Discussão:História da medicina

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

Caduceu e Bastão de Esculápio[editar código-fonte]

Bastão de Esculápio

Confunde-se, na cultura popular, o caduceu (duas serpentes) e o bastão de Esculápio (uma única). O caduceu é o emblema do deus Hermes, dos comerciantes e do comércio, e também das comunicações (bem como deus dos ladrões); o bastão de Esculápio é o da medicina e dos médicos. P. ex., ver http://usuarios.cultura.com.br/jmrezende/ link Símbolo da Medicina, ou a wikipedia em inglês. --Xyzt1234 (discussão) 20h03min de 29 de janeiro de 2009 (UTC)


REVER[editar código-fonte]

contudo sem destruir a lógica da página, dividindo por períodos históricos, identificando corretamente a fonte bibliográfica, selecionar partes do texto de modo lógico para fazer um ou mais verbetes


Texto a ser revisado sobre História da Medicina[editar código-fonte]

A origem da medicina é quase tão remota quanto o surgimento do homem na Terra.

As mais antigas civilizações se valiam de inúmeros meios paraalcançar a cura e esconjurara morte.

As doenças eram percebidas como símbolo do mal e aplacadas por sacerdotes, que se colocavam entre os deuses e os homens.

Na mesopotâmia, onde se regulamenta a prática médica pelo código de Hamurabi em 1700 a.C., os sacerdotes eram os detentores máximos do saber curativo.

Longe dos homens comuns e privilegiados por estarem mais próximos da divindade, julgavam conhecer melhor do que ninguém as cerim^noias mágicas que acalmavam a ira divina.

As doenças eram consideradas castigo divino; mesmo assim, porém, utilizavam-se de medicamentos fitoterápicos.

Sem conhecimento teórico sobre plantas, os homens as utiizavam com base na experiência cotidianae na observaçaão do uso que os animais faziam delas.

Na Bíbia são citados alguns medicamentos de origem vegetal como a mandrágora, os bálsamos, as gomas e algumas essências; entre os textos mais anitgos, o Talmud descreve um número de substanicas importante.

A partir dos egípcios as informaões acerca das práticas curativas se torna mais precisa. Para os egípcios a morte era um dos mais importantes aspectos da existência.

A crença na continuidade da vida terrena em outras dimensões fez com que os egípcios se tornassem muito hábeis no preparo de substâncias destinadas a conservar cadáveres. Estes deveriam chegar intactos ao reino dos mortos, acompanhados de oferendas.


Na arte médica do antigo Egito, cada órgão do corpo estava sob proteção dreta de determinado Deus, de modo que a cura era buscada atraves de orações e oferendas ao deus protetor do órgão afetado.

A medicina do egito valia-se, também, do preparo de medicamentos. A palavra qúmica deriva do nome pelo qual o egito era conhecido nos tempos antigos; ¨kemi¨que significa ¨terra vermelha¨.

No papiro ¨Ébers¨ datado de 1500 a.C., encontra-se vasta relação de medicamentos vegetais indicados para diversos males. Os egípcios faziam uso analgésico do ópio e utilizavam certos fungos com propriedades antibióticas.

Um dos mais interessantes aspectos da arte médica egípcia era utilizar substâncias importadas de várias partes do mundo, além das que eram próprias da região. Foram os egípcios os pioneiros no estabelecimento de um significativo intercâmbio de medicamentos entre diferentes culturas.

Outros povos antigos , como o hindus mostram grande colaboração ao saber médico e fitoterápico. No livro Sushurta-Samhita, há relato de setecentas plantas de uso medicinal.

Mesmo adeptos de concepções mágico-religiosasacerca das doenças, os hindus também se apoiavam em noções bastante mundanas.

Seu sistema de higiene pública era modelar: possuíam redes de esgotos, banhos públicos, poços e latrinas; tinham noções fundamentais sobre a prevenção de doenças e ficaram famosos por suas técnicas cirúrgicas, especialmente de nariz (rinoplastia).

O crime de adultério era punido com a extração do nariz,o grande número de clientes contribuiu para o aperfeiçoamento desta técnica.

Os CHINESES nos ensinaram que a a perfeita saúde depende do equilíbrio entre corpo e mente. Acreditavam (e ainda acreditam) que é fundamental curar a alma e que o organismo requer tratamento global.

Eles prescreviam medicamentos, acupuntura e exercícios físicos, essenciais para a manutenção do corpo saudável.

O maior legado das civilizações antigas para a medicina ocidental moderna está no campo do conhecimento das propriedades de cura das plantas e na importânia das medidas de higiene como fator preventivo.

