Desportiva Perilima de Futebol Ltda

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Perilima
Perilima.png
Nome Associação Desportiva Perilima
Alcunhas Águia da Campina, Mais Perigosa De Campina, Time da Sorda e bolacha
Torcedor/Adepto perilimense
Mascote Águia
Fundação 08 de setembro de 1992 (26 anos)
Estádio Amigão
Capacidade 20.000
Localização Campina Grande, PB
Presidente Brasil Pedro Ribeiro de Lima
Treinador Brasil Clodoaldo Campos
Patrocinador Farmácia Dias,Perilima sordas e bolachas
Competição Paraíba Campeonato Paraibano - 2ª Divisão
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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Associação Desportiva Perilima é uma agremiação esportiva de Campina Grande, no estado da Paraíba, fundada a 8 de setembro de 1992.

História[editar | editar código-fonte]

Pertence a uma fábrica de sordas, bolachas de trigo e rapadura. Só veio participar de um Campeonato Paraibano profissional no ano de 1998, com o elenco inicialmente formado pelos funcionários da empresa, incluindo seu dono, Pedro Ribeiro Lima (técnico e atacante da equipe).

No primeiro turno do campeonato da Segunda Divisão paraibana, o time ficou na lanterna, somando apenas 1 ponto. O que não abateu a equipe, que, no dia 27 de setembro, conseguiu sobre o Serrano de Serra Redonda a primeira vitória de sua história, com o placar de 2 a 0. Conseguindo uma recuperação épica, a equipe se classificou para a grande final do quadrangular, depois de vencer o Cruzeiro de Itaporanga com o placar de 1x0. Gol marcado pelo meia Beto, e novamente tendo no seu caminho o Serrano. Desta vez, o Perilima foi superado, ficando apenas com o vice-campeonato, o que valeu a promoção para a Primeira Divisão estadual.

Os atletas do Perilima eram: Dissa, Fernando, Ricardo, Júnior, Fofão, Dinho, Tuta, Nego Pai, Renato Batista, Nonato, Naldo, Pedro Ribeiro, Lito, Neto, Emiliano e Beto.

Estréia na elite[editar | editar código-fonte]

A estréia do Perilima no Campeonato Paraibano da Primeira Divisão foi um tanto desastrosa, sendo goleado pelo Nacional de Patos por 5 a 0, fora de casa. A equipe amargurou a última posição de seu grupo, regressando para a Segunda Divisão estadual em 2000. Novamente conquistou um vice-campeonato da competição, porém sem direito a ter acesso à elite desta vez, permanecendo na divisão inferior por mais uma temporada.

Ressurgimento[editar | editar código-fonte]

Em 2001, desta vez com o nome de Esporte Clube Perilima, conquistou novamente um acesso e um vice-campeonato da Segunda Divisão estadual, o que fez a Águia de Campina Grande voltar a elite estadual no ano de 2002, ano em que o time conseguiu seu melhor desempenho em estaduais da Primeira Divisão paraibana, até então. O Perilima ficou na 12ª posição num campeonato de 15 equipes, e se mantendo de forma inédita por mais de um ano consecutivo na Primeira Divisão.

Declínio e volta aos gramados[editar | editar código-fonte]

No ano de 2003, novamente com a nomenclatura de Associação Desportiva Perilima, ironicamente a equipe voltou a ter um mau desempenho no campeonato, ficando na lanterna, apesar do grande desempenho da sua dupla de atacantes formadas por Nego Pai e Edmar, que foi autor de 12 gols na edição.

Desde então, a equipe vem acumulando acessos e rebaixamentos, conseguindo mais dois vice-campeonatos da segundona estadual (nomeada agora como Troféu Chico Bala) em 2004 e 2006.

Em 2007, voltou a participar da Primeira Divisão estadual sem, contudo, obter sucesso. Acabou sofrendo goleadas históricas e retornando à Segunda Divisão do Campeonato Paraibano.

Passando por vários problemas financeiros e sem receber 100 mil reais que a federação paraibana havia prometido a todos os clubes da primeirona da Paraíba, a Perilima viveu uma grave crise financeira. Com isso, uma nobre atitude da comunidade Futebol Alternativo no orkut, arrecadou dinheiro para ajudar a equipe a se reerguer.

Depois de sete anos em inatividade, a Perilima foi confirmada entre os 12 clubes participantes da Segunda Divisão estadual. Pedro Ribeiro de Lima seguiu alternando funções de presidente e jogador da "Águia", aos 66 anos de idade, o que faz dele o atleta profissional mais velho em atividade no futebol.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Estaduais[editar | editar código-fonte]

Ídolos[editar | editar código-fonte]

  • Brasil Edmar
  • Brasil João Lima
  • Brasil Naldo
  • Brasil Nego Pai
  • Brasil Pedro Ribeiro Lima
  • Brasil Santos
  • Brasil Renato Batista


Ver também[editar | editar código-fonte]

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