Disney+

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Disney+
Tipo de sítio streaming
Proprietário(s) The Walt Disney Company
Empresa-mãe Walt Disney Direct-to-Consumer & International
Presidente Ricky Strauss (presidente de conteúdo e marketing)
Pessoas-chave
  • Joe Earley (vice presidente executivo, marketing e operações)
  • Agnes Chu (vice-presidente sênior de conteúdo)
Requer pagamento? sim
País de origem Estados Unidos
Idioma(s)
Usuários Aumento 60 milhões (em 4 de Agosto de 2020)
Lançamento 12 de novembro de 2019; há 8 meses[1]
Área(s) servida(s)
  • Alemanha
  • Austrália
  • Áustria
  • Canadá
  • Espanha
  • Estados Unidos
  • França
  • Índia
  • Irlanda
  • Itália
  • Nova Zelândia
  • Países Baixos
  • Porto Rico
  • Reino Unido
  • Suiça
  • Japão
Endereço eletrônico www.disneyplus.com

Disney+ (pronunciado como Disney Plus) é um serviço de assinatura de streaming de vídeo on-line de propriedade e operado pela Direct-to-Consumer & International (DTCI), uma subsidiária da The Walt Disney Company. O serviço oferece principalmente filmes e séries de televisão produzidos pelos estúdios The Walt Disney Studios e Walt Disney Television, com o conteúdo de publicidade de serviço das marcas Marvel, National Geographic, Pixar e Star Wars, em particular. Filmes e séries de televisão originais também são produzidos no Disney+, com dez filmes e sete séries sendo produzidos para a plataforma em novembro de 2019. Servindo junto às outras plataformas de streaming da Disney – o Hulu, voltado para programação geral, e o ESPN+, voltado para esportes – o Disney+ centra-se no "entretenimento voltado para a família".

O Disney+ conta com a tecnologia desenvolvida pela Disney Streaming Services, originalmente criada como BAMTech em 2015, quando foi derivada da MLB Advanced Media (MLBAM). A Disney aumentou sua participação acionária na BAMTech para uma participação controladora em 2017, e, posteriormente, transferiu a propriedade para a DTCI como parte de uma reestruturação corporativa em antecipação à aquisição da 21st Century Fox pela Disney. Com a BAMTech ajudando a lançar a ESPN+ no início de 2018, e o acordo de distribuição de streaming da Disney com a Netflix que termina em 2019, a Disney aproveitou a oportunidade para usar as tecnologias desenvolvidas para o ESPN+ para estabelecer um serviço de streaming com a marca Disney que apresentaria seu conteúdo. A produção de filmes e programas de televisão para exibição exclusiva na plataforma começou no final de 2017; a série original da Marvel para a Netflix foi cancelada em favor do Universo Cinematográfico Marvel para a Disney+.

O Disney+ estreou em 12 de novembro de 2019 nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos.[2] O serviço foi expandido para a Austrália, Nova Zelândia e Porto Rico uma semana depois, e será lançado para países europeus selecionados em março de 2020. Outros lançamentos estão sendo planejados para a Europa e América Latina no final de 2020 até 2021, à medida que expiram os acordos de distribuição internacional da Disney com serviços de streaming concorrentes.[3] Após o lançamento, o serviço recebeu uma recepção positiva por seu conteúdo, apesar de ter sido criticado por problemas técnicos. As alterações feitas em filmes e programas de televisão também atraíram a atenção da mídia. Em seu primeiro dia de operação, o Disney+ conquistou 10 milhões de assinantes.

