Deus Ex: Mankind Divided

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Deus Ex: Mankind Divided
Desenvolvedora(s) Eidos Montréal
Publicadora(s) Square Enix
Diretor(es) Jean-François Dugas
Produtor(es) Olivier Proulx
Marc-André Dufort
Projetista(s) François McCann
Richard Knight
Escritor(es) Mary DeMarle
Jason Dozois
Steven Gallagher
Programador(es) David Gallardo
Sébastien Michel
Artista(s) Martin Dubeau
Compositor(es) Michael McCann
Sascha Dikiciyan
Ed Harrison
Motor Dawn Engine
Plataforma(s) Microsoft Windows
PlayStation 4
Xbox One
Linux
macOS
Série Deus Ex
Data(s) de lançamento Microsoft Windows, PlayStation 4 & Xbox One
23 de agosto de 2016
Linux
3 de novembro de 2016
macOS
12 de dezembro de 2017
Gênero(s) RPG eletrônico de ação
Tiro em primeira pessoa
Stealth
Modos de jogo Um jogador
Deus Ex Go

Deus Ex: Mankind Divided é um jogo eletrônico de RPG de ação – combinando elementos de tiro em primeira pessoa e stealth – desenvolvido pela Eidos Montréal e publicado pela Square Enix. Foi lançado mundialmente em 23 de agosto de 2016 para PlayStation 4, Xbox One e Microsoft Windows, com versões para Linux e mac OS estreando em 2016 e 2017. É o quarto título principal da série Deus Ex, sendo uma sequência direta de Deus Ex: Human Revolution lançado em 2011. A jogabilidade envolve a exploração e combate em ambientes conectados ao nível central da cidade de Praga, além de missões que geram pontos de experiência que podem ser usados para melhorar as habilidades do personagem. Escolhas de diálogos também estão presentes, com opções de respostas em pontos importantes da história afetando como alguns dos eventos ocorrem.

A história se passa em 2029, dois anos depois dos acontecimentos de Human Revolution, em um mundo que dividiu-se entre humanos normais e humanos que usam órgãos artificiais avançados e controversos conhecidos como "aprimoramentos". As pessoas aprimoradas foram segregadas depois de um evento chamado de "Incidente dos Aprimorados", levando a um acalorado debate público e uma era de "apartheid mecânico". O protagonista Adam Jensen, equipado com novos aprimoramentos de última geração, atua como agente duplo para o grupo de hackers do Coletivo Jaganata com o objetivo de expor os Illuminati, que estão secretamente orquestrando os eventos do mundo. A história explora os temas do transumanismo e discriminação, além do tema recorrente da série sobre teorias da conspiração em uma ambientação cyberpunk.

O desenvolvimento de Mankind Divided começou logo depois da finalização de The Missing Link, a expansão de Human Revolution. A Eidos Montréal desejava melhorar e polir os elementos de jogabilidade e narrativa já estabelecidos, ao mesmo tempo que abordavam opiniões e críticas feitas por jogadores e jornalistas em relação ao título anterior. Um novo motor de jogo gráfico e de jogabilidade foi construído do zero especificamente para os consoles da oitava geração, permitindo um maior nível de detalhes e inteligência artificial e combate aprimorados. A narrativa passou a ter um foco maior em realismo e em temas mais sombrios, resultando em uma sutil mudança na paleta de cores em comparação a Human Revolution. O compositor Michael McCann retornou para compor a trilha sonora, que desta vez teve o auxílio de Sascha Dikiciyan e Ed Harrison.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Tal como o seu antecessor, Mankind Divided é jogado na primeira pessoa com um sistema de cobertura na terceira pessoa, com elementos de um jogo RPG eletrônico de ação e acção furtiva. Os jogadores assumem o papel de Adam Jensen, um humano alterado com nova tecnologia e aperfeiçomentos humanos. Mankind Divided dá aos jogadores uma miríade multifacetada de opções quando abordam as várias missões. Existem várias maneiras de completar um objectivo, com escolhas executadas pelo jogador que dão diferentes resultados. É possível acabar o jogo sem ser detectado e sem ser necessário matar alguém, incluindo as batalhas dos chefes.[1][2][3][4]

