Diego Ribas da Cunha

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Diego
Diego
Diego com a camisa do Fenerbahçe em 2014
Informações pessoais
Nome completo Diego Ribas da Cunha
Data de nasc. 28 de fevereiro de 1985 (31 anos)
Local de nasc. Ribeirão Preto (SP), Brasil
Nacionalidade  brasileira
Altura 1,75 m
Destro
Informações profissionais
Clube atual Brasil Flamengo
Número 35
Posição Meia
Clubes de juventude
1991–1994
1994–1996
1996–2001
Brasil Comercial
Brasil Paulistinha
Brasil Santos
Clubes profissionais2
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
2002–2004
2004–2006
2006–2009
2009–2010
2010–2013
2011–2012
2014
2014–2016
2016–
Brasil Santos
Portugal Porto
Alemanha Werder Bremen
Itália Juventus
Alemanha VfL Wolfsburg
Espanha Atlético de Madrid (emp.)
Espanha Atlético de Madrid
Turquia Fenerbahçe
Brasil Flamengo
0133 000(38)
0063 0000(7)
0132 000(54)
0047 0000(7)
0127 000(37)
0043 0000(6)
0019 0000(2)
0075 0000(8)
0018 0000(6)
Seleção nacional3
2004–2008
2003–2009
Brasil Brasil Sub-23
Brasil Brasil
0015 0000(7)
0033 0000(4)


2 Partidas e gols totais pelo
clube, atualizados até 27 de novembro de 2016.
3 Partidas e gols da seleção nacional estão atualizados
até 20 de julho de 2015.

Medalhas
Jogos Olímpicos
Bronze Pequim 2008 Futebol

Diego Ribas Cunha (Ribeirão Preto, 28 de fevereiro de 1985) é um futebolista brasileiro que atua como meia. Com seis anos, começou a treinar no infantil do Comercial, clube de sua cidade, sendo destaque em diversos campeonatos municipais e regionais que disputou. O bom desempenho chamou a atenção do Paulistinha de São Carlos, que convidou o garoto, então com nove anos, para participar de torneios na Argentina e no Chile.

Dois anos após a primeira experiência internacional, Diego deu um passo definitivo para seguir carreira no futebol, passando a integrar os juniores do Santos Futebol Clube. Antes de chegar à Baixada Santista, ele teve a oportunidade de jogar no São Paulo FC, mas não se adaptou ao clube. Segundo suas palavras, "não se deu bem com a cidade, com as instalações e com os próprios garotos", permanecendo apenas dois dias na capital paulista.[1]

Os problemas enfrentados no São Paulo não se repetiram no Santos, onde mesmo longe da família, que permaneceu em Ribeirão Preto, Diego conseguiu se estabelecer e trilhar seu caminho até o time profissional, colecionando títulos, gols e várias convocações para as seleções de base do Brasil. O sucesso precoce com uma das camisas mais tradicionais do futebol (a 10 de Pelé) transformou o meia numa grande esperança santista, cercado de expectativas sobre seu futuro.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Santos[editar | editar código-fonte]

No início de 2002, com apenas 16 anos, Diego foi incorporado ao elenco profissional do Santos pelo técnico Celso Roth, permanecendo no time principal mesmo após a saída do treinador, quando a equipe passou a ser comandada por Émerson Leão. A reformulação iniciada no time profissional depois da chegada do ex-goleiro prestigiava os pratas da casa. Entre os jovens promissores, os de maior destaque eram o meia de Ribeirão Preto e seu parceiro, Robinho . Juntos, lideraram o Santos rumo a conquista do Campeonato Brasileiro daquela temporada, tirando o clube do jejum de 17 anos sem títulos importantes. De quebra, Diego tornou-se o campeão nacional mais novo da história, sendo também o vice-artilheiro da equipe com 10 gols e eleito para a seleção do campeonato.[2]

No ano seguinte, o camisa 10 santista teria novos desafios e passaria a sofrer maior cobrança. Jogando a Taça Libertadores da América, Diego guiou a equipe da Vila Belmiro até a final ao anotar quatro gols em 14 jogos, além de distribuir inúmeras assistências, que lhe renderam o prêmio de jogador mais criativo da competição.[3]

Corria à época o Campeonato Brasileiro de 2003 e, depois de um início instável na torneio, o Santos foi se recuperando aos poucos, apoiado em seu principal organizador de jogadas. Embora na metade da competição o bi-brasileiro parecesse um objetivo distante, o time conseguiu reduzir a diferença em relação ao líder Cruzeiro e seguiu com chances de título até as últimas rodadas, terminando em segundo lugar. Diego, naquele momento, já era presença constante na Seleção Brasileira.

