Despesa diferida

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Despesas diferidas são aquelas que, embora registradas contabilisticamente no exercicio N, só ocorrem efectivamente em exercicio posterior (N+X) e como tal são contabilizadas na conta de custos diferidos até à sua efectivaçao, altura em que vai à conta correspondente e aos resultados.

São então transferidas (diferidas) para apropriação, amortização ou depreciação em períodos de apuração futuros por não competirem ao período em que foram registradas (regime de competência), ou que devam influenciar resultados de períodos subseqüentes, como por exemplo: despesas pré-operacionais, despesas pré-industriais etc, devendo ser classificadas no permanente, subgrupo do diferido.

Baseia-se na óptica do regime do acréscimo, o que resultam em diferimentos.

Ex: Impostos por passivos diferidos; custo de férias dos colaboradores referente ao exercicio mas apenas pagas no ano seguinte quando este as vai gozar.

Por outro lado temos activos diferidos, que, ao contrario da despesa, ocorre quando existem influxos previsiveis de entrar mas apenas em periodo posterior ao exercicio corrente, como é o caso dos impostos por activos diferidos.

Também pode se dar o caso acréscimos e diferimentos de custos e proveitos.

No caso dos acréscimos, podemos focalizar na rubrica da factura mensal de electricidade, em que no mês seguinte é apresentada a factura do mês que fez-se o acréscimo. Antes de efectuar o devido registo, constatou-se que a factura apresenta um valor menor que o acrescido. Neste contexto, não é necessário que se possa creditar a rubrica de custo, mas sim pode se anular o custo creditando a rubrica dos proveitos. e no caso do valor da factura apresentar um valor maior que o acrescido, é uma questão de regularizar fazendo a diferença e debitar rubrica devida (custo).

Os custos também são diferidos, quando paga-se um certo valor do mês actual de 3 meses a posteriores. Suponha-se que é o pagamento da factura da electricidade: Neste contexto, debita o valor do devido mês na rubrica de custo e o remanescente regista debita na rubrica do deferimento, para que nos meses a posteriores se possa fazer o devido ajuste nos valores a que compete a cada uma, até que vence o valor todo nos respectivos meses.

Para os Proveitos também segue-se de forma lógica e que segue os princípios de Contabilidade para os devidos efeitos.