Discussão:Corporações de ofício

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Nada a ver essa fusão... GJVN 15:17, 28 Setembro 2006 (UTC)

Po, que coisa mais contraditória hein: "Todos aqueles que desejavam entrar na corporação deveriam ser aceitos para a função de aprendiz, que recebia salário"

"Os aprendizes não recebiam salários"

Afinal, qual que está certo? GJVN 15:23, 28 Setembro 2006 (UTC)

Acredito que:[editar código-fonte]

O mais correto é que os aprendizes não recebiam qualquer remuneração. Aliás, existia uma prestação a ser paga em pecúnia ao mestre. Assim, afirmo ser oneroso, e não apenas "não lucrativo", o patamar de aprendiz.

Acredito que quem receberia "salário" (ou alguma espécie de contrata prestão pelo serviço) seria somente o companheiro. E para completar o mestre (comparando-se a um microempresário) gozava dos lucros.


Rodrigo Tambara Marques



O aprendiz não recebia salário algum ! Tenho certeza !!!


Acredito que:[editar código-fonte]

Confirmadamente, os aprendizes não recebiam uma remuneração, mas recebiam alimento e moradia de seu mestre.

Fusão Corporações de ofício; Guilda