Em 2004, o meia participou novamente de uma edição da Libertadores. Marcou quatro gols em nove jogos e ajudou o Santos a atingir as quartas-de-final. No Campeonato Brasileiro, sob orientação do técnico Vanderlei Luxemburgo, foi elevado ao posto de capitão da equipe. Disputou mais nove jogos e balançou as redes em outras quatro oportunidades, até ser convocado para a disputa da Copa América no Peru. Após o título com a Seleção Brasileira, Diego se transferiu para o Futebol Clube do Porto, de Portugal, por 7 milhões de euros.[carece de fontes?]

Porto[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2004, Diego desembarcou no FC Porto para ocupar a vaga deixada pelo luso-brasileiro Deco, ídolo portista que havia se transferido para o Barcelona. Recebido como a grande contratação da temporada, assumiu de imediato o posto de titular no então campeão nacional e europeu, com a missão de ser o novo maestro do time.

Em um de seus primeiros jogos com a nova camisa, o Porto venceu o arquirrival Benfica e levantou a Supertaça de Portugal. Era o primeiro de três títulos que o jogador conquistaria no clube. O mais importante deles veio ainda em 2004, quando a equipe portuguesa bateu os colombianos do Once Caldas na final da Copa Intercontinental, torneio que antecedeu o Mundial de Clubes e reunia o campeão europeu e o campeão sul-americano de cada ano.[4]

Por conta de suas boas atuações no Campeonato Português e na Liga dos Campeões da UEFA, Diego foi agraciado pelos torcedores do Porto com o "Troféu Dragão", dado ao destaque da temporada.

Em seu segundo ano no clube, o meia ajudou o time a conquistar a Liga Portuguesa da temporada 2005/2006. Neste mesmo ano, Diego foi homenageado pelo Santos, que batizou com seu nome o Campo 2 do CT Meninos da Vila, destinado às categorias de base do alvi-negro.[5]

Werder Bremen[editar | editar código-fonte]

Comemoração do título da Copa da Alemanha

Em maio de 2006, Diego foi contratado pelo Werder Bremen, da Alemanha. O clube germânico pagou seis milhões de euros pelo jogador, contratado por quatro anos.

Logo em sua primeira temporada Diego mostrou a que veio. Foi campeão da Copa da Liga Alemã, eleito o melhor jogador do primeiro turno da Bundesliga e, posteriormente, melhor jogador da temporada 2006/2007, recebendo elogios até de Franz Beckenbauer.[6] Com atuações convincentes e lances geniais, como o gol marcado contra o Alemannia Aachen desde o campo de defesa[7], Diego se transformou rapidamente em ídolo no clube e mania na Alemanha.

Na temporada seguinte, o meia seguiu brilhando e levou o Werder Bremen ao vice-campeonato da Bundesliga, atrás do poderoso Bayern de Munique, passando a ser cobiçado por gigantes europeus, como a Juventus de Turim e o Real Madrid.[8]

Em seu terceiro ano no clube, o destaque ficou pelo desempenho do Werder e de seu camisa 10 na Copa da UEFA. Com 6 gols em 8 jogos, Diego conduziu o time a sua primeira final na competição, da qual ficou de fora pelo acúmulo de cartões amarelos. Na decisão, a equipe alemã sentiu falta de seu principal jogador e perdeu o título para o Shakhtar Donetsk na prorrogação.[9][10]

Poucos dias depois do vice-campeonato europeu, o meia brasileiro ajudou o Werder Bremen a se reerguer e conquistar a Copa da Alemanha (DFB-Pokal), vencendo o Bayer Leverkusen na final por 1 a 0. Foi a última partida do brasileiro, que se despediu do clube em grande estilo com o passe para o gol do título.[11] Era o desfecho perfeito após três anos mágicos.

Juventus[editar | editar código-fonte]

Diego em ação pela Juventus

Em 26 de maio de 2009, depois de dois anos observando o meia brasileiro, a Juventus anunciou sua contratação por cinco temporadas, desembolsando 24,5 milhões de euros pelo atleta.[12]

A primeira partida de Diego pelo clube foi o amistoso contra o Seongnam Ilhwa, da Coreia do Sul, no qual o jogador desequilibrou ao marcar um gol e dar o passe para o tento de Mauro Camoranesi, ajudando a equipe a vencer por 3 a 0. Em sua estreia pela Serie A, voltou a se destacar com uma assistência para o gol de Iaquinta, na vitória da Juve por 1 a 0 sobre o Chievo. Os primeiros gols no Calcio vieram no jogo seguinte, anotando duas vezes na vitória por 3 a 1 sobre a Roma, em 30 de agosto de 2009.[13] O jogador manteve o começo avassalador nas rodadas que se seguiram, até sofrer uma lesão que o afastou por cerca de duas semanas. Ao retornar aos gramados, não conseguiu ter a mesma regularidade, oscilando junto com o time que terminou em sétimo lugar.