História[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2016, a Disney adquiriu uma participação minoritária na BAMTech (uma empresa derivada do negócio de tecnologia de streaming da MLB Advanced Media) por US$ 1 bilhão, com a opção de adquirir uma participação majoritária no futuro. Após a compra, a ESPN anunciou planos para um "projeto exploratório [over-the-top]" baseado em sua tecnologia (ESPN+) para suplantar seus serviços de televisão linear existentes.[4][5] Em 8 de agosto de 2017, a Disney invocou sua opção de adquirir uma participação majoritária na BAMTech por US$ 1,58 bilhão, aumentando sua participação para 75%. Juntamente com a aquisição, a empresa também anunciou planos para um segundo serviço de marca direta da Disney, retirado de seu conteúdo de entretenimento, que seria lançado depois que a empresa terminasse seu acordo de distribuição com a Netflix em 2019.[6][7]

Em dezembro de 2017, a Disney anunciou sua intenção de adquirir os principais ativos de entretenimento da 21st Century Fox, em um negócio avaliado em mais de US$ 50 bilhões. A aquisição tem o objetivo de reforçar o portfólio de conteúdo da Disney para seus produtos de streaming.[8][9]

Em janeiro de 2018, foi relatado que o ex-executivo da Apple e da Samsung, Kevin Swint, havia sido nomeado vice-presidente sênior e gerente geral do novo serviço.[10][11] Em junho de 2018, o ex-presidente de marketing da Walt Disney Studios Motion Pictures, Ricky Strauss, foi nomeado presidente de conteúdo e marketing para o serviço.[12][13] Em 8 de novembro de 2018, o CEO da Disney, Bob Iger, anunciou que o serviço seria chamado de Disney+ (Disney Plus) e que a empresa estava visando um lançamento no final de 2019.[14]

Conteúdo[editar | editar código-fonte]

O serviço será construído em torno das principais marcas de entretenimento da Disney, incluindo Walt Disney Studios e, consequentemente, o National Geographic. O serviço funcionará em paralelo com o Hulu — um serviço que a Disney detém 60% da propriedade desde a compra da 21st Century Fox. Bob Iger afirmou que a Disney+ seria focada especificamente em entretenimento voltado para a família (o serviço não levará nenhum filme para adultos), e que o Hulu permaneceria voltado para o entretenimento "geral".[15][14][16]

Espera-se que o serviço tenha aproximadamente mais de todos os episódios de série televisão e mais de todos os filmes.[17] O Disney+ contará com as animações da Disney e da Pixar, os filmes de live-action da Disney, os filmes do Universo Cinematográfico Marvel, os filmes da Lucasfilm e os documentários da Disneynature.[18] Os conteúdos do National Geographic Channel e a Fox também será incluído no serviço.[19][20] Os primeiros seis filmes da franquia de filmes de Star Wars não estarão disponíveis no lançamento do serviço, já que os direitos de transmissão dos EUA são mantidos pela Turner Broadcasting System até 2024.[21]

A meta inicial do conteúdo original do serviço foi planejada para incluir de quatro a cinco filmes originais e cinco programas de televisão com orçamentos de US$ 25 a US$ 100 milhões. Em agosto de 2018, foi relatado que a série de live-action planejada para Star Wars custaria US$ 100 milhões.[22] Capitã Marvel será o primeiro filme da Disney a ser lançado exclusivamente pela mesma.[23]

Programação original[editar | editar código-fonte]

Filmes[editar | editar código-fonte]

Título Gênero
Lançado
A Dama e o Vagabundo (2019)[24] Romance
Noelle[25] Fantasia/Aventura/Comédia
Togo[26] Aventura
Timmy Failure[25] Fantasia
A Extraordinária Garota chamada Estrela[27][28] Romance
Magic Camp[25] Comédia
Black Is King Musical
Artemis Fowl (2020) Ficção científica/Aventura
Em desenvolvimento
3 Men and a Baby[25] Comédia
Don Quixote[29] Fantasia/Aventura
Father of the Bride[30] Comédia dramática
Flora & Ulysses[31] Família
Honey, I Shrunk the Kids[30] Aventura/Comédia
The Paper Magician[32] Fantasia
The Parent Trap[30] Comédia
Peter Pan[33] Aventura/Fantasia
The Sword in the Stone[34] Fantasia
Phineas E Ferb O Filme: Candace Contra o Universo Animação/Comédia

Séries[editar | editar código-fonte]

