Discussão:Agostinho de Hipona

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Untitled[editar código-fonte]

Não está faltando um redirect de Santo Agostinho para esta página?

--Patrick 16:44, 29 Abr 2004 (UTC)

Está como desabiguação.Rafael, o Galvão 18:59, 12 Março 2006 (UTC)

Não me parece útil a fusão, pois existe acesso de uma entrada à outra. O artigo resultante seria exageradamente grande. lffm 04:26, 6 Junho 2006 (UTC)

Concordo com lffm, a fusão tornaria o artigo resultante muito grande. Gabbhh 19:19, 6 Junho 2006 (UTC)

Tenho outro argumento contrário à fusão. Este artigo é uma biografia. O outro é sobre uma doutrina proposta pelo biografado. Ambas devem ter ligações uma para a outra, mas não faz sentido serem fundidas. É como se fundíssemos a Teoria da Relatividade com a biografia de Einstein, a do Eletomagnetismo com a biografia de Maxwell e, assim por diante. Renato Costa 18:01, 6 Agosto 2006 (UTC)

[[Media:Example.ogg] Encontrei um texto que é atribuído a Santo Agostinho, mas sem identificação de qual obra foi retirado. Gostaria que alguém me confirmasse a autoria informando a fonte. Obrigada. S. Alves. o texto: "Eu Louvo a Dança, pois ela liberta as pessoas das coisas, unindo os dispersos em comunidade. Eu louvo a Dança que requer muito empenho, que fortalece a saúde, o espírito iluminado e transmite uma alma alada. Dança é mudança do espaço, do tempo, do perigo contínuo de dissolver-se e tornar-se somente cérebro, vontade ou sentimentos. A Dança requer o homem libertado, ondulado no equilíbrio das coisas. Por isso eu louvo a Dança. A Dança exige o homem todo ancorado em seu centro para que não se torne, pelos desejos desregrados, possesso de pessoas e coisas, e arranca-o da demonia de viver trancado em si mesmo. Oh Homem, aprende a Dançar! Caso contrário, os anjos não saberão o que fazer contigo!"

Problemas a corrigir[editar código-fonte]

Há alguns problemas aqui: "Aurélio Agostinho (em latim: Aurelius Augustinus), Agostinho de Hipona,[1] ou Santo Agostinho[2] (Tagaste, 13 de novembro de 354 — Hipona, 28 de agosto de 430), foi um bispo, escritor, teólogo, filósofo, padre e Doutor da Igreja Católica." - "Santo Agostinho" deve estar entre aspas ou entao deve dizer-se "popularmente conhecido como Santo Agostinho". - A palavra "padre", neste caso, deve ser com letra maiuscula "Padre" tal como está em "Doutor", porque não se trata do padre normal mas sim de um título "Padre da Igreja" tal como o de "Doutor da Igreja". Assim não haverá confusão para as pessoas que não sabem dessa diferêncça. Portanto, neste caso, deve ser escrito "Padre" e não "padre".

Yes check.svg Feito Tempos atrás, é verdade, mas só agora vi teu comentário. José Luiz disc 22h02min de 23 de novembro de 2010 (UTC)

Gostaria de sugerir a correção do conceito de livre-arbítrio de Agostinho.

Ele tentou conciliar a soberania de Deus com o livre-arbítrio humano. Se, por um lado, Deus for soberano e tiver o controle de tudo o que acontece, então será responsável pelo mal. Se, por outro lado, o homem tiver livre-arbítrio, então Deus não é soberano (pois algo está fora do seu controle). Mas um homem sem livre-arbítrio também não seria responsável, e a responsabilidade cairia novamente nas mãos de Deus. Como conciliar isso? Agostinho, então, definiu um conceito particular de livre-arbítrio que seria "capacidade de fazer o que se deseja", sendo que, no homem, estaria voltado apenas para o mal, em virtude da corrupção humana pelo pecado original. Em outras palavras, o homem é "livre para pecar", mas não é "livre para não pecar". Esse é um conceito diferente do que Pelágio afirmava, onde livre-arbítrio seria "capacidade de fazer diferente", ou de praticar tanto o mal quanto o bem. Resumindo, o Deus soberano teria o controle dos desejos humanos, e o homem teria o livre-arbítrio para realizar esses desejos, se quisesse, mas apenas para o mal. O conceito de livre-arbítrio de Agostinho é unilateral, portanto. Agostinho nunca atribuiu a Deus a origem do mal, mas deixou o assunto no campo dos mistérios, abstendo-se de tocar nele. Como ele não aceitava a possibilidade de auto-limitação do poder de Deus, fica difícil entender como um Deus que "seja a causa de todas as coisas" não seja responsável pelo mal em um universo onde seres humanos tem "liberdade apenas para pecar". mclopesjr@hotmail.com Referência: OLSON, R. História da Teologia Cristã. São Paulo, Editora Vida, 2001.