Discussão:Cultura Racional

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Wikipédia não é lugar de fazer PROSELITISMO RELIGIOSO[editar código-fonte]

Não se pode usar o Wikipédia para fazer propaganda de religiões, por isso evitem colocar coisas como "a verdadeira origem da humanidade", isso não tem lógica e nem base, é o tipo de afirmação baseado na crença, o que foge do escopo dessa enciclopédia.

Querer usar o Wikipédia para divulgar sua religião é rebaixá-lo, o que é uma ofensa a todos.

Como o próprio fundador da Cultura Racional admite, ela é uma religião sim, não há duvidas, basta consultar o livro 33º Vol. do Histórico, páginas 141, 142, 143, conforme citação:

Isto posto, não há o que negar quanto a isso e está correto definir a cultura racional como seita e/ou religião, independente da forma com que os adeptos da mesma a denominam. É altamente errôneo afirmar que se refere a um conjunto de livros pois nenhum livro da seita tem o nome de Cultura Racional, e sim são chamados de Universo em Desencanto, sendo que para eles já existe um verbete próprio, não haveria sentido em ter dois.

Por favor, proselitismo religioso aqui não.comentário não assinado de Usuário não informado (data/hora não informada)

ANTITESE[editar código-fonte]

Tratar a Cultura Racional como religião ou como seita é um equivoco.

Justificativa:

Tendo como base os conceitos principais Cultura, Religião e Seita, teremos aqui no Wikipédia, resumidamente:

  • Cultura: "todo aquele complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro da sociedade";
  • Religião: "é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e seus próprios valores morais."
  • Seita: "(latim secta = "secionar", "dividir", "sectar") de forma geral é um conceito complexo utilizado para grupos que professem doutrina, ideologia, sistema filosófico ou político divergentes da correspondente doutrina ou sistema dominantes."

Considerando desta forma, como esta enciclopédia busca a imparcialidade, isenção e simplicidade ao tratar de um assunto é necessário se ater ao proposto. Temos que esses 3 conceitos permitem uma infinidade de interpretações sendo praticamente impossível a neutralidade.

Se fôssemos considerar a lógica usada no texto atual (até 01/07/2016) teríamos que trazer várias versões que se contrapõem. De fato se trata de uma obra enciclopédica com 1000 livros e, um trecho que o autor usa dizer que se trata de uma religião em um determinado contexto, não pode definir toda a obra. Principalmente quando há na obra, repetidas vezes, o texto de que não se trata de uma religião, seita, doutrina ou ciência filosófica de espécie alguma.

Para assumir essa posição se faz necessário conhecer profundamente a Cultura Racional, o que não foi o caso, diante do conteúdo exposto. Para entender essa questão o único meio é a leitura avançada dos livros Universo em Desencanto que é onde está contido este conhecimento. E o posicionamento geral dos estudantes é que é um conhecimento complementar, que não é contra nada, como uma etapa após a outra. A espiritualidade expressada nas seitas e religiões não acaba nos conhecimentos nela contidos, continuam no conhecimento de Cultura Racional. Sendo o estudo dos modos e métodos racionais para interpretar as coisas de forma lógica, simples e real. O que dá equilíbrio para se viver a sua religião ou seita, independente de qual seja.

Como essa é uma ferramenta democrática, não vou fazer essas alterações no texto. Acredito que outros usuários interessados irão com o tempo fazer as devidas alterações espontaneamente, de forma natural.

Paz.

Usuário: Tone Ely (discussão) 17h48min de 3 de julho de 2016 (UTC)

Alteração da seção " Elementos da Cultura"[editar código-fonte]

Acrescentei algumas referências (à habitantes do Mundo Racional e à virtudes) para melhor compreensão do assunto e alterei a descrição anterior sobre o conceito de aperfeiçoamento do ser humano na Cultura Racional, que diverge do conceito descrito nos livros Universo em Desencanto.comentário não assinado de Usuário não informado (data/hora não informada)


Quantidade exata de publicações[editar código-fonte]

