Discussão:Olavo de Carvalho

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Nuvola apps kedit.svgEtapas passadas por este artigo
Data Processo Resultado
15 de fevereiro de 2011 Proposição para eliminação ?
8 de maio de 2016 Proposição para eliminação Mantida

No Dicionário (wiki-pt): Filósofo[editar código-fonte]

fi.ló.so.fo  masculino

  1 aquele que estuda ou desenvolve a filosofia:
  2 sábio, ilustrado, pensador;
  3 (coloquial) excêntrico;
  4 o que vive indiferente às regras e preconceitos sociais.

Pelos critérios 2, 3 e 4, podemos classificar muitas pessoas com "filósofos"!!!!!! FONTE: https://pt.wiktionary.org/wiki/fil%C3%B3sofo. 185.66.195.23 (discussão) 22h31min de 5 de janeiro de 2019 (UTC)

O único que cabe por aqui é o primeiro. E o biografado não cabe na descrição. Dornicke (discussão) 16h04min de 12 de fevereiro de 2019 (UTC)

Para mim, que desde que nasci aprendi o português, os quatro critérios estao corretos. Se eu tivesse nascido chinês ou japonês, por exemplo, poderia pensar que apenas o primeiro critério é o correto. Porém, nasci para ler e escrever em Português.2A03:2260:115:200:9097:5CBB:A2BC:8C93 (discussão) 15h37min de 18 de fevereiro de 2019 (UTC)

Já existe uma discussão a respeito, e evitem interpretações pessoais de fontes que não citam o biografado. Saturnalia0 (discussão) 16h48min de 18 de fevereiro de 2019 (UTC)

O fato de já existir uma discussão a respeito não impede a comunidade de seguir debatendo o tema, até porque ele segue sendo controverso. A questão não é as definições estarem incorretas. Elas estão certas. Mas pra nós não importam definições que sejam relativas ao sentido figurado, conotativo, do termo "filósofo". O único que nos cabe para caracterizar titularidade ou profissão é o primeiro. Serguei é excêntrico, nem por isso vamos dizer na biografia dele que "Serguei é filósofo". Dornicke (discussão) 21h39min de 18 de fevereiro de 2019 (UTC)
Dornicke A única coisa que importa é o que fontes fiáveis dizem sobre o briogafado, todo o resto é palpite de editores. Isso já foi levantado na discussão anterior, e pontos novos podem ser concatenados naquela sessão ao invés de iniciar uma nova. Saturnalia0 (discussão) 22h42min de 18 de fevereiro de 2019 (UTC)
O fato de ter sido levantado não quer dizer que tenhamos concordado. Não houve consenso algum. E eu discordo que "a única coisa que importa é o que as fontes fiáveis dizem". Dornicke (discussão) 22h52min de 18 de fevereiro de 2019 (UTC)
Sinta-se a vontade para editar em local em que importe a opinião pessoal dos autores, como num blogue. Saturnalia0 (discussão) 23h08min de 18 de fevereiro de 2019 (UTC)
Idem, Saturnalia0. Só não sei o que o seu conselho tem a ver com o assunto. Se você não tem nada a acrescentar a respeito do que está sendo debatido, acho que você pode ignorar a discussão. Ninguém aqui falou em "opinião pessoal de autores" ou blogues além de você. Eu não vou debater espantalhos criados pela sua própria cabeça. O assunto que eu estou debatendo não tem absolutamente nada a ver com o que você está falando. Nem sequer de forma marginal ou incidental. Dornicke (discussão) 23h10min de 18 de fevereiro de 2019 (UTC)

Alcunha filosofo e jornalista.[editar código-fonte]

Gostaria de reabrir a discussão sobre os termos "FILOSOFO" E "JORNALISTA" na biografia do Pro.Olavo. Discordo profundamente dos colegas que dizem que Olavo não é filosofo ou jornalista, e irei justificar o motivo. Primeiro, a questão dele ser jornalista, em 2009 o Supremo Tribunal Federal decidiu que não é necessário diploma para ser jornalista, portanto, como o Olavo trabalhou em diversos jornais como jornalista ele de fato é jornalista. Segundo, a questão do filosofo. Definição de filosofo: "que ou quem ama a sabedoria, movido pela consciência lúcida da ignorância inerente à condição humana. que ou quem investiga os princípios, fundamentos ou essências da realidade circundante, seja numa perspectiva imanente, seja propugnando causas e explicações transcendentes, transcendentais ou metafísicas.". Vale lembrar também que diversos filosofos concordam que para ser filosofo não é necessário diploma de filosofia. Portanto, concluo que o Pro.Olavo de Carvalho é filosofo tanto quanto jornalista. --Aquila Leite (discussão) 06h19min de 3 de março de 2019 (UTC)

Essa é a quarta sessão sobre o mesmo assunto, por favor utilize as acima. Saturnalia0 (discussão) 13h18min de 3 de março de 2019 (UTC)

Discurso de ódio na introdução[editar código-fonte]

Ixocactus A introdução serve para resumir o conteúdo do artigo, não para adicionar aleatoriamente críticas ao biografado. Há uma fonte válida referenciando o conteúdo, é verdade, por isso eu movi para o corpo do artigo, não apaguei. Todavia, é apenas uma fonte, de um autor. Sim, é um estudo, mas nada indica amplo reconhecimento como no texto que você escreveu, daí atribuição aos autores do estudo - ao contrário do artigo Jair Bolsonaro, em que você fez a mesma edição e eu não desfiz nem movi para o corpo do artigo, pois já havia outras menções de discurso de ódio cobertas por outras fontes, portanto a introdução é um resumo adequado. Aqui não. Por favor, desfaça sua edição contestada aqui (WP:STATUSQUO), lembro-lhe que o artigo está sob WP:1RR. Saturnalia0 (discussão) 13h02min de 5 de março de 2019 (UTC)

@Ixocactus: Você violou a regra de uma reversão imposta a esta página (Wikipédia:Guerra_de_edições#Como_funciona_na_prática: "Para o cômputo das 3 reversões, deve-se considerar também a edição controversa", o que também se aplica, por extensão, aqui). Por favor, discuta com seus colegas, apresente argumentos, se possível também apresentando o trecho da fonte que diz especificamente que ele é conhecido por discurso de ódio. Obrigado.—Pórokhov Порох 18h52min de 6 de março de 2019 (UTC)

A introdução é um resumo do conteúdo do artigo e o artigo deve refletir a natureza do seu objeto. Esse é o maior problema por aqui. O artigo trata um ideólogo/teórico da conspiração como se fosse um grande pensador. Dornicke (discussão) 21h09min de 8 de março de 2019 (UTC)

Concordo com o Saturnalia quanto a necessidade de se respeitar o status quo, mas também concordo com a edição do Ixocactus. Que possamos debater o assunto de forma adequada. Érico (disc.) 03h02min de 9 de março de 2019 (UTC)

Érico, debatemos, então. Você acha que o trecho é um resumo adequado de qual parte do artigo? Como mencionei, no artigo de Bolsonaro onde foi citado o mesmo estudo era mencionado na seção de controversas diversas vezes o dito discurso de ódio do biografado daquele artigo, portanto o trecho providencia à introdução um sumário adequado dessa parte do artigo. Aqui, o que sumariza? Dito isso, você acha ainda que há peso suficiente para adicionar à introdução, e, mais importante em meu ver, para afirmar "é reconhecido por"? Foi citado apenas um artigo afirmando isso, cujo próprio link mostra não haver nenhuma referência cruzada. Sim, é uma fonte válida, mas me parece que eleva-la à introdução lhe dá peso indevido. Aguardo suas considerações. Saturnalia0 (discussão) 03h14min de 9 de março de 2019 (UTC)
Estava vendo o histórico do artigo. Há reclamações sobre a leitura en rose dos fatos desde pelo menos 2007. O artigo não reflete a verdadeira natureza do objeto. Ele trata Olavo como um acadêmico. Olavo nunca pisou na academia. Esse artigo é uma falsificação da realidade sendo utilizado como ferramenta de construção e consolidação de pós-verdades. Se nós não admitimos artigos corroborando que a Terra é plana, que as vacinas causam autismo, que fumar faz bem, que gravidade não existe, que a Pepsi adoça refrigerantes com fetos abortados, que o Sol gira em torno da Terra, porque tratamos como acadêmico sério e respeitado um dos principais vetores dessas teorias da conspiração? Como é possível não informar na introdução que Olavo de Carvalho é um difusor de pseudo-cientificismo, fake news e teorias conspiratórias marginais? Ao contrário, passamos o verniz de pseudo-cientificismo o chamando de "filósofo"? Repito: somos uma enciclopédia e temos SIM que ter muito cuidado com o que difundimos. Não podemos deixar que o projeto seja usado para isso. Dornicke (discussão) 20h06min de 9 de março de 2019 (UTC)
Essa seção trata da menção de discurso de ódio na introdução. Você já comentou de maneira superficial que não gosta de outros aspectos da introdução, e, agora, de aspectos não relacionados no artigo. Sugiro criar uma nova seção para debater esses pontos, ou simplesmente expandir o artigo com fontes reputadas que repercutam o que você cita. Havendo discordâncias discute-se aqui, senão não é preciso mais nada. Aí sim, discutir a inclusão desse conteúdo na introdução. Saturnalia0 (discussão) 20h25min de 9 de março de 2019 (UTC)
Prefiro discutir primeiro pra evitar que alguém saia pedindo bloqueios indevidos por disputas editoriais. Dornicke (discussão) 21h02min de 9 de março de 2019 (UTC)
Continue com provocações e discussão alheia à sessão que tenho certeza que o colega que deu a negativa perceberá o erro de avaliação. Saturnalia0 (discussão) 21h26min de 9 de março de 2019 (UTC)
O assunto abordado é o artigo. Há uma seção aberta sobre mudanças na introdução e eu estou informando quais mudanças são necessárias, sob a minha perspectiva. Foque nisso, não em criticar decisões administrativas de terceiros. Dornicke (discussão) 21h38min de 9 de março de 2019 (UTC)

───────────────────────── Saturnalia, sim. A introdução deve ser um resumo do artigo. Neste sentido, é importante, ao longo do texto, citar o estudo sobre o discurso de ódio, ou exemplos deste tipo de discurso que o biografado tenha expressado. Érico (disc.) 00h52min de 10 de março de 2019 (UTC)

"Esse artigo é uma falsificação da realidade sendo utilizado como ferramenta de construção e consolidação de pós-verdades. Se nós não admitimos artigos corroborando que a Terra é plana, que as vacinas causam autismo, que fumar faz bem, que gravidade não existe, que a Pepsi adoça refrigerantes com fetos abortados, que o Sol gira em torno da Terra, porque tratamos como acadêmico sério e respeitado um dos principais vetores dessas teorias da conspiração? Como é possível não informar na introdução que Olavo de Carvalho é um difusor de pseudo-cientificismo, fake news e teorias conspiratórias marginais?"

Fica clara a sua opinião pessoal a respeito do biografado, mas não a use como argumento. Não encontrei qualquer defesa à terra ser plana, vacinas causarem autismo ou inexistência da gravidade em qualquer conteúdo produzido pelo biografado. A questão dos fetos abortados na Pepsi trata de uma pesquisa feita pela empresa a respeito de células embrionárias, o que foi comprovado; mas não que a Pepsi os usava em seus produtos.

Tais colocações do Dornicke são como as de um "olavete" que apareça argumentando que Olavo de Carvalho é o maior filósofo brasileiro vivo, que mudou o Brasil, que refutou Newton e é melhor que Aristóteles. Não é possível afirmar que Olabo de Carvalho é um "difusor de pseudo-cientificismo e fake news" porque tais coisas, assim como o caso do olavete hipotético, são opiniões pessoais, irrelevantes para o artigo.

Mateus Goethe (discussão) 14h25min de 1 de abril de 2019 (UTC)

Autodidata, autoproclamado ou autointitulado?[editar código-fonte]

Acredito que o termo correto para descrever o biografado é "autointitulado filósofo". Entende-se que autodidata é o indivíduo que estuda por conta própria para dominar um assunto ou técnica, sem passar pelo ensino formal. É o caso de Leonardo da Vinci, que não teve educação formal como artista, mas tornou-se indiscutivelmente um artista graças aos próprios estudos e conta com a mesma distinção e reconhecimento historiográfico de qualquer outro mestre que tenha estudado arte formalmente. Diferentemente de profissionais autodidatas, Olavo de Carvalho, além de não ter formação alguma na área, não é reconhecido como filósofo nos meios acadêmicos. Logo, o termo autodidata pode levar à imprecisão. Autointitulado parece ser o termo adequado e mais isento a se utilizar por aqui. Elenco abaixo algumas fontes que embasam a referenciação.

Fontes de veículos de mídia tradicionalmente considerados politicamente neutros, conservadores, liberais ou de direita/centro-direita:

1 - [1] - Reportagem da revista IstoÉ, trata o biografado como "auto-proclamado filósofo" ao longo do texto: "O presidente Jair Bolsonaro e o autoproclamado filósofo Olavo de Carvalho não são de frequentar a casa um do outro; "Bolsonaro nutre uma relação de vassalagem com o autoproclamado filósofo da Virgínia"

2 - [2] Coluna de Bernardo Mello Franco, no jornal O Globo, também referencia Olavo dessa forma: "O autoproclamado filósofo emplacou dois pupilos como ministros".

3 - [3] - Reportagem da Rádio CBN. "A reportagem da Época acompanhou três meses de aulas com o autointitulado filósofo".

4 - [4] - Reportagem do jornal Metro: Em uma série de publicações, o autointitulado filósofo comentou ainda sobre as prisões do caso Marielle Franco

5 - [5] - Revista Época: "A segunda união providencial foi com as ideias do polemista ultraconservador e autointitulado filósofo Olavo de Carvalho"

6 - [6] - Diário de Rio Claro: "Considerado o “guru” intelectual de Jair Bolsonaro, o autoproclamado filósofo Olavo de Carvalho orientou seus alunos que ganharam cargos na nova gestão a deixarem o governo."

