Dicastério para as Igrejas Orientais
| Dicastério | |
|---|---|
| Informações Gerais | |
| Competência | Tratar de questões relativas às Igrejas Orientais Católicas sui iuris, promovendo seu crescimento, salvaguardando seus direitos e preservando seu patrimônio litúrgico, disciplinar e espiritual |
| Ereção canônica | 6 de janeiro de 1862 |
| Mudança de nome | 1 de maio de 1917; 15 de agosto de 1967; 5 de junho de 2022 |
| Liderança | |
| Prefeito: Claudio Gugerotti, Cardeal | |
| Secretário | Michel Jalakh, O.A.M. |
| Outros cargos | Subsecretário: Filippo Ciampanelli |
| Membros notáveis | Patriarcas, arcebispos maiores, bispos, clérigos e leigos das Igrejas Orientais Católicas |
| Eméritos | Leonardo Sandri, Cardeal (Prefeito Emérito, 2007–2022) Giorgio Demetrio Gallaro, Arcebispo (Secretário Emérito, até 2023) |
| Localização | |
| Sede | Palazzo del Bramante, Via della Conciliazione, 34, 00193 Roma, Itália |
| Coordenadas | 41° 54′ 07″ N, 12° 27′ 40″ L |
| Sítio oficial | |
| www | |
| Dados em Catholic-Hierarchy.org | |
O Dicastério para as Igrejas Orientais, (Dicasterium pro Eclesiis Orientalibus) que originou-se da Congregatio de Propaganda Fide pro negotiis ritus orientalis fundada pelo Beato Pio IX, em 6 de janeiro de 1862 com a Constituição Apostólica Romani Pontifices. O Papa Bento XV a desvinculou da Congregação para a Propagação da Fé, em 1º de maio de 1917 com o Motu Proprio Dei Providentis e a denominou Congregatio pro Ecclesia Orientali.
O Papa Paulo VI, com a Costituição Apostólica Regimini Ecclesiae Universae de 15 de agosto de 1967, modificando o nome para Congregatio pro Ecclesiis Orientalibus, seu nome atual.
Este dicastério recebeu institucionalmente do Sumo Pontífice o mandato de colocar-se próximo das Igrejas Orientais Católicas, para favorecer o seu crescimento, salvaguardar os seus direitos e manter-se viva e íntegra na Igreja Católica, através do seu patrimônio litúrgico, disciplinar e espiritual da Igreja latina, como aqueles das várias tradições cristãs orientais.
A sua competência foi notávelmente elevada pelo Papa Pio XI com o Motu Proprio Sancta Dei Ecclesia, de 25 de março de 1938. Mais recentemente os Papas Paulo VI, com a Constituição Apostólica Regimini Ecclesiae Universae e João Paulo II, com a Contituição Apostólica Pastor Bonus definiram as competências deste dicastério, o qual exercita ad normam iuris sobre as eparquias, sobre os bispos, sobre o clero, sobre os religiosos e sobre os fiéis de rito oriental que faculta as Congregações para os Bispos, para o Clero, para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica e para a Educação Católica, como respectivamente sobre as dioceses, sobre os Bispos, sobre o clero, sobre os religiosos e sobre os fiéis de rito latino.
Com a promulgação da Constituição apostólica Prædicate Evangelium, em seus artigos de 82 a 87, altera seu nome para Dicastério para as Igrejas Orientais e ajusta algumas de suas atribuições.[1]
Fazem parte da Congregação para as Igrejas Orientais vários clérigos importantes, nomeadamente os seis Patriarcas e quatro Arcebispos maiores de rito católico oriental.
Está sediada no Palazzo della Congregazione per le Chiese orientali, na Via della Conciliazione, em Roma.