Discussão:Governo Lula (2023–presente)

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Partidos de Situação[editar código-fonte]

A descrição atual conta apenas com a federação Brasil da Esperança, mas caberia incluir os partidos que compõem a coligação vencedora da eleição? Pergunto pois ao longo do tempo tais partidos podem se tornar independentes ou até oposição. Mas ao mesmo tempo não contar com o PSB do vice-presidente naquele campo parece errado. Paladinum2 (discussão) 00h36min de 10 de novembro de 2022 (UTC)Responder[responder]

Acredito que devemos colocar o PSB lá. E criar uma nota de rodapé na sessão coligação indicando todos os partidos que fizeram parte da coligação de Lula na eleição de 2022. Concorda? Lucas (discussão) 21h43min de 12 de novembro de 2022 (UTC)Responder[responder]

Olá Colegas. Skyshifter, Yanguas. O título fica muito estranho ao incluir apenas o ano de início de mandato para fins de desambiguação. Se a questão é "Não sabe[r]mos quando o governo vai terminar", então creio que o certo seria Governo Lula (mandato de 2003-2007), pois essa é a duração do mandato, independentemente de qualquer imprevisto que se venha a verificar. A introdução também precisa de um toque, pois como não é o primeiro, fica estranho dizer "O governo Lula é o período da história política brasileira em que Luiz Inácio Lula da Silva exercerá a presidência da República a partir de 1.º de janeiro de 2023". De imediato não me ocorre como alterar. mas creio que algo entre parênteses resolve a questão. Rui Gabriel Correia (discussão) 08h27min de 27 de novembro de 2022 (UTC)Responder[responder]

@Rui Gabriel Correia: Não sabemos se o governo terminará em 2027, mas sabemos que vai iniciar em 2023. Quando iniciar, minha ideia é mover para "Governo Lula (2023–presente)".
Quanto à intro, só alterei o "é" para "será". Não acho que seja necessária outras alterações, pois logo depois é dito "representando seu retorno ao cargo para um terceiro mandato". Skyshifter disc. 13h34min de 27 de novembro de 2022 (UTC)Responder[responder]
Não faria mais sentido chamar de "Segundo Governo Lula" e renomear o outro artigo para "Primeiro Governo Lula"? Hans Landa 1338 (discussão) 02h38min de 29 de dezembro de 2022 (UTC)Responder[responder]
Acho muito prosaico. Skyshifter Symbol support vote.svg Concordo com "Governo Lula (2023–presente)".Assim como o Rui, também acho feio apenas o 2023 no título. --Bageense(fala) 02h55min de 29 de dezembro de 2022 (UTC)Responder[responder]
Symbol support vote.svg Concordo com Bageense e Skyshifter. Daqui a poucos dias, que se adicione um “–presente” ao aposto do artigo. RodRabelo7xe mongetá îepé! 20h15min de 29 de dezembro de 2022 (UTC)Responder[responder]
Também Symbol support vote.svg Concordo com os editores acima (acrescentar o "–presente").--Agent010 Yes? 20h48min de 29 de dezembro de 2022 (UTC)Responder[responder]
Ficaria melhor "Governo Lula (3º mandato)". Dessa forma, não precisará mudar o título. Por sinal, "Governo Lula (2003–2011)" bem que poderia ser desmembrado em dois mandatos. —Teles «mensagem ˱C L @ S˲» 00h14min de 2 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]

Li em um artigo da Wikipedia en sobre uma série que usar a fórmula "ano atual"-presente (como no caso de 2023-presente) é redundante ou meio que contraditório, pois, no caso de 2023 já é o presente. Nesse caso, apenas quando chegarmos a 2024 (e Lula se manter no poder) é que se usaria 2023-presente. Isso é apenas uma indicação (não é opinião nem voto) que pode ser levado em conta por Vossas Senhorias. SentientBall (discussão) 04h56min de 7 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]

De fato... não tinha pensado nisso. Mas ainda prefiro assim, por mera questão de estética (conforme meu comentário acima). Ademais, agora é meio tarde para mudar. Já basta de moções. Depois teríamos de corrigir um monte de afluentes, tudo de novo. --Bageense(fala) 05h36min de 7 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]

Presidente-Vice = Lula-Alckmin[editar código-fonte]

Proponho a alteração do nome do verbete para o formato Presidente-Vice = Lula-Alckmin. Idealmente o formato seria aplicado em outros artigos de governo, dando a devida evidência ao Vice-Presidente como figura de governo. JoaquimCebuano (discussão) 23h48min de 19 de dezembro de 2022 (UTC)Responder[responder]