Penso ser importante, na apresentação, se especificar a quantidade exata de publicações relacionadas à Cultura Racional, contida nos Livros Universo em Desencanto: ou se especifica que são exatamente 1009 publicações, quais sejam: os 3 Volumes iniciais chamados de "Amarelões", seguidos pelos 21 Volumes da Obra Básica, mais os 21 da Réplica (prova da Obra), mais os 21 Volumes da Tréplica (comprovação da Obra), e acrescidos os 943 Volumes e Fascículos do Histórico (detalhamento dos livros anteriores), ou, então, que se mencione que são "mais de 1000 livros" ou "por volta de 1000 livros". Afirmar que a Cultura Racional consta, exatamente, de 1000 livros, não traduz a realidade, não constituindo, portanto, uma informação exata. Além disso, é importante lembrar as Obras Primas de Francisco de Assis, Elaboração que originou todos os volumes já mencionados (mais detalhes no assunto "Universo em Desencanto).

Observação: No ultimo livro, o 934 do histórico o autor afirma que é ultimo livro, finalizando então 1.000 livros.comentário não assinado de Usuário não informado (data/hora não informada)

Não é imparcial...[editar código-fonte]

Citando o trecho: "Todavia, tendo a capacidade de trazer as tais respostas prontas, por se tratar de uma obra transcendente ao saber humano, não ser contra nada, e sim, ser a favor de tudo e de todos." Creio não ser imparcial, embora para um estudante de cultura racional isto seja incontestável, para um estudante de outra doutrina não seria. Acredito que removendo isto seria o suficiente para manter o artigo como imparcial.comentário não assinado de Usuário não informado (data/hora não informada)

Réplica na questão da imparcialidade[editar código-fonte]

Trecho removido e desmarcada a opção da questão de imparcialidade do artigo.comentário não assinado de Usuário não informado (data/hora não informada)

Proselitismo religioso[editar código-fonte]

A wikipédia não é um local de proselitismo, por isso evitem de truncar o artigo para fazer propaganda.

Queiramos ou não, a Cultura Racional é uma seita, na concepção atual da palavra. Segundo o wikipédia, seita é:

Seita designa um grupo de pessoas (um movimento) que professam nova ideologia divergente daquela da(s) religião(ões) usuais que são consideradas dominantes e ou oficiais, geralmente dirigidos por líder com características de personalidade "deuses(segundo Freud)" consideradas carismáticas e/ou iluminados, mas ainda com fraco ou pouco reconhecimento geral por parte da sociedade usando da chamada demagogia. Mas, já se viu, a questão do reconhecimento é tão-apenas relativa.

A Cultura Racional reúne todos os elementos citados acima para ser classificada como seita, e essa classificação em si não traz juízo de valor, ela é neutra, como toda pesquisa científica deva ser, e é justamente esta neutralidade, longe dos proselitismo, que se busca aqui. Por favor respeitem.

comentário não assinado de Feroz Paiaguá (discussão • contrib) (data/hora não informada)

O artigo é sobre os livros. Se quiser, junte fontes e abra artigo sobre essa seita, o que não pode é continuar a vandalizar o artigo. Yanguas diz!-fiz 00h13min de 15 de agosto de 2013 (UTC)
Não entendo a objeção acima. Pelo que entendo, os livros foram publicados com nome "Universo em Desencanto: Imunização Racional"; o nome "Cultura Racional" é do movimento (auto-denominação) ou seita (denominação de estudiosos externos), cuja história vai além dos livros. A meu ver as contribuições de Feroz Paiaguá são válidas (incluindo muitas fontes, que no mínimo deveriam ser incluídas) e é descabido rotutá-las "vandalismo". --Jorge Stolfi (discussão) 14h15min de 16 de agosto de 2013 (UTC)
Eu discordo da versão de que a Cultura Racional é seita, pois se o movimento que diverge de religiões é uma seita, a ciência também seria uma seita. De acordo com o 8º livro do histórico da Cultura Racional, se trata de uma obra que aborda 41 cursos conhecidos da ciência, dentre eles Cosmologia, Astrofísica, Fisiologia, Antropologia, Sociologia, Etmologia, etc. A melhor forma então de se definir é estudando os 1000 livros. --Claudioivp (discussão) 02h08min de 20 de agosto de 2013 (UTC)

A Cultura Racional, dos livros UNIVERSO EM DESENCANTO, nao é seita e nem religião, ao contrario do que estão nos textos aqui publicados, é em favor de tudo e de todos, nao ofende e nao agride, acredito que as opnioes partiram de individuos que desconhecem verdadeiramente a CULTURA RACIONAL.

