Depósito de Aeronaves N.º 1 da RAAF

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Depósito de Aeronaves N.º 1
No.1 Aircraft Depot 1955 (AWM P00448.201).jpg
Aeronaves estacionadas no Depósito de Aeronaves N.º 1, em Setembro de 1955
País  Austrália
Subordinação Área de Comando do Sul (1940–42)
Grupo N.º 4 (1942–53)
Comando de Manutenção (1953–59)
Comando de Apoio (1959–90)
Comando de Logística (1990–94)
Missão Manutenção de Aeronaves
Ramo Real Força Aérea Australiana
Lema Providemus ("Nós Prevemos")[1]
Comando
Comandantes notáveis William Anderson (1921, 1929)
Adrian Cole (1929–32)
Frank McNamara (1933–36)
Frank Lukis (1936–38)
Arthur Murphy (1938–40)
John Lerew (1942–43)
Sede
Quartel-general Point Cook (1921–26)
Laverton (1926–94)

O Depósito de Aeronaves N.º 1 foi uma unidade de manutenção da Real Força Aérea Australiana (RAAF). Formada em Julho de 1921 na Base aérea de Point Cook, Vitória, foi transferida para a Base aérea de Laverton em Março de 1926. Além de prestar serviço a aeronaves e outros equipamentos, nos seus primeiros anos a unidade também prestou apoio a voos de pesquisa na Austrália e na região do Pacífico. Foi também responsável por instruir e treinar militares de manutenção.

A força de efectivos da unidade aumentou de 350, durante os anos trinta, para mais de 2000 durante a Segunda Guerra Mundial, conflito no qual a unidade montou, testou e reparou aeronaves da mais variada índole, como o avião de treino Tiger Moth, o caça Supermarine Spitfire e o bombardeiro pesado B-17 Flying Fortress, tendo ao mesmo tempo realizado acções de pesquisa e desenvolvimento de aeronaves.

Pouco depois do final da guerra, o Depósito de Aeronaves N.º 1 introduziu os primeiros aviões a jacto a serviço da RAAF. Em 1961, cessou as suas operações de manutenção de fuselagens, continuando apenas a prestar serviço aos motores aeronáuticos. Durante os anos 70, a principal missão do depósito consistia em operar o equipamento de terra, embora ainda tratasse de algumas componentes aéreas. Em Dezembro de 1994 a unidade foi dissolvida, e as suas funções na RAAF foram atribuídas a outras unidades e a empresas contratadas. Na altura da sua dissolução, era a mais antiga unidade da RAAF em operação contínua.

História[editar | editar código-fonte]

Anos pré-guerra[editar | editar código-fonte]

O Depósito de Aeronaves N.º 1 foi uma das primeiras unidades formadas pela Real Força Aérea Australiana depois de o ramo ser estabelecido (inicialmente como Força Aérea Australiana) no dia 31 de Março de 1921.[2] Os componentes originais do Depósito de Aeronaves N.º 1 tornaram-se conhecidos como tal em Abril de 1921, embora a unidade não fosse formalmente criada até Julho.[3] Antes desta criação a unidade estaria formada por dois elementos em Melbourne, um elemento em Spotswood a tratar do equipamento do Imperial Gift (128 aeronaves e peças suplentes, tudo doado pela Grã-Bretanha depois da Primeira Guerra Mundial) e outro elemento em North Fitzroy responsável pela reparação de veículos a motor.[3][4] Quando o Depósito de Aeronaves N.º 1 foi formalmente criado na Base aérea de Point Cook, em Vitória, no dia 1 de Julho, a componente de Spotswood foi dissolvida, enquanto a de North Fitzroy continuaria a operar como um destacamento. O comandante inaugural desta unidade foi o Líder de esquadrão Bill Anderson, que na altura também comandava a base de Point Cook.[3]