@JoaquimCebuano: Isso implica na alteração de todos os títulos de artigos de governo, coisa que não pode ser discutida na discussão de um artigo só. Skyshifter disc. 23h59min de 19 de dezembro de 2022 (UTC)Responder[responder]
Quem foi o vice-presidente do Lula no seu primeiro governo? Talvez a maioria das pessoas não saiba. Eu mesmo não sei, ou não me lembro... só sei que foi um empresário. Portanto, deveríamos colocar o nome do cidadão lá? Acho que não. --Bageense(fala) 17h46min de 20 de dezembro de 2022 (UTC)Responder[responder]
Manter como está. O presidente é quem, em última instância, comanda o governo, devendo seu nome constar no título. E o de mais ninguém. Érico (disc.) 20h18min de 20 de dezembro de 2022 (UTC)Responder[responder]

Logotipo pode ser incluso[editar código-fonte]

De acordo com o Mídia Ninja (https://twitter.com/centralpolitcs/status/1609587973288333313?s=46&t=Bn_8gsr5W3cIWdZB5mJ9ag), o logo já foi confirmado como o

Brazilian Government's logo (Luiz Inácio Lula da Silva - 2023).svg

, que pode ser incluso na infobox do Governo. Guedes (discussão) 16h45min de 1 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]

Yes check.svg Feito, obrigado! --Bageense(fala) 16h56min de 1 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]

Seria interessante colocar a foto oficial dos Ministros deste Governo, bem como da posse, como a faixa sendo passada pelo povo.

Link das fotos oficiais

https://www.flickr.com/photos/lulaoficial/52601654008/in/photostream/


https://www.flickr.com/photos/lulaoficial/albums/72177720304893401 William Frezze (discussão) 17h06min de 4 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]

@William Frezze: Essas fotos citadas estão sob direito autoral fechado e portanto não podem ser carregadas na Wikipédia, que somente aceita fotos livres ou de domínio público. — Épico (disc)/(contrib) 14h51min de 8 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Dos ministros o máximo que consegui foi esse aqui, mas é uma solução imperfeita, considerando ser um frame de outro vídeo de licença livre e não uma imagem limpa como as do Flickr. Erick Soares3 (discussão) 10h21min de 9 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]

Ministros de Lula: milícias, peculato e orçamento secreto em benefício próprio[editar código-fonte]

Já podemos inaugurar a seção de controvérsias aqui, tal qual aconteceu na imensa seção de fatos negativos no verbete do governo anterior? Att. Marcos

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2023/01/16/daniela-do-waguinho-grafia-campanha.amp.htm

https://www.metropoles.com/colunas/guilherme-amado/ministra-do-turismo-de-lula-gastou-r-1-mi-do-fundao-em-graficas-fantasma?amp

Marcos D. Santos (discussão) 20h52min de 16 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]

