Discussão:Doutrina do destino manifesto

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Imagem muito ilustrativa: http://www.dominiopublico.gov.br/download/imagem/pc000182.jpg

Acham que vale a pena baixar para a WP-PT ou para a ommons?

Sendo Domínio Público poderia ser salvo no Commons.Angeloleithold 19:25, 8 Setembro 2005 (UTC)
Vale! ;-) O link pode tornar-se inválido se o governo brasileiro cair na mão de pró-norteamericanos... Cesarious disc. 23:57, 10 Setembro 2005 (UTC)

Frase do Colin[editar código-fonte]

Aquela frase citada ("O nosso objetivo com a Alca é garantir para as empresas norte-americanas o controle de um território que vai do Polo Ártico até a Antártida") é mesmo do Colin ou é invenção??? Ela me parece muito prepotente e comprometedora, ainda mais para ele estando no cargo de secretário de Estado. Será que alguém já tem alguma fonte bibliográfica dessa citação?--Giro720 00:20, 11 Setembro 2005 (UTC)

Deve ter sido invenção de grupos latino-americanos que são contra a ALCA. Realizei diversas pesquisas no Cadê e no Google, e não obtive nenhuma fonte credível que ele tenha de fato dito isto - agências de notícias ou agências governamentais, etc que seriam as primeiras interessadas no assunto. Apenas mesmo sites contra a ALCA. Resultados das minhas pesquisas podem ser encontradas aqui: [1], [2], [3], [4], [5], [6], entre outras. Além do mais, nunca ouvi ou li nada sobre esta frase em questão em qualquer mídia séria em geral - brasileira, americana ou canadense. Este comentário, ao meu ver, é parcial. Ver também wikiquote em inglês. Leslie Msg 20:51, 16 Novembro 2005 (UTC)
MINTCHURA! Veja AlCA x ALBA, Brasil escola, < http://www.brasilescola.com/geografia/alca-x-alba.htm > Até quem faz vestibular sabe disso...201.0.202.118 (discussão) 12h34min de 26 de Maio de 2008 (UTC)
Frase removida ! Estava posta em forma de citação e a fonte apontada não confirmava citações de nenhuma espécie (Não havia nenhuma frase proferida pelo Colin na Fonte citada) tornando portanto a frase uma síntese original - Uma interpretação, algo que já é proibido pela política da WP, sendo mais grave ainda quando posto como citação. 187.15.177.60 (discussão) 20h33min de 21 de abril de 2011 (UTC)

Não é invenção[editar código-fonte]

A frase foi proferida sim, e não é invenção, nem mentira.[7]Angeloleithold 21:06, 16 Novembro 2005 (UTC)

Um detalhe, eu participei do Fórum mundial, e foi tratado sobre o assunto sim.

Leslie, com o respeito que lhe tenho, lhe informo que você em suas assertivas está errado, procure, por favor verificar mais amiúde. Ler...(sic) Como disse o General Colin Powell recentemente, “o nosso objetivo com a ALCA é garantir para as empresas norte-americanas, o controle de um território que vai do Pólo Ártico até a Antártida, e livre acesso, sem nenhum obstáculo ou dificuldade, de nossos produtos, serviços, tecnologia e capital entre todo o hemisfério”. O resultado imediato da aplicação do Acordo e da liberdade total de circulação do capital, da tecnologia, e dos produtos norte-americanos é que a economia do hemisfério será dolarizada e todas as operações serão realizadas em dólar, popularizando e tirando autonomia dos governos em relação à moeda e política cambial. A soberania nacional dos países e povos estará comprometida, pois não controlarão mais o território, se marginalizará o papel dos exércitos nacionais e também do próprio estado nacional.

Os Estados Unidos buscam total liberdade para controlar a imensidade e potencialidade da biodiversidade da Amazônia, que é fonte de acumulação dos núcleos de acumulação da nova industria da biotecnologia. O Alca coloca em risco a agricultura nacional, pois seu comércio agrícola e as agroindústrias serão totalmente controladas por empresas norte-americanas, e marginalizará completamente a agricultura familiar, assim como a soberania alimentar dos povos latino-americanos, pois o controle dos alimentos e das sementes será feito por empresas estrangeiras”.