7 - [7] - Digestivo Cultural: "Olavo de Carvalho, auto-intitulado filósofo, hoje está esquecido, mas foi figura de razoável influência intelectual no Brasil do início do século 21"


Fontes de veículos de mídia tradicionalmente considerados progressistas ou de esquerda/centro-esquerda:

1 - [8] - The Intercept: "Depois de uma carreira discreta como jornalista e astrólogo, Carvalho reencarnou na pele de autoproclamado filósofo"

2 - [9] - Viomundo: "Mas, nos nossos tempos, isso não mais se faz necessário para quem tem uma plataforma como o autointitulado filósofo Olavo de Carvalho."

3 - [10] - Revista Subjetiva: "aquele que se evadiu da escola, o autointitulado filósofo Olavo de Carvalho."

4 - [11] - Brasil 247 - "o astrólogo (autointitulado filósofo) Olavo de Carvalho"

comentário não assinado de Dornicke (discussão • contrib) 14h26min de 18 de março de 2019 (UTC)

Dornicke Como já foi discutido ad nauseam aqui há também fontes que conferem-lhe o título sem a distinção levantada nessa seção. Não podemos ignorar, todavia, as fontes cá mencionadas. Ao invés de debater qual o melhor termo, que tal uma frase curta para elucidar a situação? Segue uma proposta: Olavo Luiz Pimentel de Carvalho (Campinas, 29 de abril de 1947) é um jornalista e pensador brasileiro,[referências] um dos principais representantes do conservadorismo no Brasil.[referências] Carvalho estudou filosofia por conta própria, não possuindo curso superior na área.[referências] Após a última frase pode ser acrescentado algo mais sobre a relação do biografado com o campo, algo como menções às suas turmas de estudantes e, em contraponto, a falta de trabalhos acadêmicos - tudo com as devidas fontes. O que acha? Saturnalia0 (discussão) 23h03min de 18 de março de 2019 (UTC)

Como não houve resposta nem participação de outros editores tomei a iniciativa e realizei as alterações como achei apropriado. Em caso de divergências favor desfazer/ajustar. Como "pensador" era o termo usado por algumas das fontes usei esse termo, mas é página de desambiguação com Filósofo, Intelectual e Pensamento - optei por Intelectual como o wikilink. Faltou ainda adicionar alguma frase como mencionado acima, fico de fazer na sequência. Saturnalia0 (discussão) 02h04min de 22 de março de 2019 (UTC)

Fiz uma tímida re-escrita do que já estava antes ("filósofo autodidata" -> "estudou filosofia por conta própria"). A maioria das fontes citadas acima trata-se de artigos ou colunas de opinião (Época, Intercept, Digestivo Cultural), blogs (Blog do Bernardo Mello, Medium), e fontes não fiáveis (Brasil247) ou de relevância dúbia (Diário do Rio Claro, Viomundo). A fonte mais útil é a reportagem da IstoÉ. As que versam sobre os áudios (CBN, Metro1) falam apenas brevemente. Outros editores sintam-se a vontade para acrescentar algo mais. Saturnalia0 (discussão) 02h14min de 22 de março de 2019 (UTC)

Finalizando então as adições no artigo, em suma removeu-se "conferencionista", uniu-se as referências para as caracterizações já existentes em uma nota para facilitar a leitura, moveu-se fontes que nada referenciavam ali para as ligações externas, e "filósofo autodidata" virou "estudou filosofia por conta própria". Como já discutido previamente a caracterização de filósofo é amplamente referenciada por fontes fiáveis como previamente discutido, mas entre "filósofo autodidata" e "estudou filosofia por conta própria" há pouca diferença e espero que a reescrita seja satisfatória àqueles que não gostam da caracterização de "filósofo". Talvez seja um bom meio termo? Fico aberto a sugestões. Saturnalia0 (discussão) 02h19min de 22 de março de 2019 (UTC)

Parcial[editar código-fonte]

O artigo é falacioso, construído de forma a representar Olavo de Carvalho como um filósofo, mas sua obra mais significativa é como polemista. Há um espaço muito grande para exposição de ideias de Olavo de Carvalho sem contrapontos ou críticas, mesmo que sejam ideias marginais ou francamente conspiratórias. Não há desenvolvimento suficiente do texto apontando o seu papel como difusor de fake news, narrativas da extrema direita, teorias da conspiração e discurso de ódio. Logo, é uma representação falsa do biografado, lhe conferindo aspecto de acadêmico de relevo, e não de polemista, que seria efetivamente a leitura mais adequada da realidade. O artigo ignora pontos espinhosos ou tenta amenizá-los com eufemismos, como o fato de que Olavo de Carvalho não possui formação acadêmica, ou mesmo o fato de que não terminou o ensino básico. A introdução não possui nenhuma linha informando sobre as críticas, o que seria essencial em uma introdução de uma biografia de uma personalidade tão polêmica. Por tudo isso, marcado como parcial. Dornicke (discussão) 17h45min de 18 de março de 2019 (UTC)

Dornicke Poderia apontar pontos específicos do texto que possuem os problemas levantados e, ademais, trazer as críticas que diz em falta? Saturnalia0 (discussão) 22h59min de 18 de março de 2019 (UTC)
Alguma novidade? Tentei resolver os problemas apontados na seção anterior, poderia elencar os restantes? Saturnalia0 (discussão) 02h17min de 22 de março de 2019 (UTC)

Bom, eu realizei alguns ajustes nos últimos dias, não sei se são suficientes ou não, mas como já vai fazer uma semana que pinguei o editor pedindo trechos específicos do artigo com problemas ou fontes para o que menciona, sem haver resposta, estou removendo a tag, pois não há muito o que fazer sem haver diálogo sobre o que, de fato, precisa de melhora. Saturnalia0 (discussão) 14h43min de 24 de março de 2019 (UTC)

conteúdo proposto para equilibrar o texto[editar código-fonte]

concordo com o Dornicke, o artigo é extremamente parcial. foi dedicado um grande espaço para a apresentação da sua visão de mundo e seus posicionamentos, mas a seção de controvérsias é fraquíssima e não toca realmente no que interessa, sua filosofia e seus posicionamentos políticos e culturais. depois da pesquisa que fiz, ficou evidente que a academia em peso considera sua obra inconsistente, irrelevante e cheia de erros. assim é preciso dar o espaço para o contraditório correspondente à sua repercussão entre os especialistas e expor com clareza os motivos pelos quais ele é desacreditado e os impactos do seu discurso. assim, proponho a inclusão do material que vem na sequência, abrindo uma seção nova especificamente para as críticas:

Críticas[editar código-fonte]

Embora a obra de Carvalho tenha tido sucesso de audiência entre o público geral, não obteve repercussão na academia, e diversos pesquisadores e especialistas em filosofia e política têm criticado suas opiniões. Para José Arthur Giannotti, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, sua obra nunca foi uma referência no ambiente acadêmico e "é absolutamente irrelevante do ponto de vista filosófico. [...] Não tenho nenhum interesse em ler o Olavo de Carvalho, a não ser [para] explicar como é que a nova direita o tenha como um ídolo e que tanta gente no Brasil seja influenciada por ele".[1] Na visão de Alvaro Bianchi, diretor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas, há pouca verdade na sua narrativa filosófica, e "não creio que haja muita relevância em procurar demonstrar o óbvio e provar que a interpretação que ele faz da história da filosofia é bizarra. [...] Não se trata de aplicar os cânones do método filosófico ou histórico para 'refutar' as interpretações de Carvalho. Não vou, por exemplo, gastar tempo argumentando que sua interpretação das ideias de Gramsci, autor do qual fala muito mas nunca cita, não tem nada a ver com o que o sardo de fato escreveu. O que eu quero entender é por que essa montanha de erros parece consistente para seu público".[1] Ao mesmo tempo, o acadêmico diz que sua fala "se mostra persuasiva e eficaz por abordar os medos e as inseguranças do homem comum perante as transformações do mundo contemporâneo", apresentando uma explicação simples mas equivocada para os problemas atuais: "Marxistas, feministas e gays teriam provocado a crise da civilização cristã e empurrado a sociedade para o abismo. É obviamente uma teoria conspiratória à qual pessoas comuns podem se agarrar quando não conseguem uma explicação razoável para seus medos".[2]

Esther Solano, doutora em Ciências Sociais e professora da Universidade Federal de São Paulo, pensa que sua notoriedade só se explica no contexto das redes sociais: "É a típica pessoa que soube se capitalizar com base nesse novo formato de se comunicar: fácil, rápido, polêmico e combativo. Ele sabe se comunicar com base em frases polêmicas, conteúdos curtos, mensagens fáceis e ataques".[1] Fabricio Pontin, doutor em Filosofia Política e professor de Direito e Relações Internacionais na Universidade La Salle, diz não ter "a menor dúvida" de que ele "guarda um grande rancor dos anos que ele passou sendo achincalhado pelo establishment universitário brasileiro. [...] Todo mundo sabe que essas grandes figuras [da filosofia brasileira] não dão a menor bola para o que o Olavo tem para dizer sobre filosofia". Comentando sobre a forma do seu discurso, disse que "o jogo do Olavo é plantar algum tipo de dúvida sobre uma questão consolidada no discurso público", e a partir disso ele desqualifica todas as inferências sobre os fatos consumados. Apesar da crítica, Pontin disse que ele soube aproveitar muito bem o espaço deixado aberto pela academia em sua recusa de abandonar seu próprio ambiente e dialogar com o grande público: "Acho que toda essa polêmica ao redor do Olavo é uma excelente oportunidade para o pessoal nas universidades acordar e começar a pensar, sobretudo a Filosofia Política e Moral, para além das bolhas e câmaras de eco da universidade".[3]

Geovani Moretto, coordenador do curso de filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, afirma que antigamente se admirava com a capacidade de Olavo "debater a filosofia a partir de questões cotidianas, da política e da economia". No entanto, Moretto diz que Olavo virou aquilo que tanto criticava: um dogmático.[4] Daniel Tourinho Peres, doutor em Filosofia e professor da Universidade Federal da Bahia, disse que "Olavo de Carvalho é um obscurantista, retrógrado, seu discurso é puramente ideológico e não tem sustentação argumentativa", e seu pensamento representa uma ameaça para o sistema universitário e para a ciência.[5] Bruno Lima Rocha, doutor em Ciência Política, considera que sua notoriedade advém da quebra dos padrões do politicamente correto e, por consequência, não se compromete com "a correção na política e menos ainda no reconhecimento dos direitos de reconhecimento, diversidade, diferença sem desigualdade e um país pluriétnico. [...]. Olavo pode ser sofrível como intelectual, diria mais, ele é um péssimo autodidata, um atentado contra a capacidade de exercício do livre pensamento. Ao mesmo tempo, é um perigosíssimo propagandista, incansável na internet e que se aproveitou justamente da difusão das redes sociais, das formas de comunicação intermediada através de tecnologias de informação e comunicação para fazer sua pregação".[6] Liriam Sponholz, pós-doutora em Comunicação e livre-docente na Alpen-Adria-Universität em Klagenfurth, e Rogério Christofoletti, doutor em Comunicação e professor da Universidade Federal de Santa Catarina, reconheceram Olavo como um representante do discurso de ódio no Brasil.[7] Para Flávio Moura, doutor em Sociologia,

"É fácil colher em seus escritos afirmações delirantes e revirar os olhos de indignação contra a enxurrada de preconceito e intolerância que emana dali. [...] Seu pensamento é uma mistura exótica de erudição, paranoia, ressentimento e inconsequência. Erudição porque se trata de um sujeito que leu bastante e tem grande habilidade retórica. Parte da influência que exerce sobre seus leitores tem a ver com o poder de persuasão de seus textos. [...] Paranoia porque ele vê estratégia e intencionalidade em tudo. [...] Ressentimento porque é evidente que desejou ser assimilado pelo establishment intelectual, que nunca o aceitou. [...] Por fim, inconsequência porque deixou de se preocupar com a solidez dos argumentos. Nos últimos anos, com o aumento de sua audiência nas redes sociais, desistiu do reconhecimento dos intelectuais sérios e virou um mico de circo. Nesse processo, foi abandonado pela direita inteligente e assumiu a condição de guru de uma turma desprovida de formação, movida a ódio e ressentimento".[8]

Segundo João Vitor Santos, em matéria para a Revista do Instituto Humanitas da Unisinos, ele "é tomado por muitos como um dos centrais pensadores da extrema direita brasileira",[3] e em pesquisa desenvolvida para analisar os impactos do seu discurso, Rosa, Rezende & Martins concluíram que ele é "certamente o maior influenciador das novíssimas direitas conservadoras no Brasil" e a referência principal para grupos conservadores "que passaram a se articular por canais da internet, divulgando informações equivocadas, distorcidas ou mesmo sem uma fonte devida e que operam como influenciadores digitais atuantes no campo das moralizações promovendo racismo de Estado em defesa da sociedade". Para os autores,

"Ao analisar os textos, vídeos e aulas de Olavo de Carvalho é possível verificar que a construção supostamente teórica apresentada por ele se fundamenta exclusivamente em pesquisas que visam localizar determinados escritos que corroboraram as suas análises, independente de sua veracidade. O que conta é a possibilidade de confirmar tudo aquilo que reitera a sua teoria conspiratória. [...] O problema central deste tipo de análise é que ela simplifica de tal maneira a realidade que a polarização se torna a única possibilidade cosmológica e, portanto, a forma exclusiva de enxergar o mundo e mais, esse mundo passa a ser constituído de 'nós' e 'eles'. Certamente para as novíssimas direitas conservadoras, 'nós' somos as pessoas de bem, que trabalham, que seguem uma vida reta, cristã, dentro da lei e da ordem, dentre muitas outras características que, no limite, reiteram a condição de 'civilizados'; enquanto 'eles' são os esquerdistas, comunistas, anarquistas, índios, prostitutas, gays, drogados, defensores de bandidos e dos direitos humanos. Assim, a análise que desenvolvemos acerca da importância da narrativa de Olavo de Carvalho para as novíssimas direitas de modo geral nos permite afirmar que boa parte de suas análises se fundamentam em informações equivocadas. [...] Porém, o elemento mais importante que podemos encontrar nos discursos produzidos pelas novíssimas direitas conservadoras capitaneadas, sobretudo, pelos vídeos, aulas e escritos de Olavo de Carvalho, se trata não apenas dos efeitos dessas visões de mundo que passaram a ocupar um lugar de destaque no debate eleitoral, mas principalmente do seu impacto enquanto verdade, mesmo sendo fake news. Assim, o problema por nós encontrado não se fundamenta especificamente no fato de que tanto os presidenciáveis Cabo Daciolo quanto Jair Bolsonaro compartilham da leitura conspiratória produzida por Olavo de Carvalho no Brasil, mas, principalmente, porque parte dos seus eleitores corroboram essa visão de mundo e, portanto, essa cosmologia que, no limite, visa exterminar aqueles que pensam de maneira contrária".[9]