O uso do termo seita deve ser usado com cuidado, pois trata-se de termo com sentido pejorativo, acredito que deve haver uma seção que indique que alguns estudiosos do fenômeno o qualificam como seita.--Raimundo57br (discussão) 12h23min de 20 de agosto de 2013 (UTC)
"pois se o movimento que diverge de religiões é uma seita, a ciência também seria uma seita". Há outros pontos, como "geralmente dirigidos por líder com características de personalidade "deuses(segundo Freud)" consideradas carismáticas e/ou iluminados, mas ainda com fraco ou pouco reconhecimento geral por parte da sociedade" onde a ciência não se enquadra.comentário não assinado de 189.39.49.241 (discussão • contrib)
O autor da obra, Sr. Manoel, advertiu muito os estudantes quanto a essa ideia de idolatria, que isso não faz parte da Cultura Racional. Porém, no início mesmo, os estudantes estavam muito ligados às práticas espirituais e o endeusavam, como se precisassem disso para manter o estudo. Ele não era contra nada, não poderia impedir, só advertia.

Nos livros fica muito claro que a cultura é complementar. Sempre entre os estudantes se fala para não deixar sua religião para estudar a Cultura Racional, só se a pessoa realmente julgar necessário. Sr. Manoel, pela referência que tenho, foi um homem muito simples e sua missão era ditar os livros. Isso ele fez com dedicação e perfeição. Agora o restante é com quem estuda que se responsabiliza pela sua dedicação para ir entendendo como funciona o raciocínio natural. Tone Ely (discussão) 22h53min de 9 de agosto de 2016 (UTC)

Críticos do movimento[editar código-fonte]

Creio no artigo deve haver espaço para críticas ao movimento, e para dizer que Tim Maia foi adepto desse movimento.--Raimundo57br (discussão) 02h37min de 16 de agosto de 2013 (UTC)

Parcialidade[editar código-fonte]

Da forma com que o texto foi alterado, tornou-se um meio de proselitismo religioso pois inexistem críticas ou contra-ponto às afirmações.

Até a referência ao cantor Tim Maia que pertenceu ao grupo e depois se afastou dele fazendo pesadas críticas foi retirado, o que deixa o artigo ainda mais parcial.

Este artigo se refere a um movimento religioso e não a livros, os livros usados pelos adeptos da cultura racional se chamam Universo em Desencanto, com o subtítulo Imunização Racional, não há menção ao nome cultura racional.

Além disso, o presente texto apresenta informação errônea e afirmação sem base ou fundamento no que diz respeito a definição de espiritualidade

Cultura Racional, como o nome mesmo indica, não é religião (no conceito como a conhecemos - criada pela imaginação humana) e sim uma Cultura, um conjunto de conhecimentos. O fato do autor ter praticado o espititismo antes de 1935, não a classifica como religião e mesmo porque o autor fechou as portas da Tenda Espírita antes de iniciar sua obra Universo em Desencanto, indicando que a fase do espiritimo acabou em 1935. Também poe lo memso motoivo não foi psicografa e sim ditada para que pessoas devidamente escolhidas pelo autor, escrevessem e passassem para o papel. Depois o que era ditado, foi gravado em fitas magnéticas e escritas no livro. comentário não assinado de Rfolly (discussão • contrib)

Seu comentário foi feito em março e de lá pra cá o artigo já foi muito editado. Não sei definir se no estágio atual a definição é exatamente {{parcial}}, mas, há um WP:PESO indevido com esse excesso de citações. Matheus diga✍ 16h59min de 23 de agosto de 2014 (UTC)

Logomarca da Cultura Racional[editar código-fonte]

Para fins de melhoria no visual da página foi inserida a logomarca oficial da Cultura Racional. Abro esse trecho para permitir opiniões quanto a essa alteração. Tone Ely (discussão) 02h47min de 27 de junho de 2016 (UTC)

Parem de vandalizarem a página[editar código-fonte]

Aos integrantes da seita,mais uma vez insisto, Wikipédia não é lugar de fazer PROSELITISMO RELIGIOSO. Parem de ficar vandalizando a página para mostrar a visão dos crentes na doutrina.comentário não assinado de Jasonnico (discussão • contrib) (data/hora não informada)