A preocupação deles, todavia, centrava-se na higiene interna do corpo, nos hábitos alimentares e nas práticas de limpeza dos órgãos.

Para os GREGOS primitivos a medicina situava-se na confluência do sagrado e do profano. Segundo a mitologia grega, Apolo teria sido o inventor da arte curativa.

Seu filho, Esculápio era o deus da Medicina, simbolizado pela serpente, animal extremamente difundido na medicina mágica por representar as forças subterrâneas.

O centauro Chiron ensinou-lhe os segredos das plantas curativas e Júpiter, enciumado com seu sucesso,, matou-o. Esculápio foi então levado ao Olimpo e transformado em deus. O dom da cura estendera-se também a outros membros de sua família.

Além de sua esposa, que tinha poderes de aplacar as dores, Esculápio tinha duas filhas: Higiéia, que representava a prevenção e Panacéia, capaz de remediar todos os males.

A simbologia expressa pelos mitos demonstra que a saúde tinha dois caminhos possíveis: a higiene (ou prevenção) e o tratamento por meio de drogas.

As origens da medicina grega são semelhantes à de outros povos da antiguidade; seu desenvolvimento, porém foi ímpar,na medida em que incorporou parâmetros fundamentalmente racionais.

Privilegiados pelo intercâmbio com outras culturas e contando com grandes mestres, os gregos desenvolveram um sistema médico extremamente complexo e separado do sobrenatural – isso só foi possível graas ao contato com outras culturas.

Durante centenas de anos, os gregos relacionaram-se com diversos ambientes nas rotas comerciais entre suas colônias, do Nilo ao mar Negro; da Sicília à costa do Norte da África. Seus conhecimentos médicos circulavam e as doenças também.

Os povos acima contribuíram parao conhecimento da natomia human, pois consideravam o corpo sagrado, não podendo, por isso, ser tocado ou dissecado.

A partir do século VI a.C. a medicina começou a se libertar da aura sagrada que a envolvia. Várias escolas filosóficas e científicas datam dessa época.

O destaque maior coube à de Cnido e de Cós, pequenas iluas no Mediterrâneo.

Filho de Cós, Hipócrates (460-370 a.C.) foi o mais importante nome da medicina da Antiguidade.Lançou as bases da medicina científica, libertando-a da influência dos espíritos e das forças naturais sobrenaturais, ao procurar compreender as doenças por vias naturas. É considerado o pai da medicina.

As doenças que eram consideradas castigos enviados à Terra por deuses irados passaram a ser vistas como resultado das desordens orgânicas.

Acreditava-se que havia quatro humores (líquidos) no corpo humano: sangue, fleuma, bílis e bilis negra, que deveriam estar equilibrados em suas quantidades.

As doenças resultavam do desequilibrio destes fluidos. De acordo com hipócrates, esses humores tinham as mesmas caraterísticas dos quatro elementos essenciais do universo: ar, terra, fogo e água, ou seja: calor, frio, secura e humidade.

Os médicos que procuravam, até aquela época as doenças em algum órgão específico, passaram a se preocupar com o organismo como um todo, cujo bom funcionamento depende das partes que o constituem e do ambiente no qual se insere.

Os médicos passaram a procurar causas naturais, quase sempre climáticas, determinadas pelas estações do ano ou pela dieta alimentar. Os princípios de higiene, também, passaram a ser vistos como fundamentais para a manutenção da saúde.

A relação entre médico e paciente era central nas doutrinas hipocráticas, pois o diagnóstico dependia da observação direta dos sinais e sintomas apresentados pelo doente.

Fazer download do Manual de Etiqueta Médica do Professor Alcino Lázaro, gratuito, no link: http://www.fundacaounimed.org.br/site/uploaded_files/Unimed%20-%20Forma%C3%A7%C3%A3o%20cooper%20Volume%201.pdf

Após questinamento detalhado, o médico obsevava as secreções do paciente, seus ruídos respiratórios e temperatura corporal.

A terapêutica hipocrática valia-se da sangria, uso de mel, vinho e vinagre em quantidade moderada.

Hipocrates via o médico apenas como um colaborador da natureza, pois se esta não reagisse por si mesma, toda inteferência seria vã – Interessante ressaltar, aqui, que grande parte das doenças hoje, no século XXI é auto-limitada e os médicos devem se basear no princípio de primo non nocere (Primeiro, não prejudicar).

Hipócrates deixou como legado o código de ética médica, base do juramento médico até hoje. Nele foram traçados os princípios fudamentais da conduta do médico em relação aos pacientes.