Durante o II Fórum Social Mundial esta questão esteve diretamente ligada aos debates sobre o tribunal da divida externa, assim em vários seminários e oficinas temáticas. Uma longa pauta de reuniões e manifestações dará sequência aos trabalhos , para culminar com o plebiscito durante a semana da Pátria. A constante intervenção dos juristas está sinalizada pela inserção do tema nas Oficinas Jurídicas promovidas por juízes, advogados e procuradores em Porto Alegre coordenadas pela OAB/RS e AJURIS... Py5aal 21:15, 16 Novembro 2005 (UTC) O py5aal é meu outro usuário.Angeloleithold 21:18, 16 Novembro 2005 (UTC)

O próprio site não afirma onde e quando ele disse isto, ou forneceu uma fonte credível. Não discordo do fato de que os Estados Unidos busca continuar a dominar economicamente as Américas. Mas o que está em questão é a veracidade da frase, e não do imperialismo americano. Esta frase somente é encontrada em fontes anti-ALCA, dos quais o site em questão está também incluido. Não encontras esta frase em nenhuma fonte relativamente neutra e credível de informação (noticiários) na internet, na TV ou em fontes escritas. Leslie Msg 21:32, 16 Novembro 2005 (UTC)

Leslie, estou perdendo a paciência com você. Não vou discutir garoto. A frase foi proferida e noticiada no Jornal Nacional (Globo)na época do Fórum Mundial do qual participei. EU assisti ao NOTICIÁRIO, EU OUVI A FRASE, MINHA PALAVRA BASTA!!!!!!.Tenho dito.Angeloleithold 00:10, 20 Novembro 2005 (UTC)

Não bastava dizer a fonte da frase, ao invés de fazer tempestade em copo d' água? E por que não discutir, se a veracidade da frase foi considerada duvidosa (e não foi considerada assim somente por mim, vide o comentário do Giro720 acima)? Leslie Msg 00:11, 20 Novembro 2005 (UTC)
Como sempre Leslie barrando e censurando artigos segundo seus critérios pessoais. A ditadura da wikipedia. Kodai 10:41, 20 Novembro 2005 (UTC)
"Minha palavra basta" é simplesmente a coisa mais risível e patética que vi dentre todos os vandalismos e desserviços que vi na Wikipedia. Você teria que ter uma gravação do jornal ou similar, ou pelo menos uma fonte confiável que reproduzisse a frase, acompanhada de comportamento de quem supostamente disse isso não negando tal afirmação. Não há fontes para tal sentença (A única que havia apontava para um lugar sem citações as outras acabam em 404...) e portanto não há confiabilidade nisto. A Wikipédia não é um local para a mostra de opiniões, pesquisa original e conjecturas e sim uma enciclopédia que usa fontes confiáveis externas. Leia as políticas e não ouse espalhar desinformação de novo. 187.15.177.60 (discussão) 20h44min de 21 de abril de 2011 (UTC)

Depois de longo tempo tive tempo de vir na discussão sobre o destino manifesto, de minha parte está encerrada.Angeloleithold 16:51, 14 Agosto 2006 (UTC)

Conteúdo[editar código-fonte]

Mudando de assunto, o conteúdo do artigo é muito informativo e está muito bem escrito. Mas muito do artigo simplesmente não cabe aqui:

