Diretório Acadêmico Getúlio Vargas (DAGV)

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Introdução[editar | editar código-fonte]

Brasão Diretório Acadêmico Getulio Vargas (DAGV)

O Diretório Acadêmico Getulio Vargas[1][2] (www.dagv.org.br[3][4]) é o órgão de representação discente oficial da Escola de Administração de Empresas de São Paulo [5](FGV-EAESP) e da Escola de Economia de São Paulo [6](FGV-EESP). Foi fundado em 2 de maio de 1984, porém, a representação estudantil é mais antiga, datada de 1956[3], realizada através do Centro Acadêmico (CAAE), que na época representava os alunos de Administração de Empresas. A diretoria é eleita anualmente pelos alunos da graduação por meio de eleições que são realizadas sempre no fim do primeiro semestre. A formação de chapas para concorrer nas eleições é livre, havendo a realização de debates e campanhas para o esclarecimento das ideias para uma maior consciência do alunato em seu voto.

O DAGV é formado por uma Diretoria Executiva Mínima, fixada por estatuto, e por Diretorias Suplementares que são livremente criadas pelas chapas. A Diretoria Executiva Mínima, tal como consta no Estatuto[7], é formada pela Presidência, Vice-Presidências Acadêmicas (Administração de Empresas, Administração Pública e Economia), Diretoria Financeira, Diretoria de Eventos, Diretoria Cultural e Secretaria Geral.

A função da Diretoria Executiva é coordenar a atuação do DAGV e definir as diretrizes gerais de trabalho, zelando pelos interesses dos alunos e realizando eventos e serviços que promovam e integrem as diversas partes da fundação.

A Gestão SER (01/07/2017-31/06/2018) apresenta as seguintes diretorias suplementares:

  • Captação: responsável pelas parcerias firmadas com terceiros em nome do Diretório.
  • Marketing: responsável por informar e divulgar todo e qualquer evento ou ação promovida pelo DA.
  • Projetos: substitui a antiga área administrativa realizando ações e eventos, além de executar melhorias no espaço físico do DAGV.
  • Responsabilidade social: busca criar o compromisso de cada aluno com desenvolvimento social através da realização de projetos pontuais e contínuos em diversas realidades.
  • Recursos humanos: área relativamente nova cujo objetivo é o desenvolvimento de habilidades dos membros, além de ajudar na comunicação interna e na integração contínua, melhorando a organização da entidade.
  • Institucional: responsável pelo relacionamento com o alunato, entidades e outros stakeholders do DAGV, acompanhando diferentes demandas e propondo alternativas conjuntas, visando a construção de um Diretório Acadêmico mais responsivo.

História[editar | editar código-fonte]

Fundado em 1956, dois anos após a fundação da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, o Centro Acadêmico da EAESP foi criado com o intuito de representar o alunato do curso de Administração de Empresas. No ano seguinte o CAAE promove um concurso para escolher seu brasão institucional. O brasão escolhido, desenhado por Juan de Bourbon, é utilizado até hoje tanto pelo DAGV como pela EAESP.

Brasão 60 anos Diretório Acadêmico Getulio Vargas (DAGV)

"Os alunos do curso de graduação, dotados de singular criatividade, formaram um Diretório Acadêmico extremamente ativo, que teve muitas de suas reivindicações pedagógicas atendidas, tais como avaliação dos professores pelos alunos e oferta regular de disciplinas optativas, algo incomum na década de 1960. Comum nos EUA, mas novidade no Brasil, foi a criação de uma Associação de Ex-Alunos, com representação no Conselho de Administração e participante do dia a dia da Escola. A criação, em 1988, da primeira Empresa Júnior da América Latina foi também um marco da criatividade do alunado da EAESP"[8][9]

Em 1969, inicia-se o Curso de Graduação em Administração Pública na EAESP, assim, deste momento em diante o CA começa a representar ambos os cursos. Em 2 de maio de 1984, o CA é refundado como Diretório Acadêmico Getúlio Vargas. De acordo com o presidente da época, a mudança ocorreu pois o Centro Acadêmico, por regras da Fundação, não poderia ter assento no Conselho de Administração da escola. Três anos depois, é fundada a Associação Acadêmica Atlética Getulio Vargas[10], a partir da Diretoria de Esportes do DAGV, uma iniciativa dos alunos para estruturar a área esportiva com maior autonomia. Assim como a Associação Acadêmica Atlética, houve a criação da Gazeta Vargas[11], que se desvinculou institucionalmente do Diretório.

O CAAE, antes da mudança para Diretório, construiu uma trajetória política muito forte e influente. No ano de 1962, o Centro Acadêmico começa a se inserir na política estudantil ao participar do Congresso da UNE. Congresso, este, que dois anos depois foi declarado ilegal durante o regime ditatorial brasileiro e passa a atuar na clandestinidade. Anos depois, em 1977, inicia-se a reconstrução da UNE e da UEE (União Estadual dos Estudantes), com o apoio e suporte do então presidente do CAAE, Marcelo Barbieri. Durante dois anos, em 1979 e 1980, a UNE foi sediada dentro da EAESP, em uma sala dentro do Centro Acadêmico. Durante um período bastante conturbado, o CAAE foi alvo de pichações por parte do CCC (Comando de Caça ao Comunismo) e ameaçado de invasão pela polícia.