O hacking de dispositivos é muito semelhante a Human Revolution, sendo que agora é possível fazê-lo remotamente. A mecânica "conversation battle" também regressa para este jogo. Existe um novo sistema de energia, que está constantemente em regeneração (no jogo anterior apenas a primeira bateria se regenerava), no entanto, o uso de algumas habilidades reduz permanentemente a quantidade total de energia disponível. A única forma de reverter este gasto é recorrendo ao item "Biocell".[1][2][3][4]

Apesar de ter várias augmentações de Human Revolution, muitas serão introduzidas para este jogo, incluindo uma lâmina de nano-cerâmica retráctil, um nano-escudo e um sistema de choque eléctrico de certo modo similar aos tasers, permitindo que Jensen marque e elimine os inimigos de forma silenciosa. Alguns inimigos em Mankind Divided têm augmentações iguais às de Jensen, tornando-os mais perigosos. O Icarus Dash é uma das novas mecânicas, que pode ser usada ofensivamente para eliminar adversários, ou estrategicamente para alcançar locais que de outra forma seriam inacessíveis. Ao contrário do jogo anterior, Mankind Divided dá uma maior flexibilidade no uso das armas, permitindo que os jogadores as modifiquem, alterando por exemplo o tipo de munição e as miras usadas.[1][2][3][4]

Tal como em Human Revolution, existem vários finais possíveis, mas ao contrário do seu antecessor em que o final era escolhido na última missão, em Mankind Divided todas as escolhas feitas pelo jogador ao longo da narrativa terão impacto no desfecho do jogo.[5]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Mundo[editar | editar código-fonte]

Makind Divided se passa em 2029, dois anos depois dos eventos de Deus Ex: Human Revolution.[6] A série Deus Ex se passa em um futuro cyberpunk distópico com organizações secretas e conspirações: dentre essas forças estão os Illuminati.[7][8] Nas décadas precedentes ao jogo anterior, avanços em biotecnologia e cibernética levaram ao desenvolvimento de "aprimoramentos", órgãos artificiais avançados capazes de melhorar e aumentar a performance do corpo humano; o preço disso é a necessidade de tomar neuropozina, uma droga imunossupressora limitada e cara que impede que o corpo rejeite a tecnologia. A criação dos aprimoramentos criou novas divisões sociais entre aqueles que usam os implantes tecnológicos, aqueles muito pobres para pagar por eles e aqueles que são contra ou incapazes de usá-los.[6]

Durante os eventos de Human Revoltuion, os Illuminati criaram um plano de implantar um biochip em pessoas aprimoradas a fim de controlá-las. Eles foram enfrentados por Adam Jensen, chefe de segurança das Indústrias Sarif que recebe diversos implantes depois de um ataque tê-lo deixado gravemente ferido. Hugh Darrow, um membro dos Illuminati, subverteu o plano com a intenção de colocar a humanidade contra os aprimoramentos, transmitindo um sinal da base de pesquisa ártica de Panchea que fez com que qualquer um com o biochip entrasse em um frenesi assassino. Esse caos em massa foi posteriormente chamado de "Incidente dos Aprimorados". Jensen consegue parar o sinal e fica com uma escolha: transmitir histórias que apoiam Darrow, os Illuminati ou a Sarif, ou destruir Panchea e deixar a humanidade decidir o que fazer. Jensen destrói Panchea no final canônico, porém o trauma social do Incidente dos Aprimorados e a manipulação dos Illuminati faz com que a sociedade estigmatize pessoas aprimoradas. A humanidade iniciou um "apartheid mecânico" contra aprimorados na época em que em que Mankind Divided se passa, segregando-os em guetos e tirando muitos de seus direitos.[6][7]

A história se foca em eventos ocorrendo na cidade de Praga, República Tcheca, com alguns segmentos se passando em Dubai nos Emirados Árabes Unidos e em Londres no Reino Unido.[9][10] Várias facções desempenham papéis importantes no mundo. Uma das mais importantes são os Illuminati, um grupo de elites corporativas que influenciam a sociedade humana para benefício próprio. Seus oponentes são o Coletivo Jaganata, um grupo de hacktivistas liderados pelo misterioso Janus, servindo como precursores dos movimentos clandestinos do Deus Ex original. As duas principais facções no enredo de Makind Divided são a Força-Tarefa 29 (FT-29), uma equipe antiterrorista da Interpol baseada em Praga; e a Coalizão pelos Direitos dos Aprimorados (ARC), originalmente um grupo de auxílio para pessoas aprimoradas e agora um órgão controverso que se opõe ao abuso sofrido pelos aprimorados. A ARC chama a atenção da FT-29 pois antigos membros são conectados com ações terroristas em Praga.[7][8]

Personagens[editar | editar código-fonte]

Adam Jensen, o protagonista de Mankind Divided.