Tetraktys (discussão) 16h20min de 5 de abril de 2019 (UTC)

Tetraktys Obrigado! Dando uma olhada por cima do conteúdo me parece perfeitamente válido, mas creio que seja interessante uma redução das citações em-linha, que me parecem demasiadas. Não é preciso nem desejável parafrasear críticas aqui, mas resumir o ponto de vista de figuras relevantes. Sds Saturnalia0 (discussão) 14h50min de 6 de abril de 2019 (UTC)

Saturnalia0, há várias outras citações nesse artigo e algumas são longas. qual a diferença dessas? e não entendo o que vc quer dizer quando diz que não é preciso ou desejável parafrasear críticas, se a seção é destinada especificamente para isso. de onde vc tirou essa regra? mas se vc quiser apresentar uma alternativa resumida que não remova conteúdo essencial ao entendimento desses temas complexos nem amenize as críticas, esteja à vontade. Tetraktys (discussão) 22h40min de 6 de abril de 2019 (UTC)
Tetraktys Não li todo o artigo, se você acha que há citações longas demais nele, favor removê-las, não introduzir novas. Não citei regra nenhuma, apenas lembrei do objetivo desse tipo de seção em uma enciclopédia - apresentar os pontos de vista e explicar a sua relevância, sem tomar partido neles. Quanto à redução, eu teria que ler em mais detalhes seu texto, mas não me oponho à adicionar como está agora em primeiro momento, é possível trabalhar nele depois, se for realmente necessário. Não estou disposto a fazê-lo agora. Sds Saturnalia0 (discussão) 02h36min de 7 de abril de 2019 (UTC)
Saturnalia0, não pretendo tomar partido nenhum, eu sequer conheço a obra dele, apenas achei necessário fazer o contraponto, já que o biografado é figura extremamente controversa e não havia sido dado espaço aos seus críticos. os artigos da wiki devem apresentar todos os aspectos do tema e desenvolvê-los adequadamente. mas vou ver se consigo resumir alguma coisa antes de publicar. Tetraktys (discussão) 03h16min de 7 de abril de 2019 (UTC)

Referências

  1. a b c Della Coletta, Ricardo. "Olavo de Carvalho, o Brasil só fala dele". El País, 02/12/2018
  2. Facchin, Patricia. "Olavo de Carvalho é um efeito da nova direita e não sua causa. Entrevista especial com Alvaro Bianchi". Revista do Instituto Humanitas — Unisinos, 19/12/2018
  3. a b "As paixões reprimidas de uma massa, o academicismo e a emergência da extrema direita. Entrevista especial com Fabrício Pontin". Revista do Instituto Humanitas — Unisinos, 17/12/2018
  4. João Fellet (15 de dezembro de 2016). «Olavo de Carvalho, o 'parteiro' da nova direita que diz ter dado à luz flores e lacraias». BBC Brasil. Consultado em 23 de dezembro de 2016 
  5. "Professor Daniel Peres comenta o risco que ideias de Olavo de Carvalho representam para a Universidade". Associação dos Professores Universitários da Bahia, 15/02/2019
  6. Rocha, Bruno Lima. "A face horrenda da nova extrema direita: degenerados, blasfemadores e mentirosos contumazes". Revista do Instituto Humanitas — Unisinos, 13/10/2018
  7. Sponholz, Liriam & Christofoletti, Rogério. "From preachers to comedians: Ideal types of hate speakers in Brazil". In: Global Media and Communication, 2019; 15 (1):67–84
  8. Moura, Flávio. "A escatologia de Olavo de Carvalho, guru do bolsonarismo". Nexo Jornal, 26/01/2019
  9. Rosa, Pablo Ornelas; Rezende, Rafael Alves; Martins, Victória Mariani de Vargas. "As consequências do etnocentrismo de Olavo de Carvalho na produção discursiva das novíssimas direitas conservadoras brasileiras". In: Revista NEP — Núcleo de Estudos Paranaenses, 2018; 4 (2)
Symbol support vote.svg Concordo com a inclusão do texto desenvolvido pelo Tetraktys pelas razões já apontadas. Symbol declined.svg Discordo da retirada da tag de parcial até que o problema de parcialidade do artigo seja sanada. Esclareço que estava fora do país, com acesso limitado à internet, motivo pelo qual não pude dar continuidade à discussão. Dornicke (discussão) 18h10min de 15 de abril de 2019 (UTC)
Ninguém se opôs à inserção do texto. Quanto à tag, você precisa especificar o que há de parcial, como já foi mencionado. Sem pressa, estamos aqui para melhorar o artigo, na medida da disponibilidade de cada um. Saturnalia0 (discussão) 23h23min de 15 de abril de 2019 (UTC)
Saturnalia0, já foi especificado e os problemas não foram sanados. Auto-didata ou "estudou por conta própria" são construções inadequadas, pois implicam na Wikipedia referendando que ele de fato estudou filosofia. E nós não sabemos se ele estudou ou não. Ele afirma que estudou, mas não possui o reconhecimento dos seus pares. Continuo dizendo que "auto-declarado filósofo" ou "se considera um filósofo" seriam termos mais precisos e imparciais. Dornicke (discussão) 00h53min de 18 de abril de 2019 (UTC)
Você está, novamente, repetindo conteúdo já discutido. Sugiro trabalhar na expansão do artigo e da introdução, de forma que esta resuma adequadamente o texto e retrate adequadamente o biografado. Você precisa apontar trechos específicos em que há problema de parcialidade. Quanto ao trecho sobre o estudo, a atuação do biografado na área é amplamente documentada e referenciada, o que já foi discutido ad nauseam. Cuidado com WP:RECUSA. Saturnalia0 (discussão) 01h07min de 18 de abril de 2019 (UTC)
Saturnalia0, Sim, e repetirei quantas vezes eu bem entender, já que o assunto ainda está sendo discutido e não há absolutamente nenhum indicativo de consenso. E se não tem paciência pra discutir, como já disse, a alternativa é retirar-se da discussão. Pautar o que eu vou discutir, definitivamente, ultrapassa os seus direitos editoriais, que são idênticos aos meus. Dornicke (discussão) 21h05min de 18 de abril de 2019 (UTC)

Referência 20[editar código-fonte]

A discussão a seguir está marcada como respondida (feito). Se quiser acrescentar mais algum comentário, coloque-o logo abaixo desta caixa.

A referência 20, sobre o green card, está com link quebrado. comentário não assinado de 2804:14c:138:80cc:1c4d:b238:b5be:3428 (discussão • contrib) 21 de março de 2019 (UTC)

Diversas referências foram quebradas nessa edição do editor Porantim. Cf. discutido em MediaWiki Discussão:Spam-whitelist, é possível consertar. Não tive tempo para isso ainda, se alguém quiser fazer sinta-se livre. Saturnalia0 (discussão) 15h31min de 21 de março de 2019 (UTC)
Yes check.svg Feito diff Saturnalia0 (discussão) 01h33min de 22 de março de 2019 (UTC)

Revolução popular[editar código-fonte]

Creio que devesse ser mencionado neste artigo a revolução popular, liderada por Olavo, contra a elite, que, nas palavras dele ''que continua numa bolha e não entende a revolução popular que ocorre diante dos olhos dela''. Exagero dele ou a mais pura verdade, me parece algo relevante João Victor Bertoldo (discussão) 15h11min de 23 de março de 2019 (UTC)

Não sei do que se trata. Tens fontes a respeito? Múltiplas e relevantes, se deseja inclusão. Saturnalia0 (discussão) 17h51min de 23 de março de 2019 (UTC)
O analista político e sociólogo Vladimir Tismăneanu considerou em seu artigo "AN ANTI-MARXIST REVOLUTION IN BRAZIL?", na Frontpag, que "as idéias anti-totalitárias do filósofo Olavo de Carvalho criaram raízes no Brasil. Olavo, um notável pensador social execrado pela esquerda, sabe muito sobre o marxismo e o utopismo revolucionário em geral, [...]". Eurodixz (discussão) 03h08min de 21 de abril de 2019 (UTC)

Curso Online de Filosofia (COF) e outros cursos audiovisuais: a parte central da obra do biografado[editar código-fonte]

Gostaria de acrescentar alguns pontos para os mais experientes e competentes em edições de biografias discutirem. Não tenho competência nenhuma para editar, portanto me limitarei a sugerir alguns acréscimos à página do biografado. Pois bem, passando os olhos na tal biografia, não pude deixar de notar a falta de informações e referências à ocupação principal do biografado (ou uma delas), isto é, ministrar cursos, em especial cursos de filosofia, como é o exemplo do COF, que aliás acaba de completar 10 anos neste mês de março de 2019, como consta no próprio site do biografado (Seminário de Filosofia Olavo de Carvalho). Na biografia atual a única referência a estas aulas é o seguinte trecho: "[...] Carvalho ministra cursos à distância e presenciais sobre História da Filosofia [...]" Isto está impreciso demais. No site do biografado está provado que a maior parte de seu trabalho é primeiramente sobre filosofia (aliás o nome do curso indica isto -- Curso Online de Filosofia, não Curso Online de História da Filosofia), com mais de 450 aulas, e outros cursos avulsos que têm em média 6 aulas gravadas em vídeo ou áudio, dos quais destaco, a título de curiosidade e para mostrar a abrangência dos assuntos abordados: (1) Princípios e métodos da auto-educação, (2) Como tornar-se um leitor inteligente, (3) A formação da personalidade, (4) Introdução ao método filosófico, (5) A consciência de imortalidade, (6) Conceitos fundamentais da psicologia, (7) Introdução à filosofia de Louis Lavelle, (8) Introdução à filosofia de Eric Voegelin etc. Outros cursos ministrados pelo biografado que, por motivo que desconheço, recebem seções individuais, dentre os quais (1) Simbolismo e ordem cósmica, (2) Esoterismo, (3) Guerra cultural, (4) Política e cultura, (5) Mário Ferreira dos Santos etc. Além dos cursos deste site citado anteriormente, existe, de fato, um curso de história da filosofia, ministrada em 32 aulas audiovisuais acompanhadas de 32 livretos. Então temos um curso central com 450 aulas, um curso de história da filosofia com 32 aulas, e, por fim, cursos avulsos de mais ou menos 6 aulas cada. Ou seja, parece que existe uma hierarquia clara na obra audiovisual do biografado, sendo o curso de história da filosofia mais importante que os cursos avulsos, porém menos importante que o COF, um curso que segundo o biografado tem mais de 20 mil alunos, dois quais muitas figuras públicas e eminentes. Com tudo isto dito, peço que o editores repensem em corrigir e aumentar esta parte do texto entre aspas. Acho até que merece um parágrafo inteiro, completo, sobre a obra audiovisual do biografado em detalhes, que é inclusive muito maior que a obra escrita, não só em quantidade, mas também em qualidade, como o próprio biografado afirma com certa frequência. O biografado, quando perguntado sobre sua pessoa, enfaticamente responde: "Eu sou o sujeito que fez isto, e mais isto, e mais isto. Ponto." e que no vídeo do canal Spotniks (17 perguntas para Olavo de Carvalho) diz com todas as letras: "Quero ser lembrado exatamente pelo o que eu fiz." (logo nos primeiros 40 segundos). Eis mais um motivo para efetuar a modificação, devemos levar em conta o que o biografado fez, principalmente expor todos os cursos que ministrou e ministra. No momento só tenho isto a acrescentar. Conto com o compromisso com a verdade, competência, boa vontade e a ajuda de vocês em fazer esta biografia cada vez mais precisa e correta. Se precisar, estarei aqui. Mas ainda preciso aprender a mexer melhor nisto. Farei, em outro momento, o que for preciso para fornecer as fontes assim que puder, caso seja necessário e vocês precisem de mim para isto. comentário não assinado de P. M.-E. (1601) (discussão • contrib) (data/hora não informada)

Caro Mateus, se a única fonte é o site do biografado, então nada "está provado". Este artigo não está aqui pra fazer propaganda de cursos online, não importa a qualidade (ou não) do curso. Porantim msg 22h53min de 31 de março de 2019 (UTC)

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Yone Fernandes Vi que adicionaste à introdução é um [...] astrólogo, mas a fonte citada (BBC) diz: Em outro desvio na carreira, no fim dos anos 1970, trabalhou como astrólogo em São Paulo (grifos meus). Talvez seja mais interessante reformular, adicionando após a frase que elenca as ocupações atuais, algo como "trabalhou também como astrólogo". Concordas? Saturnalia0 (discussão) 15h13min de 11 de abril de 2019 (UTC)

Saturnalia0, sim, concordo. Aliás, o biografado também não exerce a ocupação de jornalista há muito tempo. Já modifiquei a frase. Obrigada. --Yone (discussão) 21h18min de 11 de abril de 2019 (UTC)

De "escritor", "filósofo" e "pensador" para "astrólogo", "ideólogo" e "influenciador digital"[editar código-fonte]

Isto já virou uma peça de comédia. Até quando a página do biografado será vandalizada por pessoas mal-intencionadas? Fico imaginando o tipo de pessoa que faz isto. Não é desprezo; é ódio. Aquele ódio que sentimos quando nos deparamos com alguém que nos é superior. Como disse anteriormente, está situação tem lá suas chispas de comédia (risos), mas isto já passou dos limites. Dá certa tristeza em ver que a Wikipédia, um site com tantas contribuições, na sua versão brasileira seja vandalizada por pessoas apaixonadas e amarguradas: a famosa "minoria barulhenta". Contudo, meu respeito a todos os que lutam para que está página seja a mais imparcial e correta possível.