Proteção[editar código-fonte]

Recomendo que @Jasonnico: e @Tone Ely: evitem desfazer as edições sem justificativas no sumário de edições. Este verbete tem grande potencial e a colaboração de vocês pode fazer muita diferença. Mas o maior problema é estar excessivamente baseado em fontes primárias. Sugiro também que vocês procurem WP:FC's enquanto o verbete está protegido. Vejam também o ensaio WP:RELIGIÃO. Como WP:A Wikipédia não é de papel, a ideia é sempre melhorar. Boas edições! Ixocactus (discussão) 01h17min de 19 de julho de 2016 (UTC)

Bastante providencial sua colocação @Ixocactus:, agradecido. Estudei os artigos indicados e foi esclarecedor. Desde já, o próximo passo seria fazer um levantamento de todos os problemas no texto para que possamos trabalhar a imparcialidade.
Faço um recorte no ensaio WP:RELIGIÃO:
"Deve ser aceita a existência de uma argumentação contrária devidamente fundamentada. Isso não obriga que pessoalmente concorde com tal argumentação. Deverá permitir sempre aos leitores conhecer os diferentes argumentos e seus fundamentos."
Aos poucos chegaremos a um sadio limite de imparcialidade.
Entre nós estudantes de Cultura Racional é unanime a posição de que o estudo dela é independente de religião. Vamos unir as ideias de modo que todos os colaboradores estejam contemplados em sua participação.
Salve!

Tone Ely (discussão) 23h37min de 9 de agosto de 2016 (UTC)

Unir secções "Origem" e "História"[editar código-fonte]

Temos duas secções com o mesmo conteúdo. É possível uni-las em apenas uma secção.

--Tone Ely (discussão) 01h53min de 19 de julho de 2016 (UTC)

Symbol declined.svg Discordo A seção "História" deve ser renomeada para: "Acontecimentos posteriores à publicação do Livro "Universo em Desencanto"--Raimundo57br (discussão) 02h13min de 19 de julho de 2016 (UTC)

CR não é Umbanda e nem Espiritismo[editar código-fonte]

A Cultura Racional não deriva da Umbanda. A CR nasceu num Centro Espírita chamado Tenda Espírita Francisco de Assis. Isto é um fato. Portanto, ela deriva do Espiritismo, embora não seja considerada Espiritismo, por não adotar suas práticas, mas surgiu numa Tenda Espírita e não num Centro Umbandístico.(esta informação encontra-se no 1º Fascículo da Réplica, p.11)

Outro fato: A CR em nenhum momento incentiva ou propaga práticas ritualísticas de Umbanda ou Espiritismo, ou qualquer outra religião. A CR é um meio aberto onde cada pessoa usa seu livre arbítrio da sua forma, e se há práticas religiosas nesse meio, isto é devido a livre e espontânea vontade de cada um. Não tem absolutamente nada a ver com os ensinamentos contidos nos livros da CR. É um equívoco dizer que CR tem as mesmas práticas, costumes ou ensinamentos da Umbanda ou Espiritismo. Há sim pequenas similaridades aparentes que merecem a correta explicação, porém, divergem muito no objetivo principal. Pois se CR não tem rito, não tem cerimônia, não tem despacho, oferenda, consultas, passes, amuletos, etc. Não faz sentido igualar CR com esses segmentos. A tendência de associar a CR como sendo Umbanda ou Espiritismo é um erro que precisa ser corrigido.

Correção da seção Origens: Não está de acordo dizer que um fato histórico relacionado especificamente às religiões afros ou grupos de Umbanda sirva de "contexto" para explicar a origem da CR. Isto mostra tendência desnecessária em igualar o movimento de CR com Umbanda. A origem da CR deriva do Espiritismo e surgiu com a evolução das práticas do Espiritismo. Isto está bem esclarecido no 1º fascículo da réplica logo da pag.11 em diante.

