Dendrobium nobile

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Orquídea Dendrobium nobile em período de floração
Orquídea Dendrobium nobile em período de floração
Classificação científica
Domínio: Eukaryota
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Ordem: Asparagales
Família: Orchidaceae
Subfamília: Epidendroideae
Tribo: Dendrobieae
Subtribo: Dendrobiinae
Género: Dendrobium
Nome binomial
Dendrobium nobile
( Lindl. , 1830)
Espécie-tipo
D. nobile
Sinónimos
Callista nobilis
(Lindl.) Kuntze

Dendrobium coerulescens
Wall. ex Lindl.
Dendrobium formosanum
(Rchb.f.) Masam.
Dendrobium lindleyanum
Griff.
Dendrobium nobile var. alboluteum
Huyen & Aver.
Dendrobium nobile var. formosanum
Rchb.f.
Dendrobium nobile var. nobilius
Rchb.f.
Dendrobium nobile f. nobilius
(Rchb.f.) M.Hiroe
Dendrobium nobile var. nobilus
Burb.

A Dendrobium nobile, também conhecida como olho de boneca, é uma orquidácea muito popular em diversas localidades do mundo, em função da facilidade do seu cultivo e grande beleza apresentada durante sua fase de floração.[1]

Essa planta faz parte do gênero dendrobium, um dos maiores gêneros das orquídeas, composto por mais de 1500 espécies.[2] Consiste em uma das 50 ervas fundamentais da medicina tradicional chinesa.[3]

A Dendrobium nobile é uma das mais comuns orquídeas ornamentais do mundo, apresentando diversos fenótipos, com ampla diversidade de colorações. Apresentam tonalidades variando desde o rosa claro até o violeta escuro.[4] Espécimes híbridas podem também apresentar outras gamas de cores, além das tonalidades róseas já mencionadas.[5]

Distribuição Geográfica[editar | editar código-fonte]

Embora atualmente esteja difundida globalmente, a área de ocorrência nativa da Dendrobium nobile compreende o Sul da China e os Himalaias, incluindo o Tibete, partes da Índia, Bangladesh, Assam, Nepal e Butão, além de haver registros de espécimes em partes do Myanmar, Laos e Vietnã.[6] Ocupa desde planícies litorâneas até encostas de montanhas, alcançando terrenos localizados em faixas de altitudes que atingem até 1 400 metros acima do nível do mar.[7][8] Esta espécie também se adaptou ao ser introduzida nas ilhas do Havaí, sendo uma das orquídeas mais comumente encontradas nas florestas locais.[9]

Histórico[editar | editar código-fonte]

Atualmente a Dendrobium nobile é uma orquídea amplamente difundida. Está dispersa em todo o mundo e possivelmente se trata da mais conhecida espécie dentre todas as pertencentes do gênero Dendrobium.[4] Contudo, até o ano de 1829, este vegetal não havia sequer sido mencionado pelos manuais e documentos oficiais da área de botânica.[4] Apenas em 1830, a espécie foi oficialmente catalogada, após ter sido descrita pelo botânico inglês John Lindley.[4]

Primeiramente identificada na China, e sendo posteriormente detectada na Índia, de onde alguns espécimes foram levados até a Europa, no século XIX, passou a ser cultivada como planta ornamental. Muitos de seus cultivares passaram a ser desenvolvidos neste período.[4]

O epíteto específico "nobile", presente em seu nome binomial, é derivado do termo latino correspondente à palavra "nobre", indicando a exuberância desse vegetal durante seu período de floração.[4][10]

Descrição[editar | editar código-fonte]

Dendrodium nobile (olhos de boneca) com flores rosadas em cachos abundantes
Orquídea Dendrodium nobile apresentando floração abundante.

A Dendrobium nobile consiste em uma orquídea que apresenta crescimento simpodial, formando pseudobulbos. Quando o ciclo de vida da planta matriz se encerra, produz brotos que dão continuidade à sua vida. Esta nova planta desenvolve raízes, cresce e volta a repetir este ciclo.[11]

São espécimes epífitos ou litófitos e habitam biomas diversificados, com elevados níveis de umidade. Possuem raízes finas e brancas, que se fixam em outra planta ou objeto.

