Discussão:Balão de papel

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==O Que Retirei==

Marco Polo[editar código-fonte]

As viagens da família e a amizade do jovem Marco Polo, com o também jovem Kublai Khan, neto de Gengis Khan, proporcionou-lhe a aprendizagem da arte dos balões. Vinte e cinco anos mais tarde, quando retornaram à Itália trouxeram aquele invento[1]. Naquela época, na China, os balões já eram lançados nos céus para reverenciar os mortos e homenagear os imperadores. Em Pequim, em 1306, foi lançado um balão por motivo da coroação do imperador chinês Fo-Kien[1].

Em 1814, a família Pita, da cidade de Betanzos na Galícia, norte da Espanha, solta um balão, de aproximadamente 30 metros, em louvor a São Roque, padroeiro da cidade, festa mantida nos anos seguintes.[2]

Balão como precussor dos projetos aeronáuticos[editar código-fonte]

Bartolomeu de Gusmão se incorporou à série das figuras que pertencem à história da humanidade, no campo das ciências com sua invenção, integrando a galeria dos notórios do mundo, com o relevo que assumiu na prioridade da navegação aérea[3].

Em dezembro de 1685, nascia na Vila de Santos, em São Paulo, o Bartolomeu Lourenço de Gusmão, que com idéias avançadas para sua época, logo se destacou. Fez os estudos primários em Santos, seguiu para o Seminário de Belém (Bahia), a fim de completar o Curso de Humanidades, vindo a filiar-se à Companhia de Jesus, sob a orientação do amigo de seu pai e fundador daquele Seminário, Padre Alexandre de Gusmão. Em 1705, com apenas 20 anos de idade, requereu à Câmara da Bahia, o privilégio para o seu primeiro invento. Era um aparelho que fazia subir a água de um riacho até uma altura de cerca de 100 metros. A água não precisaria mais ser transportada morro acima nas costas de homens ou em lombo de animais. Entre 1708 e 1709, Bartolomeu de Gusmão, já ingresso no sacerdócio, embarcou para Lisboa, capital do Império, onde aprofundaria seus conhecimentos[3]. Na Universidade de Coimbra realizou profundos estudos da Ciência Matemática, além das Ciências de Astronomia, Mecânica, Física, Química e Filologia, além do exercício da Diplomacia e da Criptografia, atendendo designação de D. João V, tendo bacharelado-se aos 5 de maio de 1720 e completado o Curso de Doutoramento da Faculdade de Canones, da Universidade de Coimbra, em 16 de junho de 1720. Foi uma bolha de sabão elevando-se ao se aproximar do ar quente ao redor da chama de uma vela que acendeu o intelecto de Gusmão para a diferença entre as densidades do ar. Um objeto mais-leve-que-o-ar poderia então voar! Em 1709, anunciou à corte que apresentaria uma "Máquina de Voar". Em 19 de abril daquele ano, recebeu autorização do Rei D. João V para demonstrar seu invento perante a Casa Real[3].Em 3 de agosto de 1709 foi realizada a primeira tentativa na Sala de Audiências do Palácio. No entanto, o pequeno balão de papel aquecido por uma chama incendiou-se antes ainda de alçar vôo. Dois dias mais tarde, uma nova tentativa deu resultado: o balão subiu cerca de 20 palmos, para verdadeiro espanto dos presentes. Assustados com a possibilidade de um incêndio, os criados do palácio se lançaram contra o engenho antes que este chegasse ao teto[3]. Três dias mais tarde, exatamente no dia 8 de agosto de 1709, foi feita a terceira experiência, agora no Pátio da Casa da Índia perante D. João V, a rainha D. Maria Anad e Habsburgo, o Núncio Cardeal Conti, o Infante D. Francisco de Portugal, o Marquês de Fonte, fidalgos e damas da Corte e outros personagens. Desta vez, sucesso absoluto. O balão ergue-se lentamente, indo cair, uma vez esgotada sua chama, no Terreiro do Paço. Havia sido construído o primeiro engenho mais-leve-que-o-ar. O Rei ficou tão impressionado com o engenho que concedeu a Gusmão o direito sobre toda e qualquer nave voadora desde então. E para todos aqueles que ousassem interferir ou copiar-lhe as idéias, a pena seria a morte[3].

O invento do Padre chamou-se Passarola, em razão de ter a forma de pássaro, crivado de multiplicados tubos, pelos quais coava o vento e a encher um bojo que lhe dava a ascensão; e, se o evento minguasse conseguia-se o mesmo efeito, mediante uma série de foles dispostos dentro da tramóia[3]. A concepção e realização do aeróstato por Bartolomeu de Gusmão, mostrou o passo gigantesco que representou sua invenção, idealização e objetivação do flutuador aerostático, donde deveria sair a aeronave, sendo corretamente considerado o Pai da Aerostação, tendo precedido em 74 anos os irmãos Montgolfier, que voaram em um balão de ar quente em 1783</ref name="fab">.


Os irmãos Montgolfier[editar código-fonte]

Joseph-Michel Montgolfier, nascido no ano de 1740, e Jacques-Étienne Montgolfier, em 1745, ambos da cidade de Annonay, Ardéche, construíram utilizando o mesmo princípio de Bartolomeu de Gusmão, o primeiro balão tripulado de sucesso no ano de 1783[4]. No dia 5 de junho de 1783, o balão que possuía 32m de circunferência e era feito de linho foi cheio com fumaça de uma fogueira de palha seca, elevou-se do chão cerca de 300 m, durante cerca de 10 minutos voando uma distância de aproximadamente 3 quilômetros. No dia 19 de setembro de 1783, perante o Rei Luís XVI e a Rainha Maria Antonieta, Joseph Montgolfier repetiu sua experiência, o balão voou por 25 minutos com dois ocupantes (Pilatre de Rozier e François Laurent) percorrendo mais ou menos 9 quilômetros.Com estas experiências realizadas, os irmãos Montgolfier descobriram os princípios básicos da navegação aérea, fato que foi fundamental para posteriores avanços na exploração da atmosfera, além disso, receberam as honras da Academia de Ciências por pesquisas que resultaram em projetos como o carneiro eletrônico e um modelo de calorímetro.Joseph Michel Montgolfier morreu no ano de 1810 e seu irmão, Jacques-Étienne Montgolfier morreu no ano de 1799[4].

Por que razão retirei?[editar código-fonte]

  • Não há nada que aponte para a história de Marco Polo e dos balões. A referência é uma "Cartilha" que diz que a fonte é a "internet"...
  • Procurei e só vejo algo parecido numa história ficcionada...
  • As referências a toda a biografia de Bartolomeu de Gusmão não deveriam estar aqui.
  • Montgolfier nada tem a ver com balões de papel, e Bartolomeu de Gusmão também só se for na experiência feita à corte.
  • de qualquer forma, fica aqui, para discussão, ou melhor opinião.

AlvoMaia (discussão) 07h44min de 27 de setembro de 2015 (UTC)

Referências anteriores[editar código-fonte]

  1. a b Cartilha do balonismo por Planeta Balão
  2. Biblioteca Artabrorum, ed. (1996). 1ª edição ed. Galícia, Espanha: Goya Estela,  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda); Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  3. a b c d e f Personalidade no FAB
  4. a b Pioneiros do AR