--Reiscardo (discussão) 02h19min de 12 de novembro de 2017 (UTC)

Retificação necessária da seção Doutrina A CR não originou-se da Umbanda, não é uma vertente de Umbanda, e não possui práticas da Umbanda, nem do Espiritismo como inconscientemente tenta-se mostrar. Há exageradas tentativas de comparar a CR com esses movimentos, utilizando-se de fraquíssimos fundamentos e fontes desinformadas. O primeiro ponto a ser corrigido é a respeito de “salas” para consultas espirituais espalhadas em vários locais do país, essa informação não tem relação alguma com a CR, visto que já no primeiro livro de CR o autor afirma que CR não há templos nem necessidade de frequentar lugar algum.(1ºObra, pg.7) O autor ainda deixa claro que a criação de qualquer organização, associação, grupos, reuniões ou consultas em nome da CR, não é admissível e vai contra o conhecimento de CR, tudo isso está nos livros:(18°e 19º da Réplica, 8º e 15º da Tréplica e 357º do Histórico) Por isso, é importante deixar registrado que se tais locais existiram ou existem, eles nunca fizeram parte dos ensinamentos da CR, não podendo serem associados com a CR e sim somente a quem os tenha criado. Sobre as similaridades da CR com a Umbanda no uso de roupas brancas e saudação, o texto atual precisa ser melhorado pois há nele uma tendência proposital de igualar a CR com a Umbanda apenas pelo fato da cor da vestimenta! E a saudação “salve” na CR, não é direcionada a “exus”. O texto ainda diz que a Cultura Racional é “estruturada” pela Umbanda, ou originada de “cultos” da Umbanda, e ainda, se “adequa” as práticas e costumes da Umbanda, o que é uma grande inverdade e que já foi negado em várias partes do livro exposto nesse artigo.

Assim, querer dizer que CR deriva, faz parte, é idêntica, ou segue as mesmas práticas e costumes da Umbanda, foge da realidade e vai contra a CR. A Umbanda tem suas diretrizes bem definidas em seus estatutos e códigos éticos os quais caracterizam a Umbanda como uma religião possuidora de Ritos, Cerimônias, Pontos cantados e Riscados, Templos, Tendas, Terreiros, etc. Trabalhos, passes, cultos, defumação, banhos, velas, cânticos, oferendas e vestuário apropriado, dentre outras manifestações. Sendo que absolutamente nada disto é exigido em se tratando de Cultura Racional. CR não é Umbanda! Todas as tentativas de igualar a CR com a Umbanda são meramente baseadas em suposições, de quem não conhece a fundo.

É preciso ressaltar que alguns assuntos ou ensinamentos de CR, estão sim de acordo com a Umbanda, assim como tem assuntos que estão de acordo com o espiritismo, de acordo com o Catolicismo, com o Cristianismo, de acordo com a Ciência, de acordo com as filosofias, e de acordo com várias religiões. E o fato de ter assuntos em comum não quer dizer que a CR seja, ou faça parte dessas linhas ou desses movimentos. A CR tem suas características próprias e isso deve ser respeitado.

Por favor parem com as alterações destinadas ao proselitismo religioso[editar código-fonte]

Parem de falar que a cultura racional foi a revelação de um escolhido para fundar uma nova filosofia que iria remir o ser humano, isso é o que você acredita, não é do interesse desta enciclopédia. Aqui temos que analisar o contexto e o meio que tal movimento religioso surgiu. É um absurdo falar que a cultura racional surgiu de uma tenda umbandística mas não tem nada a ver com a umbanda, isto é um tipo de afirmação incoerente do ponto de vista científico, mesmo que você acredite piamente nisto. Aqui não é lugar de propagandear sua crença, mas apenas de noticiar sua existência, contextualizando-a em seu local, período histórico e tendências. Período este, aliás, onde havia um processo de branqueamento da umbanda, reformando práticas e métodos - conforme bibliografia citada no texto principal -, para que os cultos e crenças umbandísticos fossem aceitas pela classe média carioca, composta principalmente pelos funcionários públicos, como era o caso do próprio fundador da obra, que era funcionário do Ministério das Relações Exteriores à época, se ele era o salvador ou o novo messias o problema é seu, não interessa isso do ponto de vista científico. Por favor não alterem o texto para falar que a seita surgiu por obra da revelação que um escolhido do além recebeu, aqui não é o lugar dessas afirmações. Não apaguem a contextualização histórica. E principalmente vão estudar antes de postarem besteiras, pois se estudassem saberiam que os praticantes de umbanda adotavam a denominação de espíritas para fugirem das perseguições e serem aceitos, por isso usavam o nome de Tenda Espírita, enquanto os kardecistas usam Centro Espírita. Se estudassem saberiam também que tenda era como os umbandistas denominavam suas casas térreas, enquanto palácio as casas que eram sobrados, como a própria cultura racional passou a denominar o seu local de culto quando se mudou para um sobrado em Belford Roxo, o palácio da cultura racional. Se você tem fé e acredita na cultura racional, continue assim, mas por favor não venha aqui alterar o texto para fazer proselitismo religioso.