Adam Jensen, o protagonista de Human Revolution, retorna como personagem principal; ele foi dado como morto depois da destruição de Panchea, porém na verdade foi resgatado e secretamente implantado com novos aprimoramentos de última geração.[7][11] Jensen, devido um traço genético que lhe permite usar aprimoramentos sem a necessidade de tomar neuropozina, ocupa um meio-termo entre humanos que desconfiam de aprimorados e aqueles cujos aprimoramentos estão decaindo pela falta droga.[12] Ele junta-se à FT-29 ao retornar, tornando-se um agente duplo para o Coletivo Jaganata em sua busca para expor os Illuminati. Jensen interage com o misterioso líder Janus através de Alex Vega. Seus colegas na FT-29 incluem o diretor Jim Miller e a psicóloga Delara Auzenne. Seus principais aponentes na ARC são seu líder Talos Rucker e também Viktor Marchenko, um membro que recorre a ações terroristas.[8][11] Dentre os personagens importantes nos conteúdos para download, destacam-se Frank Pritchard, um antigo associado das Indústrias Sarif; ShadowChild, uma hacker habilidosa com rancor contra o Banco Palisade; e Hector Guerrero, um agente infiltrado na "Pent House", uma prisão para criminosos aprimorados.[11]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Jensen sai em uma missão junto com a FT-29 em Dubai, onde são atacados por um grupo mercenário formado por aprimorados. Ele retorna para Praga e encontra-se com Vega, com ambos sendo pegos em um atentando a bomba em uma estação de trem que danifica os implantes de Jensen.[13] Ele os repara e descobre que aprimoramentos secretos foram instalados em seu corpo depois da destruição de Panchea,[14] Jensen retorna para a FT-29 e espiona um encontro de Miller com seus superiores e descobre que a liderança das Nações Unidas vai culpar a ARC pelos ataques recentes.[15] Miller o envia para o gueto de aprimorados do Complexo Utulek,[16] onde confronta Rucker, que morre misteriosamente logo depois de afirmar que a ARC não foi responsável pelos atentados.[17] Marchenko assume a liderança do grupo e começa a transformar a ARC em uma militância.[18] Jensen em seguida descobre que Joseph Manderley, diretor da FT-29, e Bob Page, presidente da corporação VersaLife – dois Illuminati proeminentes – usaram uma arma biológica chamada de "Orquídea" para matar Rucker.[19]

A morte de Rucker cria agitações públicas dentre a população aprimorada, acabando por levar Praga a ficar sob lei marcial.[20] Jensen, com a ajuda de Vega e Janus, descobre duas oportunidades diferentes para confrontar Marchenko: os dados sobre a Orquídea guardados no Banco Palisade e uma fanática ex-soldado aprimorada chamada Allison Stanek que ajudou a produzir a bomba da estação de trem.[21] Independente da rota escolhida, Jensen se infiltra na base de Marchenko nos alpes suíços, porém é descoberto e infectado com a Orquídea. Ele sobrevive devido seus traços genéticos[22] e entrega uma amostra da arma biológica a Vega para que seja estudada. Jensen parte para espionar uma família criminal local e descobre que Marchenko está planejando um ataque contra Nathaniel Brown em uma conferência a ser realizada em Londres.[20] Brown está fazendo campanha contra a Lei da Restauração Humana, uma lei apoiada pelos Illuminati que irá segregar aprimorados permanentemente na cidade isolada de Rabi'ah.[23]