Durante o período de floração, os botões florais se formam ao longo do caule. Normalmente, estas flores têm coloração rosada, com presença de tonalidades diversificadas, apresentando matizes mais escuras em sua faixa central.[10] Em algumas variedades, as flores podem apresentar aromas perfumados. As flores têm largas pétalas e sépalas, com o labelo normalmente apresentando um tom diferente, geralmente mais escuro, o que dá origem ao nome popular "olho de boneca".[12]

A Dendrobium nobile é uma espécie de orquídea extremamente forte, uma vez que em seu habitat natural está adaptada a sobreviver sob bruscas variações térmicas anuais, passando por períodos de intenso calor, intercalados por episódios de tempo atmosférico significativamente mais frios.[7] Esta planta pode sobreviver tranquilamente em temperaturas de 1 a 2°C, durante o inverno, desde que esteja com seus ramos ressecados, durante este período.[7]

É comum a ocorrência de hibridização envolvendo cruzamento com outras espécies de orquídeas, possibilitando a obtenção de flores em cores diversificadas e tonalidades mais vibrantes.[13]

Cultivo[editar | editar código-fonte]

detalhamento de flores de Dendrobium nobiles em cor amarela
Flores amarelas obtidas por meio de técnicas de hibridização envolvendo a espécie Dendrobium nobile

As orquídeas Dendrobium nobile apreciam ambientes com intensa luminosidade e boa ventilação.[14] Podem ser mantidas em vasos, amarradas a galhos de árvores ou plantadas diretamente em blocos de substrato orgânico fibroso, tal como fibra de coco.[15]

Os vasos com essas plantas devem preferencialmente ser mantidos em locais com elevada umidade relativa do ar e temperatura atmosférica entre 18 a 30°C. O substrato deve ser de origem orgânica, como casca de pinus ou fibra de coco.[16] A rega deve ocorrer sempre que se notar que o material em torno das raízes esteja seco,[16] ocorrendo preferencialmente no período da manhã.[17] Deve-se evitar manter o substrato constantemente úmido, pois isso pode causar o surgimento de fungos, que ocasionam a morte de suas raízes.[18]

Para que seu crescimento seja saudável, ela requer de 30 a 40% de sombra, entre o final da primavera até o outono. Quando adulta, não necessita de ambientes sombreados, a menos que as folhas comecem a mostrar sinais de queimaduras solares.[7]

Durante as fases de floração e crescimento ativo, estas orquídeas toleram temperaturas mais altas, devendo ser evitadas temperaturas noturnas inferiores a 12°C. Já no período entre o outono e o inverno, elas requerem exposição a temperaturas mais amenas, o que lhes possibilita armazenar energia para obterem intensa floração, na primavera seguinte.[18][16]

Flor da Dendrobium nobile em detalhe

Depois que a planta for exposta a pelo menos 4 semanas de condições mais frias, os botões florais irão se desenvolver em cerca de 40 a 50 dias. Uma vez que os botões estejam desenvolvidos, deve-se evitar a exposição a temperaturas mais baixas, para que o risco de queda de botões seja minimizado.[14]

Após encerrada a fase de florescimento, recomenda-se aparar as pontas das flores nas proximidades do caule. O caule em si não deve ser cortado, pois poderá voltar a florescer no ano seguinte. Além disso, essa porção da planta apresenta uma reserva de energia que pode ser útil à produção de novos ramos, possibilitando crescimento vegetativo. A poda da planta remove essa reserva de energia, tornando o florescimento menos intenso no ano seguinte.[14]

A fertilização do substrato deve ocorrer de forma frequente e em todas as etapas de desenvolvimento do vegetal. A aplicação deve ser efetuada a cada duas semanas, podendo haver utilização de fertilizantes de origem orgânica ou química, com aplicação direta no substrato, na água ou via foliar, conforme necessidade.[19]

Apesar disso, algumas variedades de orquídeas da espécie Dendrobium nobile apresentam grande capacidade de adaptação a distintos ambientes, registrando a formação de flores de forma espontânea, sem que esses cuidados sejam totalmente praticados.[10]

Keiki ligado ao pseudobulbo de uma D.Nobile

Reprodução e propagação[editar | editar código-fonte]

A sua reprodução pode ser efetuada mediante divisão de seus pseudobulbos, ou pela retirada de mudas de pequenos brotos laterais que apresentam enraizamento, conhecidos popularmente como keikis.[20] Quando se encontram muito volumosas, as plantas podem ser divididas e transplantadas para novos vasos.[21]

Os brotos laterais enraizados normalmente surgem nas bordas dos pseudobubos em resposta à excessiva fertilização por nitrogênio. Desta forma, o surgimento desses keikis pode ser induzido por meio de adubação, a qual deve ser praticada com mais intensidade no outono, previamente ao surgimento dos primeiros botões florais.[20]

Comercialmente, a propagação desta orquídea é feita, em geral, através de técnicas de estaqueamento, que permitem a total transferência genética da planta usada como matriz. Nesse processo, auxinas podem ser usadas como indutores de enraizamento, como forma de aumentar a eficiência do procedimento.[20]

Utilização[editar | editar código-fonte]