Olavo escreveu livros de filosofia, ministrou e ministra cursos de filosofia há mais de uma década, é considerados por uma infinidade de pessoas como filósofo e professor, sendo muitas delas pessoas ilustríssimas (fontes para comprovar tudo isto que disse já abundam nesta seção de discussão), mas na sua página o título de filósofo lhe é negado, assim como o título mais modesto - embora digno - de pensador brasileiro também o é. No entanto o biografado carrega os títulos de astrólogo (mesmo tendo largado a astrologia há 40 anos), ideólogo (sem ideologia) e influenciador digital (mesmo tendo ganhado fama principalmente por causa de seus livros e cursos). Ora, se Olavo é astrólogo porque exerceu a profissão de astrologia por alguns meses, por que não é filósofo se tem sido professor de filosofia por mais de uma década? Além do mais, confundiram ter opiniões pessoais e ser uma figura pública relevante com ser um ideólogo. São coisas completamente distintas. Qual a ideologia do biografado? O biografado é ao mesmo tempo liberal na economia, anarquista na moral, em religião é tradicionalista e conservador, em política internacional é nacionalista. Como um Frankenstein deste tem alguma ideologia? Sobre o biografado ser um influenciador digital só porque tem contas em redes e mídias sociais famosas, pergunto: qual figura pública hoje de relevância não é um influenciador digital? Seguindo este critério, Clóvis de Barros, Mário Sérgio Cortella, Leandro Karnal e Luís Pondé são todos influenciadores digitais. Tem algum engraçadinho colocando este termo pejorativo na biografia deles? Claro que não, pois ninguém os odeia tanto a ponto de vandalizar suas biografias, ao contrário do biografado em questão que sofre com os milhares de "haters" e invejosos que trabalham dia e noite, incansavelmente, para "destrui-lo", embora sempre fracassem vergonhosa e miseravelmente.

Sugiro reconsiderarem tais títulos inapropriados e substitui-los pelos títulos - atenção à ordem e hierarquia - filósofo, escritor, professor e jornalista brasileiro. Se para alguns o biografado é um mau filósofo, escritor, professor e jornalista, paciência. Esta é outra discussão.

No mais, só resta lamentar a atual situação da Wikipédia brasileira. Fico imaginando as CENTENAS DE MILHARES de brasileiros que conhecem o biografado e vão ler sua página e instantaneamente colocarão a credibilidade de TODOS os outros artigos em cheque... para sempre.

Mas apesar de tudo, opto por olhar esta "batalha das edições", predominantemente, sob o prisma da comédia humana. Marcos459 (discussão) 16h08min de 11 de abril de 2019 (UTC)Marcos459

Yone Fernandes De fato não entendi a remoção da caracterização de "pensador", que consta nas fontes citadas. Isso foi um meio-termo chegado em seção anterior, em que disputou-se a alcunha de "filósofo autodidata". Vou repor. Saturnalia0 (discussão) 23h51min de 11 de abril de 2019 (UTC)
Marcos459 Por favor assuma boa fé dos colegas. Concordo que está ruim atualmente, mas é o resultado de duas coisas: obsessão com caracterizações, comum nesse site, e uma disputa em torno disso que gerou a versão atual como um meio termo. Creio que possa ser melhorado, focando no resumo do que consta no artigo e expandindo-o com o conteúdo que foi mencionado nessa PD, mas não estou com disposição para isso no momento. Eventualmente posso tentar re-escrever algo, buscando aprovação dos colegas. No meio tempo, mais vale você tentar ajudar do que reclamar a toa do trabalho alheio. Sds Saturnalia0 (discussão) 23h51min de 11 de abril de 2019 (UTC)
Além do que já citei (colocarei o comentário novamente), podemos citar ainda como intelectuais/acadêmicos que valorizaram sua obra, Alberto da Cunha Melo, Leopoldo Serran, Vamire Chacon, a embaixadora Monica Grigorescu, Jorge Maranhão (Destorcer o Brasil: De sua cultura de...barroquistas. 2018), Jorge Amado e Rodrigo Gurgel. Outa fonte interessante também é a citação de um trabalho seu no livro Handbook of Latin American Studies (editado por Lawrence Boudon. Visualização no Google Books). Então, o biografado passou décadas realizando cursos de filosofia, ganhou condecorações, realizou debates e conferências de alto nível, escreveu dezenas de livros, escreveu para os maiores jornais do país, foi elogiado por um série de intelectuais, para no fim ser o "influenciador digital"? isso porque ele só começou a gravar vídeos de forma rotineira no Youtube a pouco tempo.
Bom, vamos lá, entre alguns intelectuais de renome que já elogiaram o biografado estão Heitor Cony, Bruno Tolentino, Meira Penna ("O terceiro pensador brasileiro que considero de particular Relevance nos debates atuais que possam se desenvolver em torno de Kant é Olavo de Carvalho"), Monica Grigorescu (ex-embaixadora romena), Herberto Sales (O livro da profecia: o Brasil no terceiro milênio. 1. Brasília: Senado Federal. p. 962) e Roberto Campos, só para citar alguns nomes. Depois importante notar a participação do biografado na academia há muito, como quando apresentou conferência na Unesco em 97, debateu na PUC em 98 no programa do Cortela, debateu sobre marxismo na usp em 2003, palestrou na oab em 2004 e participou do uni-log em 2005, discorrendo sobre Aristóteles, apenas alguns exemplos. Quanto as citações, aqui e aqui são resenhas sobre livros do biografado, aqui um tcc só sobre uma teoria sua, aqui (mestrado), aqui (tcc), aqui (doutorado) e aqui (mestrado) ele é amplamente citado no texto. Além da condecorações já citadas no artigo, sendo uma delas concedida pela Universidade de Al-Azhar e Reino da Arábia Saudita. Eurodixz (discussão) 13h47min de 12 de abril de 2019 (UTC)
Eurolatriks Sugere algum ajuste ao texto do artigo? Sinta-se a vontade para fazê-lo. Saturnalia0 (discussão) 01h44min de 13 de abril de 2019 (UTC)
Senhores, subscrevo o que mencionou o autor do tópico, esta página se encontra evidentemente vandalizada. O biografado é injustamente apontado como ideólogo do Presidente da República, título que ele mesmo nega e que lhe é empregado de maneira depreciativa. Ora, o biografado, segundo as próprias fontes jornalisticas do citadas como fonte do artigo possui influência no governo brasileiro, mas isso por, si só, não traz maior justiça ao termo ideólogo. O fato de ser um filósofo que possui uma visão política não faz do biografado um ideólogo, tal pressuposto faria com que, por exemplo, os fundadores do pensamento comunista e fascista fossem caracterizados como ideólogos em sua biografia, o termo é impreciso e definidamente não define Olavo de Carvalho. Entretanto, essa é a parte menos imprecisa do artigo. Ao rejeitar o termo filósofo para referir-se ao biografado trocaram por "autoditada" que estudou filosofia por conta própria", ora, essa titulação é definitivamente não é apropriada para referir-se ao biografado. Na academia onde o mesmo teoricamente foi pouco conhecido, por conta da própria método autoditada não faltam referências à obra do mesmo, tendo sido ele tema de teses de doutorado e dissertações de mestrado, como bem explanou o autor do tópico. Senhores, Pablo Ortellado, professor de filosofia, cuja notoriedade vem exclusivamente do Monitor do Debate Público Digital do Facebook é citado como filósofo sem nenhuma delonga. Quando completei a leitura desta página me pareceu que ela tinha um conteúdo muito mais difamatório do que biográfico. O próximo passo vai ser categorizar o biografado como youtuber e colocá-lo na categoria de Felipe Neto e PCSiqueira. Fica aqui meus cumprimentos e o pedido para que revejam TODO o conteúdo deste artigo buscando uma visão mais isenta. Obrigado. PVOS23 (discussão) 06h13min de 17 de abril de 2019 (UTC)
Conforme o tópico acima, não há reconhecimento da academia pela obra de Olavo, tampouco existem critérios objetivos para chamá-lo de filósofo, autodidata ou não. Dornicke (discussão) 00h55min de 18 de abril de 2019 (UTC)
Dornicke Você está a ignorar todas as fontes trazidas pelos colegas, de novo. Pare. Saturnalia0 (discussão) 01h08min de 18 de abril de 2019 (UTC)
Os colegas aparentemente ignoraram as discussões anteriores sobre o problema em caracterizá-lo sobre filósofo. Repito novamente que você não possui papel de fiscal, árbitro ou sommelier de opiniões. Guarde os avisos pra si mesmo. Não me interessam. Dornicke (discussão) 17h12min de 18 de abril de 2019 (UTC)
A autoridade acadêmica é a única competente para determinar se um sujeito é filósofo? Acaso existe essa titulação na acadêmia? Universidades não formam filósofos e nem lhes compete conferir tal título. A obra do autor é reconhecidamente filosófica, existem citações dela dentro da própria academia, tendo suas teorias arrimado inclusive teses de mestrado, conforme indicou o próprio autor do tópico. Ademais o biografado integrou conselhos de filosofia, institutos de filosofia, participou de conferências sobre filosofia em vários países, sendo reconhecido e premiado por isso, conforme consta no próprio artigo. Outrossim, o biografado foi reconhecido como filósofo por intelectuais de renome como o também Filosofo Miguel Reale. Vejamos essas citações sobre o autor: "De reconhecida competência na área da filosofia, tem obtido grande sucesso tanto em suas pesquisas como no trato com seus alunos." JORGE AMADO

"Já deu prova cabal da seriedade de seus propósitos e de sua extensa cultura filosófica. Qualquer esforço que venha dele é digno de apoio e só pode acrescentar prestígio a quem o proporcionar." ROMANO GALEFFI, catedrático de Estética, Universidade Federal da Bahia.

"Indiferente às elites universitárias e ao mundo do show business cultural, Olavo de Carvalho escolheu a vida intelectual plena como ambição e exercício de seus dias." JOSÉ ENRIQUE BARREIRO, TV Educativa, Salvador BA

"Intelectual independente, não filiado a qualquer grupo político ou filosófico; dono de vasta cultura, alicerçada no conhecimento da filosofia." CARLOS CORDEIRO, Diário de Pernambuco, Recife, 26 ago. 1989

"Tem o brilho e a coragem dos Inconfidentes." ARISTÓTELES DRUMMOND

"Admiro Olavo de Carvalho não apenas pelo alto valor de sua obra intelectual, que inclui livros importantes sobre a filosofia aristotélica, sobre o relacionamento entre Epicuro e Marx e sobre a ‘revolução cultural’ provocada por Gramsci, mas também pelo vigor polêmico com que está enfrentando o que ele mesmo classifica como as ‘atualidades inculturais brasileiras’." J. O. DE MEIRA PENNA, Jornal da Tarde, São Paulo, 10 out. 1996.

"Filósofo de grande erudição." ROBERTO CAMPOS, Folha de S. Paulo, 22 set. 1996.

"Filósofo, e não apenas professor de filosofia." NELSON SALDANHA, mensagem de saudação a O. de C. No Instituto de Tropicologia da Fundação Joaquim Nabuco, Recife, PE, 13 de maio de 1997.

"Estupendo. Sua obra tem como que o sopro de uma epopéia da palavra, a palavra destemidamente lúcida e generosamente insurgente, rebelde e justa, brava e exata." HERBERTO SALES, da Academia Brasileira

"O mais brilhante e controverso filósofo brasileiro." MONICA GRIGORESCU, Rompress - Romanian National News Agency, 3 jul. 1997.

"Louvo a coragem e lucidez das suas idéias e a maneira admirável com que as expõe." HERBERTO SALES, da Academia Brasileira.

"Um ser vivo. Magnífico. Iluminador. Tem a vibração da coragem ética. Certamente um dos documentos mais importantes já produzidos no Brasil." JACOB KLINTOWITZ, crítico de arte.

"Análise fascinante e — ouso dizer — definitiva." JOSÉ CARLOS MONTEIRO, Escola de Cinema da UFRJ.

"Olavo de Carvalho vai aos filósofos que fizeram a tradição ocidental de pensamento, dando ao leitor jovem a oportunidade de atravessar esses clássicos." PAULO FRANCIS, O Globo

"Poucos livros tenho lido com o interesse e o proveito com que li O Jardim das Aflições." JOSUÉ MONTELLO, da Academia Brasileira

"Inexaurível erudição e incontornável honestidade intelectual... O clarim de uma adiada e temida ressurreição da independência crítico-filosófica da nação." BRUNO TOLENTINO, prefácio a O Jardim das Aflições

"Olavo de Carvalho chega a ser um iconoclasta, de uma iconoclastia tornada necessária... Ele vai até adiante da coragem, dispõe de larga e profunda erudição, como se vê nos seus textos filosóficos de grande base helênica, Os Gêneros Literários e Uma Filosofia Aristotélica da Cultura, breves, concisos, rigorosos conceitualmente, de apurado método lógico, por trás do calor polêmico que assim não o prejudica." VAMIREH CHACON, Jornal de Brasília, 22 jan. 1996

"Livro imperdível. Exijam dos livreiros." PAULO FRANCIS, O Globo e O Estado de S. Paulo, 28 jul. 1996

"Como Jackson de Figueiredo, como Gustavo Corção, O. de C. vê a imbecilidade como erro moral, tem uma visão filosófica e universal desse problema." JOSÉ ARTHUR RIOS

"Uma inteligência como poucas entre nós." PAULO BENTANCUR, Jornal do Comércio (Porto Alegre), 22 nov. 1996.

"Temível inteligência e imbatível domínio filosófico." ÂNGELO MONTEIRO,Diário de Pernambuco, 23 nov. 1996.