Não, pois o governo Lula está bem no começo. Não há motivos pra isso ainda. O governo Bolsonaro ficou marcado por inúmeros fatos negativos, daí a grande seção de coisas não positivas Leandro M800 (discussão) 03h38min de 17 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Sério, Leandro? É por isso? Não tem a ver com parcialidade, viés político, etc.? Veja, eu só estou cobrando equidade e isonomia.
Mas e a parte do envolvimento com milícias, também não pode colocar?
https://oglobo.globo.com/google/amp/politica/noticia/2023/01/mais-um-acusado-de-chefiar-milicia-tem-conexao-com-a-ministra-do-turismo-daniela-carneiro.ghtml
https://veja.abril.com.br/politica/como-lula-se-aproximou-da-familia-de-waguinho-ligada-a-milicia/amp/
As fontes estão aí. Acredito piamente que os editores terão o mesmo empenho, rapidez e engajamento que tiveram no verbete do governo anterior. Marcos D. Santos (discussão) 03h55min de 18 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Hoje o novo governo completa 18 dias e já existem fatos negativos, é ser muito otimista para achar que não surgirão outro ao longo de 4 anos, sendo assim não vejo motivo para não haver, desde já, um tópico de controvérsias, é um artigo em evolução e o fato informado acima não seria o único negativo, dependendo de quem vê, outros como furar o teto de gastos, aumentar a quantidade de ministérios, a retirada do Brasil da Declaração Internacional contra o Aborto, são outros que podem e devem ser acrescentados. NJC (discussão) 15h08min de 18 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Obrigado, Nicolae. Comentários como o seu ainda me dão esperança de ver alguma imparcialidade por aqui. Abraços Marcos D. Santos (discussão) 16h11min de 18 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Em poucos dias já surgiram novos temas controversos, embora bem conhecidos. Gasoduto na Argentina, moeda, obras no exterior, financiamento de ditaduras, BNDES, calotes, Venezuela, Cuba, etc. Vamos aguardar para ver se a seção de controvérsias será finamente inaugurada e editada a todo vapor, tal qual acontecia no verbete do governo anterior. Abraços Marcos D. Santos (discussão) 01h34min de 25 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
"a retirada do Brasil da Declaração Internacional contra o Aborto" está longe de ser uma "controvérsia". E achei curiosa a proposta: criar uma seção de controvérsias como medida preventiva. Poderiam tentar disfarçar melhor qual é a agenda que possuem aqui. Érico (disc.) 01h38min de 25 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Concordo plenamente com você, @Érico. A retirada do Brasil da Declaração Internacional contra o Aborto está longe de ser uma "controvérsia" mesmo. Não podemos esquecer que o aborto é legalizado em muitos países, inclusive em grande parte dos países desenvolvidos e na maioria dos países da Europa. Não há controvérsia nenhuma sobre isso! É importante que sejamos imparciais, pois se trata de uma enciclopédia Leandro M800 (discussão) 01h59min de 25 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Claro, tal qual o verbete do governo anterior. Foi editado com muita, mas muita imparcialidade, né? Muito zelo, isonomia e zero militância. Basta ver as últimas edições realizadas inclusive na apresentação do artigo, pelo usuário Tetraktys. Mais de vinte edições seguidas, um verdadeiro tratado de fatos negativos com viés risível. Ninguém questionou. Marcos D. Santos (discussão)
Tudo isso que você mencionou deve ser mencionado sim, mas na seção das primeiras medidas do governo. --Bageense(fala) 01h42min de 25 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Pelo jeito alguém aí em cima precisa ler Normas de conduta, Civilidade e Não dissemine a desconfiança... Praticamente todas suas "edições" foram para atacar colaboradores voluntários do projeto, em especial o Tetraktys.--Agent010 Yes? 13h06min de 27 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Negativo. Só estou cobrando equidade. No verbete do governo anterior a seção de controvérsias era imensa e atualizada em tempo real. Atualizando:
Lula 3:
Ministra do Turismo ligada a milicianos.
Ministro da Integração condenado por peculato no STJ.
Ministro das Comunicações direcionou R$ 5 milhões do orçamento secreto para asfaltar estrada que passa em frente à sua fazenda.
https://www.estadao.com.br/politica/ministro-de-lula-usou-orcamento-secreto-para-beneficiar-a-propria-fazenda-no-maranhao/
E aí, será que eu já posso inaugurar a seção? Ou alguém se habilita? Isso não pode ser considerado “disseminação de desconfiança”. Abraços Marcos D. Santos (discussão) 13h42min de 30 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Atualização: tomei a liberdade de criar, realizando minha primeira edição na Wikipédia. Convido a todos para que participem, ajudando a atualizar e melhorar a seção. Abraços. Marcos D. Santos (discussão) 14h25min de 30 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
@Bruno G.: Eu pretendia tirar a viagem à Argentina das controvérsias. Obrigado por ter feito isso, e por ter expandido um pouco mais. --Bageense(fala) 01h00min de 31 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
A parte das críticas sobre o BNDES voltar a financiar obras, não deveria ter sido removida. O tema ainda é controverso e nebuloso, não é bem aceito e foi alvo de diversas críticas. Apenas Venezuela e Cuba nos deram um calote de mais de 3,5 bilhões. A Odebrecht devolvia parte do dinheiro como propina para o PT. Tinha fonte inserida.
Outro ponto que faltou mencionar nas controvérsias é a intenção de mudar a lei das estatais, com intuito de facilitar o loteamento de cargos. Prática que gerou muita corrupção no passado. Abraços Marcos D. Santos (discussão) 03h13min de 31 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]

Anunciar que o BNDES vai voltar a financiar obras mundo a fora é apenas uma sinalização de que a estratégia de desenvolvimento econômico será outra. Vale lembrar que o banco já financia esse tipo de operação há muitos anos e que a exportação de serviços de engenharia é prática comum em muitos países. Portanto, isto por si só não é uma controvérsia. A negligência na avaliação dos riscos do empreendimento em alguns países e o histórico de corrupção das construtoras envolvidas são possíveis problemas que fazem parte de todo um conjunto de prós e contras da política econômica. Você citou os calotes. Alguém poderia dizer que, ainda assim, o dinheiro já recebido pelo banco ultrapassa os valores desembolsados. Se um político propor uma agenda de privatizações, isto não deveria entrar nas controvérsias pelo fato de haver muita gente contra, mas sim numa seção específica das políticas econômicas. O mesmo vale para a questão da Lei das estatais, que desde o governo anterior se fala em mudanças, além de ter muita especulação no meio.