Em Janeiro de 1922, o depósito foi organizado num quartel-general que controlava garagens, reparação de aeronaves e secções de reparação de motores. Em Abril, a secção de reparação de veículos em North Fitzroy foi transferida.[3] A atmosfera corrosiva de Point Cook (à beira mar) fez com que esta localização não fosse a mais indicada a longo prazo para a manutenção de aeronaves; a base também não dispunha de uma ligação a uma via ferroviária, à época uma estrutura necessária para o transporte de grandes partes/componentes aeronáuticas.[5][6] Em Setembro de 1921, o governo comprou terrenos em Laverton, perto de uma estação ferroviária e a 8 quilómetros de Point Cook e consequentemente mais longe da linha costeira, para o propósito único de construir "uma casa dedicada" para o Depósito de Aeronaves N.º 1, transformando este espaço no "armazém da força aérea".[7] O depósito, composto por um efectivo de oito oficiais e mais setenta e sete militares, foi transferido para a nova base no dia 1 de Março de 1926.[1] Lá, ocupou um grande hangar que incluía o bloco de administração cuja construção, juntamente com os alojamentos e edifícios de apoio, custaram cerca de 300,000 libras australianas.[8]

Além de receber, montar, testar e realizar manutenção ao equipamento da RAAF, o Depósito de Aeronaves N.º 1 também era responsável por prestar apoio a voos de pesquisa.[1] Em Julho de 1927 foi o ponto de partida para o Voo de Pesquisa do Norte, uma formação composta por um avião de Havilland DH.50 e dois aviões Airco DH.9, cuja missão consistia em estabelecer rotas aéreas e locais de aterragem no norte e centro do continente australiano, sob o comando do Chefe do Estado-maior Richard Williams.[9] No mês seguinte o Depósito de Aeronaves N.º 1 formou o Voo de Pesquisa Papuano, uma formação composta por dois aviões anfíbios Supermarine Seagull III sob o comando do Tenente de Voo Ellis Wackett, que fotografou as costas da Papua e da Nova Guiné até Aitape.[10] Anderson, agora Comandante de asa, regressou ao comando do depósito entre Abril e Agosto de 1929, entregando o comando da unidade ao Comandante de asa Adrian Cole, uma posição que este serviu até Dezembro de 1932.[1]

Um Supermarine Seagull A9-6, que fez parte do Voo de Pesquisa Papuano em 1927[10]

A meio dos anos 30, o Depósito de Aeronaves N.º 1 era composto por cerca de 350 efectivos;[1] nesta altura, a RAAF tinha um total de 2000 militares.[11] O depósito prestava serviço a uma grande variedade de aeronaves, incluindo o Westland Wapiti, Bristol Bulldog, Hawker Demon, de Havilland Dragon Rapide, Avro Cadet, Avro Anson, e o North American NA-16.[1] Ao NA-16 juntou-se mais tarde o North American NA-33, que foi construído sob licença pela Commonswealth Aircraft Corporation como o CAC Wirraway.[12] Para ir de encontro com a decisão do governo em expandir rapidamente a RAAF, uma Secção de Treino de Recrutas, incorporando a nascente Escola de Armamento e Sinalização, foi formada sob o comando do depósito pelo Tenente de Voo Charles Eaton no dia 1 de Março de 1935; no dia 1 de Setembro de 1936 esta secção foi re-organizada como Esquadrão de Treino de Recrutas.[13][14] Em 1935 o Depósito de Aeronaves N.º 1 também começou a realizar cursos de treino de maquinistas e especialistas em transporte de objectos pesados/volumosos, o que levou à formação da Escola de Treino Técnico cinco anos mais tarde.[15][16]