No começo da temporada 2010/2011, a mudança de comando na equipe e consequente alteração tática realizada pelo novo treinador, o italiano Luigi Del Neri, acabou proporcionando a saída de jogadores que atuavam como meias de ligação, como Diego, que ficaram sem espaço no esquema idealizado pelo técnico. Antes de deixar a Vecchia Signora, o jogador conquistou o Trofeo Berlusconi, torneio de pré-temporada disputado anualmente contra o Milan.[14]

Wolfsburg[editar | editar código-fonte]

No dia 27 de agosto de 2010, o jogador acertou seu retorno ao futebol alemão, assinando um contrato de quatro anos com o Wolfsburg. O valor da transferência girou em torno de 15 milhões de euros, mas o meia não conseguiu repetir o sucesso de sua primeira passagem pelo país.

No último jogo da temporada 2010-11, insatisfeito por não ter sido relacionado entre os titulares do Wolfsburg para esta partida, o jogador abandonou a concentração antes do jogo. Ao fim da temporada, Diego foi afastado pelo treinador Felix Magath por indisciplina.[15]

Após período de empréstimo ao Atlético de Madrid na temporada 2011-12, no qual foi campeão da Liga Europa e despertou interesse do clube em uma proposta de transferência, volta ao Wolfsburg como titular para a temporada 2012-13 e 2013-14.[5][16]

Atlético de Madrid[editar | editar código-fonte]

Em 31 de janeiro de 2014, no último dia de janela de transferências, Diego foi anunciado como novo reforço do Atlético de Madrid, emprestado até o final da temporada.[17] Em sua reestreia pelo Atlético de Madrid, Diego marcou um dos gols na goleada por 4 a 0 no Real Sociedad.[18] No dia 1 de abril, fez o gol do empate por 1 a 1 contra o Barcelonapela UEFA Champions League.[19]

Fenerbahçe[editar | editar código-fonte]

Em 27 de maio de 2014, acertou com o Fenerbahçe, por três anos. Porém Diego rescindiu seu contrato com a equipe turca em 19 de julho de 2016.[20]

Flamengo[editar | editar código-fonte]

Após 12 anos na Europa, Diego retornou ao Brasil e assinou com o Flamengo.[21] Dois dias após o anuncio do acordo com o atleta, as ações realizadas nas redes sociais do Flamengo envolvendo sua contratação alcançaram mais de 5 milhões de pessoas, passando a ser o recorde de visualizações dos canais do clube na internet.[22] Para se ter uma ideia, só uma foto do jogador teve quase 100 mil acessos. Durante todo o dia do anuncio de sua contratação, Diego ficou nos "trend topics" do Twitter.[23]

Acostumado a vestir a camisa 10, Diego não pode vesti-la no Flamengo, já que o clube usa numeração fixa, e a camisa 10 já pertencia a Ederson. Assim, Diego optou pelo número 35, em referência às idades dos filhos Matteo e Davi, respectivamente com 3 e 5 anos à época que ele chegou ao clube.[24] Na Copa Sul-Americana, como Ederson estava lesionado e não foi inscrito para a competição, Diego usou a camisa 10.[25]

Após algumas semanas se recondicionando fisicamente, estreou pelo Flamengo em partida contra o Grêmio, marcando um dos gols na vitória por 2 a 1.[26]No jogo seguinte, contra a Chapecoense, na Arena Condá, voltou a balançar as redes, na vitória por 3 a 1.[27]

Logo em seus 3 primeiros jogos com a camisa rubro-negra, Diego já mostrou que o investimento que o clube fez em seu futebol - e a empolgação da torcida - valeu a pena, chamando o jogo e virando o "dono da bola" no time rubro-negro. Diego voltou a marcar um gol de pênalti, na vitória do Flamengo sobre o Figueirense por 2x0. [28][29]

Marcou no duelo contra Atlético Mineiro, partida em que Diego enfrentou seu amigo Robinho, que também marcou. E o jogo acabou em 2x2 no Mineirão. Fez o seu primeiro gol no Maracanã, contra o Coritiba, recebendo belo passe de Everton e concluindo de primeira. Mas os Rubro-negros acabaram cedendo o empate e ficou 2x2.