A ideia do gasoduto tem muitos desdobramentos que vão além do risco de calote. Também há questionamentos quanto a eficácia, impactos ambientais etc. Contudo, o empreendimento ainda é só uma ideia. Caso se concretize, poderá ter um artigo destacando tudo isso.- Bruno G. (D ctrib) 18h06min de 31 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]

Uma controvérsia que realmente vale a pena ser citada é a criação do departamento de apoio às comunidades terapêuticas vinculadas ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. [1] [2] [3] Young Brujah (discussão) 18h24min de 31 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]

Pode ser incluída também .- Bruno G. (D ctrib) 19h43min de 31 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Adicionei, embora de forma bem resumida. Pode ser melhor explicada. - Bruno G. (D ctrib) 23h16min de 1 de fevereiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Acredite, Bruno. A seção ficou bem leve em comparação a do governo anterior. Lá, era quase um tratado. Lula sinalizou modificar a lei das estatais, justamente a lei que protege as empresas de interferências políticas e loteamento de cargos. São mais de mil cargos em estatais que podem ser preenchidos com políticos. Um chamariz a corrupção. Inflou o número de ministérios para 37, atacou a independência do Banco Central dizendo que não tinha problema o presidente ser indicação, sendo que essas instituições precisam de independência. Sinalizou que o país pode voltar a financiar obras no exterior através do BNDES, sendo que já tomamos calotes bilionários e temos deficiência com infraestutura. Como disse, o dinheiro voltava em forma de propina para o PT. As empresas que tiveram acesso aos financiamentos facilitados para essas obras (Odebrecht e cia) são as mesmas da Lava Jato. Imagine alguém de BH vendo Caracas-VEN ter seu metrô ampliado e sua cidade a ver navios. Isso não é controverso? Lula elogiou a economia da Argentina, cuja inflação foi de 95% ano passado (depois teve a polêmica da moeda). Disse que o impeachment foi golpe (se fosse o contrário isso seria considerado ataque claro as instituições). Fora o tal “ministério da verdade”, dentre outras coisas, no mínimo, “controversas”. Citar somente essas nomeações aí, saiu muito barato.
Sugiro que leia essa reportagem para entender o assunto do BNDES: https://veja.abril.com.br/politica/lula-defende-emprestimos-a-paises-que-deram-calote-de-r-52-bi-no-brasil/
Abraços Marcos D. Santos (discussão) 06h51min de 1 de fevereiro de 2023 (UTC)Responder[responder]
Meu amigo, acho que você não tá entendento. Eu vou chegar no artigo de Michel Temer e mover a parte da Reforma Trabalhista para a seção de controvérsisas dizendo que ela "atacou o direito dos trabalhadores"? Seria mais ou menos isso. Praticamente todos esses pontos você quer colocar nas controvérsias meramente por já ter uma opinião contrária formada. Quando diz: "sendo que essas instituições precisam de independência", isto é uma opinião. Há quem pense que uma autoridade, cuja população deu um voto de confiança para comandar o país, deva sim ter poder para influenciar a política monetária, que é um dos principais pilares da condução da economia.
Claro que uma pessoa que vê uma obra sendo feita no exterior sabendo da infraestrutura precária aqui vai se revoltar. Mas as fontes que trazem essa informação também lembram que, por exemplo, apenas 1,3% dos desembolsos efetuados pelo banco vão para essas obras no exterior? (está na fonte que eu citei), ou que muitos países desenvolvidos também fazem isso?. Note que não estou entrando no mérito o governo está certo ou errado. A questão é que as polêmicas envolvendo o BNDES são muitas vezes em função de informações pela metade ou até enganosas, como aquela história da caixa-preta, e a discussão acaba sendo mais ideológica do que técnica.
Sobre Lula ter aumentado o número de ministérios para 37, já inclui. Fora das polêmicas também, por razões já supracitadas.
O segundo mês de governo tá começando agora. A essa altura, as únicas controvérsias no artigo do governo anterior eram relativas a nomeação dos ministros (tal qual ocorre aqui), uma asneira de Damares que pegou mal na comunidade LGBT e o caso Queiroz, que era uma acusação extremamente grave contra a família Bolsonaro que já vinha de anos. Aos poucos a seção vai sendo desenvolvida conforme novos fatos forem surgindo. Não precisa ter afobação. - Bruno G. (D ctrib) 23h16min de 1 de fevereiro de 2023 (UTC)Responder[responder]

Governo Lula (2023–presente)[editar código-fonte]

Coloca aí uma parte de chefes de Estado e de Governo que já vieram ao Brasil, como ontem o Chanceler alemão olaf scholz Navauny (discussão) 16h03min de 31 de janeiro de 2023 (UTC)Responder[responder]