos);
  • Cegueira noturna.

Complicações[editar | editar código-fonte]

Possíveis complicações:

  • Cegueira;
  • Retardo no desenvolvimento;
  • Ossos deformados;
  • Cálculos renais;

Pode ser fatal, milhares de crianças ainda morrem devido à hipovitaminose A.

Tratamento[editar | editar código-fonte]

Ingestão de doses adequadas de vitamina A através da alimentação ou suplementos e acompanhamento mensal por exame de sangue até resolução do problema. Educar as pessoas para uma alimentação mais saudável é a forma mais prática e saudável de prevenir e tratar transtornos nutricionais.[4] A via endovenosa não é indicada.

Prevenção[editar | editar código-fonte]

As dez melhores fontes de vitamina A são[5]:

Outras boas fontes incluem manga, beterraba, ovo e óleo de bacalhau. Alimentos não cozidos costumam ter muito mais vitamina A.

Referências