  1. A política do Destino Manifesto limita-se exclusivamente à política de expansão norte-americana na América do Norte, não passando de uma explicação dos Estados Unidos para sua política de expansão e anexação de terras mexicanas e indígenas em direção ao oeste, através da anexação de todas as terras que estendem-se do Oceano Atlântico até o Oceano Pacífico, e do Golfo do México até o Oceano Ártico. Ou seja, limita-se à conquista forçada de terras anteriomente ocupadas pelos mexicanos e por ameríndios. O Destino Manifesto propriamente dito possui seu fim com a Compra de Gadsden de 1853, embora diversas das políticas do Manifesto tenham sido incorporadas em outras políticas imperialistas dos Estados Unidos no futuro.
  2. Não é correto misturar a política do Destino Manifesto com outras políticas imperialistas americanas que são mencionadas no artigo, como a Doutrina Monroe da década de 1820 e da política de Big Stick de Theodore Roosevelt (estas sim com o intuito de subordinar politicamente e economicamente toda a América).
  3. Posteriomente, viria a Guerra Fria, e com isto, a "necessidade de colocar os inimigos [do capitalismo] fora do continente", razão pela qual os EUA apoiaram diversos golpes de Estado em diversos países da América (bem como em outros países mundo afora).
  4. As políticas mencionadas acima (que valem atualmente não somente no continente americano como no mundo em geral), embora incorporem certas políticas do Manifesto, não podem ser consideradas parte do Destino Manifesto, uma vez que os americanos não alegaram razões divinas detrás destas políticas. Isto vale também para a abertura forçada de portos asiáticos e da submissão econômica e cultural do continente americano por parte dos EUA.

Pelas razões mencionadas acima, sugiro mover os conteúdos do artigo para outros artigos onde ficariam melhor colocados. Estes artigos seriam Doutrina Monroe, a política de Roosevelt Corollary e do Big Stick do Presidente Theodore Roosevelt (não sei a tradução correta), e especialmente um artigo próprio tratando sobre o imperialismo americano e sua história: história do imperialismo dos Estados Unidos da América - ou algo do gênero - (muito do conteúdo ficaria muito bem colocado no último), e daí, colocar aqui uma secção, um sumário, sobre o legado do Destino Manifesto na política do imperialismo americano que perdura até os dias atuais. Leslie Msg 04:10, 17 Novembro 2005 (UTC)

Leslie, não concordo. Qualquer mudança sem minha anuência será considerada vandalismo. Não pretendo uma guerra de edições, você não conhece história suficientemente para ter certeza de tuas afirmações que não estão corretas, e são parcialmente distorcidas. Você não viveu a época para saber se houve ou não houve qualquer tipo de ingerência qualquer que seja. Sugiro que vá pesquisar um pouco, mas não no Google...Angeloleithold 00:16, 20 Novembro 2005 (UTC)
Acredito que estás no momento sendo no mínimo arrogante ao discutir comigo somente na base de idade. Não estou propondo remover o conteúdo, mas sim, mover o conteúdo para outros artigos. Por sinal, baseado em seus argumentos, vivestes na época do expansionismo americano em direção a oeste para dizer o que o Destino Manifesto foi? Quais os seus motivos para não mover o dito conteúdo para outros artigos? Onde eu estou errado e distorcido? O artigo, a partir de sua primeira metade, começa a fugir completamente do principal assunto a ser tratado neste artigo - o Destino Manifesto. Estamos a tratar aqui do imperialismo americano em geral ou do Destino Manifesto propriamente dito? E, felizmente para mim, entendo o Destino Manifesto - entender não obtido através do Google, para sua informação - o suficiente para ter aberto a discussão. Leslie Msg 00:25, 20 Novembro 2005 (UTC)
Eis a definição de Destino Manifesto: As doutrinas do Destino Manifesto foram usadas explicitamente pelo governo e pela mídia norte-americana durante a década de 1840, e até a Compra de Gasden (alguns historiadores incluem a compra do Alasca também), como justificativa do expansionismo norte-americano na América do Norte. O uso destas doutrinas parou de ser usada a partir da década de 1850 - explicitamente ao menos - pelo governo e pela mídia norte-americana, até o final da década de 1880, quando foi revivida, e passou a ser usada novamente por políticos norte-americanos como uma justificativa para o expansionismo norte-americano fora das Américas. Após isto, o uso das doutrinas do Destino Manifesto pararam de serem utilizadas, ao menos explicitamente, pela mídia e por políticos em geral, embora certos especialistas acreditem que certas doutrinas do Destino Manifesto tenham desde então muito influenciado ideologias norte-americanas e doutrinas imperialistas, até os dias atuais. Ver também en:Manifest Destiny. Obrigado, Leslie Msg 02:44, 20 Novembro 2005 (UTC)
Evidente que tudo é inspirado no Destino Manifesto! Leslie deve ser americano, só pode.