Continuando com sua trajetória política expressiva, o Centro Acadêmico é o primeiro CA a manifestar total apoio à organização das Diretas Já!, em 1983, recebendo um telegrama de Ulysses Guimarães agradecendo a tomada de posição. Quase cinco anos depois, os alunos da FGV se engajam no movimento Caras Pintadas[12], movimento estudantil que pedia o impeachment do então presidente do Brasil, Fernando Collor de Mello. Somente anos depois, o Diretório começa a se reinserir na política ao participar da FENEAD (Federação Nacional dos Estudantes de Administração) e FENEAP (Federação Nacional dos Estudantes dos Cursos do Campo de Públicas).

Mostrando sua representatividade política e cultural, durante o Circuito Universitário de Música Popular Brasileira em 1973, grandes nomes da MPB se apresentaram no Auditório da EAESP, tais como: Chico Buarque, Gonzaguinha, Elis Regina, Paulinho da Viola, Gilberto Gil e Alceu Valença. Por conta de uma das apresentações, Chico Buarque e o presidente do CAAE foram intimados a depor por desrespeito à censura.

Inicia-se em 1989 a tradição de festas universitárias na EAESP, ocorre a primeira edição da Gioconda Venuta[13][14], que começa como um churrasco de sala e viria a se tornar a mais icônica festa do meio universitário brasileiro até hoje. Anos depois, é fundada a Giovanna Prima, outra renomada festa do DAGV que foi por muito tempo referência em festas à fantasia no meio universitário.

No início dos anos 2000, houve a fundação da Escola de Direito de São Paulo (EDESP) e a fundação da Escola de Economia de São Paulo (EESP). A EDESP, que por conta da distância entre as duas Escolas, decide por criar seu próprio Centro Acadêmico [15]. Os alunos da EESP decidem aderir ao DAGV como associados.  

No segundo semestre de 2016, o Diretório Acadêmico Getulio Vargas se une ao Diretório Acadêmico Insper e um grupo de alunos da Economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e realizam um debate econômico no TUCA (Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), contando com nomes como Eduardo Suplicy, Ladislau Dowbor, Luiz Gonzaga Beluzzo, Luiz Fernando Figueiredo[16] e Vladimir Kuhl Teles[17]. O debate foi transmitido ao vivo e foi o primeiro evento a retomar a articulação do movimento estudantil não partidarizado e fora do circuito das entidades da USP.

Ainda segundo semestre de 2016, com o intuito de ampliar a politização do alunato da EAESP e EESP, e a participação no movimento estudantil, o Diretório Acadêmico Getulio Vargas ajuda a reunir outros grupos estudantis para promover um debate entre as candidatas e candidatos à prefeitura de São Paulo, evento batizado de "Universidade vai às urnas", que contou com a participação das seguintes instituições e consolidou a retomada do movimento estudantil articulado na cidade de São Paulo:[18][19]

-Centro Acadêmico XI de Agosto - Direito USP

-Centro Acadêmico Direito GV - FGV

-Centro Acadêmico João Mendes Jr. - Direito Mackenzie

-Centro Acadêmico Oswaldo Cruz - Medicina USP

-Centro Acadêmico Visconde de Cairu - FEA USP

-Centro Acadêmico Vladimir Herzog - Cásper Líbero

-Diretório Acadêmico Getulio Vargas - FGV

-Diretório Acadêmico Guerreiro Ramos e Centro Acadêmico 4 de Dezembro - ESPM

-Diretório Acadêmico Insper

-Grêmio Politécnico - POLI USP

Com a decisão da EAESP em ampliar a diversidade, tendo aumentado o número de alunos que ingressam por meio do ENEM [20]com o plano de, gradualmente, substituir o vestibular tradicional integralmente, novos desafios surgem. Entre eles, a discussão de cotas, que gerou uma polêmica muito grande após uma nota do Diretório Acadêmico Getulio Vargas se posicionando de maneira favorável à política de ação afirmativa.[21] Nesse período de transição, o conflito se torna inevitável, vindo à tona algumas pautas como o machismo, racismo e assédio sexual, culminando, em 2015 na proibição do hino da faculdade.[22] Em 2017, com a ampliação e fortalecimento dos canais de ouvidoria do Diretório Acadêmico Getulio Vargas, a maior articulação dos grupos que compõem as minorias e uma maior conscientização do alunato, há uma maior exposição dos casos problemáticos com encaminhamento dos alunos envolvidos para a comissão de ética da EAESP e também outros casos envolvendo professores da escola, para os quais foi criado uma comissão de sindicância para apurar as denúncias.[23][24][25][26]

Gestões[editar | editar código-fonte]

A representação estudantil da Fundação entre os anos de 1956 e 1984 era feita através do Centro Acadêmico (CAAE). Esse órgão era inicialmente responsável pela representação dos alunos do curso de Administração de Empresas, fato que se alterou em 1969[27] com o início do curso de Administração Pública, cujos alunos passaram a ser representados também pelo CAAE. Em 1984 o Diretório Acadêmico da Fundação Getulio Vargas substitui o CAAE, e hoje é responsável pela representação dos alunos dos cursos de Administração de Empresas, Administração Pública e Economia.