Em Dezembro de 1935 as oficinas do depósito, sob o comando do Líder de esquadrão Arthur Murphy, modificaram especialmente um avião Wapiti e um de Havilland Gipsy Moth para operar em condições antárcticas, permitindo assim que uma equipa da força aérea, liderada pelo Tenente de voo Eric Douglas e pelo Oficial de voo Alister Murdoch, fosse capaz de resgatar o explorador Lincoln Ellsworth, que estava presumidamente desaparecido após uma viagem através do continente polar.[17] No dia 3 de Março de 1937 o Esquadrão de Treino de Recrutas adquiriu uma nova sub-unidade, o Destacamento de Comunicações e Pesquisa, utilizando aviões Tugan Gannet e Dragon Rapide para realizar pesquisas fotográficas; mais tarde, no dia 2 de Março de 1940, o esquadrão foi re-formado como o Depósito de Recruta N.º 1.[14][18] Equipada com infraestruturas de montagem e testes, a unidade de treino de recrutas fez de Laverton uma escolha óbvia para o estabelecimento de futuros esquadrões da RAAF.[13] Os comandantes do Depósito de Aeronaves N.º 1 ao longo da década de 30 incluíram os Comandantes de asa Frank McNamara (Fevereiro de 1933 a Abril de 1936), Frank Lukis (Abril de 1936 a Janeiro de 1938) e Arthur Murphy (Janeiro de 1938 a Maio de 1940).[1]

Segunda Guerra Mundial[editar | editar código-fonte]

Trabalhadores do depósito a montar um motor Rolls-Royce Merlin, em Maio de 1944

Embora muitos esquadrões da RAAF fossem criados em Laverton durante a Segunda Guerra Mundial, o principal foco da base continuou a ser o depósito de aeronaves.[8] Com o despoletar da guerra em Setembro de 1939 o Depósito de Aeronaves N.º 1 começou a expandir-se para ir de encontro com os crescentes números de aeronaves de treino e de combate, entre elas o Wirraway, de Havilland Tiger Moth, Lockheed Hudson, Hawker Hurricane e Curtiss P-40 Kittyhawk. O depósito montava e testava as novas aeronaves, e enviava-as por meio de transporte para as áreas operacionais como a Austrália do Norte ou a Nova Guiné. O depósito também era responsável pela manutenção das aeronaves em serviço, incluindo os seus motores, instrumentos e armamento. Além do equipamento aeronáutico da RAAF, o depósito também realizava reparações em aeronaves norte-americanas como o B-17 Flying Fortress.[1]

Em Março de 1940 a RAAF começou a dividir o continente australiano e a Nova Guiné em zonas geográficas de comando de controlo; o Depósito de Aeronaves N.º 1 ficou sob o comando da Área de Comando do Sul, cujo quartel-general se situava em Melbourne, e era responsável por todas as unidades da RAAF localizadas em Vitória, na Austrália Meridional e na Tasmânia.[19][20] A partir do Depósito de Aeronaves N.º 1 foram criadas duas unidades entre Abril e Maio de 1940, o Parque de Aeronaves N.º 1 e o Parque de Aeronaves N.º 2, que se dedicavam à montagem de aeronaves, e mais uma em Junho de 1942, a Unidade de Reabastecimento N.º 1, responsável por manter os níveis de armamento e munições das unidades da Área de Comando do Sul.[21][22] Em Outubro de 1942, o controlo do Depósito de Aeronaves N.º 1 foi transferido para o Grupo de Manutenção N.º 4, também com quartel-general em Melbourne, que assumiu o controlo de todas as unidades de manutenção em Vitória, Australiana Meridional e Tasmânia.[23][24]

