Discussão:Gens

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Questão do título[editar código-fonte]

Explico primeiro que exclui aquele mini parágrafo que estava aqui porque não trazia absolutamente nada de útil ao conteúdo, na verdade falava nada com nada e só estava ocupando espaço. Sobre a questão do título, trago somente uma fonte porque estou sem tempo pra procurar por mais, mas sei que existem. Fora aquela que já estava no artigo (acho que era um dicionário), que claramente indica a etimologia de "gente" como oriundo de "gens", que é a principal questão aqui e mostra que a transcrição da terminação singular latina "s", como em Clemens ou Valens, torna-se "te" como em "Clemente" ou "Valente". Dito isso, ei a fonte: Grande enciclopédia portuguesa e brasileira Vol 26 - (...) e o nome da gente (nomen gentile).--Rena (discussão) 04h23min de 17 de julho de 2017 (UTC)

Outro detalhe, o plural de gens (se for esse o nome que vai ficar), não é gens, é "gentes". Espera-se que se olhe as declinações antes de "corrigir"--Rena (discussão) 04h27min de 17 de julho de 2017 (UTC)
Onde foi buscar essa ideia absurda de que um plural tem plural? Essa bizarria que estava no artigo obviamente foi removida de lá. Gentis (e não "gentes") é o genitivo, e não o plural. É nisso que dá andar a fazer pesquisa inédita, em vez de consultar fontes fiáveis.-- Darwin Ahoy! 04h37min de 17 de julho de 2017 (UTC)

Aconselho-o a ler o que é etimologia, para entender que a etimologia de uma palavra não é a sua definição. Quanto à fonte que apresentou, é somente uma tradução literal de nomen gentile, tal como pater gentis literalmente é "pai da gente". Existe alguma fonte que diga que a gens romana pode ser usada livremente em português como "gente"?-- Darwin Ahoy! 04h33min de 17 de julho de 2017 (UTC)

E de onde você tirou que eu estava falando do genitivo? Eu estava falando do nominativo e acusativo "gentes", basta que você leia a declinação num dicionário, aliás nosso dicionário. E outra coisa, de onde você tirou que gens é plural?--Rena (discussão) 05h04min de 17 de julho de 2017 (UTC)
A fonte já é clara quanto ao uso de "gente". Se o autor fosse usar "gens" teria usado como "nome da gens" e não "nome da gente".--Rena (discussão) 05h06min de 17 de julho de 2017 (UTC)
@Renato de carvalho ferreira: Existem ocorrências avulsas do uso de "gente" por gens, mas pelo que pesquisei esse uso não é recomendado. O caso da pluralização de gens (que eu erradamente tomei por plural) tem alguma complexidade, pois gentes tem um significado próprio na República Romana. Em todo o caso, não há como ir às fontes. Aquelas que eu retirei não têm nenhuma relação com o artigo, mas fontes é que não faltam sobre esse assunto.-- Darwin Ahoy! 12h09min de 17 de julho de 2017 (UTC)

Darwin e Rena
Há muitos anos, quando Rena desenvolvia esse e outros artigos relacionados à Roma Antiga foi questionado o uso de traduções ao português de expressões latinas, instituições romanas, topônimos que livros mais antigos usavam em latim, e que eram de conhecimento de muitos de nós. O consenso foi que se usasse em português, sempre com fontes. Pois o artigo Gente (Roma Antiga) seguia esse consenso e a fonte (retirada) dizia latim gens, gentis, conjunto de pessoas com o mesmo nome, raça, família.[1] A fonte em francês incluída pode ser mantida para enriquecer o conjunto do artigo, mas não para substituir a fonte confiável retirada ou contradizer a grafia adotada enteriormente. Pedrassani (discussão) 13h49min de 17 de julho de 2017 (UTC)

@Pedrassani: Essa fonte somente dá a etimologia de "gente", não traduz gens para gente, nem muito menos diz que esse uso é recomendado. Nenhum consenso se pode sobrepor às regras e aos pilares do projecto. O uso generalizado, pelo que tenho visto, é gens. Havendo informação em contrário, logo se vê.-- Darwin Ahoy! 13h57min de 17 de julho de 2017 (UTC)

creio @Renato de carvalho ferreira e Pedrassani: Eu estou neste momento a ampliar o artigo, se aguardarem algumas horas creio que já teremos uma base de trabalho mais sólida. O verbete pode e deve conter a única informação útil que tem nessa ligação ao Priberam, mas eu facilmente encontro uma fonte com algum estudo de filogenia, bem mais sólida que essa, para isso também, pelo que nem para isso vale a pena retornar essa fonte ao artigo.-- Darwin Ahoy! 14h01min de 17 de julho de 2017 (UTC)

Sim e não. Quando eu concordei com você no caso de Península Ibérica quando apresentaram aquela fonte da Enciclopédia Britânica eu o fiz por julgar, como você fez, que os autores daquela fonte, independente de sua fiabilidade, provavelmente não tomaram o devido cuidado com relação ao nome, algo vastamente debatido entre os lexicógrafos como constatamos em discussão. Agora, com relação a esta discussão, acho extremamente complexo essa afirmação de que você pode encontrar "algum estudo de filogenia, bem mais sólida que essa", pois dá a entender que os possíveis filógenos que você consultar tem mais cabedal pra determinar o que usa-se ou não na língua, quando temos cabedal algum (eu não tenho) pra afirmar tal coisa com relação ao Priberam ou qualquer outro dicionário, que no fim são as principais fontes que determinam na grande maioria dos casos as grafias do léxico. A fonte é muito explícita quando a utilização do termo para referir-se a conjunto de membros de uma família, e veja que outra fonte que se perdeu na remoção das citações (Michaelis), outro dicionário aliás, faz exatamente a mesma afirmação, o que indica que há precedente em ambos as versões do português do uso. E a "Grande enciclopédia portuguesa e brasileira", que tem validado também em ambos os lados da poça, tem grande credibilidade. Eu acho que são dados suficientes para se considerar na análise. Aliás, o próprio Aulete, que também estava no artigo, não traz só uma etimologia do termo como afirmado antes, ele indica que no Brasil gente (oriunda de gens) se remete a família.--Rena (discussão) 21h10min de 17 de julho de 2017 (UTC)