Discussão:Suérquero (rei lendário)

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Renomeação[editar código-fonte]

Symbol support vote.svg Concordo em mudar o nome para a forma original Sveigdir. A forma Esverquero não parece ter nenhuma fonte nem uso conhecido em textos em português. O termo Esverquero foi introduzido sem abertura de discussão nem apresentação de fontes comprovativas nem demonstração de uso. Fundamentação wikipédica: (1) A convenção de nomenclatura de nomes próprios prescreve o uso da forma original quando não haja uma forma portuguesa, com fontes fiáveis e uso pelo menos considerável. (2) O princípio da verificabilidade exige que todo o texto editado deve conter somente material que tenha sido publicado em fonte reputada. Caso contrário, qualquer editor poderá remover o material introduzido. (3) O princípio de não-incorporação de pesquisas inéditas não permite formas sem fontes fiáveis e com uso desconhecido.--HCa (discussão) 08h20min de 22 de dezembro de 2018 (UTC)

Symbol support vote.svg Concordo que a página deva ser renomeada pelos mesmos motivos que o usuário HCa deu, mas Symbol declined.svg Discordo que deva ser renomeado para Sveigdir. Penso que seja melhor renomear o artigo para «Sveigðir», visto que esse é o nome original. Também poderia ser viável, por questões de suporte de teclado, redirecionar Sveigdir para Sveigðir, junto com suas variações. -- CaiusSPQR (discussão) 20h30min de 22 de dezembro de 2018 (UTC)

Vamos lá. O nome visado logo acima (Sveigðir) não é "original", pois é de uma obra do século X retratando uma suposta figura que reinou nove séculos antes. "Ninguém" sabe o nome original dele. A questão aqui é que temos um nome latino, registrado numa obra de um arcebispo sueco e cujo texto é uma das fontes para lidar com esse período da história escandinava. O nome é vertível ao português pelas regras do latim, que são maiores que esse projeto, e está suficientemente estabelecidas pelo linguística. O sustento ao uso de Esverquero a partir de Svercherus é o mesmo sustento do uso de Canuto a partir de Canutus para todas as figuras históricas nos quais o nome é usado hoje em dia. A regra onomástica se dá por um caso a partir do qual se aplica aos demais, e não a citação caso a caso (isso o José D​ C​ E​ F disse bem em outro momento oportuno). Existe um abismo entre eu ou qualquer pessoa inventar que se mude -us por -o ou mesmo equivaler o ch latino ao qu lusófono e fazer-se isso a partir da regra. O Leefeni de Karik D​ C​ E​ F pode ajudar muito nessa matéria, a começar que já tratou do assunto em outros artigos, por exemplo Quildeberto II (Childebertus), no qual há uma nota dele: "O dígrafo latino <ch> aqui representa o fonema /k/, visto que reflete o desenvolvimento latino para /x/". É o caso aqui. Como é o caso em Fliolmo e Valandro (no qual a substituição de Valander por Valandro segue as mesmas regras do latim). Vou continuar discordando, pois há nomes latinos. Se não houve, usar-se-ia os nomes nórdicos.--Rena (discussão) 00h35min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)