"Olavo de Carvalho restabelece uma tradição que estava declinando assustadoramente: a tradição da crítica severa e corajosa, que desmitifica falsos valores, higienizando a vida intelectual." EDSON NERY DA FONSECA, Diário de Pernambuco, 17 de maio de 1997.

Outrossim, vejamos as fontes na academia que o reconhecem como filósofo:

Aqui [1], o biografado é citado pelo autor no trecho: "Por isso me pareceu que devia ser aqui lembrado, pois estamos no Brasil, o contributo, a meu ver precioso, dado por um brasileiro, para a correta interpretação do pensamento de Aristóteles. Refiro-me a Olavo de Carvalho, cujo livro Aristóteles em Nova Perspectiva. Introdução à teoria dos quatro discursos (Rio de Janeiro, 1996), mal se compreenderia que deixasse passar em claro nesta reflexão acerca da presença do aristotelismo na vida mental portuguesa (...)"

Aqui [2], o biografado é citado num trabalho de conclusão de curso.

O próprio José Francisco dos Santos, doutor em filosofia, demonstrou estranhar a maneira com que o biografado vem sendo tratado [3]

Cito esses dois exemplos ilustrativos de obras que inclusive comentam sua filosofia. Ademais, numa simples busca no google acadêmico, poderão visualizar que a afirmação de que a obra do biografado é irrelevante na academia é absurda. O biografado foi citado diversas vezes em trabalhos acadêmicos e em muitos deles sobre filosofia, diversos criticaram, diversos elogiaram como é natural que aconteça com um FILÓSOFO.

Senhores, o que tratamento que foi dado ao biografado nessa página beira a comédia, definitivamente não dá pra levar a sério. A aba de discussões se tornou palco de uma disputa ideológica e temos ai o resultado disso. PVOS23 (discussão) 04h04min de 19 de abril de 2019.

Dornicke Não existe nenhum problema na caracterização como filósofo, amplamente suportada por diversas fontes fiáveis, como expresso ad nauseam nessa PD. Ignorar isso é ignorar política básica do projeto, forçando o seu ponto de vista, o que é passível de sansões. Qualquer editor pode, a qualquer momento, adicionar tal atribuição. O único motivo para não fazê-lo é que a introdução inteira precisa de re-estruturação, e não vale a pena focar em caracterizações, a fim de evitar picuinhas. Saturnalia0 (discussão) 16h58min de 19 de abril de 2019 (UTC)

Saturnalia0], como já foi dito por diversos editores, nas últimas semanas e ao longo de toda a existência do artigo, o biografado não possui reconhecimento dos pares. Não adianta tentar fingir que é um caso de "recusa", quando a maioria dos que analisaram o artigo e se manifestaram por aqui concordaram que a escrita é parcial e que a caracterização como filósofo é problemática. Não há como não focar em "caracterizações", o que estamos discutindo é precisamente caracterização - que é, frise-se, ferramenta essencial de qualquer enciclopédia do mundo. Os links postados acima por PVOS23 deixam isso claro. Os elogios, além de serem todos en passant e não uma análise crítica sobre a obra do biografado, são todos de personalidades da direita política que não são filósofos nem estão ligados à filosofia. Roberto Campos era economista, Meira Penna, Herberto Sales e Heitor Cony foram escritores. A fonte sobre a participação de Olavo no simpósio inclusive denota a falta de reconhecimento de seus pares na academia, ao dizer textualmente que "A ideia não mereceu, dos conterrâneos do autor, nem uma linha sequer em nenhum jornal ou revista" [12]. Note-se que o simpósio não é organizado pela Unesco, a informação da matéria está incorreta. O simpósio é organizado por uma ONG chamada "City for the Culture of Peace", que utiliza o auditório do palácio da Unesco, em Paris, para suas conferências [13]. Na fonte sobre o debate na PUC, Olavo de Carvalho é literalmente apresentado como "ensaísta e jornalista". Não como filósofo. [14] O link sobre a palestra da OAB tem como tema a teoria da conspiração sobre a "nova Ordem Mundial".[15] Eu acho que está clara a dificuldade em encontrar material qualificado que de fato embase essa caracterização de Olavo de Carvalho como intelectual de relevo acadêmico em seu artigo. Dornicke (discussão) 23h23min de 19 de abril de 2019 (UTC)
Como eu já havia dito, além das referências elogiosas de grandes pensadores ao biografado, conforme citado pelo Dornicke, ainda existem diversas contribuições e premiações que o biografado recebeu de órgãos acadêmicos e/ou institutos de filosofia, isso já foi exposto à exaustão, mas pelo visto o problema é que muita das referências elogiosas ao biografado vem de pessoas de posicionamentos políticos assim chamados "de direita". Como eu suspeitava e bem já havia apontado, me parece que a questão aqui é mesma ideológica e não pretendo opinar nesse campo, afinal, não me parece que este seja o tipo de discussão a ser travada em um local de conteúdo, ao menos pretensamente, enciclopédico. Assim sendo, não vejo que contribuições mais eu possa dar ao tópico. Obrigado e boa noite. PVOS23 (discussão) 04h43min de 20 de abril de 2019 (UTC)
Exatamente, o problema de POV é claro. Enfim, já há um tópico para produção textual, abaixo. Nem vale a pena perder tempo com o resto. Saturnalia0 (discussão) 12h38min de 20 de abril de 2019 (UTC)
PVOS23, exato, o problema é de POV. O artigo inteiro é construído a partir do POV dos apoiadores de Olavo de Carvalho. Isso vai contra o Wikipédia:Princípio da imparcialidade. Não podemos utilizar apenas fontes de personalidades de direita para descrever Olavo, pois isso cria uma leitura en rose dos fatos que não reflete a verdadeira natureza do objeto do artigo. Isso é basilar em qualquer enciclopédia. Fico feliz que tenha compreendido. Com relação aos tópicos, opine onde quiser. Todos eles são válidos para decidir os rumos do artigo, que não possui dono. Dornicke (discussão) 16h19min de 20 de abril de 2019 (UTC)

Heitor Cony, Roberto Campos, Josué Montuello, Herberto Salles, Jorge Amado...cinco membros da ABL (não escritores quaisquer); Bruno Tolentino, Vamire Chacon, Edson Nery da Fonseca, Alberto da Cunha Melo, Nelson Saldanha, Jorge Maranhão (poderíamos citar ainda Wolfgang Smith e Ives Gandra Martins) ... nomes de forte participação na academia; Meira Penna e Monica Grigorescu... embaixadores. Se são "de direita" isso é o de menos, o que importa é que são acadêmicos (não é esse respaldo que se pede?), e de qualquer forma, poderíamos citar Heitor Cony e Jorge Amado como ao menos "não-direitistas". Quanto a crítica a alguns dos eventos citados: no na Unesco houve a participação do seu diretor geral e apoio de diversas universidades; no da OAB, o mesmo tema já foi abordado/debatido pelo acadêmico Aleksandr Dugin, como exemplo, o não mais sendo juízo de valor; na PUC o importante aqui é a participação no debate em si, não a descrição dada depois pelo seu mediador. Esquecemos de citar também o V Congresso Brasileiro de Filosofia, organizado pelo Instituto Brasileiro de Filosofia, cuja assinatura do certificado do biografado foi feita por Miguel Reale, um dos maiores acadêmicos e filósofos deste país; e do posicionamento de Romano Galeffi, italiano pioneiro em filosofia da arte no Brasil e presidente à época do Instituto Brasileiro de Filosofia, que escreveu que o biografado "deu prova cabal da seriedade dos seus propósitos e de sua extensa cultura filosófica", além de apoia-lo em um projeito sobre Aristóteles junto à fundação (scanners com certificado/carta no site do biografado). Eurodixz (discussão) 23h20min de 20 de abril de 2019 (UTC)

O ponto, Eurodixz , é reconhecimento pelos pares. 99% dos nomes citados até o momento são de pessoas totalmente alheias ao universo da filosofia. Quando se fala em reconhecimento dos pares, não estamos falando de elogios en passant de pessoas famosas. Estamos falando de reconhecimento de sua obra por parte dos outros filósofos. Isso, até agora, vocês não conseguiram demonstrar. O contrário, entretanto, já foi fartamente demonstrado. E deixo aqui mais um texto a respeito ("Olavo de Carvalho está errado e não entendeu Kant, dizem três nomes de destaque da academia brasileira"). Imparcialidade na escolha das fontes também é importante. É possível escrever um artigo elogioso sobre Lula, chamando-o de "o verdadeiro introdutor da democracia no Brasil" e "preso político" usando fontes de acadêmicos internacionais de grande relevo, como Noam Chomsky e Eric Hobsbawn. Mas é necessário ter a honestidade intelectual de admitir que essa é a visão de um segmento específico da sociedade e da academia sobre Lula. Pode estar no artigo, claro, mas com o contraponto devido sobre os segmentos que não enxergam dessa forma. A mesma coisa se aplica a Olavo. Não se pode construir um artigo apenas com menções elogiosas cuidadosamente selecionadas pra transformar um polemista controverso em grande intelectual insuspeito. Isso é falsificar a realidade. Nosso artigo não pode se tornar uma ferramenta para escrever pós-verdades. Sobre o simpósio, repito, não é organizado pela Unesco. Quanto ao tema debatido por Aleksandr Dugin... bem, basta ler a biografia de Dugin na nossa wikipedia ou em qualquer outro idioma pra ver que ele não é caracterizado como grande pensador, filósofo, nem nada do tipo, mas como polemista de orientação fascista. Dornicke (discussão) 21h21min de 22 de abril de 2019 (UTC)

Sugestões de re-estruturação da introdução[editar código-fonte]

Abro esta seção para sugestões concretas de novos textos para a introdução, contestada em diversas seções por diferentes editores, acima. Peço que usem-na para esse propósito, e não para debate sobre outros temas para os quais já há seções específicas, dessa forma focando na produção textual. Lembro aos participantes sobre WP:INTRO. Eu mesmo pretendo ajudar na tarefa, com sugestões para avaliação pelos colegas, mas não nesse momento. Deixo o espaço para quem quiser ajudar na força-tarefa. Sds a todos. Saturnalia0 (discussão) 01h15min de 18 de abril de 2019 (UTC)

Ideias preliminares

Antes de me aventurar em uma primeira sugestão, solto algumas ideias preliminares para adiantar eventuais divergências:

  • O primeiro parágrafo deve conter um breve resumo da pessoa (nome, idade, nacionalidade), sua ocupação atual e a relevância dela (no caso do biografado, tanto na esfera intelectual quanto na esfera política), e ocupações de relevância anteriores
  • O segundo parágrafo pode conter as principais contribuições do biografado em cada uma de suas ocupações de relevância, atuais e anteriores, bem como uma explicação expandida da relevância de tais posições, contextualizando-as, incluindo ainda condecorações e produção bibliográfica relevantes
  • O terceiro parágrafo pode conter uma breve explicação da visão de mundo e posicionamento político do biografado, que ocupam boa parte do nosso texto
  • O quarto e último parágrafo pode ser destinado às críticas e controvérsias em torno do trabalho e vida do biografado, podendo ser reservado exclusivamente para esse fim, que ocupa boa parte de nosso artigo

Me parece indisputável incluir a ocupação de filósofo e influenciador político, bem como, em contraste, a ausência de produção acadêmica, o caráter auto-didata de sua formação, e a ampla produção literária, tanto no que tange seu sucesso entre o público geral e suas diversas críticas dentre seus pares. Saturnalia0 (discussão) 17h13min de 19 de abril de 2019 (UTC)

Como a PD voltou a ter um volume mais alto de discussões, tentarei dedicar algum tempo à tarefa acima, apesar de meu tempo estar escasso esse mês. Por esse mesmo motivo incito os participantes recentes a contribuírem com a re-estruturação mencionada (chamo em ordem de contribuição nessa PD, tirando arquivos/reversões/wikificações @Dornicke, PVOS23, Eurolatriks, Yone Fernandes, Tetraktys, Stuckkey, Mateus Goethe, Porantim, P. M.-E. (1601), João Victor Bertoldo, Érico, Aquila Leite, DARIO SEVERI e Pórokhov:) Perdoem pelo ping em massa e desconsiderem caso não queiram participar, mas acho que já passou da hora de transformar tanto debate em revisão textual. Adicionei hoje as críticas trazidas pelo colega Tetraktys ao texto, reduzindo as citações em linha cf. eu mencionei que achei prudente. Acho que há conteúdo suficiente para re-estruturar a introdução. Saturnalia0 (discussão) 17h22min de 19 de abril de 2019 (UTC)