Título Gênero
Lançado
High School Musical: The Musical: The Series[35] Musical
The Mandalorian[36] Space opera
O Mundo Segundo Jeff Goldblum Documentário
Encore! Reality Show
Garfinho Pergunta Animação
Star Wars: Guerra dos Clones (7 temporada)[37] Animação/Ficção científica militar
Em Produção
Ink & Paint[38] Documentário
Serie sobre Obi-Wan Kenobi Space opera
Sequência do filme Rogue One[39]
The Falcon and the Winter Soldier Ação
WandaVision
Loki
What If...? Ação e Animação
Hawkeye Ação
Ms. Marvel Ação
Moon knight Ação
She-Hulk Ação
Monsters at Work Animação
Chip 'n' Dale
Lizzie McGuire[40] Comédia
Percy Jackson & the Olympians Ação e Aventura
Oswald the lucky rabbit Animação

Lançamento[editar | editar código-fonte]

O Disney+ está sendo lançado mundialmente por meio de um plano de distribuição escalonado. Foi lançado primeiro nos Estados Unidos, no Canadá e nos Países Baixos em 12 de novembro de 2019, pouco antes das 3:00 horas (EST). Foi lançado na Austrália, Nova Zelândia e Porto Rico em 19 de novembro de 2019 e Alemanha, Espanha, Itália, Irlanda, e Reino Unido no dia 24 de março de 2020.[41] Foi lançado nas Ilhas do Canal e na Ilha de Man em 2 de abril de 2020. Foi lançado na Índia em 3 de abril de 2020 com o nome de Disney+ Hotstar.Foi lançado na França em 7 de abril de 2020. Foi lançado em Mônaco e países franceses no dia 30 de abril de 2020. Foi lançado no Japão em 11 de junho de 2020. Será lançado na Indonésia como Disney+ Hotstar em 5 de setembro de 2020. Será lançado na Bélgica, Portugal, Luxemburgo e os países nórdicos em 15 de setembro de 2020.

  Disponível
  Lançamento Confirmado
  Distribuição de Terceiros
[52]
Lançamento da plataforma no mundo
Datas País Notas
12 de novembro de 2019 [42]  Estados Unidos,  Canadá e  Países Baixos Uma versão beta teste do serviço foi inicialmente lançada a 12 de setembro de 2019 nos Países Baixos.
19 de novembro de 2019 [43]  Austrália,  Nova Zelândia e  Porto Rico
24 de março de 2020 [44]  Áustria,  Alemanha,  Irlanda,  Itália, Flag of Spain.svg Espanha, Suíça e  Reino Unido
02 de abril de 2020 [45]  Ilha de Man e as Reino Unido Ilhas do Canal
03 de abril de 2020 [46]  Índia Como Disney+ Hotstar, depois da compra do serviço Hotstar.
07 de abril de 2020 [47]  França
30 de abril de 2020 [48] Mónaco,  Wallis e Futuna,  Nova Caledônia, as França Antilhas francesas e a França Guiana Francesa
11 de junho de 2020[49]  Japão
05 de setembro de 2020[50] Indonésia Como Disney+ Hotstar, depois da compra do serviço Hotstar.
15 de setembro de 2020[51]  Bélgica,  Dinamarca,  Finlândia,  Islândia,  Luxemburgo,  Noruega, Portugal Portugal, e a  Suécia
10 de novembro de 2020 América Latina

Recepção[editar | editar código-fonte]

No dia de seu lançamento, o Disney+ conseguiu 10 milhões de assinantes, os quais resultaram numa alta demanda que acabou impactando a qualidade do serviço.[53] Victor Nascimento, do Observatório do Cinema, criticou o Disney+ pela lentidão e por não disponibilizar todos os filmes listados pela empresa. Apesar de tecer críticas relacionadas ao serviço de streaming, Victor elogiou sua interface como uma das melhores disponíveis.[54]

O fato de o lançamento ser limitado a poucos países resultou no aumento da pirataria de seus produtos.[55][56] No caso da série própria "The Mandalorian", a Disney tentou combater os links para download ilegal, mas a quantidade se tornou tão grande que a companhia não deu conta do trabalho.[55]