Durante a guerra o Depósito de Aeronaves N.º 1 realizou trabalhos de desenvolvimento e pesquisa em várias aeronaves, incluindo o Supermarine Spitfire, o CAC Boomerang e o Wackett Woomera. De igual modo, também realizou estudos comparativos de performance em aviões Spitfire, Kittyhawk, Brewster Buffalo e Mitsubishi Zero.[1] No caso do Boomerang, 105 modelos CA-12 foram entregues ao Depósito de Aeronaves N.º 1 para serem testados entre Julho de 1942 e Junho de 1943.[25] Mal esta aeronave começou a chegar ao depósito, este começou a manusear o armamento em testes ao longo de seis meses, identificando e resolvendo vários problemas que as armas da aeronave tinham, como o facto de os canhões congelarem a grandes altitudes ou níveis anómalos de monóxido de carbono dentro do cockpit.[26] Os ases da aviação Alan Rawlinson e Wilfred Arthur, juntamente com pilotos das Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos, conduziram testes comparativos entre o Boomerang, o Kittyhawk, o Buffalo e um Bell Airacobra.[27] O depósito começou a despachar os Boomerang para as suas unidades operacionais em Março de 1943, e no mês seguinte começou a realizar testes de performance de uma versão do CA-14 com turbocompressor, embora este modelo nunca tenha entrado em produção.[26][28] O Destacamento de Tarefas Especiais e Performance do Depósito de Aeronaves N.º 1 era responsável por conduzir testes de performance durante os primeiros anos da guerra; em Dezembro de 1943 o destacamento tornou-se numa organização separada, a Unidade de Performance de Aeronaves N.º 1, que mais tarde evoluiria para a Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento de Aeronaves em 1947.[29]

Um dos comandantes do depósito durante a guerra foi o Comandante de asa John Lerew, que ocupou a posição entre Dezembro de 1942 e Novembro de 1943.[1] Durante o seu mandato, depois de se investigar a queda de um Vultee Vengeance, ele desenhou um grampo para evitar que o desengate acidental do arnês de segurança dos pilotos, uma medida mais tarde adoptada e aplicada em todos os arneses.[30] Em Janeiro de 1945, o Depósito de Aeronaves N.º 1 possuía uma força de 2339 efectivos.[1]

Anos pós-guerra[editar | editar código-fonte]

Depois da guerra, o Depósito de Aeronaves N.º 1 foi responsável pela introdução dos primeiros aviões a jacto da RAAF.[1] Um Gloster Meteor fez o seu primeiro voo na Austrália descolando de Laverton em 1946. Em Maio de 1947 o depósito já havia montado o primeiro de Havilland Vampire para a realização do seu primeiro voo no continente australiano.[8] Em Outubro do mesmo ano, o primeiro helicoptero ao serviço da RAAF, um Sikorsky S-51, chegou ao depósito.[31] Neste mês, o Depósito de Aeronaves N.º 1 também completou um trabalho que consistia em equipar um Douglas Dakota com um escritório, uma sala de estar e uma pequena cozinha para servir de transporte aéreo VIP para o governador-geral.[32][33] Em 1950, o depósito recebeu um CAC CA-15 a pistão para ser construído, que havia sido enviado para ser "convertido em componentes".[34] Em Julho de 1953 o Depósito de Aeronaves N.º 1 recebeu o primeiro English Electric Canberra construído na Austrália.[8] Pouco tempo depois, o depósito começou a modificar os aviões Canberra do Destacamento de Longo Alcance N.º 1 antes do destacamento participar na corrida aérea Londres-Christchurch de 1953.[35] Em Setembro do mesmo ano, o primeiro Sabre construído na Austrália foi recebido no depósito.[8]

Um bombardeiro Canberra da RAAF durante a corrida aérea Londres-Christchurch de 1953; três aeronaves foram modificadas pelo depósito para participarem neste evento

Como parte da re-organização da RAAF de um sistema de comando e controlo baseado na geografia para um sistema baseado na função, o Grupo de Manutenção N.º 4 foi substituído pelo Comando de Manutenção no dia 1 de Outubro de 1953.[36][37] Em Setembro de 1959, o Depósito de Aeronaves N.º 1 ficou subordinado ao Comando de Apoio, formado quando o Comando de Manutenção se fundiu com o Comando de Treino.[38] Entre Junho de 1950 e Outubro de 1960, o Depósito de Aeronaves N.º 1 manteve um destacamento em Tocumwal, em Nova Gales do Sul, onde se armazenavam aeronaves obsoletas à espera de um destino.[39][40]