Saturnalia0, no geral a seção ficou boa, mas algumas citações foram amputadas radicalmente, perdendo toda substância. se vc quer resumir em vez de citar literalmente, posso concordar, mas não em remover conteúdo relevante de material referenciado. isso vai até contra as políticas. mas no momento não estou podendo me deter neste assunto, ando cheio de trabalho extra-wiki. mais adiante vou revisar sua edição com mais vagar. no entanto, o que já temos foi um progresso importante. abz! Tetraktys (discussão) 23h02min de 21 de abril de 2019 (UTC)
Tetraktys Obrigado, sinta-se a vontade para adicionar o que achou que ficou cortado demais, mais adiante. Pensei em trabalhar na introdução mencionada no fim de semana, mas acabei não conseguindo. Ao longo da semana, quem sabe. Saturnalia0 (discussão) 00h47min de 23 de abril de 2019 (UTC)
Saturnalia0, eu acrescentei algumas partes relevantes que vc havia omitido. evitei fazer citações longas, e preferi condensar o conteúdo. acredito que vc concordará com essa edição, que continua sendo um enxugamento substancial em relação à minha primeira proposta. Tetraktys (discussão) 01h59min de 24 de abril de 2019 (UTC)
Estou de acordo com as adições. Saturnalia0 (discussão) 02h52min de 24 de abril de 2019 (UTC)
Na minha opinião qualquer definição de filósofo ao Olavo dever ser "autointitulado filósofo" na medida em que ele não tem qualquer comprovação de ter uma formação universitária de filosofia (na verdade só tem o segundo grau; o fato dele ter adquirido cultura por seus proprios meios após os estudos normais e de palpitar sobre tudo não o faz tecnicamente um filosofo) O resto é biografia politica. MachoCarioca oi 02h07min de 24 de abril de 2019 (UTC)
MachoCarioca As fontes (amplas, fiáveis, e relevantes) assim o classificam, leia as discussões. O biografado também não tem diploma de jornalista, mas atuou como tal e da mesma forma é classificado como jornalista por essa atuação, assim como diversos pares. Curiosamente ninguém disputa essa classificação por aqui, talvez porque a palavra "filósofo" carregue na mente de alguns alguma coisa de intelecto superior, e não pensem isso do sujeito - com razão, eu diria - daí elaboram opiniões pessoais ignorando o que citam as fontes. Mas isso é suposição minha. Nessa linha, suponho ainda que essa opinião sobre a necessidade de diploma seja diferente quando tratando-se de outros filósofos que talvez recebam maior respeito por parte dos colegas, até por serem mais dignos de tal. Mesmo ignorando os clássicos que precedem as universidades, cuja lista seria extensa demais para elencar aqui, podemos tranquilamente listar outros contemporâneos às universidades e que delas não possuem diploma algum, mas que isso não seria, só posso supor, objeto de disputa pelos colegas - nomes como Spencer ou Hume (que desprezava a universidade[16]) vem à cabeça. Puxando para a minha área, computação, temos mais ditos filósofos sem diploma em filosofia, como Dana Scott, Solomon Feferman ou Saul Kripke, laureado em filosofia com o prêmio Rolf Schock (Nobel da filosofia), e que é creditado por dizer que "gostaria de ter largado a faculdade (matemática em Harvard)" porque "não aprendeu nada lá".[17] Enquanto esses não se comparam com o biografado, servem de contraponto a essa opinião, que em primeiro lugar já ia de encontro ao que está respaldado nas fontes cá discutidas e no artigo citadas. Saturnalia0 (discussão) 02h52min de 24 de abril de 2019 (UTC)

Só para que conste dos autos: de fato, o biografado não é graduado em nada, porém informa ter registro de jornalista profissional "por tempo de serviço", nos termos da legislação [18]. --Yone (discussão) 23h19min de 26 de abril de 2019 (UTC)

Todas as fontes sobre Olavo de Carvalho que o classificam como "filosofo" são politicamente tendenciosas. Porque simplesmente ele não o é, academicamente falando. Se autointitula. MachoCarioca oi 02h58min de 24 de abril de 2019 (UTC)
Descartar fontes fiáveis como Folha de S.Paulo[19], Gazeta do Povo[20], O Estado de São Paulo[21], Época[22], El País[23], EXAME[24], e enfim, toda a imprensa brasileira cujas citações são tidas como fiáveis e relevantes em toda esta enciclopédia como "politicamente tendenciosa" é, perdoe-me, coisa de IPs e novatos que não conhecem o projeto, tal qual ignorar o que é levantado pelos colegas na discussão. Além disso, fugindo da imprensa, há trabalhos acadêmicos publicados em periódicos que o colega citou (vide arquivo 8).[25][26][27][28][29][30] Saturnalia0 (discussão) 03h06min de 24 de abril de 2019 (UTC)
Esse negócio de "filósofo" é um fetiche. Uma tentativa de dar autoridade ao biografado. Se é pra ser sério, não coloca "filósofo" e pronto, para com esse fetiche. Porantim msg 17h07min de 24 de abril de 2019 (UTC)

Referências

Se por "trabalhos acadêmicos", alguém estiver imaginando uma compilação de textos comentados em simpósio por membros da Academia Brasileira de Filosofia ou teses originais comentadas por Ingvar Johansson ou Judith Butler, esclareço que são todos citações de TCCs ou teses de mestrado... Dornicke (discussão) 21h12min de 24 de abril de 2019 (UTC)
TCCs não são fontes boas, fato. Teses de mestrado são melhores, deixando a desejar em relação a teses de doutorado. Discussão a respeito disso envolvendo diversos editores ocorreu não tem muito tempo em Wikipédia:Esplanada/geral/Candidato a destaque pode usar fonte de aluno universitário? (25fev2018). Alguma das publicações citadas estão em simpósios nacionais (de História e Direito), enquanto outros em periódicos menores de filosofia. Dornicke acho válido questionar a importância dos periódicos que publicaram-na - se for constatado baixo conceito no Qualis p.e. então de fato as fontes não são válidas. Discussão a respeito disso ocorreu recentemente em Wikipédia:Esplanada/geral/Como avaliar a relevância de periódicos para citar suas publicações em nossos artigos? Qualis é uma métrica adequada para os brasileiros? Como interpretar a nota do mesmo? (10jan2019). De qualquer forma são fontes complementares a todo resto. Saturnalia0 (discussão) 00h02min de 25 de abril de 2019 (UTC)

Esse autor precisa ser criticado por tudo aquilo de errado que faz, não por ideólogos “do outro lado”. Advirto que dizer que ele pratica “discurso de ódio” só vai inflamar ainda mais as ditas “olavettes”, sobretudo por se tratar de uma crítica idiossincrática, simplista e sem substância. Em suma, uma bobagem. Gnóstico07 (discussão) 23h44min de 24 de abril de 2019 (UTC)

Tal crítica está referenciada por fontes fiáveis. O que é simplista e sem substância é seu comentário, que não avalia o texto ao qual a crítica é referenciada. Saturnalia0 (discussão) 00h05min de 25 de abril de 2019 (UTC)

É uma opinião referenciada baseada num chavão. O que é “discurso de ódio”? Façam o que bem entenderem, só estou sugerindo melhorar este artigo com informações pertinentes. Gnóstico07 (discussão) 00h09min de 25 de abril de 2019 (UTC)

Bom, tendo em vista a continuidade e aumento no volume das discussões, creio que mesmo que seja produzido e proposto um texto esse não será bem apreciado, dadas as discordâncias, e dificilmente irá se materializar no artigo. Tendo isso em vista e o fato de que a disputa se alonga há meses (anos?) vou levar o assunto à esplanada. Saturnalia0 (discussão) 17h07min de 26 de abril de 2019 (UTC)

Perenialismo[editar código-fonte]

Mais importante do que incluir se professora fulana de tal disse que Carvalho é isso ou aquilo, seria importante incluir na biografia desse autor sua ligação direta com o perenialismo, que por sua vez, influenciou uma vasta gama de pensadores da nova direita, muito deles citados pelo proprio Olavo (Dugin, Wolfgang Smith, René Guénon). Várias fontes atestam o fato de que Carvalho é um “perenialista”.[1] Este estudo mostra que Guenon é o autor mais citado por Carvalho depois de Marx.[2] Gnóstico07 (discussão) 00h04min de 25 de abril de 2019 (UTC)

Gnóstico07 Poderias gerar um texto para o artigo baseado na fonte citada? Eu mal consigo tempo para focar na tarefa acima. No mais, você menciona múltiplas fontes, mas trouxe apenas uma. Se for para adicionar ao artigo, seria bom trazer as outras. Saturnalia0 (discussão) 00h06min de 25 de abril de 2019 (UTC)
Eu trouxe duas numa rápida procura. Vale lembrar que o Steve Bannon tb é um perenialista próximo desse escritor. Gnóstico07 (discussão) 00h07min de 25 de abril de 2019 (UTC)
Discordo, o artigo já dá espaço extremamente desproporcional para as ideias do biografado. Não é isso que deveríamos abordar. Está faltando caracterização. Dornicke (discussão) 00h56min de 25 de abril de 2019 (UTC)
O conteúdo é coberto por fontes relevantes. Se o texto atual está grande demais e o texto proposto é relevante, é possível resumir o existente (enxugando, sem remover conteúdo útil) de forma que adicionar o novo não expanda o tamanho total do artigo. Dessa forma creio que todos fiquem satisfeitos e o texto ganhe valor. Sds Saturnalia0 (discussão) 09h33min de 25 de abril de 2019 (UTC)
Essa relevância pode ser demonstrada academicamente? Ou é meramente embasada em noticiário datado? Eu busquei "Olavo de Carvalho" na base Scielo. [31] Não há nenhum resultado referente a Olavo, que dirá sobre as ideias dele. Dornicke (discussão) 23h56min de 25 de abril de 2019 (UTC)
Nem sempre fontes comprovam notoriedade de alguém. A Folha e os Estadão chamarem o Olavo de filósofo de maneira (essa semana numa materia o Globo disse que ele se "autointitula"),nenhuma atestam ele se-lo. O q atesta é um consenso academico e público. Olavo nunca teve isso. A designação dele como filosofo é pura politica e não tem seriedade. MachoCarioca oi 00h14min de 26 de abril de 2019 (UTC)
Exato. A designação dele como filósofo só se sustenta com base na seleção de fontes embasada pelo viés de confirmação. Em tempo, também não há nada sobre Olavo de Carvalho na base sientífica Spell (Scientific Periodicals Electronic Library), nem como autor, nem como palavra chave, nem como título, nem como nada: zero resultados encontrados. Noto também que os livros que chamam de "best sellers" e são tratados no texto com ares de "magnum opi" da filosofia contemporâneo não possuem sequer interwikis. O texto não casa com as evidências. Parece apresentar alguém muito mais relevante academicamente do que as referências mostram. Alguém que certamente apareceria em bases acadêmicas tão abrangentes quanto Scielo e Spell. Dornicke (discussão) 00h42min de 26 de abril de 2019 (UTC)
O q atesta é um consenso academico e público. Não, o que atesta são fontes fiáveis, independentes e relevantes, per WP:V/WP:FF. Não misture opinião pessoal sua com políticas da enciclopédia. Quanto ao resto, a falta de produção acadêmica do sujeito é notória e atestada no artigo, o que também não se confunde com notoriedade, que é igualmente óbvia e atestada no artigo. Saturnalia0 (discussão) 16h54min de 26 de abril de 2019 (UTC)
Não é uma opinião pessoal é o óbvio. Se Olavo fosse mesmo reconhecidamente um filósofo por concenso universal, essa discussão nem aconteceria, certo?. Platão também não tem diploma mas alguém contesta que ele tenha sido um filósofo? Só o fato da polemica sobre se é ou não, já demonstra que não o é, independente das "fontes fiáveis". Fontes fiáveis essas que tbém atestam q ele apenas se autoproclama como tal. MachoCarioca oi 18h52min de 26 de abril de 2019 (UTC)
Como esse debate sobre a influência do perenalismo na neodireita voltou novamente para essa banalidade de se o consenso acadêmico considera ou não Olavo filósofo? 2804:138B:B0F2:DF5:57B4:E84F:5960:9F16 (discussão) 01h24min de 26 de abril de 2019 (UTC)
O artigo é sobre Olavo de Carvalho, não sobre a "influência do perenalismo na neodireita". Dornicke (discussão) 16h29min de 26 de abril de 2019 (UTC)

Olavo é uma das personalidades mais influentes do atual governo, e um dos ideólogos do PRESIDENTE DO BRASIL. Como que Dornicke decide que as ideias de um sujeito tão influente devem ser suprimidas e escondidas do interesse público? Seja para crítica-las ou elogiá-las, elas DEVEM ser mencionadas. 200.144.75.105 (discussão) 17h31min de 26 de abril de 2019 (UTC)

O presidente do Brasil não é nenhuma autoridade acadêmica para emprestar influência acadêmica por osmose aos seus ideólogos. Ao contrário, hoje mesmo decretou o fim de investimentos em faculdades de filosofia... Dornicke (discussão) 18h38min de 26 de abril de 2019 (UTC)

Pera lá, então vc considera esconder toda informação que não seja academica, por mais que ela impacte diretamente uma nação? É isso mesmo? 200.144.75.105 (discussão) 19h04min de 26 de abril de 2019 (UTC)

Não. Eu considero inadequado utilizar de uma biografia de um polemista como plataforma para difusão dos conceitos desse mesmo polemista. O artigo deve informar quem é Olavo de Carvalho, o que ele fez, o que ele publicou. Não deve ser uma ode elencando todas suas ideias e detalhando seus pensamentos, sejam eles sobre adoçar refrigerantes com fetos abortados, sejam eles sobre o heliocentrismo ser uma farsa, sejam eles sobre "influência do perenalismo na neodireita". A propósito, já temos o artigo filosofia perene embasado por fontes acadêmicas e Olavo não é citado em parte alguma. É necessário, portanto: 1 - Que vocês demonstrem a relevância de Olavo de Carvalho para o perenialismo através de fontes acadêmicas sólidas; 2 - que vocês comprovem que o a abordagem de Olavo do tema é suficientemente relevante para ser detalhado em uma biografia. Pelo que vi, o que estão dizendo é "Olavo de Carvalho citou filósofos que abordam o perenialismo, logo devemos escrever sobre perenialismo no artigo dele. Na minha concepção, isso se chama "encher linguiça acadêmica por falta de conteúdo verdadeiro pra postar". Dornicke (discussão) 20h25min de 26 de abril de 2019 (UTC)

Como assim "encher linguiça acadêmica" se como vc mesmo disse de acadêmica essas fontes não tem nada? Vc é muito confuso. A informação é pertinente na biografia do autor. 2804:138B:B0FE:4639:E6C8:D0F:E264:4734 (discussão) 10h47min de 27 de abril de 2019 (UTC)

Não existem fontes acadêmicas corroborando o trabalho de Olavo como filósofo. O artigo é sobre Olavo. Fontes acadêmicas sobre perenialismo existem de sobra. Só não sei o que tem a ver com esse artigo. Dornicke (discussão) 19h20min de 27 de abril de 2019 (UTC)

Tópico na esplanada[editar código-fonte]

Pelos motivos cá mencionados, estou a levar a disputa atual à esplanada. Aqui: Wikipédia:Esplanada/geral/Disputa em :Olavo de Carvalho sobre a alcunha "filósofo" (26abr2019). Saturnalia0 (discussão) 17h09min de 26 de abril de 2019 (UTC)

