Discussão:Língua portuguesa

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    Mapa de dialetos em Portugal[editar código-fonte]

    Por favor, vejam a discussão que comecei em Discussão:Dialetos_da_língua_portuguesa#Mapa_português, de interesse também para este arquivo. Frlara (discussão) 22h10min de 8 de julho de 2018 (UTC)Responder[responder]

    Língua materna[editar código-fonte]

    Olá a todos,

    No gráfico à direita da página o Brasil é indicado como língua materna, e isso está errado.

    A língua materna portuguesa é apenas: Portugal.

    Podem corrigir por favor?

    Obrigada

    --AS (discussão) 14h20min de 7 de janeiro de 2019 (UTC)Responder[responder]

    Desculpe-me, mas talvez tenhas entendido incorretamente o gráfico. Ele aponta os países nos quais a primeira língua (a língua aprendida da mãe) é o português. A mãe da língua portuguesa certamente é Portugal, mas o português é a língua materna de outros países (indubitavelmente é a do Brasil). 189.6.24.200 (discussão) 02h00min de 12 de janeiro de 2019 (UTC)Responder[responder]

    "O seu efeito principal foi no léxico, com a introdução de cerca oitocentas palavras através do moçárabe-lusitano"[editar código-fonte]

    De acordo com Adalberto Alves, in "Dicionario de Arabismos de Lingua Portuguesa", a influencia da Lingua Árabe, além dos seus aspetos mais evidentes, i.e., do léxico Árabe integrado diretamento na Lingua Portuguesa, deve acrescentado tudo o que foi adicionado de forma "encapotada" através da tradução de textos Árabes por eruditos Cristãos, cuja origem, "por ptreconceito religioso (...) a hierarquia da igreja queria apagar" (Alves, 2013, pag. 17).

    Deste modo, a extensão da Lingua Árabe no Portugues, que a grande maioria dos autores resume a aproximadamente 1000 substantivos, deve ser alargada a 18.073 termos, incluindo substantivos, adjetivos verbos, pronomes e interjeições (Alves, 2013, pag. 23)

    Assim, a influência da Lingua Árabe na Lingua Portuguesa é marcadamente mais intensa do que no Castelhano ou Catalão, que sendo linguas estabelecidas, então, em localizações geograficamente proximas de França, recebem diretamente a sua inflencia e anda têm um efeito tamponante no Português. Aos 18073 termos recebidos pela Lingua Portuguesa do Àrabe, correspondem cerca de 4000 recebidos pelo Castelhano.

    https://iilp.wordpress.com/2019/07/26/as-influencias-do-arabe-na-lingua-portuguesa-e-locais-portugueses-com-nomes-arabes/

    Gus Cor (discussão) 12h58min de 22 de dezembro de 2020 (UTC)Responder[responder]

    Diferenças ortográficas[editar código-fonte]

    Caro @SEPRodrigues, se você ler o artigo, poderá ver que ele está escrito na maior parte na variante portuguesa, então minha edição não violou regra alguma, eu apenas uniformizei a ortografia. Poderia por gentileza repor a minha edição? --Here(Disc.) 00h17min de 28 de outubro de 2021 (UTC)Responder[responder]

    @Hererightnow E você chegou a conclusão de que a variante dominante deveria ser PT-PT e não PT-BR com base em quê? Chronus (discussão) 06h22min de 29 de outubro de 2021 (UTC)Responder[responder]
    Com base no texto. --Here(Disc.) 13h03min de 29 de outubro de 2021 (UTC)Responder[responder]
    @Hererightnow: E o que isso significa? Ainda mais se a maior parte do conteúdo está em PT-BR. Sua edição foi precipitada. Chronus (discussão) 13h58min de 29 de outubro de 2021 (UTC)Responder[responder]

    Referências[editar código-fonte]

    JMagalhães, adicionei referências que atestam “última flor do Lácio”. Antes de retirar novamente, argumente aqui, pois estou evocando WP:STATUS (o trecho já está no artigo há mais de 18 anos, vide 21362]). No mais, cadê a referenciação da “língua de Camões”? Tá me cheirando a pesquisa inédita, hein. RodRabelo7xe mongetá îepé 10h22min de 13 de outubro de 2022 (UTC)Responder[responder]

