Divinópolis

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Município de Divinópolis
Vista parcial da cidade

Vista parcial da cidade
Bandeira de Divinópolis
Brasão de Divinópolis
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 1 de junho de 1912
Gentílico divinopolitano
Prefeito(a) Vladimir de Faria Azevedo (PSDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Divinópolis
Localização de Divinópolis em Minas Gerais
Divinópolis está localizado em: Brasil
Divinópolis
Localização de Divinópolis no Brasil
20° 08' 20" S 44° 53' 02" O20° 08' 20" S 44° 53' 02" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Oeste de Minas IBGE/2008 [1]
Microrregião Divinópolis IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Nova Serrana, Perdigão, Santo Antônio do Monte, São Sebastião do Oeste, Cláudio, São Gonçalo do Pará e Carmo do Cajuru[2]
Distância até a capital 103 2 km
Características geográficas
Área 708,909 km² [3]
População 230 848 hab. Est. IBGE/2015[4]
Densidade 325,64 hab./km²
Clima tropical de altitude
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,764 alto PNUD/2013 [5]
PIB R$ 4 938 816 mil IBGE/2013[6]
PIB per capita R$ 21 819,86 IBGE/2013[6]
Página oficial

Divinópolis é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Pólo do Oeste de Minas, e também a maior cidade da Mesorregião do Oeste de Minas e da microrregião de mesmo nome. Está localizada próxima à região metropolitana de Belo Horizonte e distante a cerca de 103 quilômetros da capital do estado. Limita-se ao norte com Nova Serrana, ao noroeste com Perdigão, a oeste com Santo Antônio do Monte, a sudoeste com São Sebastião do Oeste, ao sul com Cláudio e a leste com Carmo do Cajuru e São Gonçalo do Pará, sendo cortada por dois rios: Rio Itapecerica e Rio Pará.

Segundo estimativas do  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sua população era de 230 848 habitantes em 2015, sendo o mais populoso município da Mesorregião do Oeste de Minas e o 12ª mais populoso do estado de Minas Gerais, ocupando uma área de pouco mais de 708 quilômetro quadrados. A cidade é reconhecida como pólo da moda do estado de Minas Gerais, devido à alta concentração de indústrias do ramo confeccionista e têxtil.

Símbolos oficiais[editar | editar código-fonte]

Além do Hino Municipal, são símbolos do município de Divinópolis o Brasão e a Bandeira, criados pelo professor Agamenon José Siqueira, a partir de desenhos e sugestões apresentados por estudantes e por outros interessados, em concurso instituído pela Lei Municipal 698, de 29 de maio de 1966, do prefeito Fábio Botelho Notini.[7]

Anos depois, o prefeito Antônio Martins, com aprovação da Câmara, sancionou a Lei Municipal 1.063, de 10 de novembro de 1973, oficializando os elementos representativos da municipalidade, onde se identificam dois históricos fatores do progresso e desenvolvimento de Divinópolis: a ferrovia e a indústria siderúrgica.

Em 1997, o prefeito Domingos Sávio oficializou a interpretação dos símbolos municipais, acolhendo projeto da Câmara Municipal que se transformou na Lei 4. 244, de 29 de setembro de 1997.

A letra e a música do Hino Municipal (cantado em algumas escolas desde 1935) é de autoria do advogado, professor,escritor e poeta José Pereira Brasil, primeiro juiz da Comarca de Divinópolis. Foi oficializado pelo prefeito Walchir Jésus de Resende Costa, através da Lei Municipal 761, de 1o de agosto de 1967.

A transcrição gráfica e o arranjo original foram feitos pela artista divinopolitana Simpliciana Brandão, violinista e professora de música.