Kodai 10:42, 20 Novembro 2005 (UTC) Sem comentários, quando a coisa desvia para o lado pessoal, é melhor calar. Abraços.Angeloleithold 01:37, 13 Dezembro 2005 (UTC)

Senhores, senhores ! Ao invés de levar para o lado pessoal, por que não lêem, ambos, : MONIZ BANDEIRA, Luiz Alberto. Formação do Império Americano (da guerra contra a Espanha à guerra no Iraque). São Paulo: Editora Civilização Brasileira, 1ªedição, 2005 - ISBN 8520007198 ?? Mais vale acender uma vela que clamar contra a escuridão (provérbio chinês) 201.0.202.118 (discussão) 21h04min de 25 de Maio de 2008 (UTC)

Percival Farquhar - sua opinião sobre a América Latina:[editar código-fonte]

- Os brasileiros. Assim como todos os povos tropicais, consideravam natural roubar a nação, ignorar seu bem-estar e arruinar suas florestas e seu solo.

- Salvador "é a cidade mais africana e corrupta das Américas.

Fonte: Farquhar, o último titã - Um Empreendedor Americano na América Latina. de, de Charles Gaud: Editora de Cultura: São Paulo, 2006

Não assinou...

Amigos dos ip's anônimos, assinem com 4 Tis (~) Angelo 23:38, 3 Dezembro 2006 (UTC)

750 MILHÕES de árvores derrubadas ?[editar código-fonte]

De onde saiu esse número, há alguma referência ?

O respeitado jornal O Estado de S. Paulo fala em 50 milhões de árvores derrubadas, "apenas".

Divulgar números enormes, sem comprovação, ao invés de enfatizar o artigo, desmoraliza-o.

Não assinou...Angelo 23:40, 3 Dezembro 2006 (UTC)

É verdade? Interessante! Eu encontrei isto: araucária, também conhecida como pinheiro- brasileiro ou pinheiro-do-paraná, é uma espécie muito antiga e endêmica da Mata Atlântica. Chegou a responder por mais de 40% das árvores existentes na Floresta Ombrófila Mista ou Floresta com Araucárias, que cobria originalmente em torno de 200 mil Km² do território brasileiro, principalmente nos estados do Sul e Sudeste, em regiões de clima subtropical. Só no Paraná, cobria 40% do território, em Santa Catarina, 30%, e no Rio Grande do Sul, 25%. A intensa exploração da araucária, cuja madeira é muito apreciada pela leveza e perfeição e chegou a estar no topo da lista das exportações brasileiras nas décadas de 50 e 60, levou essa espécie – e por conseqüência seu ecossistema – à beira da extinção. Hoje, restam menos de 3% de sua área original, incluindo florestas exploradas e matas em regeneração. Menos de 1% guarda as características da floresta primitiva. No Paraná, restam apenas 0,8% de remanescentes em estágio avançado de recuperação. Em Santa Catarina, esse percentual é ainda mais baixo, 0,7%. Não precisa ser inteligente, é só saber usar aritmética. Isto estava publicado no mesmo respeitado jornal O Estado de S. Paulo. Que naturalmente copiou deste endereço http://www.redemataatlantica.org.br/sos_araucarias/ucsaraucariasja.pdf que afirma que pós Farquar foram retiradas mais de 100 milhões de pinheiros... interessante...


Farquhar desmatou (ou devastou, como preferem alguns ecologistas de carteirinha) exatamante 15.894 km² (ou seja, 656.776 alqueires paulistas de terras - que foi a área que lhe foi presenteada, legalmente, pelo Governo do Brasil. Temos tradição nisso. Pois não acabamos de doar, há poucos anos, também legalmente, a Companhia Vale do Rio Doce para a Anglo-American ?

Ele não roubou nada de ninguém. O Brasil, através de seu Presidente, deu dado as terras e as árvores porque quis dar, para Farquhar dispor como muito bem entendesse, sem qualquer restrição. Deu porque quis dar (ou por que somos burros, como dizia Farquhar). Quem era Presidente, nem me lembro quem, podia dar e deu. Como o outro, era Presidente (prefiro esquecer quem), podia vender pelo preço que muito bem entendesse e vendeu, por dois mil reís de mel coado. Mas quem recebeu (ou comprou) legalmente não roubou.