Só faço uma mea-culpa e uma correção portanto. Quando vi o nome latino dessa figura eu me baseei naquilo que o próprio Henrique escreveu em Historia de omnibus Gothorum Sveonomque regibus, a crônica que registra o nome que citei acima. O problema é que o Henrique escreveu errado, João Magno não registra o nome em "v", mas em "u". Aparentemente está em "v", pois o nome aparece primeiro todo escrito em maiúsculas, mas isso é apenas uma característica tipográfica. Na verdade o nome está escrito ao longo do texto todo como Suercherus, logo o nome lusófono é Suerquero. Ato falho e lamento o equívoco, fruto de um equívoco anterior.--Rena (discussão) 01h54min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)
@Renato de carvalho ferreira: A própria Wikipédia utiliza «Suerquero» como aportuguesamento de Sverker (veja Casa de Suerquero). Utilizar tal termo pode ser ambíguo e confuso para o leitor (a Wikipédia deve sempre ser para o leitor, não para o editor: [1]). Além disso, os pontos apresentados por Usuário:HCa são muito pertinentes, especialmente o ponto de pesquisa inédita. Desse modo, penso que tais factos corroboram para que seja o artigo seja renomeado para Sveigðir. Caso não haja consenso, para que se evite uma guerra de edição, sugiro levar tal assunto à Esplanada. — CaiusSPQR (discussão) 02h14min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)
Não é ambíguo e confuso ao leitor quando o texto é suficientemente explícito, com fontes, que indicam as grafias. Não inventei que o termo latino correspondente a Sveigðir seja Suercherus segundo o próprio João Magno (que é uma das únicas três fontes históricas que falam dessa figura), tampouco que é homógrafo à latinização de Sverker. Também não inventei o nome Suerquero, quando o nome só segue regras que não são minhas. Seria total pesquisa inédita se tivesse inventado o ponto a ou b, coisa que não fiz. Além do mais, é complexo presumir que se ajuda ao leitor, cujo acesso a um assunto tão limitado é escasso (é possível verificar isso nas estatísticas de acesso que a Wikipédia mantém), ao escreve numa grafia de fonética confusa aos leitores de conhecimento médio e sobretudo leigos, ainda mais quando se quer introduzir letras inexistentes fora do contexto nórdico (ð), e cuja correspondência com outras letras é fácil. A minha insistência vai exatamente na linha de facilitar, tanto quanto possível e dentro do aceitável pelas regras linguísticas, ao leitor sua vida dentro do projeto. E a "confusão" se revolve com a simples boa referenciação dos artigos (veja como esse está referenciado agora) e com a criação de uma página de desambiguação.--Rena (discussão) 02h27min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)
Independente de estar a seguir regras linguísticas, está a criar um verdadeiro Wikipédia:Frankenstein. A Wikipédia não é um centro de criação de fontes próprias; ela apenas reproduz tais fontes, e não há uma fonte sequer que utilize o termo «Suerquero» como aportuguesamento válido para Sveigðir. O livro de Johannes Magnus é válido como fonte, obviamente, mesmo sendo escrito em latim. No entanto, não serve como fonte para poder aportuguesar o nome, pois ele não está em português, mas em latim. Por isso, deve-se seguir a convenção de nomenclatura de nomes próprios, como apontou Usuário:HCa. Em português, o nome Suerquero não aparece em nenhuma fonte confiável (pelo menos que eu encontre), e somente uma única fonte em português apresenta o nome Sveigðir. Dessa forma, recomenda-se seguir a convenção de nomenclatura.
Quanto ao pressuposto de a Wikipédia ser para leitores primeiro, não quer dizer que não se pode utilizar letras de outros alfabetos. Por acaso, o criador do cubo de Rubik chama-se Erno em português ou na Wikipédia lusófona? O nome dele permanece inalterado. Para solucionar o problema da incompatibilidade, quando o leitor busca por Erno Rubik, a página redireciona para Ernő Rubik. Proponho o mesmo para este caso. -- CaiusSPQR (discussão) 02h56min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)
Isso é paliativo e não resolve o problema, fora que para alguns casos apenas cria grafias erradas que não existem. Se há uma dupla grafia (Ernő Rubik também tem seu nome escrito em fontes sem os acentos) é uma coisa (parece ser o caso do nome aqui discutido), mas há casos que simplesmente não é possível e criar um redirecionamento errado para um nome certo é algo que as regras proíbem inclusive. O caso de ð é mais complexo, pois aqui não é apenas o caso da impossibilidade gráfica, mas da fonologia diversa que o leitor não tem obrigação de saber e tampouco ele tem obrigação de consultar o artigo da letra, caso exista, muito menos quando os artigos de fonologia que temos são, em sua esmagadora maioria, pouco ou nada informativos. Aliás, a única fonte que cita Sveigðir é um livro auto-publicado (Ynglinga Saga. A História Dos Deuses E Reis Nórdicos.) pela Agbook (um site de publicação gratuita de livros semelhante ao Lulu.com) sem qualquer crivo acadêmico (o autor dessa obra publicou três livros, todos por essa "editora" online). E a tradução dele da Saga dos Inglingos está completamente errada (compare a minha versão do poema traduzida a partir da tradução inglesa feita na Universidade do Texas e a versão completamente errada do autor), invalidando o uso.
Mas ignoremos isso por hora. A discussão do Frankenstein só se aplicaria caso houvesse uma deliberada invenção, que não há, de paralelos inexistentes e sem precedente na língua entre certas grafias latinas e certas grafias lusófonas. Retomando o caso do Quildeberto II que citei logo acima, cuja existência é praticamente desconhecida. O nome latino dele é Childebertus, exatamente o caso de Suercherus. Pela precedência dessa pessoa e outras (Aquiles, Magno, Caio (aproveitando seu nome), Júlio e por aí vai, que é uma regra que pega um caso e generaliza para outros, sem necessidade de fonte para casa um dos casos individualmente) a questão do aportuguesamento se prova correta pela simples amostragem de nomes. Não é invenção minha. Se é admissível escrever Quildeberto como equivalente de Childebertus, é admissível escreve Suerquero como equivalente de Suercherus, pois não fui eu a estabelecer os paralelos, mas os linguistas. Agora, da escolha do nome isso é apenas uma questão de "perspectiva". Perspectiva, pois o nome podia ser escolhido entre as três fontes existentes, que na verdade são duas. A obra do Tjodolfo só se preservou, em pequenas menções, dentro do texto da Saga dos Inglingos, portanto a grafia nórdica é do século XIII, não X. É do Snorri, não do Tjodolfo. Se a pessoa tivesse escrito já de cara usando o nome Suerquero que vem da obra do João Magno, ninguém poderia dizer que foi um Frankenstein, pois há o registro na obra. Não cabe a nós avaliarmos a competência do João Magno quando a latinização que usou, cabe apenas citar o nome. No meu caso, que não posso falar pelos outros, eu opto pelo nome latino por vários motivos. E isso não é um erro. Se o João errou no nome que escolheu, o erro é dele, não nosso, e isso não invalida o uso. A responsabilidade de criar os nomes tem que ser das fontes, e isso elas já fizeram. Enquanto o processo de criação for feito fora da Wikipédia, todas as regras ainda estão preservadas.--Rena (discussão) 03h44min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)
Meu ponto não é quanto à latinização de Sveigðir feita por Johannes Magnus. Se ele latinizou errado ou não, não tenho nada que ver com isso. Meu ponto é que não há nenhuma fonte fiável em português que use o termo Suerquero, portanto deve-se usar o termo mais comum, que é Sveigðir. É suposto fazer isto por recomendação da convenção de nomenclatura, não por causa do livro autopublicado (que concordo que também não seja uma fonte fiável). Não se pode usar da regra de um nome ser generalizado, pois a) Sveigðir/Suerquero não é um nome comum para ser generalizado (há várias pessoas que possuem o nome latino Caius, mas não o nome Suerquero) e b) a regra da generalização não é recomendada segundo a convenção de nomenclatura.
Com todo o respeito, você como editor não é uma fonte fiável (a Wikipédia é uma enciclopédia objetiva, que não pode acatar todas as opiniões de seus editores), portanto não pode criar um nome (ou latinizá-lo) se não há uma fonte fiável que o use, independente de se. Sendo assim, deve-se seguir a convenção de nomenclatura. Em resumo, se não há fonte em português que utilize Suerquero, deve-se utilizar Sveigðir, segundo a convenção de nomenclatura, pois é o nome mais utilizado. Ademais, não é desculpa o facto de a letra ð não estar no alfabeto utilizado na língua portuguesa, pois a própria Wikipédia usa vários artigos com tal letra (veja Hafnarfjörður). — CaiusSPQR (discussão) 04h10min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)
Você está pressupondo que seja mais comum, mas mais comum para quem? No português que não é, pois acabamos de ver que ele sequer aparece na literatura, pelo menos não aquela que o Google já disponibilizou. Nem mesmo nas fontes primárias, pois só temos duas e uma usa Sveigðir e outra Suercherus. Há plena equivalência nas fontes primárias. Agora, vejo com bons olhos que parece ter sido entendido que Suerquero não é uma invenção minha, pois expliquei em detalhes o que se sucede com o nome. E acrescento que as condições a e b que citou não vão contra a convenção, pois há pessoas que simplesmente são desconhecidas, mas que calham de ter nomes latinos, que desde a Antiguidade são o meio pelo qual os nomes são importados (Zoroastro é um ótimo caso de uma pessoa cujo nome nativo Zaratustra é conhecido e amplamente usado na literatura internacional, mas cujo nome latino importando do grego é preferido). É também o caso de Canuto. Há uma ínfima parcela de pessoas históricas com esse nome, das quais apenas uma é realmente conhecida pelos lusófonos (Canuto, o Grande) e isso já foi suficiente para que os outros nove homônimos, todos nobres e reis, tivessem seu nome registrado pela designação lusófona via latim, que destoa sensivelmente das variantes nórdicas (Knut e derivados). Houve, pela existência de um nome, a possibilidade de se transpor aos outros idênticos, que aliás é assim que a onomástica faz, e não caso a caso, o que aliás permite que admitamos que qualquer Caius do latim seja Caio, e que não precisemos de uma fonte para cada Caius (aliás também, citando Marco Antônio, ele é praticamente o único indivíduo conhecido pelos lusófonos na literatura corrente, diferente dos outros vários Marcus e Antonius. Mas diferente do inglês, por exemplo, que marca a diferença usando Mark Antony apenas para essa figura, e para os demais usa o nome latino, a lusofonia não faz isso).
Voltando ao artigo em questão, há um nome latino visado aqui, cujo nome em português é aplicável pelas regras latinas, e que não é de todo ignorado pela literatura internacional que trata dele (aqui). Mesmo obras suecas citam os nomes latinos por vezes, e o inglês, para toponímia principalmente, usa com mesmo peso as designações latinas e as designações suecas). E como disse, é tudo uma questão de "perspectiva". Eu não criei o artigo, mas se o tivesse teria criado usando de imediato o nome apresentado pelo João Magno. E ninguém poderia dizer que está errado, pois a fonte é explícita quando ao nome e há vasta precedência em nossa língua à preferência do nome latino em detrimento do nome "nativo". E é ainda mais complexo, pois a oposição à tradição é feita por apenas um editor, que também está tentando remover a menção ao nome.--Rena (discussão) 13h23min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)
Julgo sim o nome Sveigðir ser o mais comum, visto que na maioria Wikipédia noutras línguas é o nome utilizado. As poucas exceções que não utilizam o nome Sveigðir são as línguas nórdicas, que já possuem o nome adaptado a sua própria língua. No entanto, o nome Sveigðir nunca foi adaptado à língua portuguesa (e segundo à Wikipédia, não se deve adaptar se não há fontes fiáveis que utilizem Suerquero no português). Se houvesse qualquer fonte que utilizasse Suerquero, seria indiscutível que se devia utilizar tal nome. No entanto, não é este o caso. Dessa forma, segundo a convenção de nomenclatura, deve-se utilizar o nome mais comum noutras línguas (que é Sveigðir):

No respeito pelo Acordo Ortográfico de 1990 (e seus antecessores), devem ser usadas formas históricas portuguesas, traduções, aportuguesamentos e/ou adaptações (doravante designados como exónimos), quando estes:

  • a) Se baseiem em fontes lexicográficas, linguísticas e/ou académicas fiáveis e,
  • b) Tenham uso considerável em alguma das versões da língua portuguesa.