Sua primeira execução oficial, foi na praça Benedito Valadares, em 1 de junho de 1973, com orquestra & vozes regidas pelo maestro José Geraldo Rocha, com arranjos especiais do violinista Jacinto Guimarães.(Revista A Prova, n. 9, 2002, pp.20 a 23)

História[editar | editar código-fonte]

Divinópolis foi fundada em 1767, por João Pimenta Ferreira em nome de cinquenta famílias que viviam em propriedades próximas ao Rio Itapecerica e Pará. O primeiro assentamento ocorreu próximo às margens deste rio e a partir daí começou a ser denominado Paragem do Itapecerica em referência a ele. Em 1770 passou a se denominar Espírito Santo do Itapecerica, sendo um distrito da cidade denominada de Tamanduá ( Hoje Itapecerica ). Em 1912 se tornou uma cidade com o nome de Divinópolis em homenagem a seu antigo nome.

A chegada da estrada de Ferro Oeste de Minas em 1890 permitiu a instalação de indústrias siderúrgicas de aço e ferro, ocasionando um desenvolvimento da cidade.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Município de Divinópolis está localizado na zona metalúrgica, micro-região (186) do Vale do Itapecerica: -20,13889 (latitude Sul) -44,88389 (longitude Oeste); macro-região do Alto São Francisco, margem direita. Faz limites com os seguintes municípios: Nova Serrana (Norte), Perdigão (Noroeste), Santo Antônio do Monte (Oeste), São Sebastião do Oeste (Sudoeste), Cláudio (Sul), Carmo do Cajuru (Leste) e São Gonçalo do Pará (Leste).

O território é banhado por dois rios, ambos afluentes e tributários do Rio São Francisco: o rio Pará, que nasce em Entre Rios de Minas e banha toda a costa de Divinópolis, e o rio Itapecerica, que nasce nesta região (Ribeirões Boa Vista e Tamanduá), cortando a cidade transversalmente nos seus 18 km de extensão. Deságua no rio Pará.

Relevo[editar | editar código-fonte]

Divinópolis situa-se numa região de terras altas, principalmente a Oeste/Noroeste, onde se concentram 8% dos 15% de terrenos montanhosos que formam o território municipal, composto de campos (53%) e de áreas planas (32%).

A Serra dos Caetanos é a mais alta com 1.106 metros. Do seu alto rochoso podem ser vistas as principais elevações e inclusive parte da Cidade e do bairro Santo Antônio dos Campos. O ponto mais elevado urbano está no Jardim das Acácias, a 829,7 metros. O ponto mais baixo, 670 metros, está localizado na foz do córrego do Morro Grande no rio Itapecerica, bairro Danilo Passos/Vila Romana.

A maior parte das terras é formada de latossolos vermelho e alaranjado argilosos: profundos, porosos, meteorizados, pouco resistentes, pouco férteis e de reação ácida. É um complexo geológico pré-cambriano arqueozoico, com alguma quantidade de minerais como a pedra granito e quartzos (FF).

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima é quente e semiúmido, com ventos dominando de Sudeste e Nordeste, fracos e moderados: umidade relativa do ar, em média, nos 72%. Índice pluviométrico superior a 1 300 mm e temperatura média anual de 22 °C.[8]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), desde 1995 a menor temperatura registrada em Divinópolis foi de 0,7 °C em 18 de julho de 2000,[9] e a maior atingiu 38,4 °C em 22 de outubro de 2015, superando o recorde de 38,3 °C em 15 de outubro de 2014.[10] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 154,1 mm em 2 de janeiro de 2012. Outros grandes acumulados foram 122 mm em 30 de janeiro de 2008, 112,9 mm em 21 de outubro de 1997 e 104,9 mm em 16 de janeiro de 2003 [11] O menor índice de umidade relativa do ar (URA), de 12%, foi registrado na tarde de 29 de setembro de 2004.[12]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Divinópolis Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 36,7 35,5 34,9 33,5 33,4 30,8 32,2 35,4 37,4 38,4 36,2 36,1 38,4
Temperatura máxima média (°C) 29,6 29,8 29,2 27,9 26,7 25,8 26,5 27,9 28,8 29,3 28,8 28,4 28,2
Temperatura média (°C) 23,8 23,8 23,1 21,3 19,4 18,1 18,5 20 21,8 23 23 22,7 21,5
Temperatura mínima média (°C) 18,1 17,9 17,1 14,7 12,1 10,5 10,6 12,2 14,8 16,7 17,3 17,1 14,9
Temperatura mínima absoluta (°C) 15,3 13,6 11,8 7,7 4,4 5,3 0,7 4,7 6,2 10,4 10,8 14 0,7
Precipitação (mm) 262 182 156 48 17 10 8 6 39 99 194 294 1 313
Fonte: Climate-Data.org[8] e Instituto Nacional de Meteorologia (recordes de temperatura, 1995-presente).[9][10]