Alguns deles: honestidade profissional, altruísmo, seriedde e segredo profissional.

Manual de ética médica atual, válido desde 13 de abril de 2010 em: http://www.crmmg.org.br/interna.php?n1=14&pagina=32

Seus ensinamentos foram levados adiante por vários discípulo, dentro os quais Claudius Galenus (130 a.c), natural de Pérgamo, na Ásia menor, foi quem mais se destacou.

Estudioso das obras de Hipócrates, Galeno acrescentou novos métodos práticos que ele mesmo desenvolvera.

Galeno foi responsável pelos maiores progressos alcançados na fisiologia e anatomia. Foi o primeiro a dissecar animais com o intuiro de estudar seus órgaos.

As conclusões que tirava dessas observações eram transferidas para a condição humana, sem maiores cuidados. Ainda assim, é considerado um dos pais da medicina científica.

O esplendor da medicina greco-romana foi ofuscado a partir da queda do império Romano e da ascensão do cristianismo como religião oficial do Estado.

Seguiu-se um processo de estagnação do conhecimento médico na europa. Mas não no mundo árabe.

Em 431, Nestor, o Patriarca de Constantinopla foi afastado da Igreja Católica no Concílio de Éfeso. Dirigiu-se ao Oriente com seus seguidores, levando tratados médicos gregos.

A Universidade Jundi Shapur, na Pérsia, acolheu o saber dos nestorianos e os tratados de hipócrates e galeno foram ali traduzidos para o siríaco e o árabe.

Por sua localização geográfica Jundi Shapur tornou-se ponto de encontro das culturas persa, grega, alexandrina, judia, chinesa e hindu. Neste ambiente tolerante a medicina pode se desenvolver e incorporar variados conhecimentos.

Quando os árabes tomaram a cidade em 636, aC universidade foi preservada – os conquistadores adotaram a escola e a tornaram seu principal centro de estudos médicos.

Dois dentre os médicos do profeta formaram-se em Jundi Shapur. Essa foi a origem do conhecimento dos grandes médicos árabes: Rhazes, Avicena e Averróis, que conheciam a medicina grega e hindu e a introduziram na Espanha durante a dominação moura, influenciando toda a medicina européia.

A medicina árabre progredia intensamente, com avanços importantes na química e na farmácia (Técnicas de destilação e cristalização, fundamentos da química atual). Alguns termos ou palavras próprias do domínio da química como Alambique, Álcool , e Elixir vieram da cultura árabe.

O conhecimento árabe penetrou a península ibérica por volta dos séculos XV e XVI, principalmente através dos judeus, então considerados os maiores detentores do saber médico árabe e greco-romano.

Possuíam o segredo das plantas curativas, alem de um grandesegredode alquimia. Em 1540, o rei dom João III criou uma cátedra destinada à leitura de Avicena, Rhazes e Averróis, enquanto o cristianismo se apegava às crenças mágicas e supersticiosas.

A decadência do Império Romano trouxe consequências nefastas à saúde pública, uma vez que acelerou a circulação e o encontro de populações, disseminando doenças.

A lepra (hanseníase), conhecidada desde a antiguidade e endêmica desde o século XI entre as camadas desfavorecidas da população, tornou-se devastadora após o retorno das Cruzadas, assim como o tifo e a varíola.

A mais grave das epidemias foi a peste negra. Trazida do Oriente, embora conhecida na Europa desde époas remotas, espalhou-se por todo o continente, assolando a europa por volta do século XIV.

Não era evidente neste período histórico que a circulação das pessoas levasse ao trânsito das doenças.

O fechado mundo medieval não havia espaço para contatos externos e os organismos tinham poucas defesas contra moléstias originárias de outras regiões. O mesmo aconteceria mais adiante com habitantes do Novo Mundo.

As verdadeiras causas da peste eram então ignoradas, o que reforçava as explicaçoes de fundo religioso. Clero e fiéis atribuíam a calamidade à ira de Deus que, insatisfeito com os pecados cometidos pelos homens, estaria lançando seus castigos sob as vestes da enfermidade.

Ora, se Deus era o responsável pelas doenças, a ele igualmente cabia a cura e os homens não deviam desafiar a ira divina.

A força dessa crença retardou o desenvolvimento da medicina científica durante toda a idade média.

O uso de medicamentos fitoterápicos não foi totalmente suprimido na terapêutica, mas seu manejo era visto com suspeita.

O Cristianismo associava o preparo de substâncias curativas à feitiçaria e às artes diabólias.