(não é grifo meu). Como Suerquero não se aplica nem à alínea a, nem à b, não se deve utilizar tal nome. Utilizar tal nome vai de encontro ao que a Wikipédia é (veja WP:NOFP). —CaiusSPQR (discussão) 15h30min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)

Symbol support vote.svg Concordo com a mudança do título, o motivo da mudança é o nome correto da página. Rodinelson Nivaeldo da Silva (discussão) 21h04min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)

Algumas considerações:

  1. Julgo que faz sentido utilizarmos seu nome latino, não o nórdico antigo ou sueco, pelo largo lapso de tempo entre o registro e a existência da figura, apesar de entender a argumentação contrária;
  2. O aportuguesamento mais imediato de sverchervs seria Suérquero, sem sombra de dúvida;
  3. O latim, contudo, carecia da sequência sv, pelo que, conhecendo-se que a pronúncia germânica era sv, é lógico que apenas se escreveu sv (que vem a ser su) pela falta de letras mais apropriadas, lembrando que não havia distinção entre v e u;

Dito isto, se queremos uma transcrição imediata do latim, Suérquero seria o correto. Se queremos usar um mínimo de liberdade para maior precisão histórica fonológica, utilizamos Esvérquero (e.g. Esvetoslau II de Quieve). Se não queremos qualquer aportuguesamento, Sveigðir. Pessoalmente, prefiro "Suérquero", por purismo pessoal. Leefeniaures audiendi audiat 16h36min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)

@Leefeni de Karik: Entendo que Suérquero é o aportuguesamento correto do nome Sveigðir. No entanto, não se deve usar tal aportuguesamento, pois não há uma fonte fiável sequer que utilize tal termo. Portanto, deve-se usar o termo mais comum (que acredito ser Sveigðir, em conformidade às outras traduções deste artigo nas outras Wikipédias). Por mim, não vejo qualquer problema em usar o termo em latim no artigo (mas não o aportuguesamento), pois ele é apresentado na fonte fiável que Rena citou, o livro de Johannes Magnus. No entanto, ao seguir a convenção de nomenclatura da Wikipédia, não se pode usar o nome em latim como título do artigo, pois o nome em latim não é apresentado em nenhuma fonte fiável em português (tem de ser em português). Por não haver fonte fiável sequer em português, i.e. não há fonte nenhuma que cite a personagem, deve-se usar o título mais comum, que é Sveigðir. — CaiusSPQR (discussão) 16h54min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)
Mas com base em que se afirma que Sveigðir é mais comum? Por que as demais Wikipédias usam o nome? Isso não indica nada, pois ter-se-ia que analisar, língua a língua, se a figura é, de fato, citada na literatura, ou se é simplesmente ignorada como no português. Agora, avançando no caso do Suerquero, ver aqui que o nome já tinha uso nas línguas latinas, na sua forma Suerchero, desde o século retrasado e o uso se manteve em ao menos duas delas (italiano e espanhol). Não é um nome estranho, portanto, aos latinos nossos parentes linguísticos. Agora, quanto ao português, cabe o uso se, e somente se, o nome estiver correto. Ele está. Para não dizer que só eu vi o quão certo ele está, ao menos o Leefeni D​ C​ E​ F e você Caius chegamos nesse acordo. Agora, a julgar que o nome está certo, e a julgar que ele deriva de uma forma explicitamente citada em uma das duas fontes disponíveis sobre ele, isso desmonta a ideia de que se trata de uma invenção de um wikipedista. O que posso fazer, como compromisso com os que aqui estão discutindo, é fazer uma consulta aos Ciberdúvidas (caso alguém não saiba o que se trata, é um site de consulta online com grandes linguistas especialistas) sobre os termos latinos e seus aportuguesamentos. Se nos for dado o crivo pelos linguistas externos a Wikipédia, podemos ao menos ver o que fazer com os títulos a partir de alguém externo a nós. Mas, para tanto, o Henrique D​ C​ E​ F precisaria ter o compromisso de, por sua vez, não colocar 10 artigos por vez para discussão, pois torna inviável aos que querem discutir poder participar de todas ao mesmo tempo, e eu mesmo não posso dar a devida resposta em tudo, o que não significa que não queira fazer a discussão, mas preciso de tempo. E, como é suposto, estamos a beira do Natal e Ano Novo e já imagino que a maioria dos editores vai ficar ausente por isso e a Wikipédia não vai implodir se esperarmos alguns dias até eles darem a devida resposta.--Rena (discussão) 21h45min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)

Vista a fonte apontada pelo Rena, friso o favorecimento de "Suérquero". Leefeniaures audiendi audiat 22h20min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)

Leefeni D​ C​ E​ F, o Banco Literário Sueco admite grafia dupla para Suerquero no latim e faz um ponte às formas ao citar uma grafia Swerker: Fliolmus Svegde Swerker Suercherus Svercherus--Rena (discussão) 12h48min de 24 de dezembro de 2018 (UTC)

Havendo fontes para o nome em latim, é completamente absurdo alegar pesquisa inédita, pois basta aplicar as regras de transposição de termos latinos para português. Ou é preciso lembrar alguém que o português é uma língua latina? Quanto ao nome "original", se a menção mais antiga é precisamente em latim, qual é mesmo o original senão o nome em latim? O que é puro achismo é afirmar que Sveigdir ou Sveigðir são as "formas mais comuns". Se isso já é complicado de comprovar em termos muito mais comuns, o que dizer de termos muito pouco mencionados? É evidente que qualquer termo relacionado com línguas não latinas vai ter muito mais ocorrências de formas não latinas do que de formas latinas, mas nós falamos uma língua latina, e se chamanos Suécia ao país, e não Sverige (o "original"), porque raio é que devemos chamar Sveigdir ou Sveigðir a este personagem? --Stegop (discussão) 02h14min de 26 de dezembro de 2018 (UTC)

Entendo completamente as razões para se manter Suérquero. Entretanto, existe uma convenção de nomenclatura para que se evite discussões como estas. Acho muito importante cumpri-la, pois é prático e evita-se o uso de opiniões próprias na criação dum título. Assim, aconselho-vos a reverem a convenção de nomenclatura de nomes próprios. A própria convenção apresenta uma tabela que ajuda na decisão de que nome utilizar. Vou utilizar a tabela para poderem seguir meu raciocínio na escolha do nome Sveigðir.