Economia[editar | editar código-fonte]

Indústria da confecção e prestação de serviços[editar | editar código-fonte]

Ao fim dos anos 1970, os problemas econômicos do setor levaram à demissão de empregados e ao fechamento de empresas. As dificuldades provocaram o surgimento da indústria da confecção, que contornou o desemprego crescente e se transformou em importante alternativa econômica. O efeito imediato foi o incremento da construção civil e dos transportes rodoviários e uma moderada redução dos problemas sociais. Hoje, cerca de 20 mil pessoas, estão diretamente empregadas a esse setor, mantendo aceitável o nível de desemprego.

Divinópolis é a cidade-pólo do Alto São Francisco, conhecida pela qualidade de suas confecções, mas destacada também pela prestação de serviços de profissionais liberais, pelos serviços da administração pública (dos três níveis), pelo comércio diversificado e pela qualidade de suas escolas de ensino regular e de graduação superior em mais de 15 áreas.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Segundo Censo realizado no ano de 2010 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Divinópolis ocupa a 12ª posição do total de 853 cidades, no ranking das cidades mais populosas do estado de Minas Gerais, com população total de 213.076 habitantes, estando à frente de cidades como Poços de Caldas, Varginha, Barbacena, Ituiutaba, Araguari e Pouso Alegre. Pelo IBGE 2004, Divinópolis apresenta um quadro social com alta taxa de alfabetização (94,7%). A taxa de Crescimento populacional de Divinópolis é da ordem de 4,2% ao ano. Aproximadamente 7.300 pessoas (em média dos últimos 10 anos). A frota de veículos registra 84.543 segundo dados do DENATRAN para o ano de 2009 e o eleitorado é de 158.098 com dados do TRE-MG.

Educação[editar | editar código-fonte]

Segundo a prefeitura, o município recebeu nota 5,32 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB, ficando entre as 64 mais bem classificadas do Brasil. Atualmente, 30% das escolas que possuem ensino fundamental avaliadas pelo IDEB em Divinópolis pertencem à rede municipal de ensino.[13]

Divinópolis abriga também o Campus Dona Lindu da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ). A unidade oferta quatro cursos na área da saúde: Bioquímica, Enfermagem, Farmácia e Medicina.

O Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG) também possui uma unidade na cidade, oferecendo três cursos técnicos integrados ao ensino médio, Eletromecânica, Informática e Produção de Moda, além do curso em nível superior de Engenharia Mecatrônica.

Ambas as instituições visam formar profissionais nessas áreas para suprir a demanda de mão-de-obra nos setores que mais empregam na região centro-oeste de Minas.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Fornecimento de energia elétrica[editar | editar código-fonte]

Dispondo de um razoável potencial energético, o Rio Pará fornece energia para Divinópolis e vários municípios da região através da Usina do Gafanhoto, que está integrada ao sistema CEMIG. A Usina do Gafanhoto tem um significado especial, pois foi a primeira realização de vulto do Governo mineiro no campo da energia elétrica operando a partir de 1946. Construída com a finalidade de fornecer energia à Cidade Industrial de Contagem,[14] a usina foi o primeiro empreendimento para geração de energia elétrica da CEMIG e serviu para disponibilizar oferta de energia para a instalação de novas indústrias e contribuir para o desenvolvimento econômico do estado.[15] Gera atualmente pouco mais de 14 MW(mega watts).