Ligações quebras, redirecionamentos e propagandas[editar código-fonte]

Como o artigo chegou na esplanada, me trouxe para cá para procurar entender, constatei na pesquisa dos sites citados nas referências, muitas coisas problemáticas, mas, me reservarei a citar que estas ligações se encontrão; quebradas, redirecionando, possivelmente propagandas de pessoa ou sítio e até mesmo salas de bate-papo:

  • (n.º da ref. 12) Espíndola, Wilson (11 de Novembro de 2012). «Jornal Opção - O enigma Olavo de Carvalho». Consultado em 22 de Julho de 2016 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 22) «Olavo de Carvalho – The Inter American Institute». theinteramerican.org (em inglês). Consultado em 11 de maio de 2017 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref.25) «ICLS - Instituto Cultural Lux et Sapientia». Consultado em 29 de maio de 2017 (PROPAGANDA?)
  • (n.º da ref. 26) «Documentário sobre Olavo de Carvalho ganha primeiro teaser - Portal AZ». Portal AZ. Consultado em 12 de maio de 2017 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 27) Sul/FUA, Jornal Cruzeiro do. «Guto Brinholi faz música para filme sobre Olavo de Carvalho». Jornal Cruzeiro do Sul (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 31) «Olavo de Carvalho: filosofia no cinema - Folha de Londrina - O Jornal do Paraná - Brasil». Folha de Londrina (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 34) O Jornalista e Católico Mariano Olavo de Carvalho discute as posições do Papa Francisco». Site Católico - Amor Mariano. 24 de setembro de 2013 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 40) «Olavo de Carvalho». Diário do Comércio. Consultado em 17 de janeiro de 2017 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 47) «O homem que ressuscitou a filosofia no Brasil - Jornal Opção». www.jornalopcao.com.br. Consultado em 11 de maio de 2017 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 50) «Olavo de Carvalho incomoda os vivos e parece incomodar até os mortos da esquerda - Jornal Opção». www.jornalopcao.com.br. Consultado em 12 de maio de 2017 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 58) «A NOVA ESTRUTURA DE PODER MUNDIAL (A Nova Ordem Mundial) – Olavo de Carvalho na OAB SP». poderjuridico.com. 12 de outubro de 2016. Consultado em 11 de maio de 2017 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 67) «Palestrantes - Brazil Conference 2017». Brazil Conference 2017 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 81) «Bate-papo com Carlos Heitor Cony - 21/07/1999 - Arquivo - Bate-papo com convidados - Bate-papo UOL». Bate-papo UOL. Consultado em 12 de maio de 2017 (CHAT, BATE-PAPO?)
  • (n.º da ref. 84) «Bate-papo com Bruno Tolentino - 19/08/1998 - Arquivo - Bate-papo com convidados - Bate-papo UOL». Bate-papo UOL. Consultado em 12 de maio de 2017 (CHAT, BATE-PAPO?)
  • (n.º da ref. 86) Olavo de Carvalho. «clicRBS | Referendo 2005». www.clicrbs.com.br. Consultado em 12 de maio de 2017 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 103) «Baguete». www.baguete.com.br. Consultado em 12 de maio de 2017 (PROPAGANDA?)
  • (n.º da ref. 104) «Professor José Renato Cella». www.cella.com.br. Consultado em 12 de maio de 2017 (PROPAGANDA?)
  • (n.º da ref. 105) «CMI Brasil - Olavo de Carvalho no banco dos réus». www.midiaindependente.org. Consultado em 12 de maio de 2017 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 106) «CMI Brasil - O "filósofo" Olavo de Carvalho, por Sebastião Nery». brasil.indymedia.org. Consultado em 12 de maio de 2017 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)
  • (n.º da ref. 111) Brasileiros (revista), ed. (22 de abril de 2016). «'Olavo de Carvalho deve verificar se sua saliva não transmite o vírus da ignorância'». Consultado em 8 de maio de 2016 (QUEBRADO OU REDIRECIONAMENTO)

--Ishua'a LFOdS (discussão) 02h44min de 1 de maio de 2019 (UTC)

Ishua'a LFOdS Não analisei tudo o que você trouxe, mas atento a alguns pontos:

  1. Vide estes diffs: [32] [33]. As ligações para o site do biografado foram propositalmente removidas, pois o site está em uma lista de spam global. Como discutido no link mencionado no sumário de edições, as ligações podem ser fetias sem a URL;
  2. Você pode usar o InternetArchiveBot para varrer o artigo e tentar recuperar ligações quebradas;
  3. Não entendi as classificações de propaganda. O Baguete p.e. é um portal de tecnologia relativamente conhecido.

Saturnalia0 (discussão) 14h35min de 1 de maio de 2019 (UTC)

Como disse estava dando uma olhada e seguindo as referências e inclusive as sem ligações, mas, fique claro Saturnalia, foi apenas uma observação, agradeço o retorno e não precisa "esquentar" com esse debate que já está massante por pouca coisa. Desde já agradeço pelo retorno e fica tranquilo não vou me estender nisso, além do mais a pagina está com restrições para edições. O que segue é só pra explicar meu ponto de vista sobre o assunto sem pretensão de prolongar-me ou obter retorno.
  • No caso do sítio "baguete" (n.º da ref. 103) ele coloca-se assim: Outros críticos incluem Janer Cristaldo,103 (como se levasse a alguma matéria sobre o citado ou o biografado ou algo do gênero.)
  • Sobre o professor José Renato Cella (n.º da ref. 104) reconheço que li apenas a introdução (achei que era propaganda do livro) e não vi que há citações no meio do texto sobre o biografado, por exemplo; "Filhos bastardos—Olavo de Carvalho diz que evolucionismo foi o pai do comunismo e do nazismo..."
  • No caso do ICLS (n.º da ref.25). "É casado com Roxane Andrade de Souza e pai de oito filhos, sendo que um deles, Luiz Gonzaga de Carvalho Neto, segue a vocação do pai e "promove cursos." 25 (site próprio do sitado) Achei um sítio alternativo; conselhos básicos do Prof. Luiz Gonzaga de Carvalho para a...Estudos Nacionais (Blogue)-18 de mar de 2019 onde o artigo fala que ele é filho de Olavo e "dá" cursos e ainda oferece ligação para o sítio citado.
  • No caso de salas de bate-papo (n.º da ref. 81 e 84) nem sei o que dizer...
  • Sobre sítios serem "do" biografado; acho que não é exatamente o caso dos que citei: The Inter American (n.º da ref. 22), Folha de Londrina (n.º da ref. 31)... outro exemplo é sobre Olavo no Jornal Opção existem outras além das ligações citadas quebradas, uma das quebradas até pode ser recuperada foi repostada no sítio; "logosapologetica" a matéria do jornal sob o título: homem que ressuscitou a filosofia no Brasil segundo o sítio a fonte é a matéria do Jornal (n.º da ref. 47), mas, as demais referências incluindo uma das mais citada (n.º da ref. 12) no artigo foram "removida pelo jornal" e numa pesquisa, eu não encontrei nada com o mesmo título.--Ishua'a LFOdS (discussão) 16h17min de 1 de maio de 2019 (UTC)

Ordem do Rio Branco[editar código-fonte]

Olá, apesar das controvérias a respeito da legitimidade para o recebimento da comenda neste nível, seria possível adicionar às condecorações e comendas recebidas a Grã-Cruz Ordem do Rio Branco (conforme publicado na edição extra Diário Oficial de anteontem na página 8)? Jose8122 (discussão) 00h50min de 2 de maio de 2019 (UTC)

Até torturadores já receberam essas homenagens. Não existe controvérsia nenhuma. 189.83.136.49 (discussão) 23h41min de 2 de maio de 2019 (UTC)
Não sei se você entendeu meu ponto (ou se veio comentar só pra criar flamewar): A controvérsia está em ele receber a grã-cruz sem possuir a função necessária para receber a honraria neste nível (Reservada à Presidente, Vice, Presidente da Câmara dos Deputados, Presidente do Senado Federal, Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministros de Estado, Governadores dos Estados da União e do Distrito Federal, Almirantes, Marechais, Marechais-do-Ar, Almirantes-de-Esquadra, Generais-de-Exército, Tenentes-Brigadeiros-do-Ar, Embaixadores estrangeiros e outras personalidades de hierarquia equivalente), pela função que ele possui, a comenda deveria ter sido entregue ao nível de Oficial ou no máximo Comendador Jose8122 (discussão) 13h42min de 3 de maio de 2019 (UTC)
Entendi sim. Agradeço pelo comentário. 189.105.181.145 (discussão) 18h12min de 3 de maio de 2019 (UTC)

Poderiam incluir também que a ele foi concedido o título de Cidadão Honorário do Paraná, em maio de 2018. Eurodixz (discussão) 13h34min de 6 de maio de 2019 (UTC)

Sobre biografia de pessoas vivas[editar código-fonte]

Gostaria de saber a opinião em algumas observações que coli sobre o caso ao tomar ciência do teor polemista que se envolve o caso, desde já peço desculpas por qualquer confusão que venha cometer: No que diz respeito a WP:BPV Retirado da Introdução:

  • §4 - As biografias de pessoas vivas (BPVs) devem ser escritas de forma conservadora no que diz respeito à privacidade do biografado.
  1. Em março de 2018, passou por uma internação hospitalar ... divulgou um vídeo pelas redes sociais para tranquilizar seus seguidores. Qual o valor enciclopédico?
  2. E anexos de ações judiciais usadas como fonte.
  • §5 - Uma orientação geral importante ... "não depreciar", e para isso recomenda-se a análise dos seguintes fatores: "especulação ou fato", "apresentação desproporcional de informação controversa em relação àquelas outras que tornam a pessoa notável" e "citação nominal ou biografia completa de pessoas pouco notórias".

Escrita e edição Estilo de escrita Críticas

  • §1 - As visões de críticos podem ser representadas se: forem relevantes para a notabilidade do assunto; puderem ser comprovadas com fontes secundárias fiáveis; o material for escrito de modo a não dominar o artigo ou pareça concordar com os críticos... Tome cuidado para não conceder aos críticos um espaço desproporcional...
  1. Por exemplo José Arthur Giannotti que apesar dos títulos que carrega no espaço cedido no artigo, como pode ser observado nas entrevistas, expressa opinião pessoais e não refutações acadêmicas (não apresenta qualquer trabalho próprio ou de outros pra sustentar o que dizem) ou mesmo qualquer referência a obras, e, ainda a participação na área das críticas finalizam, salvo Esther Solano que fala sobre exclusivamente sobre sua área de atuação, o resto começam da mesma forma apresentação de títulos e visões de mundo próprias sem qualquer refutação por parte de um acadêmico como era de se esperar, concluindo com inferências geralmente sobre temas polemistas pra sustentar-se, com a notória alusão a outros temas e desvirtuando o assunto abordado. Portanto na minha visão são espaços desproporcionais e mesmo desnecessários devido ao conteúdo de cunho pessoal e que é amplamente discutida na mídia aberta com amplo acesso e sem nenhuma valia para a enciclopédia a não ser subscrever o que dizem sobre o biografado.
  • §2 - .... Os editores devem estar atentos para evitar conteúdo tendencioso ou difamatório sobre pessoas vivas.... Anexos de ações judiciais usadas como fonte.

Fontes

  • §2 - Material sobre pessoas vivas disponível apenas em fontes de fiabilidade ou valor duvidosos não deve ser utilizado, nem como fonte nem como ligação externa. Como podem observar só serviu pra colocar mais referências de críticas jornalísticas.
  • §3 - Livros de publicação própria, zines, páginas de internet de fiabilidade duvidosa e blogs jamais devem ser usados como fonte para a biografia de uma pessoa viva, "a não ser que tenham sido escritos ou publicados pelo próprio biografado" (veja mais abaixo).
  • §4 - Os editores devem evitar bisbilhotices, questionando: se a fonte é confiável; se o material é apresentado como verdadeiro; se, mesmo sendo verdadeiro, é relevante num artigo enciclopédico sobre o assunto.
  1. Está praticamente representa a maior parte das fontes sobre críticas ao biografado, apesar de muitos possuírem títulos acadêmicos não se valem para apresentar um texto acadêmico para refutações e como qualquer um que se preste a ler tais matérias irá perceber que não passam de opiniões pessoais. Além de não servirem como contra-pontos da aba Pensamentos.

Utilizando o sujeito como fonte autopublicada

  • §3 - Um website ou blog do biografado poderão ser citados nas ligações externas se não forem utilizados como fonte no artigo. Seria possível colocar nas ligações externas: https://blogdoolavo.com; neste existe ligações externas para os demais sítios do biografado e direcionando o leitor que venha a ter interesse pelo mesmo a uma fonte fiável, no que diz respeito ao biografado.

Presunção a favor da privacidade

  • §1 - Os artigos da Wikipédia contendo material sobre pessoas vivas podem afetar a vida dos biografados.... Não vejo razão de anexar documentos ligados exclusivamente a vida pessoal do mesmo.

Presunção a favor da privacidade

  • §2 - ... considerar as implicações legais e éticas da edição desse material....
  1. Ao escrever sobre uma pessoa que é notória apenas por um ou dois eventos, a inclusão de muitos detalhes, mesmo com fontes adequadas, pode trazer problemas. Acredito que esse resume bem a polêmica gerada.

Dignidade humana básica

  • .... Nossos artigos não podem servir para difamar ou ridicularizar alguém, direta ou indiretamente....
  1. Como alguns editores que não cabe agora fazer juízo de valores, explicitaram na inclusão dos seus críticos que nada fazem do que retrucar as críticas do biografado com mais críticas sem qualquer valor enciclopédico.