Por volta de 1961, quando toda a manutenção de fuselagens em Laverton foi transferida para os depósitos n.º 2 e 3, o Depósito de Aeronaves N.º 1 havia prestado serviço em 42 modelos de aeronaves diferentes ao longo da sua existência. Depois desta re-estruturação, o depósito continuou a realizar manutenção em motores aeronáuticos e começou a prestar apoio em equipamento de telecomunicações. Em 1968, as oficinas de reparação de motores do depósito foram encerradas,[1] e posteriormente parte do efectivo da unidade foi transferido para o Depósito de Aeronaves N.º 3, na Base aérea de Amberley, em Queensland, para a preparação da introdução do bombardeiro General Dynamics F-111C e para a dedicação à manutenção dos motores da nova aeronave.[41] A partir deste momento, o papel do Depósito de Aeronaves N.º 1 mudou para o apoio em terra, manufatura, instalação, serviços e dar treino de navegação, controlo de tráfego aéreo, telecomunicações e equipamento de transporte motorizado usado pela força aérea e outras secções das forças armadas e do governo.[1] Entre 1968 e 1977 o depósito foi organizado em duas componentes, o Esquadrão de Instalação de Telecomunicações e Manutenção e o Esquadrão de Equipamento de Terra e Manutenção. Estes foram sub-divididos em Fevereiro de 1977 no Esquadrão de Telecomunicações, Esquadrão de Radar, Esquadrão de Equipamento de Terra e Manutenção e Esquadrão de Manutenção de Nível Intermédio.[42] No dia 6 de Novembro de 1981 o governador-geral, Sir Zelman Cowen, condecorou o Depósito de Aeronaves N.º 1 com as Cores da Rainha.[1][43] Em Setembro do mesmo ano o depósito viu a sua força de efectivos a ser reduzida para 235 elementos, apesar de a unidade continuar a ser pioneira em prestar apoio a vários tipos de tecnologias da força aérea, em campos como a galvanização, fibra óptica ou electrónica. O depósito era ainda responsável pelo desenvolvimento e teste de componentes para o F-111, o Macchi MB-326 e o McDonnell Douglas F/A-18 Hornet. A partir de 1986, a re-estruturação da RAAF e a contratação de empresas privadas começou a provocar grandes impactos nos serviços técnicos da RAAF.[1] Em Fevereiro de 1990, o Depósito de Aeronaves N.º 1 ficou sob o controlo do Comando de Logística, formado quando o Comando de Apoio foi dividido em duas componentes: a de logística e a de treino.[42][44] Nesta altura, as funções do depósito já haviam, quase na sua totalidade, sido tomadas por outras unidades ou por empresas privadas, e assim, no dia 2 de Dezembro de 1994, a unidade foi dissolvida. À data, o Depósito de Aeronaves N.º 1 era a mais antiga unidade da RAAF em operação contínua e, de acordo com a história oficial da RAAF, o mais antigo depósito em contínua operação de qualquer força aérea.[1]

Comandantes[editar | editar código-fonte]

O Depósito de Aeronaves N.º 1 foi comandado pelos seguintes oficiais:[45]