Passos Resposta Resultado
1. Quem foi o primeiro editor do artigo? Yes check.svg Usuário:HCa (dif) Passar ao 2.
2. Que versão da língua portuguesa foi usada? Yes check.svg Português europeu Passar ao 3.
3. Que grafia foi utilizada? Yes check.svg Sveigder Passar ao 4.
4. A língua original usa o alfabeto latino? Yes check.svg Sim Se S, passar ao 5. Se N, passar ao 11.
5. Trata-se de um topónimo ou antropónimo? Yes check.svg Antropónimo Se "Topónimo", passar ao 6. Se "Antropónimo", passar ao 8.
6. O aportuguesamento, forma histórica, tradução ou adaptação (ditos, exónimos) tem fonte lexicográfica, linguística ou académica fiável? Se S, passar ao 7. Se N, passar ao 22.
7. O exónimo tem fonte que comprove uso considerável na variante da língua usada maioritariamente no artigo? Se S, passar ao 21. Se N, passar ao 22.
8. O antropónimo é de um santo ou nobre? Yes check.svg Sim Se S, passar ao 9. Se N, passar ao 6.
9. Existe uma forma de tradução do nome do santo/nobre que tenha fonte lexicográfica, linguística ou académica? X mark.svg Não (Baseia-se num princípio linguístico; no entanto, não há nenhuma fonte que utilize a tradução Suérquero.) Se S, passar ao 10. Se N, passar 22.
10. A tradução do nome do santo/nobre tem uso considerável na variante da língua usada maioritariamente no artigo? Se S, passar ao 21. Se N, passar ao 22.
11. Trata-se de um topónimo ou antropónimo? Se "Topónimo", passar ao 12. Se "Antropónimo", passar ao 14.
12. O aportuguesamento, forma histórica, tradução ou adaptação (ditos, exónimos) tem fonte lexicográfica, linguística ou académica fiável? Se S, passar ao 13. Se N, passar ao 17.
13. O exónimo tem fonte que comprove uso considerável na variante da língua usada maioritariamente no artigo? Se S, passar ao 21. Se N, passar ao 17.
14. O antropónimo é de um santo ou nobre? Se S, passar ao 15. Se N, passar ao 12.
15. Existe uma forma de tradução do nome do santo/nobre que tenha fonte lexicográfica, linguística ou académica? Se S, passar ao 16. Se N, passar 17.
16. A tradução do nome do santo/nobre tem uso considerável na variante da língua usada maioritariamente no artigo? Se S, passar ao 21. Se N, passar ao 17.
17. A língua original é o mandarim? Se S, passar ao 18. Se N, passar ao 19.
18. Se a língua original é o mandarim, deve ser usado o sistema de transcrição pinyin. Manter/mover o artigo para forma em pinyin.
19. Existe uma transliteração/transcrição para português que tenha fonte fiável comprovando o seu uso corrente? Se S, passar ao 23. Se N, passar ao 20.
20. Existe uma transliteração/transcrição utilizada internacionalmente numa língua próxima do português (espanhol, italiano ou outras), que tenha alguma fonte fiável comprovando o seu uso? Se S, passar ao 23. Se N, passar ao 24.
21. O aportuguesamento deve estar no título do artigo. Mover artigo.
22. Não havendo fonte (lexicográfica ou de uso), deve manter-se a grafia na língua original. Yes check.svg Não mover o artigo.
23. Essa transliteração/transcrição deverá estar no título do artigo. Mover artigo.
24. Uma transliteração/transcrição internacional deverá estar no título do artigo. Mover ou manter o título do artigo, consoante o caso.

Espero que esta tabela tenha esclarecido meu argumento. Caso não concorde com o ponto 9, e creia que, por se basear num princípio linguístico, deva-se considerar que sim, siga ao ponto 10, e nele terá de concordar que a tradução não é usada maioritariamente na língua portuguesa, e portanto deve-se manter a grafia na língua original, que é Sveigðir. Se ainda não concorda, por favor reveja o exemplo que utiliza o nome de Juan Carlos de Espanha na página da tabela. -- CaiusSPQR (discussão) 05h28min de 26 de dezembro de 2018 (UTC)

