Deus e o Diabo na Terra do Sol

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Deus e o Diabo na Terra do Sol
Othon Bastos, em destaque no cartaz do filme.
 Brasil
1964 •  pb •  120 min 
Direção Glauber Rocha
Produção Jarbas Barbosa
Luiz Augusto Mendes
Glauber Rocha
Luiz Paulino dos Santos
Roteiro Glauber Rocha
Walter Lima Jr.
Elenco Geraldo Del Rey
Yoná Magalhães
Maurício do Valle
Othon Bastos
Género drama
faroeste
Música Sérgio Ricardo
Cinematografia Waldemar Lima
Direção de arte Paulo Gil Soares
Figurino Paulo Gil Soares
Edição Rafael Justo Valverde
Idioma português

Deus e o diabo na terra do sol é um filme brasileiro de 1964, do gênero drama, dirigido por Glauber Rocha. Considerado um marco do cinema novo, foi gravado em Monte Santo, Bahia.[1] Em novembro de 2015 o filme entrou na lista feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.[2] Foi listado por Jeanne O Santos, do Cinema em Cena, como "clássicos nacionais".[3]

Foi a escolha oficial do governo brasileiro para representar o país no Festival de Cannes de 1964, tendo sido selecionado pelo festival para a seção oficial, ao lado de Vidas Secas, de Nelson Pereira dos Santos.[4] Também foi escolhido para representar o Brasil ao Oscar de melhor filme internacional, na edição do Oscar 1965, porém não conseguiu ficar entre os selecionados.[5]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O sertanejo Manoel e sua mulher Rosa levam uma vida sofrida no interior do país, uma terra desolada e marcada pela seca. No entanto, Manoel tem um plano: usar o lucro obtido na partilha do gado com o coronel para comprar um pedaço de terra. Quando leva o gado para a cidade, alguns animais morrem no percurso. Chegado o momento da partilha, o coronel diz que não vai dar nada a Manoel, porque o gado que morreu era dele, ao passo que o que chegou vivo era seu. Manoel se enfurece, mata o coronel e foge para casa. Ele e sua esposa resolvem ir embora, deixando tudo para trás.

Manoel decide juntar-se a um grupo religioso liderado por um santo (Sebastião) que lutava contra os grandes latifundiários e em busca do paraíso após a morte. Os latifundiários decidem contratar Antônio das Mortes para perseguir e matar o grupo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Principais prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Festival de Cannes 1964 (França)

Referências

  1. Cinemateca Brasileira
  2. André Dib (27 de novembro de 2015). «Abraccine organiza ranking dos 100 melhores filmes brasileiros». Abraccine. abraccine.org. Consultado em 26 de outubro de 2016 
  3. Jeanne O Santos. «Clássicos nacionais». Cinema em Cena. CartaCapital. Consultado em 29 de junho de 2019 
  4. Atílio Avancini e Juliana Penna. «Antologia da Crítica Cinematográfica em Vidas Secas». Revista Brasileira de História da Mídia. Consultado em 13 de março de 2021 
  5. «Desde 1960, relembre filmes que tentaram vaga brasileira no Oscar». G1. 13 de março de 2021. Consultado em 28 de junho de 2017 
Applications-multimedia.svg A Wikipédia tem o


Ícone de esboço Este artigo sobre um filme brasileiro é um esboço relacionado ao Projeto Entretenimento. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.