Além desta usina, ainda está instalada no município vizinho de Carmo do Cajuru, uma outra com o nome homônimo da cidade. Gera cerca de 7.200 MW(mega watts) e teve inicio de sua operação em 1959.

Situada bem próximo do centro urbano, encontra-se uma pequena usina que pertencia a extinta V.F.C.O.(Viação Férrea Centro Oeste) que mais tarde foi integrada à RFFSA. Esta usina fornecia energia para as oficinas da ferrovia instaladas no bairro Esplanda. Hoje pertence a um grupo privado (FCA) que pretende produzir energia repassando à CEMIG.

Abastecimento de água[editar | editar código-fonte]

Em Divinópolis, o fornecimento de água tratada à população está a encargo da COPASA ( Companhia de Saneamento de Minas Gerais). O sistema de captação superficial localiza-se à margem esquerda do Rio Itapecerica. Depois de captada a água é tratada em um laboratório situado no prédio cintral da estação de tratamento d’ água, onde depois é distribuída à população.

A água é armazenada em reservatórios estrategicamente localizados. O sistema de captação da água conta ainda, com estações elevatórias de água tratada para abastecer os reservatórios localizados nas partes altas.

Divinópolis conta com dois sistemas de abastecimento de água: o Sistema do rio Pará, atualmente com produção de 120 l/s, e do rio Itapecerica, com produção de 500 l/s. A COPASA está investindo cerca de R$57,7 milhões na ampliação do sistema, com a conclusão das obras, a capacidade instalada atenderá a uma população de até 310 mil habitantes, que é a prevista para o final de 2033.

Cultura, esporte e lazer[editar | editar código-fonte]

Museu Histórico[editar | editar código-fonte]

Fica localizado próximo à Catedral do Divino Espírito Santo. A antiga casa construída no antigo largo da Matriz do Arraial do Espírito Santo do Itapecerica foi fundada nesta região para ser a residência do Capitão Domingos Francisco Gontijo. Passou a ser a principal residência hospitaleira do então Arraial, abrigando até, após a emancipação do município, o primeiro presidente da Câmara de Divinópolis, Antônio Olímpio de Morais. Lá em 1906 foi também a primeira sala de cinema na cidade, com projetor portátil a gás de carbureto. Abrigou também um posto de saúde. Foi também cúria paroquial, colégio seráfico, convento dos frades e sede do Comissariado dos Franciscanos Gorcomienses (Holanda), que lá morariam até 1926. Em 1937 a congregação das Filhas de N.S. do Sagrado Coração ali assumiu a Escola Normal Dr. Mário Casasanta. Daí até 1978, sediou outras três instituições de ensino, quando foi mais uma vez fechado e seriamente depredado.

Apesar de uma lei que em 1982 declarar o casarão de interesse histórico e artístico do Município, parte do sobrado foi demolida com o pretexto de urbanizar a praça. A partir de 1985 é que sob supervisão do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG), a parte remanescente é reformada e restaurada em 1985. O histórico sobrado, logo em seguida, passa a abrigar o Museu Histórico de Divinópolis, que ali se instala festivamente em 31 de maio de 1986. Em 15 de dezembro de 1988, por intermédio da Lei Municipal n.° 2.456, o "casarão" torna-se o primeiro bem cultural tombado pelo Município, e hoje constitui-se no último remanescente do conjunto arquitetônico tido como o núcleo urbano gerador da cidade, símbolo maior das primeiras e históricas lutas da comunidade em defesa do seu patrimônio cultural. O Museu recebeu, nos anos de 2004 e 2005, um total de visitantes que chegou a 34.380. De fevereiro a novembro de 2006, o número de visitas é de 10.484. No mesmo período foram realizadas 48 apresentações na Praça Dom Cristiano, e 76 escolas visitaram as exposições.

