Diafanização

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Técnica de diafanização aplicada em peixes, em exposição no Museu de Anatomia Veterinária da USP.

A diafanização é uma técnica de conservação empregada por pesquisadores para estudar o esqueleto e tecidos de animais pequenos. O processo utiliza uma substância para desmanchar a musculatura mas preservar o esqueleto e o tecido conjuntivo. Além disso, corantes são utilizados para tingir ossos e cartilagens para facilitar a visualização. O termo diafanização vem de diáfano, que significa transparente.[1]

Soluções utilizadas[editar | editar código-fonte]

É possível usar a técnica de diafanização feita em solução de KOH 2%. No entanto, a técnica feita em NaOH 2% permite uma maior conservação dos tecidos moles comparado com a solução anterior. Para colorações, a alizarina 0,1% permitiu a visualização da ossificação diferencial sem deteriorar o espécime, o que ocorre com o uso de alizarol a 1%.[2]

Referências

  1. Marandino, Martha (2002). «A biologia nos museus de ciências: a questão dos textos em bioexposições» (PDF). Ciência & Educação. 8 (2). 194 páginas. Consultado em 23 de março de 2017 
  2. Simões, Gilberto; et al. (2016). «Preparação de coleção didática de zoologia no campus São Roque utilizando-se as técnicas de incrustação em resina e de diafanização e coloração de ossos» (PDF). Pesquisa, ensino e inovação: As bases do desenvolvimento acadêmico de qualidade. Consultado em 23 de março de 2017 
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