Farquhar só veio ao Brasil, deixando o conforto e o aconchego de seu lar, na Pensilvânia, para faturar, e faturar bastante. Não para ensinar nossos governantes a governar ou nosso povo a escolher governantes.

Não precisa ser inteligente nem nada basta usar a aritmética: 750 milhões de araucárias não cabem em 656.776 alqueires paulistas de terras. Que eu saiba não havia jardins suspensos em Santa Catarina na ocasião.

Desculpem me intrometer,..., mas já me intrometendo... quem foi que disse que os pinheiros foram retirados somente das terras doadas? Uma Floresta com Araucárias, que cobria originalmente em torno de 200 mil Km² principalmente nos estados do Sul... Só no Paraná, cobria 40%( Diga-se de passagem, o Paraná tem uma área de 201.203 quilômetros quadrados: 2 x 4 = 8, ou 80000km2 num quilômetro quadrado cabem alguns pinheiros..., -mais de mir...heheheh, ora pois!!!-) do território, em Santa Catarina, 30%, e no Rio Grande do Sul,

25%. Uma perguntinha... o colega já viu um pinheiro alguma vez? Já entrou numa floresta de pinheiros? Pelo visto não... desconhece uma floresta de pinheiros, só para ilustrar, numa área de 10 m x 10 m de floresta de pinheiros original, é comum terem em torno de 12 pinheiros aproximadamente (consulte seus alpharrabios...). Ou 100 m2, digamos 10 pinheiros... a conta vai longe hem? carcule!ehehehehe.

aew... esse cara só pode ser americano, só pode.


Sou americano nada, sou americanófilo . Além disso sua conta está errada, este pinheiral onde cabem 10 árvores em 100m2 só pode ser um viveiro de árvores de natal, de pinheirinhos. Lá o que havia eram pinheirões. Havia imbuias de 10m de circunferência !!! (tá lá a foto dela publicada no respeitado jornal) Ocupa um espação danado, cara. Uma embuia de 10m de circunferência ocupa uma área de 8 m² da floresta, é só fazer conta e ver que não cabia tanto pinheiro. Os pinheiros também eram enormes, veja as fotos, não cabia tanto pinheiro assim. Cabia não...


Isso é EXAGERO, 750 milhões de pinheiros não cabem, de jeito nenhum, em 680 mil alqueires. Tinha também as embuias, tinha os cedros; como ia caber tanto pinheiro ?! Na minha conta, pela matemática rigorosa, Farquhar não pode ter exportado mais que 746,5 milhões de árvores. E nesse número não estão só pinheiros.

===[editar código-fonte]
Por favor assinem fica difícil saber quem escreveu o quê e dá um trabalhão ficar verificando no históricoAngelo 23:40, 3 Dezembro 2006 (UTC)

Quantidade correta[editar código-fonte]

Quem tiver a quantidade correta de pinheiros derrubados por favor edite o artigo e corrija! É simples assim!Ah sim, 5 milhões, dez, 50, não importa, o que importa é a informação correta. Angelo 23:36, 3 Dezembro 2006 (UTC)

Estou de pleno acordo. Um menciona 50 milhões de árvores derrubadas (O Estado de S. Paulo) outro fala em 750 milhões. Um dos dois está errado, o que põe em dúvida a seriedade de todo o artigo.

A área que a ferrovia recebeu em doação do governo federal era de 678.000 alqueires (paulistas) de terras.

Alguém sabe dizer ao certo quantas árvores cabiam nessa área? Senhores ecologistas ou engenheiros florestais, please...

Porque que toda a área foi devastada pela Lumber não resta dúvida. Guru2001 16:54, 4 Dezembro 2006 (UTC)

Imparcialidade?[editar código-fonte]

Estou abismado com este artigo. Eu nunca em toda a minha vida li tamanho absurdo como o que aqui se encontra. Falar que se trata de um artigo escrito por alguém de tendência a esquerda é muito pouco. Trata-se de uma monstruosidade a serviço da ingorância. Pelo amor de Deus, isto aqui é uma porcaria. Traduzam o texto da wikipédia em inglês e pronto. Dêem um pouco de dignidade ao artigo! E proibam o infeliz que escreveu ests barbaridades! - --Lecen (discussão) 18h53min de 25 de fevereiro de 2009 (UTC)

Coitadismo[editar código-fonte]

Artigo muito ruim.