Teatro[editar | editar código-fonte]

Nos anos de 1930 foi construída a usina Gravatá e abasteceu o mercado com álcool combustível até a o fim da segunda Guerra. De lá foi reativada em 1950 passando a produzir polvilho e ração balanceada. Após desativada por longos períodos, foi reformada e reaberta como Teatro Municipal. Passou a ser a partir de 2008 o único teatro da cidade, com o fim das atividades de um teatro da iniciativa privada, denominado Theatron.

Cinema[editar | editar código-fonte]

Assim como a maioria dos grandes centros urbanos, as cinco salas de cinema de Divinópolis estão localizadas em um Shopping Center, o Shopping Pátio Divinópolis. Entre as décadas de 70 e 80, a cidade possuía 4 cinemas: Cine Arte Ideal, cine Divinópolis, cine Popular e o último a encerrar as atividades, Cine Alhambra.

Festas e festivais[editar | editar código-fonte]

Divinaexpo : Sempre ocorrendo na época do aniversário da cidade. Trata-se de um evento tradicional com rodeio e atrações sertanejas, além de várias outras festividades, final de maio ate 1 junho

Divina Light: Em 2009 foi criada a Divina Light, ensaio oficial da DivinaFolia, que ocorre em setembro

Divinafolia : A maior festa micareta da região e uma das maiores do estado atualmente em novembro

Festa a fantasia : Ocorre no período de outubro.

Futebol[editar | editar código-fonte]

Divinópolis conta com um clube de futebol tradicional na primeira divisão do futebol mineiro, o Guarani, conhecido como Bugre. Após disputar a segunda divisão do campeonato estadual, o bom desempenho em 2010 levou-o novamente ao seu lugar de origem, a primeira divisão do futebol mineiro. A sede do clube fica no bairro Porto Velho, onde está sediado o estádio Waldemar Teixeira de Faria, o Farião. Em 2012 o Guarani volta a disputar uma competição nacional após 32 anos, a série D do campeonato brasileiro.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. «Mapa Político do Estado de Minas Gerais» (PDF). IBGE. 2009. Consultado em 2 de dezembro de 2009. 
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010. 
  4. «IBGE divulga as estimativas populacionais dos municípios em 2015». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 28 de agosto de 2015. Consultado em 24 de Janeiro de 2016.  Texto "divinopolis" ignorado (Ajuda); Texto "estimativa-da-populacao-2015-" ignorado (Ajuda)
  5. «Ranking IDHM Municípios 2010». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2013. Consultado em 9 de fevereiro de 2015. 
  6. a b «Produto Interno Bruto Divinópolis - 2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 30 dez. 2015.  Texto "divinopolis" ignorado (Ajuda); Texto "produto-interno-bruto-dos-municipios-2013 " ignorado (Ajuda)
  7. cidadedivinopolis.com http://www.cidadedivinopolis.com/index.asp?c=paginas&modulo=informativo_exibe&url=218&categoriaextra=38&menuextra=1. Consultado em 24 de junho de 2012.  Falta o |titulo= (Ajuda)
  8. a b «Clima: Divinópolis». Climate-Data.org. Arquivado desde o original em 27 de dezembro de 2015. Consultado em 1° de janeiro de 2016. 
  9. a b Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). «Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Mínima (°C) - Divinópolis». Consultado em 17 de maio de 2015. 
  10. a b Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). «Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Máxima (°C) - Divinópolis». Consultado em 17 de maio de 2015. 
  11. Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). «Série Histórica - Dados Diários - Precipitação (mm) - Divinópolis». Consultado em 17 de maio de 2015. 
  12. Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). «Série Histórica - Dados Horários - Umidade Relativa (%) - Divinópolis». Consultado em 17 de maio de 2015. 
  13. Divinópolis é destaque nacional na educação básica
  14. CEMIG – Nossa História – Gafanhoto, Consultado em 26 de julho de 2016.
  15. CEMIG – Energia e Você – Principais Usinas, Consultado em 26 de julho de 2016.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]