Jasonnico.

Symbol declined.svg Discordo O usuário Jasonnico está totalmente equivocado nos seus argumentos.

Em primeiro lugar tudo o que foi acrescentado possui fontes legítimas portanto não há razão fundamentada para excluir.

2. A origem da CR foi relatada de forma precisa, conforme consta nos livros citados e também na biografia do seu fundador. A Wikipédia não condena de forma alguma fontes primárias de pesquisa, pelo contrário, elas são fundamentais base das pesquisas. Portanto, é interesse sim da Wikipédia informar aquilo que consta nas fontes primárias. Se fulano ou cicrano não acredita, o problema é outro, e ninguém tem o direito de excluir ou esconder estas informações. Ninguém pode apagar ou esconder a forma que a CR surgiu pois isto é um fato histórico, registrado e que está relatado nos livros citados. Não se trata no que esse ou aquele acredita. ( é fonte de pesquisa válida, não é crença) Está claro que sua posição é de intolerância para com a história da CR. Não é de interesse seu mas é de interesse dos bons pesquisadores. Pense nisso.

3. Temos que analisar o contexto e o meio, concordo, mas sem criar tendências fora da realidade. Sem generalizar, da forma que está.

4. CR não surgiu de "tenda umbandistica" alguma, CR surgiu na "Tenda Espírita Franscico de assis", o nome não é tenda "umbandistica" Franscisco de Assis. Mais um erro proposital e tendecioso. Sr Manoel era praticante do espiritismo conforme consta nos livros de CR. Você desconhece a realidade.

5. Não há nenhuma propaganda de crenças nos textos, porque não mostra aonde ela está? antes de editar! Esta acusação só mostra a sua forte intolerância e vontade de atacar.

6. Uma coisa é falar a realidade, outra coisa é criar tendências que saem fora da realidade inventando contextos a sua moda. Não há nada de científico nisto. Usar explicações específicas da umbanda e inserir CR no meio como se tudo fosse a mesma coisa não é estudo nem pesquisa.

7. Não há nenhuma afirmação de que fulano é ou não é verdadeiramente o "salvador" ou "enviado" ou "escolhido". Ninguém fez esta afirmação! por favor, não crie confusão. Apenas foi transcrito um trecho da história como consta na fonte citada. E isto é sim muito relevante pois faz parte do relato histórico, surgimento e origem do movimento. Então, ninguém afirmou nada, apenas citou-se a história conforme as fontes primárias. Deixa essa intolerância de lado.

8. Postar besteiras? Citar trechos de livros, fontes e ralatos para enrriquecer a página é postar besteira? Como assim? Seu julgamento é incoerente. Besteira é ficar criando e inventando suposições. Só porque alguns centros de Umbanda mudavam o nome isto não faz da CR um movimento de Umbanda, como você erroneamente tenta incutir. Isto é generalizar, não é estudar. Esta informação cabe bem na página de Umbanda, mas não em CR. Pois como já foi esclarecido: CR não possui qualquer relação com práticas de Umbanda, Não é sua vertente. Você está indo contra um fato, isto sim é besteira.

9. CR não possui nem nunca possuiu local de culto, da onde tirou mais esta informação? Isto foge mais uma vez da realidade.

10. A verdade é que não foi constatado nenhum proselitismo ou vandalismo nas alterações feitas, apenas está se mostrando informações de fontes primárias que são os livros de CR e a biografia do autor. Não tem nada a ver com crença pois a página não está impondo nada! nem pregando nada! nem cultuando nada! Está sim, mostrando o ponto de vista da CR explicado pelos próprios livros de CR. Pois se a prória CR não puder falar sobre si mesma, sobre o seu conteúdo, vai ficar alheia a opiniões e conceitos fraudulentos e parciais de quem não a conhece a fundo. Essa justificativa de proselitismo e vandalismo é incoerente e inexistente.