Num mundo em que real e imaginário se misturavam frequentemente, não se faziam grandes distinções entre o fabrico de filtros amorosos, de perfumes para atrair os homens e a manipulalação de plantas curativas.

Todas essas atividades eram suspeitas de contar com a ajuda do demônio.

A Santa Inquisição levou adiante o trabalho de normalização das práticas curativas. Inúmeros físicos, médicos e leigos, cujas atividades incluíam a manipulação de remédios vegetais foram por ela processados, e muitos queimados pela fogueira.

A Santa Inquisição levouadiante o trabalho de normalização das práticas curativas.Inúmeros físicos, médicos e leigos, cujas atividades incluíam a manipulação de remédios vegetais por ela processados, e por muitos queimados nas fogueiras.

A inquisição também perseguia os praticantes de Alquimia, cujo principal fundamento era a crença da pedra filosofal, substância capaz de transformar tudo em ouro.

A intorlerância da Igreja, portanto, estendia-se a todos que preconizava a virtude dos medicamentos feitos de plantas aos que sonhavam em descobrir substâncias míríficas.

O uso de medicamentos chocava a moral cristâ, pois significava a usurpação e um poder que cabia exclusivamete a Deus.

Nem mesmo os analgésicos eram tolerados e, nos momentos de dor, a Igreja recomendava aos feiéis que recoressem aos santos.

A cada santo era atribuído um poder particular de cura, numa reedição de velhas crenças.

O imaginário popular consagrou Santa Apolônia como protetora das dores de dente; Santa Brígida, das dores de cabeça; São Brás dos problemas na garganta; Santa Luzia, dos olhos; Santa Bárbara é invocada em momentos de trovoadas.

Além da invocação dos santos, aos doentes, recomendava-se o uso de relíquias, bençãos, orações, novenas, exorcismos e outros remédios celestiais.

A longa estagnação que o conhecimento médico experimento na Idade Média foi interrompida com o advento das grandes navegações. O contato com novas terras e culturas abriu uma nova era, marcadamente experimentalista.

Novas drogas, novas plantas e novos processos terapêuticos foram introduzidos no mundo europeu.

O espírito da dúvida e da curiosidade pasou a dominar os detenrores do saber.

Durante o Renascimento, o ensino baseaa-se nos dogmas dde Hipócrates e Galeno; portanto, ao propor novas alternativas de cura, o experimentalismo médico superava a própria Renascença no que ela tinha de mais conservador: o apego aos clássicos.

O acervo médico europeu recebeu importantes contribuições do Novo Mundo, enquanto a Europa impulha sua cultura e disseinva doenças letais entre os povos conquitados, assimilava deles múltimplos conhecimentos, entre eles o herbário.

Três médicos foram os principais responsáveis pela difusão desse novo saber: Garcia da Orta, Rabelais e Paracelso. Este último criticou severamente os métodos empregados pelos seguidores de Galeno, que preferiam o dogma à dúvida e à crítica e propôs o uso de remédios químicos e fitoterápicos.

Cabe ressaltar que, após um período de relaxamento da censura eclesiática, todos esses médicos foram perseguidos pela inquisição por desrespeitar os clássicos e basear suas obras em conhecimentos obtidos empiricamente (=praticamente, experimentalmente).

Aos poucos, entretanto, os conhecimentos empíricos foram ganhando relevância. A exuberante flora medicinal das terras descobertas ia sendo explorada e descrita de acordo com os padrões estabelecidos or comerciantes, médicos, aventureiros e outros que se lançavam na aventura marítima.

As plantas medicinais importadas tiveram imensa aceitação na farmacologia européia, o que estimulou enormemente o envio de médicos naturalistas para estudá-las em profundidade.

Em 1543 o governo português enviou o médico Garcia da Orta para o Orente, onde se tornou célebre por seus Colóquios dos simples sobre as oisas medicinais da ìndia, obra marcadamente experimentalista.

Além de divulgar novas drogas, a obra representou m um franco desafio à Igreja e à medicina clássica.

O Brasil dosécuo XVI não conheceu nebhum naturalista ou médico do vulto de Garcia da Orta, mas o trabalho de descriççao de nosso mundo natural foilevado adiante por homens que para cá vieram a serviço da misssão colonizadora – Nóbrega e Anchieta (da companhia de Jesus).

Foram responsáveis pela divulgação dos conhecientos da farmacologia indígena pelo mundo.

Argutos observadores da natureza, freqeuntemente se comunicavam com a Metrópole e mesmo com outros colégios jesuíticos espalhados pelo vasto império português co o fim de divulgar os segredos de uma flora a té pouco conhecida.