Jensen não consegue convencer Brown do perigo, confrontando os homens de Marchenko enquanto eles se infiltram no evento, com Miller sendo infectado com a Orquídea; o destino deste depende das ações anteriores de Jensen. Caso Brown não seja salvo, sua morte nas mãos da ARC aumenta o apoio pelo Ato de Restauração Humana, enquanto salvá-lo lhe permite bloquear a lei. Jensen pode matar ou prender Marchenko. Independente da escolha, Vega jura que o Coletivo Jaganata irá perseguir Manderley e Page, com Jensen insistindo que Vega lhe apresente pessoalmente a Janus. Na cena pós-créditos, Lucius DeBeers, líder do conselho dos Illuminati, conversa com seus companheiros sobre acompanharem Jensen de perto. Em seguida ele fala com Auzenne, sua agente infiltrada na FT-29, revelando que estão usando Jensen para encontrarem Janus.[23]

A narrativa é expandida através de uma série de conteúdos para download chamados de "Crônicas do Jensen". Em Medidas Desesperadas, Jensen descobre que imagens do atentado a bomba foram editadas por um membro da Tarvos Security para proteger um familiar.[24] Em Brecha no Sistema, ele é contatado por Prichard a fim de entrar em um cofre da Palisade e investigar as logísticas da Rabi'ah. Jensen se infiltra com a ajuda de ShadowChild, com os dois sendo forçados a fazer um buraco permanente no firewall do cofre como distração depois do avatar de Prichard ter ficado preso no sistema.[25] Em Um Passado Criminoso, Jensen conversa com Auzenne sobre uma missão de infiltração na Pent House depois do contato com Guerrero ter sido perdido. Jensen envolve-se em uma rebelião de prisioneiros e descobre uma operação de coleta de aprimoramentos chamada de Ferro-Velho, que usa um prisioneiro chamado Reparador para realizar as cirurgias. Guerrero afiliou-se com a Ferro-Velho e quer matar o Reparador depois deste ter descoberto sua verdadeira identidade. Jensen pode acalmar a situação ou escolher um lado, levando a finais diferentes para Guerrero e o Reparador.[26]

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Em Outubro de 2013, a Eidos Montreal anunciou que a série Deus Ex seria expandida para os sistemas móveis e para outra média impressa, como banda desenhada e romances. Adicionalmente, a equipa que produziu Deus Ex: Human Revolution já estava a trabalhar num titulo para a nova geração de consolas e para o Windows [27] No ano seguinte, a Square Enix requereu a marca registada para Mankind Divided,[28] e a produtora Eidos Montreal revelou o novo motor para Deus Ex, a Dawn Engine.[29] A tecnologia é baseada no motor da IO Interactive, o Glacier 2, usado no jogo Hitman: Absolution (2012).[30]

O anúncio de Deus Ex: Mankind Divided foi feito acidentalmente um dia antes do designado, em Abril de 2015.[28] A revelação foi o culminar de uma acção de promoção da Square Enix[28] com o nome "Can't Kill Progress", que consistia num video ao vivo do Twitch, em que se via um homem a andar, a dormir e a meditar num quarto sem nenhuma descrição. Os espectadores podiam mudar o ângulo da câmara e votar em qual deveria ser a acção do homem. O Polygon descreveu o evento como "bizarro" e “diferente de tudo o que já vimos antes”.[31] Juntamente com o anúncio do jogo, a Square Enix revelou a aplicação móvel Deus Ex Universe, disponível para os sistemas Android e iOS.[32]

Uma versão para macOS e Linux foi anunciada em 15 de setembro de 2016 pela Feral Interactive.[33]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Originalmente planejado para ser lançado em fevereiro de 2016, Deus Ex: Mankind Divided será lançado pela Square Enix a 23 de agosto de 2016 para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One. A equipa de produção justificou o adiamento porque não queriam comprometer a qualidade do produto final.[34][35] Foi anunciada uma "Edição de Coleccionador" para Deus Ex: Mankind Divided que inclui para além dos itens de pré-reserva, objectos físicos seleccionados com base nos votos feitos na página oficial do jogo.[36] Em adição, as pré-reservas feitas na loja da Square Enix europeia incluem uma mini-figura do protagonista Adam Jensen.[37] Em abril de 2016 a Square Enix estreou um site para promover Deus Ex: Mankind Divided. Em www.augaware.org, o visitante pode ver as várias propagandas das companhias fictícias existentes no jogo.[38]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Controvérsia[editar | editar código-fonte]