Essas orquídeas são mundialmente cultivadas em face da facilidade de cultivo e da grande beleza apresentada por suas flores.[22] Por não serem consideradas tóxicas para humanos,[23] gatos[24] e cães,[25] tratam-se de plantas aptas a figurarem nos jardins e quintais das residências, independentemente de ocorrer circulação de pessoas ou animais pelo local.[23]

Devido à sua rusticidade, é uma espécie muito utilizada no Brasil, para paisagismo externo. São encontrados espécimes amarrados aos troncos de árvores de vários parques, praças e jardins.[26]

Propriedades químicas[editar | editar código-fonte]

O caule é a porção que apresenta maior diversidade de compostos químicos na Dendrobium nobile

As orquídeas D. nobile apresentam diversos compostos químicos complexos em sua composição, incluindo polissacarídeos, alcaloides e fenantrenos, os quais estão concentrados principalmente em seus caules.[27] Estudos também detectaram a presença de diversos glicosídeos, flavonas e flavonoides em suas folhas, além de traços de bibenzil.[28]

Análises do extrato obtido a partir dos bulbos de plantas adultas indicaram a presença de diversos alcaloides, com destaque para a dendrobina, a qual se apresenta com concentração de aproximadamente 0,5% em relação à massa total do vegetal.[3] A Dendrobium nobile é a única planta conhecida capaz de produzir naturalmente a dendrobina, embora já se conheçam técnicas para sintetizar a substância em laboratórios.[29]

Avaliações empreendidas também encontraram grande numero de enzimas antioxidantes e antioxidantes não enzimáticos, incluindo ácido ascórbico, tocoferol e betacaroteno, os quais apresentam papel fundamental na eliminação de moléculas de radicais livres de oxigênio dos organismos destas plantas.[28]

A elevada diversidade e complexidade dos elementos químicos presentes na planta é indicativo de seu potencial para utilização com fins medicinais.[30]

Potencial medicinal[editar | editar código-fonte]

Para a medicina tradicional chinesa, a Dendrobium nobile é considerada fundamental por ser fonte de substâncias tônicas, adstringentes, analgésicas, antipiréticas, antifúngicas, antivirais e anti-inflamatórias.[3] Tradicionalmente, na China, esta planta é utilizada como erva medicinal para o tratamento de ampla variedade de distúrbios digestivos.[27]

Estudos mais recentes indicam que este vegetal também apresenta substâncias com efeitos anti-carcinogênicos, anti-envelhecimento e neuroprotetivos.[27] Segundo tais análises, os diversos polissacarídeos, alcaloides e fenantrenos existentes nesta orquídea faz com que apresente ampla gama de propriedades farmacológicas, havendo necessidade de continuidade dos estudos envolvendo sua ação em humanos.[27]

Também se estuda a ação dos polissacarídeos presentes na Dendrobium nobile como agentes imunomoduladores, ou seja, favorecedores do fortalecimento do sistema imunológico.[27]