Com base em tudo isto, reitero que as alterações excluídas deverão ser refeitas, espero que o amigo reveja a sua intolerância que está muito forte, e expanda mais sua visão e o bom senso. Só assim poderemos fazer um bom trabalho científico, imparcial, sem falsas tendências. Inventar contextos sem base, criar falsas tendências, isto é um crime, é um ataque desnecessário por divulgar informações desconexas com a realidade. É cruciante separar a parte tendenciosa e especulativa, do que é fatual e registrado nas fontes. Minha sugestão é criar novos tópicos ou sub-tópicos para separar e definir bem estas informações. --Reiscardo (discussão) 17h58min de 17 de fevereiro de 2018 (UTC)

CR não é seita[editar código-fonte]

CR não é seita por vários motivos. Seita (latim secta = "secionar", "dividir", "sectar). Uma seita é definida basicamente como um grupo sectário ou uma divisão de pessoas que adotam e professam uma doutrina ou ideologia diferente da opinião geral. Ou ainda, uma organização de um grupo contra um meio que consideram hostil ou descrente.

Alguns elementos comuns de se encontrar numa seita são: a criação de regras, estatutos; filiação, rituais próprios; controle rígido sobre os adeptos, hierarquia de postos e lideranças; sedes, templos, casas de pregação, etc.

Com base nos fundamentos de CR, em nenhuma destas práticas e conceitos a CR se encaixa.

Primeiramente, a CR não é seita porque não sectariza, não busca dividir ou separar-se de outras doutrinas, religiões, ou opiniões dominantes. Pelo contrário, ela propõe a união. A CR é aberta a todos, na CR encontram-se pessoas de diversas ideologias.

“Esta é que é a verdadeira realidade dos últimos tempos da vida da matéria. A junção e a união fraternal Racional, a união de tudo e de todos, a harmonia de tudo e de todos. Tudo se harmonizando, tudo se unindo, todos se unindo, uma cooperação só: Racional.” (21º vol. da Obra Universo em Desencanto, pg.35).
“Está aí no mundo o Livro do conhecimento de união de todos..”(21º vol. da Obra, pg.251).

A CR não é contrária a nenhuma forma de ideologia religiosa, filosófica ou científica. É um conhecimento que agrega todas as linhas do saber, seu objetivo é unir pelo conhecimento.

“E de forma que este conhecimento é da natureza, em favor de tudo que existe. É a continuação de tudo que existe, é a continuação da ciência filosófica e científica, de todas as seitas, doutrinas e religiões.” (33º vol. do Histórico, pg.135).

A CR não é um grupo contra nada nem ninguém! Qualquer pessoa, de qualquer credo, raça, gênero ou idade, tem a liberdade para conhecer, estudar e debater sobre CR, cada um busca informações, dialoga, questiona e pesquisa da maneira que achar melhor. Não existem pré-requisitos para estudar CR, basta apenas saber ler.

“Note bem: o Conhecimento Racional é em favor de todos. Não é contra ninguém.” (1º vol. da Réplica, pg.140).
“A CULTURA RACIONAL, como encara as religiões? A vontade é livre e cada qual segue a religião que deseja; ninguém tem o direito de criticar a outra. E a CULTURA RACIONAL é em favor de todas as religiões porque a CULTURA RACIONAL é a continuação de todas elas.” (8º vol. do Histórico, pg.34,35).
“A leitura é o essencial e na leitura está o saber e é do saber que todos precisam para poderem se valer dos andamentos de tudo, em benefício de si mesmos.” (1º vol. da Obra pg.158).
“A IMUNIZAÇÃO RACIONAL está ao alcance de todos; mais fácil para aqueles que forem constantes na leitura. (1º vol. da Obra, pg.201).

CR não tem conjunto de regras, normas ou estatutos, não há doutrinação. Ela nada prega, porque respeita o livre arbítrio de cada um. Na CR não existe imposição e nem se estabelece regra de comportamento ou de vida.

