Discussão:Processo Revolucionário em Curso

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa


Parcialidade[editar código-fonte]

"Foi o fim das esperanças da construcção de um Estado Socialista em Portugal, e o grande passo para a edificação do Estado Social-Democrata actual."

Aqui pode o leitor encontrar um exemplo de parcialidade: "Foi o fim das esperanças" - para quem?? Outros exemplos: "sectores reaccionários", "nesta caminhada em direcção à construcção de uma sociedade socialista",

Concordo. Este artigo TRESANDA a parcialidade.
Este artigo parece ter sido escrito por um funcionário do PCP.
Com que então o 11 de Março foi "uma tentativa de golpe"???


Falando de parcialidade, pelos vistos quem fez a edição de 30 de Junho de 2007 mais não fez que adicionar adjectivos na introdução, manifestando a sua opinião sobre os acontecimentos...
Novas edições deveriam ou incluir factos relevantes adicionais, ou citar fontes.


Então se o 11 de março não foi uma tentativa de golpe de Estado foi o quê? Um golpe de stado? Um piquenique? ou não existiu?
sectores reaccionários são, por definição, os que se opõem a uma revolução em curso. Não é uma questão de ideologia, apenas uma questão de confronto. Certo?Fernando Évora 12h38min de 27 de Agosto de 2007 (UTC)

O artigo necessita de uma reciclagem profunda. Por um lado, apresentar de forma clara o que e factual, e apenas posteriormente as diversas opinioes e catalogacoes. Ha falhas como a falta de uma seccao dedicada a reforma agraria. DanielRodrigues 13h33min 12/Nov/2007


Feastguy101

Quem foi o comuna que escreveu este artigo/folheto de propaganda do PCP da mais reles???

Estruturacao e citacoes[editar código-fonte]

O Artigo deveria conter: 1. Estruturacao temporal, por exemplo: Prelúdio, demissao de Spinola, 11 de Março de 1975, O Verão Quente, o 25 de Novembro. 2. referencias a artigos e livros sobre a época.

Origem da expressão "Processo Revolucionário Em Curso"[editar código-fonte]

Determinar a origem da expressão "Processo Revolucionário Em Curso" e PREC é fundamental para esta entrada ganhar maior interesse. E, já agora, também o de "descolonização exemplar" e outras expressões revolucionárias.

Concordo

Papel de Otelo no directório[editar código-fonte]

Maio - Setembro de 1975: Leio: "Este promove a constituição de um directório (que incluirá, além dele próprio, o Presidente da República e Otelo)" e logo: "Em consequência são suspensos do CR pelo directório (apenas Otelo se opõe à suspensão)."

Quem são suspensos do CR (= Conselho da Revolução)? Os membros do Grupo dos Nove? Otelo opõe à suspensão desses membros? Porquê? Tem opiniões muito diferente do que as deles! Ou opõe à suspensão de si mesmo? Mas ele foi parte do directório, portanto não seria lógico.

Ruud Harmsen ("rudhar")


Sim, os membros do grupo dos 9, ver [1].
Otelo não fazia parte do grupo dos 9, mas tinha bastantes diferenças com Vasco Gonçalves, não queria ver o país controlado pelo PCP, desconfiava de todos os partidos...
Ele disse que votou vencido na reunião de 8/8/75, durante uma entrevista ao Expresso em 17/04/99, penso que o Vasco Gonçalves confirmou outra entrevista mas não tenho a referência.


Inclusão de opiniões no artigo[editar código-fonte]

Neste contexto, é elemento de toda a evidência terem sido Mário Soares e o PS os responsáveis pela derrapagem esquerdista do 25 de Abril. Muito se tem escrito sobre o período que medeia entre o 25 de abril de 1974 e o 25 de Novembro 1975, insistindo-se numa periodização que estimamos manipuladora, porquanto estribada no argumento da inevitabilidade da deriva extremista que lançaria o país no caos e quase culminou numa guerra civil. A revolução era evitável e o fim do Estado Novo não implicava uma ruptura como aquela que se veio a produzir. A prová-lo, a saída pacífica dos governantes rumo à Madeira e Brasil, a estranha impassividade da DGS,...

Mas que trampa é esta? Isto são opiniões não fundamentadas, e pior, contraditórias com os factos conhecidos da época. O imbecil que escreveu as opiniões acima quererá contar que brilhante idéia tinha para acabar com a guerra colonial, então? Ou será o mesmo que argumentava antes que a guerra podia ser continuuada porque Portugal estava à beira de um "milgre economico" (estava mas era à beira das crises dos anos 70, resultantes do choque petrolífero) e alegadamente (mentira) não gastava muito dinheiro com a guerra? Esquece-se convenientemente da emigração em massa de jovens, e do facto que os soldados de que dependia para continuar a guerra SE REVOLTARAM E DERRUBARAM O ESTADO NOVO. Continuá-la-ia sem soldados? Acerca da impassividade da DGS, os cobardes de merda não se importaram de assassinar manifestantes indefesos no dia 25. Mas já não se metiam com os militares armados, renderam-se porque não tinham vontade de morrer e contavam vir a ser reempregues pelo Spínola.


Adição da marca "parcial"[editar código-fonte]

Apesar de estar bem escrito e globalmente bem estruturado, o artigo tem sem dúvida algumas passagens tendenciosas, nomeadamente nas referências à Igreja Católica, aos partidos de direita, a Mário Soares como "liberal astuto e com ambição pelo poder", à influência americana. Apresenta ainda factos que, ainda que verdadeiros, são descontextualizados, como é o caso da referência ao "socialismo na gaveta". E isto são apenas alguns exemplos. Renato Rosa (discussão) 01h54min de 24 de abril de 2012 (UTC)

Concordo plenamente. Sobretudo nesta data, impunha-se uma revisão do texto. Polyethylen (discussão) 01h58min de 24 de abril de 2012 (UTC)

Parcialidade novamente[editar código-fonte]

Este artigo está escrito (e as imagens expostas) de maneira a favorecerem o Partido Comunista Português

Caso este artigo não seja alterado, eu irei alterar. comentário não assinado de Darkravenpt (discussão • contrib) (data/hora não informada)

Sendo assim, sempre que for para repor a verdade, terei todo o gosto em colaborar. Abraço. LourencoAlmada (discussão) 00h29min de 22 de agosto de 2013 (UTC)
A parcialidade já tinha sido referida várias vezes nesta discussão, portanto nada de novo. Comecei a ler o artigo com o intuito de o rever. Sinceramente não vi "favorecimento" em específico de qualquer grupo político. O que vi foi, isso sim, um relato apaixonado e nada enciclopédico, tendencioso em vários sentidos, carregado de weasel words, opiniões disfarçadas de factos e trechos opinativos em geral. Metade das fontes com que me deparei não têm qualquer credibilidade, desde forums a colunas de opinião. Perante esta situação poder-se-ia simplesmente retirar tudo o que não fosse objectivo e factual. No entanto, isso amputaria por completo o artigo e seria mais prudente reunir primeiro bibliografia para se substituir informação tendenciosa por factos verificáveis, em vez de apenas remover. Polyethylen (discussão) 05h06min de 22 de agosto de 2013 (UTC)