A atribuição de "nome original" e "língua original" para um nome que aparece em apenas uma fonte primária é muito complexo por tudo que já disse, particularmente se considerarmos que a obra do Tiodolfo não sobreviveu separadamente e o pouco que restou está dentro da obra do Esnorro Esturleu. O ponto aqui, e isso deixa tudo mais complicado, é que cada uma das fontes que se presta a mencionar esse indivíduo menciona-o de forma completamente distinta (Svegðir, Sveigðir, Swegthir, Suercherus), havendo total equivalente de um uso para cada. Se for pra escolher, eu opto, e parece que há dois editores (Leefeni D​ C​ E​ F e Stegop D​ C​ E​ F) que pensam igual, pelo nome derivado do latim, e formas nórdicas, como é obvio, devem constar no texto. E também parece claro que o nome Suérquero está correto e não é fruto da opinião de ninguém do projeto, mas é fruto das regras linguísticas. Como parece, por sua vez, que esse ponto é o único não pacífico, eu volto a pedir que me deem tempo para fazer a devida consulta aos linguistas externos ao projeto e vemos o que eles dizem, acabando em definitivo com o problema. O artigo estava praticamente em seu estado original até eu intervir nele há poucos dias, ficando portanto dois anos bem pobrezinho, e logo esperar mais alguns dias não vai matar ninguém (mas isso, reforço o apelo, só será possível se o Henrique D​ C​ E​ F tiver um pingo de compromisso para esperar, pois fica impossível eu conseguir focar no assunto em questão e ainda ter que ficar olhando todo santo artigo que ele quer jogar gasolina, seja pedindo restauro (?) seja pedindo movimentação se ele sequer vai voltar para editar o artigo (jogar 20 livros para referenciar uma única linha não é editar propriamente, é só fazer uma árvore de natal). A resposta deles vale como fonte (lexicográfica e, no fim das contas, de uso, pois há fonte alguma no português aludindo a essa figura e a seus sucessores e antecessores imediatos). Só preciso de alguns dias, nada mais.--Rena (discussão) 05h50min de 26 de dezembro de 2018 (UTC)
Primeiramente, creio que a melhor definição neste caso para «nome original» seja o termo usado na fonte mais antiga que cite o rei (e que é o mais comum de entre todos os nomes e traduções). Concordo que há poucas fontes que atribuam o nome Sveigðir para a personagem. No entanto, é possível sim chegar à conclusão de que Sveigðir é a mais apropriada.
Segundo, é erróneo afirmar que haja apenas uma fonte primária que cite tal nome. Svegðir (e sua flexão Sveigði), em nórdico antigo, aparecem em duas (ou três, a depender de como queira considerar) fontes primárias distintas: Íslendingabók[1], Ynglingatal[2] e Ynglinga saga[3]. (Ynglingatal, como você disse, somente aparece, de forma completa, em Ynglinga saga, como se fosse uma citação; portanto, também acho válido considerar as duas últimas obras como uma fonte só. No entanto, são comummmente consideradas duas fontes diferentes.) O primeiro é do início do século 12 (no início dos anos 1100). Já o segundo livro é do século 9 (mas alguns consideram que possa ser até do século 12). O terceiro é de c. 1225.
Interessante notar, e no meu caso admitir, que, até onde sei, não se usa a grafia Sveigðir com um i, mas Svegðir sem um i. (Sua flexão é escrita Sveigði com i.) Acredito que Sveigðir seja tratada como uma variante, e pensando melhor, mudo minha opinião e vejo que a grafia mais correta seria Svegðir e não Sveigðir.
Há algumas poucas fontes que atribuam outros nomes além de Svegðir, como a obra em latim Historia Norwegiæ[4] (link), que utiliza o nome Swegthir (e não Suercherus). O texto é dito ser datado entre 1160 e 1220, portanto acho mais preferível utilizar, em latim, Swegthir em comparação a Suercherus (mas acho que ambos devem ser citados).
Já o termo Suercherus só aparece no livro anteriormente citado Historia de omnibus Gothorum Sveonomque regibus de Johannes Magnus em 1554. Então creio que, de entre todos, esse termo (ou seu aportuguesamento Suérquero) seja o menos apropriado para ser usado como título em comparação a todos os outros.
Espero ter sido bem claro e sucinto, e se quiser conferir meus argumentos, sinta-se livre -- inclusive deixei fontes com links diretos para conferir as obras citadas, com exceção do livro de Johannes Magnus.
Entendo que Suérquero é um aportuguesamento correto, mas o ponto não é esse. O ponto é que Suérquero não aparece em nenhuma fonte fiável na língua portuguesa, e por causa disso, não deve ser usado na Wikipédia. Tenho conhecimento do website Ciberdúvidas e também acho que os linguistas e o próprio website podem ser considerados fontes fiáveis (exclusivamente lexicográficas, o que é válido para o título do artigo). No entanto, por mais que considerem Suérquero como uma fonte válida, ainda assim o termo não pode ser usado como título do artigo, pois não tem uso considerável na língua (veja a tabela acima, ponto 10, e a convenção de nomenclatura, ponto I.1.b na secção de Traduções e transliterações). Portanto, considero que a resposta deles deva ser considerada e, que se considerarem que Suérquero é uma forma válida, então o aportuguesamento deva estar no artigo, mas não como título.
Em conclusão, acho que se pode agora considerar que Svegðir seja a forma mais apropriada para o título do artigo, e não acho necessário esperar a resposta do Ciberdúvidas. Quanto ao uso do aportuguesamento, acho importante sim esperar a resposta deles. --CaiusSPQR (discussão) 23h08min de 27 de dezembro de 2018 (UTC)
  1. Þorgilsson, Ari. Jónsson, Guðni, ed. «Íslendingabók». Consultado em 27 dezembro 2018 
  2. Þjóðólfr de Hvinir. Jónsson, Finnur, ed. «Yngalingatal» 
  3. «Ynglinga saga» 
  4. Storm, Gustav (editor) (1880). Monumenta historica Norwegiæ: Latinske kildeskrifter til Norges historie i middelalderen, Monumenta Historica Norwegiae (Kristiania: Brøgger), p. 97
  5. Caius, agradeço imensamente sua contribuição. Não vou colocar em xeque sua argumentação, pois ela está correta, nem preciso verificar isso. Só acho que temos alguns pontos a esclarecer. Na hipótese deles considerarem o nome Suérquero correto, ele é, no fim das contas, o único nome que terá registro de fato no português, numa fonte independente da Wikipédia. O nome sugerido não tem uso, em nenhuma de suas variantes. A única suposta fonte que o cita é aquele livro auto-publicado que discutimos dias atrás e concordamos não ser uma fonte fiável e, portanto, utilizável aqui. Mais que apenas citar o nome, se eles acharem conveniente o uso, é a única fonte linguística que teremos. E mais. Quando se fala em uso corrente, estava se pensando em casos nos quais temos uma determinada grafia abonada pelos linguistas, mas que não tem o mesmo uso de uma grafia exônima, dai terem colocado, além da existência de fonte lexicográfica, a exigência de uso. Mas, só frisando o que acabei de dizer, o nome não tem uso corrente em nenhuma das grafias nórdicas o que, nesse caso, cairia por terra essa parte da argumentação e, mais que isso, abre margem para propormos no futuro mais um item na convenção: nomes que não tem ocorrência nenhuma na língua, mas que tenham crivo de algum linguista (na hipótese de abonarem o uso após a consulta claro). Temos que saber o que fazer, embora me pareça óbvio que devemos usar a única fonte (felizmente linguística nesse caso) disponível. E para finalizar, só retomando um ponto que ficou esquecido no meio da discussão toda, veja que o Banco Literário Sueco cita a grafia Swerker (irmã da comum Sverker que foi utilizada nas fontes nórdicas para designar os homônimos no rei que aqui discutimos) como ponte entre uma das grafias dessa figura (Svegde) e seu nome latino citado pelo João Magno (Suercherus) como se pode ver nesse linque. Outra fonte externa, nesse caso sueca, fez o favor de criar a ponte que precisávamos para, de pronto, não acharmos (mesmo que não intencionalmente) que o João Magno era um completo alienado linguisticamente falando. Inclusive, cabe dizer, vários dos nomes latinos que ele utilizou são empregados seguindo à risca as grafias adotadas pelo Saxão Gramático vários séculos antes. E cabe dizer que, diferente do que o proponente da discussão havia dito, vários nomes nórdicos só são conhecidos por suas variantes latinas, pois algumas obras (como a já citada História da Noruega) só foram escritas em latim ou só sobreviveram em manuscritos latinos. Dito isso, podemos considerar a real possibilidade do uso do latim, fora que é uma ponte natural ao português.--Rena (discussão) 23h40min de 27 de dezembro de 2018 (UTC)