Paralelamente à catequese dos ídios, os jesuítas mantinham boticas de medicamentos e atendiam os doentes.

A Santa casa de misericórdia do Rio de Janeiro é um hospital, dentre muitos, originados dos jesuítas, masis especificamente dos pádres gNóbrega e Anchieta.

A presença dos inacianos na Terra de Santa Cruz proporcionou também contornos à medida européia. A partir daí, intensificou-se o intercâmbio entre habitantes de terras distantes.

Intercâmbio comercial, de hábitos, das crenças, da língua, e doenças e do saber médico.

Tornou-se possível pensar numam medicina mundial formada pela influênca de diversos povos.

O Brasil era um lugar ideal para a disseminação de doenças. É provável que os ameríndios conhecessem a hepatite a, a bouba, a encefalite e uma grande variedade de parasitoses intestinais, mas a grande parte das moléstias era desconhecida antes da chegada dos europeus.

Mesmo a sífilis, conhecida na América antes da descoberta, não foi tão devastadora nos tempos que antecederam a chegada dos europeus noNovo Mundo.

No Brasil, o conquistador foi o principal responsável pela circulação e disseminação das doenças. O sarampo, a varíola, a tuberculose e algumas doença sexualmente transmissíveis (venéreas), foram as mais graves trazias da Europa. Também da àfrica chegaram novas doenças, vindas com oes escravos.

A tragédia, felizmente, foi apenas uma das faces doe encontro entre os europeus e os americanos.

Os insumos que as novas terras trouxeram para os estudos médico-botânicos foram fundamentai para a reformulação e evoluçao de um saber até pouco tempo afeito ao experimentalismo.

Não apenas o senso de curiosidade, característico do século XVI,mas também a limitação do receituário tradicional impulsinaram intensmanete o uso de novas drogas.

As primeiras mensões que temos das plantas medicinais do Brasil remetem aos padres da Companhia de Jesus e não a médicos ou naturalistas.

Apesar de toda influencia nociva que tiveram junto às culturas indívgenas, foram eles os maiores responsáveis pela divulgação de seus conhecimentos médicos.


BIBLIOGRAFIA[editar código-fonte]

ANDRA, Helmut, Falcao C. Edgard. Americae Praeteria Eventa,Univers. De SãoPaulo, 1966


ANDRADE, Carlos Drummond de. Boitempo, in Nova Reunião, Livraria JoséOlympioEditora Pró-Memória,INL,Riode Janeiro, 1983.

ARANO, L.C. The Medieval HealthHandbok,George Braziler, New York, 1976.

GORDINHO, Margarida. Cintra. Caminhos da Medicina; Cura, Hist´roria, Doenças; Ed: Marca d´agua, 1999. São Paulo: Marca Dágua, 1999;

GORDON, Rrichard. Os grandes Desatresda Medicina, AmargaVItória. A gripe espanhola. Rio de Janeiro,Ediouro, 1997.

PISO, Guilherme.História Natural e Médica das Índias Ocidentais, Elezeverius, Amsterda,MDCLVIII.

RIBEIRO, Herval Pina. Políticas de Saúde e Assistência Médica,Associação Médica Brasileira,Rio de Janeiro, 1983.

THORWALD,Jurghen. O segredo dos médcos Antigos,melhoramentos, Sâo Paulo, 1990.

VALLE, J.R. A Farmacologia no Brasil: antecedentes e perspectivas, Academia de Ciências do Estado de São Paulo, 1978.

Inconsistências no Texto em Português[editar código-fonte]

Algumas datações, como na medicina egípcia, não estão de acordo com o texto em inglês. Por exemplo, o papiro de Edwin Smith é de 3000 AC (de acordo com a fonte "J. H. Breasted, The Edwin Smith Surgical Papyrus, University of Chicago Press, 1930" e não de 1600 AC.

Está de acordo com o artigo principal sobre o papiro de Edwin Smith e livro de bibliografia citada em português

--CostaPPPR (discussão) 11h26min de 19 de novembro de 2013 (UTC)

Exclusão da ilustração[editar código-fonte]

Também considero relevante comentar a ausência de referências às medicinas das civilizações americanas contudo as ilustrações precisam ser contextualizadas. No caso do Imperador Amarelo - há ilustrações melhores, melhor representativas do processo histórico tais como as plantas do codex asteca (Códice Badiano / Libellus de Medicinalibus Indorum Herbis) são um bom exemplo da avanço da tecnologia médico-farmacêutica asteca.

--CostaPPPR (discussão) 11h26min de 19 de novembro de 2013 (UTC)