No dia 27/11/2016, em partida válida pela 37a rodada do Campeonato Brasileiro, Diego marcou o segundo gol do Flamengo na vitória por 2x0 contra o Santos, clube que o revelou. Ao comemorar o gol, Diego foi abraçar torcedores e acabou levando um cartão amarelo por isso. Como já estava pendurado, ficou suspenso para a última rodada do campeonato, contra o Atlético-PR em Curitiba.

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Após várias passagens pelas categorias de base da Seleção Brasileira, Diego foi convocado a primeira vez pelo time principal para um amistoso contra o México, no dia 30 de abril de 2003. A partir de então, passou a ser nome frequente na lista de relacionados para servir o Brasil.

Na final da Copa América de 2004, Diego iniciou a jogada que resultou no gol de empate do Brasil e levou a partida contra a Argentina para as penalidades. Na decisão por pênaltis, o meia converteu a terceira cobrança da Seleção, que venceu a disputa por 4 a 2, conquistando assim o título do torneio.

Em 1 de junho de 2007, Diego marcou seu primeiro gol pelo time principal num amistoso contra a Seleção Inglesa, evitando a derrota brasileira no jogo que marcou a inauguração do novo Wembley. Ainda em 2007, o meia fez parte do elenco bi-campeão da Copa América. Atuou em apenas um jogo como titular, sendo pouco aproveitado pelo técnico Dunga.

Se teve poucas oportunidades em sua segunda Copa América, Diego viveu situação inversa nos Jogos Olímpicos realizados na China, em 2008. Participando dos 6 confrontos do Brasil na competição, marcou 2 gols (um deles na disputa pelo Bronze) e distribuiu 3 assistências, a mais importante e bonita delas também na decisão pelo 3° lugar, ajudando a Seleção a vencer a Bélgica por 3 a 0.

Também foi testado por Dunga durante as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010, atuando em cinco partidas. Entretanto, não foi incluído na lista final dos 23 jogadores convocados para o torneio.

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Até 23 de outubro de 2016.

Clubes[editar | editar código-fonte]

[30]

Clube Temporada Campeonato
nacional
Copa
nacional[a]
Competições
continentais[b]
Outros
torneios[c]
Total
Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist.
Santos 2002 22 8 4  ? 1  ? 5 2  ? 22 11 4
2003 33 10 10 14 4 5 3 1  ? 47 15 15
2004 9 3 2 9 4 4 4 0 0 18 7 6
Total 64 21 16 0 1 0 23 8 9 12 3 0 99 33 25
Porto 2004–05 30 3 0 1 0 0 6 1 0 2 0 0 39 4 0
2005–06 19 1 1 2 0 0 4 1 0 25 2 1
Total 49 4 1 3 0 0 10 2 0 2 0 0 64 6 1
Werder Bremen 2006–07 33 13 18 3 0 2 14 2 2 50 15 16
2007–08 30 13 14 3 1 1 10 4 3 43 18 15
2008–09 21 12 12 5 2 3 13 7 1 39 21 14
Total 84 38 44 11 3 6 37 13 6 0 0 0 132 54 56
Juventus 2009–10 33 5 11 2 2 1 9 0 4 44 7 16
2010–11 3 0 2 3 0 2
Total 33 5 11 2 2 1 12 0 6 0 0 0 47 7 18
Wolfsburg 2010–11 30 6 9 2 0 1 32 6 10
Total 30 6 9 2 0 1 0 0 0 0 0 0 32 6 10
Atlético de Madrid 2011–12 30 3 5 1 0 0 12 3 9 43 6 14
Total 30 3 5 1 0 0 12 3 9 0 0 0 43 6 14
Wolfsburg 2012–13 32 10 7 5 3 2 37 13 13
2013–14 15 3 2 3 2 1 18 5 3
Total 47 13 13 8 5 3 0 0 0 0 0 0 55 18 16
Atlético de Madrid 2013–14 13 1 1 2 0 0 4 1 0 19 2 1
Total 13 1 1 2 0 0 4 1 0 0 0 0 19 2 1
Fenerbahçe 2014–15 25 3 6 5 2 1 30 5 7
2015–16 28 2 5 7 1 1 10 0 0 45 3 6
Total 53 5 11 12 3 2 10 0 0 0 0 0 75 8 13
Flamengo 2016 17 6 4 1 0 0 18 6 4
Total 17 6 4 0 0 0 1 0 0 0 0 0 18 6 4
Total na carreira 420 102 115 41 14 13 109 27 30 14 3 0 584 149 158

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Abaixo estão listados todos jogos e gols do futebolista pela Seleção Brasileira, desde as categorias de base. Abaixo da tabela, clique em expandir para ver a lista detalhada dos jogos de acordo com a categoria selecionada.