Como forma de incentivo às pré-reservas, a Eidos Montreal criou o programa “Augment Your Pre-Order”, em que quanto maior o numero de reservas feitas mundialmente, maior o número de bónus incluídos na "Edição Dia Um".[39][40] O sistema causou bastante controvérsia devido aos níveis de prémios por camadas, da nº1 à nº5.[41] O sistema dava ao comprador a possibilidade de escolher o que tinham como prémio dependendo em que camada faziam a compra,[42] semelhante ao método usado nas campanhas Kickstarter; quantas mais pré-reservas, mais itens as pessoas que reservam recebiam.[43][44] Devido à recepção negativa dos críticos e dos fãs, o sistema acabou por ser cancelado,[45] e todo o conteúdo do programa é incluído na "Edição Dia Um" ou para quem faz a reserva do jogo.[43][46]

Referências

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  2. a b c Vince Ingenito (16 de junho de 2015). «"E3 2015: DEUS EX: MANKIND DIVIDED HAS TONS OF NEW TOYS"». IGN. Consultado em 9 de outubro de 2015. 
  3. a b c Jorge Loureiro (8 de outubro de 2015). «"Deus Ex: Mankind Divided com mecânicas melhores"». Eurogamer. Consultado em 9 de outubro de 2015. 
  4. a b c Scott Butterworth (8 de outubro de 2015). «"What Playing the Same Level for Three Straight Hours Taught Me About Deus Ex: Mankind Divided"». GameSpot. Consultado em 9 de outubro de 2015. 
  5. Jorge Loureiro (9 de outubro de 2015). «"Deus Ex: Mankind Divided terá vários finais"». Eurogamer. Consultado em 9 de outubro de 2015. 
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  7. a b c d Hindes, Daniel. «17 de abril de 2015». GameSpot. Consultado em 2 de setembro de 2018. 
  8. a b c Cork, Jeff (9 de abril de 2015). «Meet The Power Players Of Deus Ex: Mankind Divided». Game Informer. Consultado em 2 de setembro de 2018. 
  9. Stone, Tom (11 de janeiro de 2017). «Explore the world with the best locations in the Deus Ex series». GamesRadar. Consultado em 2 de setembro de 2018. 
  10. Sarkar, Samit (8 de outubro de 2015). «Deus Ex: Mankind Divided lets your choices define you in its oppressive world». Polygon. Consultado em 2 de setembro de 2009. 
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  12. Dean, Paul (10 de agosto de 2015). «Storytelling in Mankind Divided: Choice, consequence and cynicism». Eurogamer. Consultado em 2 de setembro de 2018. 
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  14. Eidos Montréal (2016). Deus Ex: Mankind Divided. Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One. Square Enix. Fase: "Espiões e Agentes Duplos" 
  15. Eidos Montréal (2016). Deus Ex: Mankind Divided. Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One. Square Enix. Fase: "Barganhas Clandestinas" 
  16. Eidos Montréal (2016). Deus Ex: Mankind Divided. Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One. Square Enix. Fase: "Espiões e Agentes Duplos" 
  17. Eidos Montréal (2016). Deus Ex: Mankind Divided. Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One. Square Enix. Fase: "Sussurros nas Sombras" 
  18. Eidos Montréal (2016). Deus Ex: Mankind Divided. Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One. Square Enix. Fase: "Águas Turvas" 
  19. Eidos Montréal (2016). Deus Ex: Mankind Divided. Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One. Square Enix. Fase: "Procurando as Pistas" 
  20. a b Eidos Montréal (2016). Deus Ex: Mankind Divided. Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One. Square Enix. Fase: "Flores, Mas Sem Funeral" 
  21. Eidos Montréal (2016). Deus Ex: Mankind Divided. Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One. Square Enix. Fase: "Bifurcações na Estrada" 
  22. Eidos Montréal (2016). Deus Ex: Mankind Divided. Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One. Square Enix. Fase: "Auxílio e Cumplicidade" 
  23. a b Eidos Montréal (2016). Deus Ex: Mankind Divided. Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One. Square Enix. Fase: "Mais Perto do Precipício" 
  24. Eidos Montréal (2016). Deus Ex: Mankind Divided – Medidas Desesperadas. Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One. Square Enix 
  25. Eidos Montréal (2016). Deus Ex: Mankind Divided – Brecha no Sistema. Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One. Square Enix 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]