Alguém já reclamou de esquerdismo doentio. Eu me considero de esquerda e quero fazer uma reclamação pior ainda: o artigo é eivado de desavergonhado coitadismo terceiro-mundista vítima de imperialismo.

Faço apenas uma observação ilustrando o que digo: se, por um lado, os golpes militares tiveram influência norte-americana, por outro foram dados, apoiados e sustentados por legítimos nacionais, que não são sequer acusados pela história contada por nós mesmos. Franceses aplicaram lição inesquecível aos colaboracionistas da Segunda Guerra.

Essa desonestidade intelectual é que, entre outras coisas nossas, nos faz coitados por nós mesmos. Seria melhor que o artigo nem existisse, é um desserviço à informação.


Coitadismo 2[editar código-fonte]

Talvez uma parte muito grande de nós, brasileiros, estejamos somente agora acordando para o o fato de que Estado, Governo, é algo que, em Democracias, pertencem solidariamente a todos os cidadãos. Que não há, em democracias como a francesa durante a segunda guerra, diferença entre povo e Estado.

De fato ao admitirmos uma elite política e se pensarmos que não somos parte dela, mas sim que essa elite é o Estado, o governo, é plausível que nos coloquemos, ou na posição de vítimas dessa elite, ou, de forma oposta mas não menos nefasta, como protegidos e abusadores do Estado. De qualquer forma, segregados e irresponsáveis pelo que acontece no âmbito político, social do nosso próprio país. Daí a pouca identificação entre as pessoas comuns e as que você chama de "legítimos nacionais". Durante a Ditadura, esses "legítimos nacionais" não tinham mesmo legitimidade para nos representar, uma por não cuidarem da "coisa" pública - eram empresários, da iniciativa privada, e outra por não terem sido eleitos. E assim não agiram de acordo com o desejo da população brasileira (caso contrário não teriam encontrado resistência, tanto popular quanto da imprensa). Portanto não eram, de fato, nem legítimos nem nacionais.

Muitos cidadãos durante a ditadura, como eu por exemplo, não eram esquerdistas nem comunistas, mas não conseguiam admitir que o Brasil não fosse politicamente uma Democracia. Legítima e nacional.

Dessa forma, não vejo coitadismo, já que coitadismo é um recurso artificial, apenas de retórica, em quem se sentia vítima tanto do poder econômico interferente de outros países quanto do poder econômico nacional: essas pessoas eram vítimas mesmo. E só agora estão deixando de ser através de participação cidadã, política. Como fizeram os franceses da resistência.

Desculpem se não assino esse texto mas não sei ainda fazê-lo. Meu login, porém, é rmlazzari. Vamos ver se funciona entre colchetes: rmlazzari

- --Rmlazzari (discussão) 01h14min de 05 de Agosto de 2012 (local)

Desserviço intelectual[editar código-fonte]

Esse artigo é um perfeito desserviço intelectual,editar opiniões na wikipédia mesmo o mais sutilmente que seja,é irregular pela regulamentação interna.

O artigo deveria ser bloqueado para edições de ips que muitas vezes agem de maneira funesta e de má fé,proponho também após isso a reformulação do artigo que está totalmente parcial.

PS:peço urgência em tal.

(Victor,SPQR. (discussão) 19h13min de 28 de setembro de 2010 (UTC))

Concordo, é mais que urgente. Como pode existir um artigo que tenha como argumento o "EU OUVI A FRASE, MINHA PALAVRA BASTA!!!!!!"? Está claro que todo esse artigo necessita de uma revisão completa, pois da forma como está serve apenas à expressão de uma paranoia cultural (que, como se vê, não agrada nem à esquerda, que quer mais objetividade), e não à exposição do conhecimento.--Leandro Deon (discussão) 12h03min de 17 de dezembro de 2010 (UTC)