A seguir, a linhagem das chapas e respectivos presidentes, desde a fundação do DAGV

1984/1985 - Novo Tempo - Presidente: Marcelo Duarte Cavinatto

1985/1986 - Sem Mestre - Presidente: José Frederico Magalhães Braga

1986/1987 - Equipe - Presidente: Rodrigo Santos da Rocha Loures (Persona non Grata)

1987/1988 - PANE - Presidente: Ronaldo Zacarias

1988/1989 - Impacto - Presidente: José Vicente Marino[28]

1989/1990 - Ação - Presidente: André Luiz Homem de Mello Oliveira

1990/1991 - Evolução - Presidente: Paulo Sergio Credidio Cordeiro

1991/1992 - Ampliação - Presidente: Clodoaldo Pelissioni[29]

1992/1993 - Laranja Mecânica - Presidente: Guilherme Mishima Honorio[30]

1993/1994 - Pró-GV - Presidente: José Guilherme Romanini Domingos[31]

1994/1995 - Paratodos - Presidente: João Manoel Pinho de Mello

1995/1996 - Interativa - Presidente: Augusto Bezana[32]

1996/1997 - Reformatio In Melius - Presidente: Joaquim Thomé Junior[33]

1997/1998 - Inovação - Presidente: Ivan Rodrigo Rizzo e Lourenço Senne Paz

1998/1999 - Origens - Presidente: Alessandro Ranulfo Lima Nery[34]

1999/2000 - Identidade - Presidente: João Luiz Alcântara Amorim de Benevides

2000/2001 - Caráter - Presidente: Rodolfo Pelegrini

2001/2002 - Sinergia - Presidente: Camila de Assunção Appel[35]

2002/2003 - Aliança - Presidente: Renato Luiz Furquim de Mendonça

2003/2004 - Manifesto/12 - Presidente: João Carlos Falzeta Zanini[36][37]

2004/2005 - Manifesto - Presidente: Marcelo Neto Serra[38]

2005/2006 - Decisão - Presidente: Fernando Hideki Ishida Oshima[39]

2006/2007 - Atitude! - Presidente: Cassio Cavalieri Puterman[40][41]

2007/2008 - Contato - Presidente: Tiago Tadeu Bezerra

2008/2009 - IMPACTO! - Presidente: Luan Gabellini[42][43]

2009/2010 - INTERAÇÃO! - Presidente: Arthur Veloso[44]

2010/2011 - Acesso - Presidente: Caio Ochinni[45][46]

2011/2012 - Resgate - Presidente: André Salem[47]

2012/2013 - Expansão - Presidente: Julio D`Amore[48]

2013/2014 - Expansão II - Presidente: Marcelo Bronze[49][50]

2014/2015 - Expansão III - Presidente: Gabriela Novaes Brepohl[51][52]

2015/2016 - Chave - Presidente: João Vitor Bonilha[53][54]

2016/2017 - Inter - Luis Gustavo Perez Fakhouri[55][56]

2017/2018 - SER - Eduardo Junqueira Dias     

 O CAAE / DAGV já teve como presidente Eduardo Suplicy,ex-senador da Republica[57], Marcelo Barbieri, atual prefeito de Araraquara[58], Rodrigo Santos da Rocha Loures (Persona non Grata), assessor especial do presidente Michel Temer[59], José Vicente Marino, presidente da Flora[60] , Clodoaldo Pelissioni, Secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo[61],João Manoel Pinho de Mello, professor do Insper[62] , Augusto Bezana, Diretor Administrativo-Financeiro[63] da Prodesp e João Carlos Falzeta Zanini, diplomata brasileiro em Benim[64].   

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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  2. «Sobre». DAGV. Consultado em 1 de agosto de 2016 
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  4. [www.dagv.org.br «Site DAGV»] Verifique valor |url= (ajuda) 
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  8. Machline, Claude. "EAESP. Meio século de inovações na EAESP-FGV." GV-executivo 11.1: 58-61.
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  13. Tavares, Patrícia (jan/jun 2014). «ENTIDADES ESTUDANTIS: LABORATÓRIO DE PROFISSIONAIS». Revista GV Executivo. Consultado em 13 de agosto de 2016  Verifique data em: |data= (ajuda)
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