Em 3 de fevereiro de 2020 o serviço de streaming da Disney já tinha atraído mais de 28 milhões de assinantes.[57]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. O serviço recebeu um lançamento suave em 12 de setembro de 2019 nos Países Baixos.
  2. Katiúscia Vianna (12 de abril de 2019). «Streaming da Disney ganha data de lançamento». AdoroCinema. Consultado em 12 de abril de 2019 
  3. Martins Frade, Renan. «Exclusivo: Disney+ já tem data de lançamento no Brasil». Filmmelier. Consultado em 5 de novembro de 2019 
  4. «What's Behind Disney's $1 Billion Investment in Major League Baseball's Digital Arm». Variety. Consultado em 18 de dezembro de 2016 
  5. Miller, Daniel (9 de agosto de 2016). «Walt Disney Co. buys stake in video streaming service BAMTech». Los Angeles Times. Tronc. Consultado em 17 de agosto de 2016 
  6. «Marvel and Star Wars films will ditch Netflix for Disney's own service». CNET (em inglês). CBS Interactive. Consultado em 7 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 7 de setembro de 2017 
  7. Kastrenakes, Jacob (8 de agosto de 2017). «Disney to end Netflix deal and launch its own streaming service». The Verge. Consultado em 5 de agosto de 2018. Cópia arquivada em 6 de abril de 2018 
  8. Littleton, Cynthia; Steinberg, Brian (14 de dezembro de 2017). «Disney to Buy 21st Century Fox Assets for $52.4 Billion in Historic Hollywood Merger». Variety. Consultado em 15 de dezembro de 2017 
  9. Sakoui, Anousha (14 de dezembro de 2017). «Disney Buys Fox Assets in $52 Billion Split of Murdoch Realm». Bloomberg. Consultado em 15 de dezembro de 2017 
  10. Roettgers, Janko (19 de janeiro de 2018). «Disney Hires Apple Veteran to Launch Its Netflix Killer (EXCLUSIVE)». Variety (em inglês). Consultado em 9 de novembro de 2018 
  11. Jarvey, Natalie (19 de janeiro de 2018). «BAMTech Taps Apple Veteran to Lead Disney OTT». The Hollywood Reporter (em inglês). Consultado em 9 de março de 2018. Cópia arquivada em 10 de março de 2018 
  12. Busch, Anita (28 de junho de 2018). «Disney Exec Reorg: Asad Ayaz Named President Of Marketing As Ricky Strauss Moves To President For Studio's New SVOD Service». Deadline Hollywood. Consultado em 2 de julho de 2018 
  13. Barnes, Brooks (5 de agosto de 2018). «Disney's Streaming Service Starts to Come Into Focus». The New York Times (em inglês). Consultado em 9 de novembro de 2018 
  14. a b Littleton, Cynthia (8 de novembro de 2018). «Bob Iger Talks Disney+, Hulu Plans and His Vision for Enlarged TV Studio». Variety. Consultado em 9 de novembro de 2018 
  15. Goldman, David (14 de dezembro de 2017). «Disney buys 21st Century Fox: Who gets what». CNNMoney. Consultado em 14 de dezembro de 2017 
  16. Mike Fleming Jr (8 de fevereiro de 2018). «Disney Unveils Inaugural Streaming Service Launch Slate To Town; No R-Rated Fare». Deadline Hollywood. Consultado em 5 de abril de 2018. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2018 
  17. Libbey, Dirk (10 de novembro de 2017). «How Much Will Disney's Streaming Service Cost? Here's What Bob Iger Says». Cinemablend. Consultado em 5 de abril de 2018. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2017 
  18. Schedeen, Jesse (16 de agosto de 2018). «Everything Coming to Disney's Streaming Service (So Far)». IGN. Ziff Davis. Consultado em 31 de outubro de 2018 
  19. Faughnder, Ryan. «Disney pulls back the curtain on its streaming service — a little bit — announcing new 'Star Wars' and Marvel shows». Los Angeles Times. Consultado em 9 de novembro de 2018 
  20. Chmielewski, Dawn C.; Hipes, Patrick (8 de novembro de 2018). «'Rogue One' Prequel Series In Works For Disney's Streaming Service, Now Named Disney+». Deadline Hollywood. Consultado em 9 de novembro de 2018 