    Entendo seu ponto de vista quando à interpretação da alínea I.1.b, mas não acho que esteja correta. Como é apontado na proposta do template que apresentei (o link está na discussão acima, quando primeiro apresentei o template), acho que essa questão de uso corrente, ela vai além da questão de dupla grafia que apresentou. O próprio criador do template deu o exemplo do rei Juan Carlos de Espanha na página de proposta, em que se usa a grafia original em espanhol em vez da grafia em português. Há fontes fiáveis que utilizem tanto «Juan Carlos» quanto «João Carlos» em obras da língua portuguesa (pode confirmar na proposta do template as fontes); contudo, como pode confirmar, é usada no título do artigo, o nome original, pois a ocorrência do nome aportuguesado é menor que a do original. (Claro que no artigo o nome em português é citado, sem dúvidas.) Acho que esse seja um exemplo válido de interpretar a alínea I.1.b.
    Quanto às outras grafias que não citei, foi porque elas não são grafias originais (i.e. em nórdico antigo), mas em outras línguas nórdicas e atuais («Sverker» e «Swerker» não são termos do sueco moderno, assim como «Swegde»?), que não acho que se aplicam à questão do título do artigo. (Se for para citá-las no artigo, isto vai além do meu ponto.) Já a grafia «Sverchervs», quis dizer que achava que fosse melhor utilizar o nome «Swegthir», pois é mais antigo, apenas isto. Não me referi a qual dos dois é a grafia latinizada mais apropriada, pois não tenho conhecimento suficiente para opinar nessa questão. Também sei que várias personagens nórdicas só possuem hoje em dia nomes latinos, por terem sido os únicos que sobreviveram, mas este não é o caso de Suérquero/Svegðir; portanto, deve-se considerar a grafia original/antiga, que é a do nórdico antigo. --CaiusSPQR (discussão) 20h12min de 28 de dezembro de 2018 (UTC)
    No caso do João Carlos, a situação era a de que havia fontes tanto para o nome espanhol como para o nome em português nas fontes lusófonas. Foi feita uma discussão, e excepcionalmente o nome espanhol foi preferido em detrimento do nome em português tão somente porque tinha mais uso a primeira do que a segunda, no português. O caso que estamos discutindo, tem fonte alguma. Qualquer fonte que surja, no português, vai ser a única, dando, por exclusão, maioria à grafia, seja ela qual for. A única coisa que podemos fazer é consultar os linguistas e ver o que eles acham, pois se chegamos ao consenso de que Suérquero é correto, só não chegamos ao consenso quanto a seu uso. E na hipótese de que optemos pelo uso do nórdico antigo, isso, cabe dizer, não exclui no corpo dos artigos o uso da grafia Suérquero, desde que certa. Aliás, foi essa uma das condições que estabelecemos em 2014 para casos onde haja litígio, a possibilidade de uso no texto para o autor que não queira usar o que estiver no artigo, desde cabível o uso. Mas isso, como é suposto, é coisa pra se ver depois que decidamos o título. Daqui há alguns dias eu faço a consulta, pois eles estão em pausa em decorrência da pausa das universidades.--Rena (discussão) 21h13min de 28 de dezembro de 2018 (UTC)
    Entendo seu argumento, mas não concordo com ele, com base na convenção de nomenclatura. Tovadia, para evitar discussão desnecessária acho melhor mesmo esperar a resposta dos linguistas. Não vejo nenhum problema em esperar, e acho que é o que devamos fazer agora. — CaiusSPQR (discussão) 21h20min de 28 de dezembro de 2018 (UTC)

    Symbol opinion vote.svg Opinião O recurso a linguistas, arqueólogos e antropólogos pode dar avanços significativos à investigação no âmbito da História. Não menos relevante para a pesquisa histórica é o recurso aos historiadores. No caso da história nórdica antiga, há felizmente alguns especialistas académicos de língua portuguesa que se têm dedicado ao assunto, como é o caso de (Johnni Langer, Renan Marques Birro, Munir Lutfe Ayoub, André Szczawlinska Muceniecks, João Bittencourt de Oliveira, Rodrigo Marttie, Pablo Gomes de Miranda, Flávio Guadagnucci Palamin, Marlon Maltauro, Yuri Fabri Venâncio, Carlos Osvaldo Rocha, Tiago José Berg, Luciana de Campos, Ricardo Wagner Menezes de Oliveira, Hélio Pires, Ciro Flamarion Cardoso, etc...)--HCa (discussão) 12h09min de 29 de dezembro de 2018 (UTC)

    Symbol comment vote.svg Svegðir na Ynglinga saga em nórdico antigo
    "Svegðir tók ríki eptir föður sinn; hann strengði þess heit at leita Goðheims ok Óðins hins gamla. Hann fór með 12 menn víða um heiminn, hann kom út í Tyrkland ok í Svíþjóð hina miklu ok hitti þar marga frændr sína ok vini, ok var í þeirri för 5 vetr. Þá kom hann aptr til Svíþjóðar, dvaldist hann þá enn heima um hríð. Hann hafði fengit konu þá er Vana hét út í Vanaheimi; var þeirra son Vanlandi. Svegðir fór enn at leita Goðheims. Ok í austanverðri Svíþjóð heitir bœr mikill at Steini, þar er steinn svá mikill sem stór hús. Um kveldit eptir sólarfall, þá er Svegðir gékk frá drykkju til svefnbúrs, sá hann til steinsins, at dvergr sat undir steininum. Svegðir ok hans menn váru mjök druknir ok runnu til steinsins. Dvergrinn stóð í durum ok kallaði á Sveigði, bað hann þar inn ganga, ef hann vildi Óðin hitta. Svegðir hljóp í steininn; en steinninn laukst þegar aptr, ok kom Svegðir eigi aptr. Svá segir Þjóðólfr hinn hvinverski."--HCa (discussão) 11h02min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

    O senhor poderia esperar? Existe isso no seu léxico? Ao que parece todos, exceto o senhor, concordam em esperar. Atolar o artigo com 80 mil mensagens não ajuda.--Rena (discussão) 17h38min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

    Como havia prometido, acabo de fazer a consulta tão esperada e tentei ser o mais amplo possível e o mais neutro possível, apresentando as opiniões de ambos os lados. Tendem a responder logo, mas precisamos esperar. Espero que sobretudo o Henrique tenha paciência e pare de colocar mais artigos para renomeação, do contrário será impossível finalizarmos parte das discussões.--Rena (discussão) 18h10min de 7 de janeiro de 2019 (UTC)

    Agradeço a todos os que participaram da discussão nessa página pela espera em obter resposta ao nosso problema linguístico. Finalmente obtive uma resposta no Ciberdúvidas do Gonçalo Neves, o mais habilitado e especialista em latim daquele site de consultas, e a resposta dele foi muito positiva e sana todos os problemas imediatos que temos até aqui. Tentei fazer a lista mais abrangente possível (que pode ser lida, na íntegra, aqui), com respostas precisas para todos os casos citados. Com base nessa lista já temos como tirar uma conclusão definitiva quanto a esses nomes e outros que não foram contemplados, mas caso surja dúvidas particulares sobre a melhor forma de grafar certo nome, tornamos a consultá-lo para ver o que tem a dizer. Como anunciei desde que sugeri a consulta, para a maioria dos casos, somente temos a resposta dele com uma grafia autorizada para uso, seja ela qual for, daí que precisam ler, na íntegra, o que ele disse. Citando o caso deste artigo, ele recomenda o uso de Suérquero, como o Leefeni de Karik D​ C​ E​ F propôs tão logo entrou na discussão. Chamo HCa D​ C​ E​ F, CaiusSPQR D​ C​ E​ F e Stegop D​ C​ E​ F que participaram antes para ler o comentário dele e para que terminemos essa e outras discussões correlatas abertas até agora. Agradeço novamente a paciência da maioria de vocês.--Rena (discussão) 21h44min de 8 de fevereiro de 2019 (UTC)