    Para começar, o que você alega ser o "status quo" é um trecho sem qualquer verificabilidade. Quer "evocar" como válidas versões da página que violam as regras? Não me parece. Discutir versões não verificáveis está fora de questão. Portanto, o que está aqui a ser discutida é a validade da sua edição e das fontes que você trouxe para amparar a sua edição.
    1. Eu não duvido que haja quem use a expressão "a última flor do Lácio" para se referir poeticamente à língua portuguesa. Mas formas de a definir poeticamente há muitas. A questão aqui é provar que essa expressão é amplamente usada na lusofonia, a tal ponto que se justifique a sua inclusão na introdução do artigo, e não uma coisa de uso residual.
    2. As suas fontes apenas provam que a expressão é ocasionalmente usada. Não provam que é amplamente usada e conhecida na lusofonia.
    3. Você colocou em pé de igualdade as expressões "língua de Camões" e "a última flor do Lácio", com a alegação falaciosa de que se uma está na introdução, a outra também tem que estar. Só que o uso não é equivalente. Para se ter uma ideia da drástica diferença de uso e de escala, "língua de Camões" retorna 218.000 resultados e é amplamente usada por instituições, associações culturais e órgãos do governo de Portugal, Brasil e PALOPs, sendo até título de exposições e documentários. Já a expressão "a última flor do Lácio" retorna apenas 12.000 resultados e grande parte deles são referentes ao poema em si. A expressão também não parece ter qualquer uso fora do Brasil.
    Dito isto, eu não tenho objeções a que a expressão figure no corpo do artigo, a par de outras definições poéticas de outros autores. Mas não tem amplo uso que justifique a sua presença na introdução. JMagalhães (discussão) 11h51min de 13 de outubro de 2022 (UTC)Responder[responder]

    1. Está escrito “usada”, não “amplamente usada”, ou algo assim. Não use espantalhos em sua argumentação. O mero atestamento de sua existência parece-me justificar sua inclusão, e o fato de estar no artigo há 18 anos também. Se quer retirar, busque consenso. 2. Vide 1. 3. Ignoro-o. Resultados de Google não dizem nada com nada — estão longe de serem confiáveis —, como muito bem exposto repetidamente em inúmeras discussões. 4. O que quer dizer com amplo uso? A partir de 12 000+1? A partir de um número arbitrário qualquer que surgiu magicamente em sua mente? 12 000 resultados está ótimo para mim. RodRabelo7xe mongetá îepé 13h04min de 13 de outubro de 2022 (UTC)Responder[responder]

    Para começar, não é preciso consenso nenhum para retirar trechos que violam as regras. O que estamos a discutir aqui é a sua edição (texto e fontes). Em segundo, interpretações poéticas há milhares delas. Vamos pôr todas na introdução? Algum uso pode justificar a sua inclusão no artigo numa secção destinada a definições poéticas. Mas a expressão não tem amplo uso, reconhecimento, impacto na lusofonia que justifique fazer parte da introdução, nem as fontes que você trouxe sugerem esse amplo uso. JMagalhães (discussão) 13h13min de 13 de outubro de 2022 (UTC)Responder[responder]
    Yes check.svg Feito, adicionei referências fiáveis, incluindo aí um renomado historiador, que mais do que comprovam esta afirmação, que consta no texto: “O português é conhecido como (…) ‘a última flor do Lácio’ (expressão usada no soneto Língua Portuguesa, do escritor brasileiro Olavo Bilac).”
    Alguma objeção? RodRabelo7xe mongetá îepé 23h49min de 13 de outubro de 2022 (UTC)Responder[responder]
    Em tempo, ao pesquisar-se “conhecida como a língua de Camões”, retornam-se 8 530 resultados. Quando se faz o mesmo com “conhecida como a última flor do Lácio”, retornam-se 4 610. Parece-me que, embora uma seja mais conhecida do que a outra, a diferença em termos absolutos é mínima; se uma é citada, a outra também o deve ser. (E, ao procurar-se por “muito conhecido como língua de Camões”, ou por “muito conhecida como língua de Camões”, nada é retornado.) RodRabelo7xe mongetá îepé 00h05min de 14 de outubro de 2022 (UTC)Responder[responder]
    Não sei que resultados são esses. Para "conhecido/a como língua de Camões" há um total de 20.000 resultados. E "conhecido como a última flor do Lácio" são 1560 resultados. De resto, toda a sua argumentação se baseia em duas falácias: 1) whataboutismo em relação ao termo "língua de Camões"; 2) continua a insistir em provar a existência da expressão, quando isso já foi provado e o que está a ser questionado é se tem ou não amplo uso para se justificar fazer parte da introdução. Eu já dei a justificação de porque não deve estar. Volto a perguntar: mesmo que a expressão exista, qual a justificação para estar na introdução? JMagalhães (discussão) 08h55min de 14 de outubro de 2022 (UTC)Responder[responder]

    Symbol comment vote.svg Comentário Eh… relendo com mais calma o que eu escrevi às 13h04min, ficou bem ríspido mesmo. Não vou tentar justificar porque não é justificável, mas peço-lhe perdão por qualquer impressão negativa que possa ter deixado transparecer. Abraços. RodRabelo7xe mongetá îepé 05h51min de 14 de outubro de 2022 (UTC)Responder[responder]