  21. «Original Star Wars movies blocked from Disney streaming until 2024». Ars Technica (em inglês). Consultado em 3 de agosto de 2018 
  22. Murphy, Mike (7 de agosto de 2018). «Disney's upcoming Star Wars streaming series expected to cost $100 million». MarketWatch. Consultado em 8 de agosto de 2018 
  23. Barnes, Brooks (5 de agosto de 2018). «Disney's Streaming Service Starts to Come Into Focus». The New York Times. Consultado em 13 de agosto de 2018. Arquivado do original em 8 de março de 2018 
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  26. McNary, Dave (28 de outubro de 2015). «Disney Developing Sled Dog Movie 'Togo and Seppala'». Variety. Consultado em 3 de maio de 2018 
  27. Busch, Anita (2 de março de 2018). «Female Directors Scorecard: Six Helmers Grace Disney's Upcoming Slate». Deadline Hollywood. Consultado em 3 de maio de 2018 
  28. Busch, Anita (5 de junho de 2018). «Grace VanderWaal, America's Got Talent Champion, Is Disney's Stargirl». Deadline Hollywood. Consultado em 21 de julho de 2018 
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  31. McNary, Dave (31 de maio de 2018). «Film News Roundup: Disney Developing 'Flora and Ulysses' for Streaming Service (EXCLUSIVE)». Variety. Consultado em 31 de maio de 2018 
  32. Kit, Borys; Ford, Rebecca (31 de maio de 2016). «Disney Nabs Movie Rights to 'The Paper Magician' Trilogy (Exclusive)». The Hollywood Reporter (em inglês). Consultado em 3 de maio de 2018 
  33. Cares, Who (31 de julho de 2018). «Peter Pan may be headed to Disney's streaming service». DisInsider. Consultado em 27 de setembro de 2018 
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  35. Otterson, Joe (30 de maio de 2018). «'High School Musical' Series at Disney Streaming Service Enlists 'Ferdinand' Writer (EXCLUSIVE)». Variety. Consultado em 10 de novembro de 2018 
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  38. Andreeva, Nellie (2 de outubro de 2018). «ABC Studios Ramps Up Alternative Division, Sets Cooking Pilot At ABC & Series 'Ink & Paint' At Disney OTT Service». Deadline Hollywood. Consultado em 2 de outubro de 2018 
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  40. «Lizzie McGuire». Wikipédia, a enciclopédia livre. 1 de setembro de 2019 
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  48. «Fil Info - Janvier 2020» (em francês) 
  49. Disney+ (May 27, 2020). «Start streaming #DisneyPlus in Japan on June 11, and follow @DisneyPlusJP for the latest updates.». @disneyplus (em inglês). Consultado em May 28, 2020  Parâmetro desconhecido |url-status= ignorado (ajuda); Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)
  50. Frater, Patrick; Frater, Patrick (5 de agosto de 2020). «Disney Plus Hotstar to Launch in Indonesia in September». Variety (em inglês). Consultado em 5 de agosto de 2020 
  51. Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs de nome PortugalLaunch
  52. «Disney+ ganha data de lançamento no Brasil. Confira quando ele chegará». November 5, 2019  Verifique data em: |data= (ajuda)
  53. Henrique Freitas. «Software do Disney+ não suporta demanda pós lançamento». Olhar Digital 
  54. Victor Nascimento. «Disney+ soluciona grande problema da Netflix – mas cria outro». Observatório do Cinema 
  55. a b Mateus Mognon. «Disney+ e The Mandalorian geram crescimento na pirataria». Mundo Conectado 
  56. Minha Série. «The Mandalorian e Disney+ restrito impulsionam pirataria». Minha Série 
  57. «Disney+ Hits 28.6 Million Paid Subscribers Since Launch». The Hollywood Reporter 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Sítio oficial