    Symbol opinion vote.svg Opinião

    1. Não é tanto um problema linguístico como talvez mais um problema de aplicação de princípios editoriais da Wikipédia.
    2. A resposta do especialista em latim é uma opinião, não implicando uma “grafia autorizada para uso” nem uma “obrigatoriedade do uso”, mas sim uma recomendação genérica e pessoal. De registrar, a constatação de “... os nomes latinos não se encontrarem dicionarizados... “.
    3. A formulação da pergunta está inquinada pela forma maniqueísta que coloca de um lado os puristas /nórdicos/ e de outro os latinistas /não puristas/.
    4. A Wikipédia estabelece – através dos seus princípios da verificabilidade, imparcialidade e não-incorporação de pesquisas inéditas – o uso do termo pelo qual uma personalidade é mais conhecida em textos em português: Ou uma forma portuguesa, respaldada por fontes comprovativas e uso considerável, ou a forma original, quando não haja fontes comprovativas nem uso considerável.
    5. Voltando às fontes e às ocorrências, os termos usados pelos historiadores e historiógrafos de língua portuguesa têm naturalmente relevância neste debate. (Johnni Langer, Renan Marques Birro, Munir Lutfe Ayoub, André Szczawlinska Muceniecks, João Bittencourt de Oliveira, Rodrigo Marttie, Pablo Gomes de Miranda, Flávio Guadagnucci Palamin, Marlon Maltauro, Yuri Fabri Venâncio, Carlos Osvaldo Rocha, Tiago José Berg, Luciana de Campos, Ricardo Wagner Menezes de Oliveira, Hélio Pires, Ciro Flamarion Cardoso, etc...)--HCa (discussão) 09h21min de 9 de fevereiro de 2019 (UTC)
    Amigo, ele é linguista, especialista em latim, e muito competente. O senhor não é. Nem eu. Citar aleatoriamente outras pessoas, que sequer estão tratando do tema não ajuda, lembra o que ficamos discutindo até aqui? O Caius foi bem direto nesse ponto também, ao discordar inclusive do nome que você queria pelo mesmo motivo que eu. A consulta ao Gonçalo Neves tem peso linguístico, isso é óbvio e primário. Aliás, exceto o senhor, todos concordaram que a consulta fosse feita. E, estando publicado como agora está, a palavra recebeu registro, num site de linguística externo à Wikipédia (a questão de vocês era ter registro só intrasite), e agora podemos usar. Mesmo num mundo irreal, contrapondo o argumento dele, no qual o título latino não seja utilizado, o uso nos artigos está mais que autorizado. Isso é coisa que não será mais discutida. E se precisa de prova, só consultar o caso de Basílio Onomágulo, cujo nome foi discutido pelo mesmo linguista e a comunidade, pelo mesmo motivo, concordou com o uso. Se o senhor quer partir de um precedente que não existe, eu parto de um que existe e foi bem-sucedido em solucionar um problema linguístico. E sim, é purismo, mas fiz questão de pontuar que havia dois lados que tinham seus pontos, e ele contemplou isso, e fez questão de reparar, se necessário, deficiências naquilo que estava em discussão. A Wikipédia não está sendo ferida quando lidamos com a vida de uma pessoa que tem registro nenhum no português, e cujo nome é referido variadamente nas fontes nórdicas, cada qual dando seu sabor ao nome, e nenhuma concordando com nenhuma. Já havia sido posto que as próprias fontes primárias tem duas vertentes, a nórdica e a latina, fiz questão de registram para Gonçalo todos os nomes existentes, e propus soluções, que ele avaliou e deu seu crivo. A responsabilidade é dele agora, não minha. Era isso que tentei dizer por quase dois meses. A "pesquisa inédita" acabou.--Rena (discussão) 13h42min de 9 de fevereiro de 2019 (UTC)

    Symbol opinion vote.svg Opinião

    1. O personagem histórico Svegðir tem as fontes históricas mais antigas mencionando Svegðir - na Ynglingatal (século IX), no Íslendingabók (século XII) e na Ynglinga saga (século XIII), mas não parece ter fontes históricas em português mencionando Suérquero.
    2. A opinião do especialista em latim do website Ciberdúvidas é precisamente uma opinião pessoal de carácter genérico sobre o aportuguesamento de um nome próprio nórdico para português, na qual ele faz a constatação de “... os nomes latinos não se encontrarem dicionarizados... “. E em latim a grafia Swegthir (século XII) precede a grafia Suercherus (século XVI).
    3. Num artigo sobre o personagem "histórico" Svegðir, parece ser mais coerente usar Svegðir como nome do verbete, à luz da convenção de nomenclatura de nomes próprios e da sua "ferramenta de aplicação", assim como do princípio da verificabilidade, do princípio de não-incorporação de pesquisas inéditas, da regra do peso indevido e do princípio da imparcialidade.
    4. Penso ser precipitado começar a alterar os textos de vários artigos, invocando uma pretensa fonte lexicográfica generalista altamente autoritativa. A forma Suérquero não parece ter uso em documentação histórica em português, e muito menos "ter uso considerável na variante da língua usada maioritariamente no artigo".--HCa (discussão) 09h05min de 14 de fevereiro de 2019 (UTC)

    Acredito que não seja discutível a fiabilidade do Ciberdúvidas quanto ao assunto, o que corrobora com o argumento do aportuguesamento do nome. Não vi qualquer forma de maniqueísmo na pergunta feita por Rena. No entanto, devo concordar com alguns pontos propostos por HCa. O aportuguesamento pode (e creio que deva) ser usado no artigo, por possuir tal fonte linguística conforme WP:FF, mas a questão do uso do aportuguesamento no título artigo não segue o WP:CNN (especialmente WP:CNNTT), pois não possui uso considerável na língua portuguesa, embora se baseie em fontes linguísticas (ver I. a) e I.b)). Assim, por mais que o Ciberdúvidas seja uma fonte fiável, o termo não deve ser usado como título do artigo. --CaiusSPQR (discussão) 18h31min de 14 de fevereiro de 2019 (UTC)

    Para esclarecer meu ponto acima, segue o template atualizado para decidir que que nome deve ser usado no título do artigo.

    Passos Resposta Resultado
    1. Quem foi o primeiro editor do artigo? Yes check.svg Usuário:HCa (dif) Passar ao 2.
    2. Que versão da língua portuguesa foi usada? Yes check.svg Português europeu Passar ao 3.
    3. Que grafia foi utilizada? Yes check.svg Sveigder Passar ao 4.
    4. A língua original usa o alfabeto latino? Yes check.svg Sim Se S, passar ao 5. Se N, passar ao 11.
    5. Trata-se de um topónimo ou antropónimo? Yes check.svg Antropónimo Se "Topónimo", passar ao 6. Se "Antropónimo", passar ao 8.
    6. O aportuguesamento, forma histórica, tradução ou adaptação (ditos, exónimos) tem fonte lexicográfica, linguística ou académica fiável? Se S, passar ao 7. Se N, passar ao 22.
    7. O exónimo tem fonte que comprove uso considerável na variante da língua usada maioritariamente no artigo? Se S, passar ao 21. Se N, passar ao 22.
    8. O antropónimo é de um santo ou nobre? Yes check.svg Sim Se S, passar ao 9. Se N, passar ao 6.
    9. Existe uma forma de tradução do nome do santo/nobre que tenha fonte lexicográfica, linguística ou académica? Yes check.svg Sim [2] Se S, passar ao 10. Se N, passar 22.
    10. A tradução do nome do santo/nobre tem uso considerável na variante da língua usada maioritariamente no artigo? X mark.svg Não Se S, passar ao 21. Se N, passar ao 22.
    11. Trata-se de um topónimo ou antropónimo? Se "Topónimo", passar ao 12. Se "Antropónimo", passar ao 14.
    12. O aportuguesamento, forma histórica, tradução ou adaptação (ditos, exónimos) tem fonte lexicográfica, linguística ou académica fiável? Se S, passar ao 13. Se N, passar ao 17.
    13. O exónimo tem fonte que comprove uso considerável na variante da língua usada maioritariamente no artigo? Se S, passar ao 21. Se N, passar ao 17.
    14. O antropónimo é de um santo ou nobre? Se S, passar ao 15. Se N, passar ao 12.
    15. Existe uma forma de tradução do nome do santo/nobre que tenha fonte lexicográfica, linguística ou académica? Se S, passar ao 16. Se N, passar 17.
    16. A tradução do nome do santo/nobre tem uso considerável na variante da língua usada maioritariamente no artigo? Se S, passar ao 21. Se N, passar ao 17.
    17. A língua original é o mandarim? Se S, passar ao 18. Se N, passar ao 19.
    18. Se a língua original é o mandarim, deve ser usado o sistema de transcrição pinyin. Manter/mover o artigo para forma em pinyin.
    19. Existe uma transliteração/transcrição para português que tenha fonte fiável comprovando o seu uso corrente? Se S, passar ao 23. Se N, passar ao 20.
    20. Existe uma transliteração/transcrição utilizada internacionalmente numa língua próxima do português (espanhol, italiano ou outras), que tenha alguma fonte fiável comprovando o seu uso? Se S, passar ao 23. Se N, passar ao 24.
    21. O aportuguesamento deve estar no título do artigo. Mover artigo.
    22. Não havendo fonte (lexicográfica ou de uso), deve manter-se a grafia na língua original. Yes check.svg Não mover o artigo.
    23. Essa transliteração/transcrição deverá estar no título do artigo. Mover artigo.
    24. Uma transliteração/transcrição internacional deverá estar no título do artigo. Mover ou manter o título do artigo, consoante o caso.