“A leitura dá o conhecimento, instrui o vivente e o vivente vai vendo os efeitos cada vez mais redobrarem-se. E priva a liberdade do vivente? Em ponto nenhum! Há responsabilidade? Nenhuma! Qual é a responsabilidade se o vivente sabe tudo que precisa fazer e não fazer. É uma coisa que dá instruções para o vivente encarar como de grande utilidade sobre os pontos de vista.” (1º vol. da Obra, pg.21).
“O MUNDO RACIONAL não quer sacrifício de ninguém. Nem esforço de ninguém e sim, tudo natural, tudo dentro das possibilidades.” (32º vol. do Histórico, pg.113).

Não há filiação pois cada um estuda e pesquisa na sua casa ou onde estiver, não há necessidade de dar satisfações a ninguém. Na CR o estudo é um desenvolvimento individual. Por esse motivo, também não existem templos, sedes ou casas de pregações, grupos ou reuniões, nem tão pouco líderes para ditar aos outros.

“Todos, sem esforço, muito naturalmente, vendo dentro dos seus lares a Luz Racional, e sendo atendidos dentro dos seus lares. Não havendo necessidade de ir a lugar nenhum... Do mundo de sua origem, receberão todas as orientações precisas, onde estiverem. Portanto, não há necessidade de templos, nem sinagogas..” (1º vol. da Obra, pg.7,8).
“O RACIONAL SUPERIOR não admite reuniões de espécie alguma, casas de pregações... lugar de reuniões de espécie nenhuma... é cada um tratar de si lendo e relendo... “ (15º vol. da Tréplica, pg.82).    
“...e de forma que, o RACIONAL SUPERIOR, o MUNDO RACIONAL, proíbe qualquer  espécie  de organização, porque este conhecimento é  para a salvação da humanidade,  não é para exploração comercial...” (8º vol. da Tréplica, pg.6,7).
“O MUNDO RACIONAL não tem mensageiros de espécie algum. Não tem segundos nem terceiros.” (21º vol. do Histórico, pg.48).
“E por isso, todos serão atendidos dentro de seus lares e em todos os lugares. Os privilegiados é que criaram templos, sinagogas, casas de pregação e casas de oração. Todos são filhos de Deus e Deus está em todo lugar. E a verdadeira salvação é para todos e não para privilegiados.” (234º vol. do Histórico, pg.10).

Assim, fica claro que a palavra "seita" não é o termo mais preciso e adequado para se definir a CR.

Citações[editar código-fonte]

A quantidade de citações presentes neste artigo é uma forma de mascarar o uso de fontes primárias. Além disso, lugar de citação é no Wikiquote ou Wikisource.

Vou começar a remover as citações e conferir as fontes.

Porantim msg 08h29min de 13 de julho de 2018 (UTC)

Cultura racional não é religião[editar código-fonte]

Cultura racional não é religião, seita é nem doutrina Fabioĺaff123 (discussão) 10h31min de 6 de abril de 2019 (UTC)

Fonte? Porantim msg 12h19min de 8 de abril de 2019 (UTC)

Não existe Fundamento!!![editar código-fonte]

Em parte o autor do livro cita que o Espiritismo já cumpriu com a parte dele, sendo que Nenhuma Religião tem uma determinada hora ou momento para acabar! O mesmo autor dos livros, discorda de próprias afirmações, sendo que o mesmo já se era da ubanda. sendo assim, ele mesmo não segue uma linha de raciocínio com uma total firmeza em suas argumentações. Como pode ele mesmo ter sido de uma determinada religião e negar que ela mesma já tenha cumprido sua suposta missão? O Espiritismo do qual o autor fala se trata de religiões afrodescendentes, e não sobre a Doutrina Espirita em si. A tal ponto que a Doutrina Espírita leva como lema "Deus, Cristo e Caridade". Tem como bases da Doutrina a Ciência, a Filosofia e a Religião sendo que a mesma é uma religião Cristã, ao contrário da Cultura racional da qual nem mesmo se acredita em Deus, muito menos segue um padrão Cristão.comentário não assinado de 177.202.40.2 (discussão • contrib) 13h05min de 13 de julho de 2019‎ (UTC)

Que autor? Que livro? Que citação? Essa intervenção tem algum sentido ou foi só um amontoado desconexo de palavras sem contexto? Porantim msg 21h40min de 13 de julho de 2019 (UTC)