Delegado Waldir

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Waldir Soares de Oliveira
Deputado federal por Goiás
Período 1 de fevereiro de 2015
até a atualidade
Dados pessoais
Nascimento 28 de dezembro de 1962 (56 anos)
Jacarezinho, PR
Nacionalidade brasileiro
Cônjuge Priscila Soares
Partido PSL
Profissão Delegado de polícia
linkWP:PPO#Brasil

Waldir Soares de Oliveira, também conhecido como Delegado Waldir (Jacarezinho, Paraná, 28 de dezembro de 1962), é um delegado de polícia e político brasileiro, filiado ao Partido Social Liberal (PSL).[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formado em Direito, possui pós-graduações em Direito Penal e Processo Penal, e Gerenciamento de Segurança Pública.

Filho de mãe zeladora e criado sem o auxílio do pai, ajudou a mãe, quando jovem, no sustento da casa. É casado com Priscila e possui três filhos: Vanessa, Vinícius Guilherme, e Brenno Gabriel, todos do primeiro casamento.[2]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Waldir Soares queria ser delegado desde a infância.[carece de fontes?] Já trabalhou de engraxate, vendedor de picolé, servente de pedreiro, bancário, comerciário, comerciante, professor e escrivão de polícia e auditor fiscal, até que no ano 2000 foi aprovado em concurso público para o cargo Delegado. [carece de fontes?] É formado em Direito, com pós-graduações em Direito Penal e Processo Penal, e Gerenciamento de Segurança Pública.⁠⁠⁠ Foi escrivão de Polícia Civil no Paraná enquanto estudava na PUC, também lecionando no segundo grau. Em 1999, pouco depois de ser reprovado na prova oral do concurso para delegado no Rio Grande do Sul, mudou-se para o estado de Goiás em 2000, quando passou no concurso público para delegado. [carece de fontes?]

Soares começou atuando em cidades do Entorno do Distrito Federal, como Novo Gama, Luziânia, Águas Lindas de Goiás e Planaltina de Goiás. Mais tarde, passou a atuar em Goiânia e ficou conhecido por se envolver em polêmicas. Em uma das suas primeiras operações já no comando da Região Noroeste da capital, o delegado prendeu 22 duas pessoas suspeitas de tráfico, incluindo grávidas e cadeirantes. Na época, ao ser questionado, ele disse que “o crime não tem rosto”. Antes das eleições, ele atuava como titular do 8º Distrito Policial, no Setor Pedro Ludovico.[carece de fontes?]

Atuou brevemente na seção de Furtos e Roubos de Veículos, onde participou da operação Ali-Babá (41 indiciados, 11 dos quais já estavam no Cepaigo e foram autuados novamente em flagrante por tráfico de drogas, formação de quadrilhas e roubo de carros), até voltar para o 22º DP, onde ficou de 2007 a 2010, quando se tornou suplente de deputado federal[2].

Em abril de 2013, o Comando da Polícia Militar do Estado de Goiás (PM), publicou uma nota de repúdio referente ao comportamento de Soares, à época titular do 8° Distrito Policial de Goiânia. Durante uma entrevista ao vivo para o programa Goiás no Ar, da emissora filiada TV Record, o delegado discutiu com o tenente coronel da PM, Anésio Barbosa, à época, assessor de imprensa da Polícia Militar.[3]

Delegado Waldir foi candidato a Deputado Federal por Goiás pelo Partido da República (PR) e foi eleito. Obteve 274.625 votos (9.06%).[4] Foi o mais bem votado na história do estado.[5] Nas eleições de 2010, Waldir Soares também concorreu como deputado federal e conseguiu pouco mais de 40 mil votos, sendo eleito suplente. Ele chegou a assumir o cargo por quatro meses. Neste ano, abriu margem de quase 100 mil votos em relação ao segundo candidato mais bem votado à Câmara dos Deputados, Daniel Vilela (PMDB), que obteve 179.214 votos[6].



Entre os projetos de lei de sua autoria, estão a proposta de que o preso pague as próprias despesas durante o cumprimento da pena; o fim do foro privilegiado não apenas para Senadores e Deputados mas também para as demais autoridades (Prefeitos, Governadores, Promotores, Juízes e Presidente da República); o fim da fiança para presos reincidentes; o agravamento da pena de homicídio culposo ao volante por embriaguez por álcool ou substâncias ilícitas; a criação de creches noturnas em todos os Municípios do país, dentre outros. Participou da aprovação de lei que aumenta a pena dos criminosos que matam policiais, tornando o crime hediondo.[7]

Soares protagonizou um bate boca com integrantes do PT da CPI da Petrobrás no dia 9 de abril de 2015. Durante o depoimento do tesoureiro do PT no Congresso, o Soares chamou João Vaccari Neto de “maior corrupto e ladrão da história do país” e acusou o PT de “patrocinar a corrupção” no Brasil. Revoltada com as declarações do deputado, a deputada federal Maria do Rosário(PT-RS) questionou sua sanidade mental[8]. No início da sessão, ele foi acusado pelo deputado Jorge Solla (PT-BA) de ser suspeito de envolvimento com o ato de um funcionário da Câmara dos Deputados que soltou cinco roedores no Plenário da CPI assim que Vaccari entrou no recinto[9].

Soares questionou Eduardo Cunha sobre contas no exterior. Mostrando-se indignado e procurando contradições na peça apresentada contra ele pelo procurador-geral Rodrigo Janot, Cunha foi muito elogiado por praticamente todos os deputados que estavam na sessão, incluindo o PSDB, DEM e até o próprio PT. Em determinado momento, o Soares (na época PSDB-GO) perguntou a Cunha se ele tinha contas na Suíça ou em outro paraíso fiscal. Cunha respondeu: — Não tenho qualquer tipo de conta em qualquer lugar que não seja a conta que está declarada no meu Imposto de Renda.

Soares já votou a favor da redução da maioridade penal. Votou também a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff.[10] Posteriormente, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[10] Em abril de 2017 votou contra a Reforma Trabalhista.[10] [11] Em agosto de 2017 se ausentou à votação do processo em que se pedia abertura de investigação do então Presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[10][12]

Redes sociais[editar | editar código-fonte]

Waldir Soares tem mais de 640 mil seguidores na sua página no Facebook.[6] No início de 2015, lançou uma consulta popular em seu perfil no Facebook para saber como devem ser gastos os 10 milhões de reais a que tem direito como parlamentar, para aplicação em obras no estado. Segundo o político, essa é uma maneira do cidadão ver de maneira direta, onde são investidos os impostos que paga.[13]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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