Esse artigo é uma piada de mau gosto e não pode ser levado a sério, falta de fontes, uso de pontos de vista/opiniões, conjecturas mil... Lixo puro ! Desserviço mesmo, revisão urgente necessária. 187.15.177.60 (discussão) 20h11min de 21 de abril de 2011 (UTC)


novo link de referencia[editar código-fonte]

tem um link quebrado, que agora está nesse endereço http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/anos37-45/AGuerraNoBrasil/TioSam

A América para os AMERICANOS[editar código-fonte]

América para os estadunidenses está correto?? Quando se diz América para os Americanos, quer dizer que o continente americano (composto por países americanos - latinos ou nao) não deve ter interferência dos europeus. O continente pertencia aos países do continente, e só. Dizer América para os estadunienses está incorreto, já que essa não era a intenção da frase. (Americanos = EUA, Brasil, Cuba, etc) O fato de os EUA acabarem controlando o continente foi consequência e sua política do Bit Stick e de como o país ajudou em muitas independencias no continente.

Artigo não atende critérios da Wikipedia[editar código-fonte]

O artigo me parece extremamente tendencioso, em completo desacordo com os princípios do site. Qual a necessidade do uso constante de aspas e itálico com efeito irônico? Dou como exemplo o trecho:

'As principais doenças pesquisadas "humanitariamente" foram a malária e a Febre amarela. Visando "ajudar" a população'

Outro problema grave pode ser encontrado no trecho:

"Porém tomando-se o intenso interesse de grandes grupos empresariais dos Estados Unidos em expandir suas empresas, por exemplo, na China, um país de governo comunista, pode-se concluir que, na verdade a pretensão de domínio mundial dos EUA não se dá na área política mas sim na esfera econômica. Ou de outra forma, o domínio do Estado através de subjugá-lo ao poder financeiro."

Não cabe a uma enciclopédia concluir nada e sim expor informações. Caso aborde alguma teoria, é necessário que o diga claramente. Além disso, deve indicar de que fonte partiu a teoria e buscar outras teorias que tratam sobre o mesmo fenômeno.

Eu me dei ao trabalho de procurar o mesmo artigo nas línguas que conheço e notei que a versão em português destoa completamente de todas as outras línguas, o que levanta uma grave suspeita sobre a ação de grupos ideológicos na edição. Minha sugestão é que sejam cortadas as partes sem fontes confiáveis, principalmente aquelas que tratam de fatos dos séculos XX e XXI. Uma diferença bem marcante do artigo em português em relação aos outros é gastar um longo espaço em relação a esse período, quando todos os outros apontam o século XIX como época de maior influência dessas ideias.

Parcialiadade[editar código-fonte]

O artigo foge muito do seu tema. Retrata muito mais a opinião de quem escreveu as fontes do que fatos históricos ou de teóricos reais. Parece mais um panfleto "anti-imperialista" do que algo realmente educativo sobre a "doutrina do destino manifesto". Coltsfan Talk to Me 15h01min de 24 de julho de 2016 (UTC)

sobre a parcialidade do artigo[editar código-fonte]

Concordo com vocês, estava MUITO parcial, por isso retirei as partes que julguei parciais, além de retirar um monte de "sub-títulos" (não sei o nome disso na wikipedia, sou meio novo aqui) que eram exemplos forçados do destino manifesto que mal tinham 5 linhas (ele poderia ter feito uma lista com marcadores pelo menos, que daí iria ser só parcial e não feio e mal feito). Acho que é preciso melhorar o texto, só não fiz isso pq precisaria apagar QUASE TODO o texto, já que o texto inteiro foi feito com "contexto" anti-americano. É isso, espero que vocês melhorem o artigo, abraço. comentário não assinado de Discussão:Samuleta (discussão • contrib) -- Chronus (discussão) 21h22min de 24 de março de 2017 (UTC) (UTC)

Sugestão[editar código-fonte]

no texto, é usado um trecho de outro texto, que está assim: "senso de missão para redimir o Velho Mundo pelo exemplo ... gerado pelos potenciais da nova terra para a construção de um novo céu", não seria correto usar "[...]" no lugar de "..."? Há outras partes do texto assim. Já gostaria de perguntar outra coisa, texto de outro lugar tem que ser inserido em itálico, né?