Início de funções Nome Início de funções Nome
Julho de 1921 Líder de esquadrão W.H. Anderson Março de 1956 Comandante de asa R.W.T. Ayre
Fevereiro de 1922 Líder de esquadrão A. Murray-Jones Março de 1957 Capitão de grupo J.P. Godsell
Julho de 1922 Tenente de voo W.A. Coates Janeiro de 1959 Comandante de asa R.W.T. Ayre
Fevereiro de 1923 Líder de esquadrão T. R. Marsden Junho de 1959 Capitão de grupo A.G. Pither
Maio de 1924 Tenente de voo E.J. Howells Setembro de 1959 Comandante de asa R.W.T. Ayre
Dezembro de 1925 Tenente de voo R. Christie Janeiro de 1960 Comandante de asa A.G. Pither
Março de 1926 Comandante de asa P.A. McBain Junho de 1961 Comandante de asa F.M. Timms
Janeiro de 1929 Líder de esquadrão J.R. Bell Setembro de 1962 Comandante de asa J.R. Lavers
Abril de 1929 Comandante de asa W.H. Anderson Fevereiro de 1966 Comandante de asa D.M. Furler
Agosto de 1929 Comandante de asa A.T. Cole Janeiro de 1968 Comandante de asa R.K. Starkie
Dezembro de 1932 Líder de esquadrão R. Christie Junho de 1968 Comandante de asa H.J. Gent
Janeiro de 1933 Líder de esquadrão A.W. Murphy Setembro de 1968 Líder de esquadrão R.R. Prowse
Fevereiro de 1933 Comandante de asa F.W. McNamara Maio de 1969 Comandante de asa D.C. Mazlin
Abril de 1936 Comandante de asa F.W.F. Lukis Novembro de 1971 Comandante de asa J.C. Swales
Janeiro de 1938 Comandante de asa A.W. Murphy Janeiro de 1974 Comandante de asa G. Grantham
Maio de 1940 Comandante de asa C.E. Douglas Junho de 1974 Comandante de asa J.O.F. Philip
Julho de 1942 Comandante de asa J.C. Stevenson Janeiro de 1977 Comandante de asa C.R.A. Ely
Dezembro de 1942 Comandante de asa J.M Lerew Fevereiro de 1979 Líder de esquadrão P.J. Winyard
Novembro de 1943 Comandante de asa S.DeB. Griffiths Março de 1979 Comandante de asa D.K. Leslie
Outubro de 1945 Capitão de grupo C.McK. Henry Janeiro de 1982 Comandante de asa L.J. Crowley
Novembro de 1949 Comandante de asa K.P. Connolly Janeiro de 1984 Comandante de asa T.J. Kelly
Julho de 1951 Comandante de asa E.F. Easterbrook Junho de 1985 Comandante de asa R.I. Gretton
Maio de 1953 Capitão de grupo E.V. Millett Dezembro de 1987 Comandante de asa P.J. McDonald
Outubro de 1954 Comandante de asa A.T. Fay Janeiro de 1990 Comandante de asa T.C. Smith
Junho de 1955 Capitão de grupo J.W.C. Black Janeiro de 1993 Comandante de asa M.W. Shaw

Referências

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  3. a b c d Coulthard-Clark, The Third Brother, p. 41
  4. Stephens, The Royal Australian Air Force, p. 31
  5. Stephens, The Royal Australian Air Force, p. 33
  6. Coulthard-Clark, The Third Brother, p. 129
  7. Coulthard-Clark, The Third Brother, p. 128
  8. a b c d e RAAF Historical Section, Introduction, Bases, Supporting Organisations, pp. 141–143
  9. Coulthard-Clark, The Third Brother, pp. 392–393
  10. a b Coulthard-Clark, The Third Brother, pp. 412–413
  11. Coulthard-Clark, The Third Brother, p. 470
  12. Coulthard-Clark, The Third Brother, pp. 274–280
  13. a b Coulthard-Clark, The Third Brother, p. 131
  14. a b RAAF Historical Section, Training Units, p. 80
  15. Eaton, Mark (21 de novembro de 2002). «Proud history continues». Air Force. Consultado em 30 de julho de 2016. Arquivado do original em 25 de agosto de 2016 
  16. RAAF Historical Section, Training Units, p. 91
  17. Coulthard-Clark, The Third Brother, pp. 275, 419–420
  18. Coulthard-Clark, The Third Brother, p. 433
  19. Gillison, Royal Australian Air Force, pp. 91–92
  20. Ashworth, How Not to Run an Air Force!, p. 34
  21. RAAF Historical Section, Maintenance Units, pp. 23–25
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  23. Gillison, Royal Australian Air Force, p. 479
  24. Southern Area Headquarters, Operations Record Book, p. 240
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  27. Wilson, Wirraway, Boomerang and CA-15, pp. 90–91, pp. 114–119
  28. Wilson, Wirraway, Boomerang and CA-15, p. 138
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  35. RAAF Historical Section, Bomber Units, p. 148
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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