Figuras públicas bem conhecidas

  • §4 - Seja muito cauteloso ao utilizar material de fontes primárias. Não utilize, por exemplo, dados pessoais encontrados em bases públicas... Já abordado.
  • WP:PDI - WP:PDVN - WP:NPOV Ler todo em especial - Evitar - Adjetivos
  • WP:CITE - WP:CF Ler todo;
  • WP:FF - WP:FC - Casos que exigem mais cuidado - Biografias de pessoas vivas; ler todo em especial - Atenção para as falsas autoridades e Questões a ter em conta: Elas têm um programa de trabalho, um conflito de interesses, visões fortes ou outras tendências que possam colorir seu relato? - O que é uma fonte secundária independente? .... Opiniões tendenciosas conscientes e inconscientes e erros não são sempre evidentes. A melhor maneira de mostrá-los é fazendo referência cruzada com outras fontes secundárias.

—Na minha visão existe muito conteúdo que mesmo sendo verdades não deveriam fazer parte, alguns foram representados acima. Acredito que a Apresentação seguida de relatos bem superficiais dos principais conteúdos que o fizeram adequar-se a inclusão de biografado e direcionando pra um que outro artigo midiático já seria de bom tamanho, evitando assim o que vem acontecendo acumulando arquivamentos e que já extrapolou da aba discussão do artigo. E não permitir que os colegas editores façam militância nem de um lado nem de outro; os prós não precisam ficar incluindo tudo que é presente que ele receba, por outro lado, os contras não precisam militar pela vida acadêmica ou mesmo política ou militar.
—Sobre tudo acabar de uma vez por todas com essa ignoração da contribuição à filosofia que o mesmo deu com seu livro "Aristóteles em nova perspectiva: a teoria dos quatros discurso." Este livro por si só já lhe garante o título de filósofo, pois, se ele não possuísse os critérios necessários não seria capaz de fazer tal produção, como visto aqui, completamente relegado a marginalidade, notoriamente feita com o propósito de fazer os caros colegas negligenciar a importância da obra para referenciar o título de filósofo ao mesmo, não nos cabe fazer resenhas ou nos aprofundarmos no pensamento crítico da obras.--Ishua'a LFOdS (discussão) 18h24min de 9 de maio de 2019 (UTC)

Introdução[editar código-fonte]

Parabéns aos que trabalharam nela recentemente. Ficou bem melhor, especialmente o primeiro parágrafo. Mas gostaria de chamar a atenção para alguns pontos:

  1. No primeiro parágrafo
    1. O MachoCarioca mudou "Autodidata, estudou filosofia por conta prórpia" para "Autoproclamado filósofo, estudou filosofia por conta própria". Concordam com essa mudança? Eu acho que estava melhor antes...
    2. Há alternativas para o uso excessivo de gerúndios como "tendo atuado", "sendo considerado", "sendo um dos principais..."?
  2. Segundo parágrafo
    1. Denovo, "sendo membro", "tendo feito"
    2. "É considerado pela imprensa como um "guru" do presidente da República Jair Bolsonaro, embora ele próprio rejeite essa afirmação.". Ele Olavo ou ele Bolsonaro?
  3. Quarto
    1. Poderíamos explicar que ele não tem exatamente "livros", mas que na verdade tratam-se de coleções de artigos escritos em jornais.
    2. "Obra" parece meio pomposo, não? Eu próprio havia movido a Categoria:Obras de Olavo de Carvalho para Categoria:Livros de Olavo de Carvalho.

--Bageense(fala) 13h25min de 12 de maio de 2019 (UTC)

Symbol comment vote.svg Comentário Desculpe-me mas vou além do citado:
Sobre o que você falou: Q1. 1. Autodidata; em resumo é uma pessoa que aprende por si só. Que não se encaixa muito bem em filosofia, pois, se você não seguir a linha de pensamento de um mentor, mesmo que seja lendo seus comentários filosóficos, não chegará a lugar algum e se chegar vai ser por intuição ou revelação, fugindo assim do que se propõem a filosofia. Por outro lado, quando você usa esse termo “autoproclamado,” chega a ser bizarro, pois, praticamente o que a “wiki” diz é que ele se acha um filósofo e subscreve isso ou pior dá um sentido de que a “wiki” está usando de ironia com a pessoa biografada. Q1-3. Nesse caso é a sucessão do princípio de incertezas. Se eu tivesse a oportunidade de editar seria algo como (Conciso):

Olavo Luiz Pimentel de Carvalho (Campinas, 29 de abril de 1947) é um ensaísta e pensador brasileiro, no passado atuou como jornalista, astrólogo e palestrante, atualmente, na vida pública, ocupando-se com a venda e aulas de seus cursos online em seu Seminário de filosofia e da arrecadação nas vendas de seus “livros e livretos” {para ser considerado um livro, basta ter capa e ultrapassar 50 p.}. Olavo passou a ser conhecido pelo público em geral após as eleições que ocorreram em 2018; quando ele, em suas redes sociais passou a ser considerado um polêmico influenciador digital e o ideólogo do atual presidente.

Embora haja afirmações do mesmo ser um conservador ou liberal, nada está claro sobre isso, o que é certo é que ele é um dos defensores do armamentismo no Brasil, além de professar abertamente a religião Católica e seu desgosto pelo Comunismo, cuja participação o mesmo não nega. Sobre o Comunismo, seus partidários alegam ter sido o agente que expôs a “Teoria da conspiração” da Internacional Comunista sob o nome de URSAL, sendo a trama feita no Foro de São Paulo para imporem às Américas uma mistura de filosofia marxista-gramscista com as teorias críticas (“subversivas”) da Escola de Frankfurt, e, é dessa mistura que cunhou-se o termo Marxismo cultural que segundo essa teoria tenta acabar com a religião e sobre tudo a Cristandade, no mundo.

Biografia
Vida profissional e pública

Em sua juventude, foi militante comunista, inclusive sendo membro do Partido Comunista Brasileiro de 1966 a 1968, tendo feito oposição durante todo o período do regime militar brasileiro, mas, posteriormente tornou-se um anticomunista convicto. Atualmente na sua visão de mundo sobre a época; o regime tomou forma de ditadura quando a ala “linha dura” não permitiu que Castelo Branco fizesse a transição de governo, com isso, contribuiu com a reestruturação social comunista, sendo seu auge a acensão de Lula ao poder.

Como jornalista, trabalhou em revistas e periódicos, passando por veículos como Folha de S.Paulo, Planeta, Bravo!, Primeira Leitura, Jornal do Brasil, Jornal da Tarde, O Globo, Época e Zero Hora e Diário do Comércio. Foi também astrólogo, colaborando no primeiro curso de extensão universitária em astrologia da PUC-SP, em 1979, oferecido a formandos em psicologia.

É autor de várias obras, em sua maioria arranjos de estudos de seus cursos de filosofia online. Dentre seus livros destaca-se a Trilogia do “Manual do usuário:” A Nova Era e a Revolução Cultural (1994), O Jardim das Aflições (1995) e O Imbecil Coletivo (1996). A primeira de suas obras impressas foi lançada em 1980, sob o nome de A Imagem do Homem na Astrologia. Seu livro O Mínimo que Você Precisa Saber para não Ser um Idiota, lançado em 2013, é o mais vendido, ultrapassando o número de 300 mil exemplares.

Além de livros e livretos e o material que envolve seus cursos online, Olavo realizou e participou de vários eventos em importantes instituições como: Clube Israelita Brasileiro (2003 e 2004), o Centro Regional da ESAF no Rio de Janeiro (1998), a Escola de Guerra Naval (2001 e 2002), o Instituto Militar de Engenharia (2000), o Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (1993), o Banco Nacional da Romênia (1999), o Clube Militar de Minas Gerais (1999), a America's Future Foundation (2006) e a OAB-SP. Nesta última, realizou uma palestra em 2001 e outra em 2004, abordando em ambas sobre a Nova Ordem Mundial. Esteve presente, junto com Bruno Tolentino e Carlos Heitor Cony, na 8ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, em julho de 1997. Participou do Fórum da Liberdade nas edições de 2000, 2001, 2002, 2004 e 2005, junto com importantes figuras como Leonel Brizola, Ciro Gomes, FHC, Armínio Fraga, entre outros.

Em 1998, participou de um debate no Teatro da PUC-SP, parte do programa Diálogos Impertinentes, com o teólogo Carlos Josaphat, como o outro dialogador, e com o filósofo Mario Sergio Cortella, este servindo como mediador para Josaphat e Olavo, que debateram questões relacionadas à moral.

Em 2004, foi entrevistado na Rede Vida pelo programa Tribuna Independente.

Em 2005, em conta de seus estudos sobre Aristóteles e sua filosofia, Olavo participou do First World Congress and School on Universal Logic (Primeiro Congresso Mundial e Escola sobre Lógica Universal), ocorrido em Montreux na Suíça e organizado pelo filósofo francês Jean-Yves Béziau.

Em 2015, participou do The Washington Conclave for Democracy (Conclave de Washington para a Democracia), evento organizado pela National Press Club. Outros convidados foram o ex-presidente colombiano Álvaro Uribe, o ex-primeiro-ministro espanhol José Aznar, o ex-governador Jeb Bush, o senador Marco Rubio, entre outros, que debateram sobre o Brasil e a América Latina.

Em 2016, foi um dos participantes do Congresso Brasil Paralelo,65 que contou com mais de sessenta influentes participantes, entre eles nomes como Ronaldo Caiado, Onyx Lorenzoni, Gilmar Mendes e Luiz Felipe Pondé, que explanaram sobre a realidade do Brasil num ponto de vista liberal-conservador.

Em 2017, participou da Brazil Conference, conferência organizada por Harvard e pelo MIT, debatendo ao lado do vereador Eduardo Suplicy e de Hussein Kalout, atual secretário especial de Assuntos Estratégicos. Ainda em 2017 foi um dos entrevistados no documentário Bonifácio: O Fundador do Brasil, sobre o Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva.

Visão de mundo (desnecessária visto que ainda vive e traz ao artigo apenas incertezas)

Posicionamentos (desnecessário também, como pessoa viva está sujeito a entrar em contrariamento conforme pensa e repensa seus conceitos, seria interessante após sua morte agora só dá espaço pra suposições)
Críticas

Como sua vida de intelectual está em seu ciclo fechado de alunos e amigos particulares e a sua visão de mundo nos chega por meio de textos e vídeos em suas redes sociais (e alguns poucos recortes de seus vídeos que aparecem na web.), seus críticos não possuem muito com o que trabalhar, haja vista que não possui especializações certificadas pela Acadêmia, portanto, não há material acadêmico para fundar tais críticas, algumas críticas que especialistas se aventuram a fazer são:
O filósofo Pablo Ortellado, escrevendo à BBC, aponta Olavo como o responsável pelo surgimento da Nova Direita brasileira. É considerado pela imprensa como um “guru” do presidente da República Jair Bolsonaro, embora ele próprio rejeite essa afirmação.

Esther Solano, doutora em Ciências Sociais e professora da Universidade Federal de São Paulo, pensa que a notoriedade de Carvalho só se explica no contexto das redes sociais, sabendo se comunicar “com base em frases polêmicas, conteúdos curtos, mensagens fáceis e ataques.”

Liriam Sponholz, pós-doutora em Comunicação e livre-docente na Alpen-Adria-Universität em Klagenfurth, e Rogério Christofoletti, doutor em Comunicação e professor da Universidade Federal de Santa Catarina, reconheceram Olavo como um representante do discurso de ódio no Brasil.

Para Flávio Moura, doutor em Sociologia, em seus escritos abundam afirmações delirantes, preconceituosas e intolerantes, e nos últimos anos Olavo “deixou de se preocupar com a solidez dos argumentos” e “desistiu do reconhecimento dos intelectuais sérios,” transformando-se em figura burlesca. “Nesse processo, foi abandonado pela direita inteligente e assumiu a condição de guru de uma turma desprovida de formação, movida a ódio e ressentimento.”

Outros críticos incluem Janer Cristaldo, o engenheiro José Colucci Jr, e os jornalistas Mário Augusto Jakobskind e Sebastião Nery. Este último afirmou notar a falta de formação acadêmica em filosofia de Olavo, o que o impediria de lecionar a matéria em âmbito acadêmico, dizendo ainda que “isso tem nome: falsidade ideológica. E está no Código Penal.”

Controvérsias (Está a meu ver é a mais problemática; abre um espaço pras tais teorias, portanto desnecessário)
Condecorações (Se tiver alguma relevante que coloque-se juntos as demais em “caixa informativa—prêmios”)
Obras (Como já foi chamada a atenção em sua grande maioria e uma reunião de artigos de jornais e conteúdo de seu Seminário online) As mais relevantes já foram citadas.

Ligações externas (Restringir a sites do biografado e abster-se de fazer uso do espaço para inclusão de matérias jornalísticas sejam quais forem pró ou contra)
--Ishua'a LFOdS (discussão) 18h24min de 12 de maio de 2019 (UTC)

Imagem[editar código-fonte]

Ficheiro:O Imbecil.jpeg
Capa da edição Nº 2576 da revista ISTOÉ, de maio de 2019, ridiculariza Olavo.

Inseri essa capa de revista para ilustrar a seção "Críticas". Até mesmo porque é necessário suprir a falta de imagens. Como houve contestação (do MachoCarioca) trago o assunto para a discussão. PS: Percebo agora que a imagem foi excluída, mas eu posso carregá-la denovo se for o caso. --Bageense(fala) 11h33min de 18 de maio de 2019 (UTC)

Imagem de fonte jornalística, sem respaldo na academia. Discordo da inserção. Saturnalia0 (discussão) 13h35min de 19 de maio de 2019 (UTC)
A academia não vai perder tempo criticando alguém como o Olavo, portanto nos resta apenas as fontes jornalísticas. --Bageense(fala) 14h15min de 19 de maio de 2019 (UTC)
Meu comentário foi parcialmente sarcástico, vide a discussão em andamento. A sugestão, sendo aceita, me parece dois pesos e duas medidas. Saturnalia0 (discussão) 16h53min de 19 de maio de 2019 (UTC)
  1. https://epoca.globo.com/a-derradeira-analise-da-obra-de-olavo-de-carvalho-para-nunca-ter-de-le-lo-23556545
  2. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2018/12/sobre-o-que-fala-olavo-de-carvalho.shtml