Sub-23 (Olímpico)

Ano
Jogos Gols Assist. Média
2004 0 0 0 0
2008 6 2 0 0
Total 6 2 0 0

Seleção principal [31]

Ano
Jogos Gols Assist. Média
2003 6 2 0 0
2004 5 0 0 0
2006 1 0 0 0
2007 9 1 1 0
2008 8 1 1 0
Total 29 4 2 0

Títulos[editar | editar código-fonte]

Diego no Werder Bremen
Santos
Porto
Werder Bremen
Juventus
Atlético de Madrid
Seleção Brasileira

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Santos
Werder Bremen

Atlético de Madrid[editar | editar código-fonte]

  • Liga Europa: 2011/2012 - Máximo assistente

Referências

  1. A aposta certa, André Loffredo, Revista Placar, jul. 2003, p. 22-27
  2. «Melhores do Brasileiro recebem prêmio em São Paulo». Consultado em 16 de julho de 2012. 
  3. «Diego é eleito jogador mais criativo da Taça Libertadores». Consultado em 08 de fevereiro de 2012. 
  4. «Nos pênaltis, Porto vence Once Caldas e é campeão mundial interclubes». Consultado em 13 de dezembro de 2005. 
  5. a b «CT Meninos da Vila». Consultado em 10 de maio de 2009. 
  6. «Diego recebe elogios de Franz Beckenbauer antes de jogo contra o Bayern». Consultado em 15 de julho de 2012. 
  7. «Gol de Diego é eleito o mais bonito do W. Bremen no Alemão». Consultado em 25 de julho de 2012. 
  8. «Presidente do Werder garante permanência de Diego». Consultado em 16 de julho de 2012. 
  9. «Gols brasileiros dão ao Shakhtar Donetsk o inédito título da Copa da Uefa». Consultado em 20 de maio de 2009. 
  10. «Sem Diego não dava mesmo». Consultado em 15 de julho de 2012. 
  11. «Diego se despede do Werder com passe para gol do título da Copa da Alemanha». Consultado em 30 de maio de 2009. 
  12. «Juventus contrata Diego por 24,5 milhões de euros». Consultado em 26 de maio de 2009. 
  13. «Diego e Felipe Melo fazem golaços e garantem vitória do Juventus sobre Roma». Consultado em 10 de setembro de 2009. 
  14. «Juve vence o Milan nos pênaltis e leva Troféu Luigi Berlusconi». Consultado em 22 de agosto de 2010. 
  15. «Diego é dispensado pelo Wolfsburg por indisciplina». Consultado em 24 de junho de 2011. 
  16. «Diego volta ao Wolfsburg». Consultado em 28 de junho de 2013. 
  17. «Desejo de Simeone, Diego assina contrato e volta ao Atlético de Madrid». 
  18. «Diego marca na reestreia, e Atlético assume liderança isolada na Espanha». 
  19. «Neymar marca, Diego faz golaço, e Barça e Atlético de Madrid empatam». globoesporte.com. 
  20. «Diego rescinde com Fenerbahce e tem caminho livre para assinar com o Flamengo». ESPN. 19 de julho de 2016. Consultado em 19 de julho de 2016. 
  21. «Fim de novela: após 12 anos, Diego volta ao Brasil é o novo reforço do Fla». Globoesporte. 19 de julho de 2016. Consultado em 19 de julho de 2016. 
  22. espn.uol.com.br/ Diego supera gozação com Vasco e faz Fla bater recorde na internet
  23. pasionfutbol.com/ Diego chega ao Flamengo batendo recorde
  24. extra.globo.com/ Meia Diego vai vestir a camisa 35 no Flamengo em homenagem aos filhos
  25. extra.globo.com/ Diego vestirá a camisa 10 do Flamengo na Sul-Americana
  26. «Diego e Damião marcam, Flamengo bate o Grêmio por 2 a 1 e volta ao G-4». Globoesporte. 21 de agosto de 2016. Consultado em 21 de agosto de 2016. 
  27. «Damião e Diego voltam a marcar, e Flamengo assume vice-liderança». Globoesporte. 28 de agosto de 2016. Consultado em 28 de agosto de 2016. 
  28. espn.uol.com.br/ Com 3 jogos pelo Fla, Diego se torna o melhor passador na Sul-Americana
  29. espn.uol.com.br/ Em 3 jogos, Diego vira o "dono da bola" no Flamengo
  30. «Football : Diego» (em inglês). FootballDatabase.eu. Consultado em 20 de junho de 2015. 
  31. «Player - Diego» (em inglês). National Football Teams. Consultado em 20 de junho de 2015. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Diego Ribas da Cunha