Referências

  1. Royal Botanical Gardens (2017). «Dendrobium nobile». Plants of the World Online. Board of Trustees of the Royal Botanic Gardens, Kew. Consultado em 20 de Dezembro de 2020 
  2. Zhu, Shuying; Niu, Zhitao; Xue, Qingyun; Wang, Hui; Xie, Xuezhu; Ding, Xiaoyu (1 de outubro de 2018). «Accurate authentication of Dendrobium officinale and its closely related species by comparative analysis of complete plastomes». Acta Pharmaceutica Sinica B (em inglês) (6): 969–980. ISSN 2211-3835. doi:10.1016/j.apsb.2018.05.009. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  3. a b c Wimmer, Richard (8 de outubro de 2021). «Dendrobium Nobile (Shi Hu) - Proven Herbal Remedies». Chinese Herbs Healing (em inglês). Consultado em 9 de novembro de 2021 
  4. a b c d e f Royal Botanical Garden. «Dendrobium nobile Lindl. | Plants of the World Online | Kew Science». Plants of the World Online (em inglês). Consultado em 9 de novembro de 2021 
  5. Cardoso, Jean C. (setembro de 2012). «Dendrobium 'Brazilian Fire 101' - New option of color of flowers for the orchid market». Horticultura Brasileira (em inglês): 561–564. ISSN 0102-0536. doi:10.1590/S0102-05362012000300035. Consultado em 9 de novembro de 2021 
  6. Yamamoto, Jiro. «Cultural Requirements for Dendrobium Nobile» (PDF). American Orchid Society. Growing Orchids. Consultado em 10 de dezembro de 2021 
  7. a b c d Oliveira, Andréa. «Espécies de orquídea - Dendrobium nobile». CPT. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  8. «Oficina da Terra | Orquídeas: conheça algumas curiosidades e informações». Oficina da Terra. 22 de maio de 2019. Consultado em 9 de novembro de 2021 
  9. «Dendrobium orchids are Hawaii's favorite orchid plant. Kawamoto Orchids sell many different types of Dendrobium. Nobile Dendrobiums, Evergreen dendrobiums, Dendrobium anosmum- HonoHono Orchid, etc.». Kawamoto Orchids Nursey. Consultado em 9 de novembro de 2021 
  10. a b c Yam, Tim Wing; Arditti, Joseph (2017). Micropropagation of Orchids (em inglês). Reino Unido: Wiley. 2368 páginas. ISBN 9781119187059 
  11. Venturieri, Giorgini Augusto (dezembro de 2013). «Propagation of Noble Dendrobium (Dendrobium nobile Lindl.) by cutting». Universidade Estadual de Maringá. Acta Scientiarum Agronomy. 4 (35): 501-504. Consultado em 10 de dezembro de 2021 
  12. «PlantaSonya » Orquídeas e Bromélias». plantasonya21.rssing.com. Consultado em 18 de novembro de 2021 
  13. «Dendrobium (Nobile and Ise) Care Sheet». Carter and Holmes Orchids (em inglês). Consultado em 12 de novembro de 2021 
  14. a b c «Planting and caring for the Dendrobium Orchid - myGarden.com». www.mygarden.com (em inglês). Consultado em 12 de dezembro de 2021 
  15. Assis, Adriane Marinho; Faria, Ricardo Tadeu; Unemoto, Lilian Keiko; Lone, Alessandro Borini; Rovaris, Sara Regina Silvestrin. «Cultivo de Dendrobium nobile Lindl. (Orchidaceae) em substratos alternativos ao xaxim». Goiânia: Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Goiás. 16° Congresso Brasileiro de Floricultura e Plantas Ornamentais / 3° Congresso Brasileiro de Cultura de Tecidos de Plantas / 1° Simpósio de Plantas Ornamentais Nativas 
  16. a b c Sinis, Leandro (27 de agosto de 2020). «Como Cuidar de Orquídeas Dendrobium nobile (orquídea olho de boneca)». Manual de Orquídea. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  17. «Dendrobium». Sarusanda Orchid (em inglês). Consultado em 17 de novembro de 2021 
  18. a b «Como cuidar de uma orquídea Dendrobium Nobile (com fotos)». Flores e Orquideas. 26 de fevereiro de 2019. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  19. «Orquídeas Dendrobium - Tipos e Como Cuidar (2020)». Orquídeas Blog. Março de 2013. Consultado em 12 de novembro de 2021 
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  22. «all about dendrobium Orchids and how to grow them». www.orchid.org.uk. Consultado em 10 de novembro de 2021 
  23. a b Charlotte (31 de março de 2021). «Are Orchids Toxic to Pets and Children?». Everyday Orchids (em inglês). Consultado em 10 de novembro de 2021 
  24. «Is the Dendrobium Orchid Safe for Cats?». Home Guides | SF Gate (em inglês). Consultado em 10 de novembro de 2021 
  25. «Are Orchids Pet-Safe Houseplants?». Just Add Ice Orchids (em inglês). Consultado em 10 de novembro de 2021 
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  28. a b Lam, Yau; Ng, Tzi Bun; Yao, Ren Ming; Shi, Jun; Xu, Kai; Sze, Stephen Cho Wing; Zhang, Kalin Yanbo (6 de abril de 2015). «Evaluation of Chemical Constituents and Important Mechanism of Pharmacological Biology in Dendrobium Plants». Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine (em inglês): e841752. ISSN 1741-427X. doi:10.1155/2015/841752. Consultado em 19 de novembro de 2021 
  29. Sarsaiya, Surendra; Jain, Archana; Fan, Xiaokuan; Jia, Qi; Xu, Quan; Shu, Fuxing; Zhou, Qinian; Shi, Jingshan; Chen, Jishuang (2020). «New Insights into Detection of a Dendrobine Compound From a Novel Endophytic Trichoderma longibrachiatum Strain and Its Toxicity Against Phytopathogenic Bacteria». Frontiers in Microbiology. 337 páginas. ISSN 1664-302X. doi:10.3389/fmicb.2020.00337. Consultado em 19 de novembro de 2021 
  30. Cheng, J. «An assessment of the Chinese medicinal Dendrobium industry: Supply, demand and sustainability». Elsevier. Journal of Ethnopharmacology 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Alfons Bürger, La beauté des orchidées, Paris, Ulmer, 1995, 95 p. (ISBN 2-84138-023-8)
  • Flora of China Editorial Committee. 2009. Flora of China (Orchidaceae). 25: 1–570. In C. Y. Wu, P. H. Raven & D. Y. Hong (eds.) Fl. China. Science Press & Missouri Botanical Garden Press, Beijing & St. Louis

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