    --CaiusSPQR (discussão) 18h42min de 14 de fevereiro de 2019 (UTC)

    Mudança estranha - Snorri Sturluson versus Esnorro Esturleu[editar código-fonte]

    O autor da saga de Heimskringla é conhecido como Snorri Sturluson - um termo correto, um nome de artigo, a forma usada na primeira edição, uma forma consagrada na historiografia brasileira. É despropositado mudar o nome consagrado Snorri Sturluson pela forma Esnorro Esturleu, sem fontes nem uso conhecido.--HCa (discussão) 09h31min de 20 de janeiro de 2019 (UTC)

    Obstrução editorial no artigo e na discussão do artigo[editar código-fonte]

    O editor Renato removeu dois contributos editoriais, um no artigo e outro na discussão do artigo:
    ►Trecho obstruído no artigo: Fontes
    O rei aparece como Sveigðir na Lista dos Inglingos do poeta norueguês Tiodolfo de Hvinir do século IX, como Svegðir na Saga dos Inglingos do historiador islandês Snorri Sturluson do século XIII, como Swegthir em latim na História da Noruega do século XII, e como Suercherus na obra História de todos os reis gautas e suíones escrita em latim em 1554 pelo arcebispo sueco.
    ►Trecho obstruído na discussão: Comentário
    Svegðir na Lista dos Inglingos do século IX em nórdico antigo - "En dagskjarr Dúrnis niðja salvǫrðuðr Sveigði vélti, þás í stein enn stórgeði Dusla konr ept dvergi hljóp, ok salr bjartr þeira Sǫkmímis jǫtunbyggðr við jǫfri gein."--HCa (discussão) 14h45min de 10 de fevereiro de 2019 (UTC)

    Em que momento eu obstrui seu comentário, colega? O senhor está se referindo a que, exatamente? Devemos ter tido um conflito de edições, coisa normal quando mais de um editor está editando ao mesmo tempo. Por que, em sã consciência, em removeria esse trecho de seu comentário? Sobre sua edição no artigo, acho que é explícito o motivo. Você estava removendo fontes que estava formatadas no artigo, sem dar qualquer justificativa plausível, e adicionando texto em inglês!. Isso é vandalismo puro e simples.--Rena (discussão) 15h13min de 10 de fevereiro de 2019 (UTC)


    Symbol comment vote.svg Comentário Renato, a sua alegação contém dois pontos aos quais gostaria de responder e clarificar.

    1. A sua obstrução consistiu em impedir que o meu contributo editorial fosse inserido no artigo. E não seria a primeira vez que você remove uma contribuição minha para artigo ou para discussão.
    2. Tal como você tem feito em meus artigos, eu removi três nomes e as suas referências. O motivo é esses nomes - Sveigder [ref], Svegder [ref] ou Swegde [ref] serem apontados como estando na Ynglinga saga, e a realidade é que não estão. O nome mencionado no texto da referida Ynglinga saga é Svegðir, como se pode ver no trecho em questão: "Svegðir tók ríki eptir föður sinn; hann strengði þess heit at leita Goðheims ok Óðins hins gamla..."
    3. Consequentemente, tentei alterar o conteúdo das Fontes para "O rei aparece como Sveigðir [ref][ref] na Lista dos Inglingos do poeta norueguês Tiodolfo de Hvinir do século IX, como Svegðir [ref] na Saga dos Inglingos do historiador islandês Snorri Sturluson do século XIII, como Swegthir [ref] em latim na História da Noruega do século XII, e como Suercherus [ref] na obra História de todos os reis gautas e suíones escrita em latim em 1554 pelo arcebispo sueco João Magno.
    4. Igualmente tentei completar - e aqui parece ter havido uma colisão editorial - a secção "Vida" com um excerto da História da Noruega, com seguinte teor:
    "Froyr vero genuit Fiolni, qui in dolio medonis dimersus est, cujus filius Swegthir nanum in petram persequitur nec redisse dicitur, quod pro certo fabulosum creditur."
    ("Frøy engendered Fjolne, who was drowned in a tun of mead. His son, Sveigde, is supposed to have pursued a dwarf into a stone and never to have returned, but this is plainly to be taken as a fairy-tale.

    --HCa (discussão) 20h54min de 10 de fevereiro de 2019 (UTC)

    A nossa diferença, no fim das contas, é o trato que fazemos das fontes. Enquanto eu tento ser mais plural possível, mostrando todos os pontos de vista, o senhor só quer se fechar naquilo que seus olhos alcançam dentro das fontes suecas. O problema está aí. Swegde é uma das variantes pelo qual o nome foi registrado, e cito apenas esse exemplo, mas ciente de que há outras; Svegder aqui. Entenda, de uma vez por todas, para que pelo menos quanto a isso possamos conviver sem discussão, independente de um nome aparecer em 1 ou 500 fontes, ele deve ser registrado se estiver condizente com o contexto ao qual está inserido. Essas pequenas variações do nome Sveigðir estão corretas aos olhos de outros autores, ponto. Assunto encerrado. A julgar que são línguas próximas e o contexto se sustenta, ao menos a menção precisa ser feita. Não faria sentido, a seu turno, impormos traduções e adaptações de línguas que não fazem sentido nem à língua origem, nem à língua destino (português). Seria o caso de privilegiar Mumbai e Burma no lugar de Bombaim e Birmânia, nomes lusófonos históricos que nunca caíram em desuso. São coisas completamente distintas. Se o senhor remover, sem um bom motivo, fontes, vou tratar como vandalismo. Eu nunca removi "suas" fontes, ao contrário, apenas as formato para melhor apresentá-las no texto. E mais, se "removi", o motivo é bem claro. É risível citar 20 livros para referenciar a mesma linha no texto. O senhor faz isso o tempo todo, quando não mascara a referenciação citando livros que não falam da informação às quais está referenciando ou copia informação errada.--Rena (discussão) 22h44min de 11 de fevereiro de 2019 (UTC)