Doclisboa

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O Doclisboa é o mais antigo festival de cinema em Portugal exclusivamente dedicado ao documentário. O festival acontece desde 2004 em Lisboa no mês de outubro. Em 2020, por motivos excepcionais, o festival decorre entre 22 de outubro 2020 e 10 de março 2021, distribuindo a programação em seis momentos distintos. Terá lugar no Cinema São Jorge, na Cinemateca Portuguesa, no Cinema Ideal e na Culturgest[1].

A sua organização está ao cargo da Apordoc - Associação pelo Documentário.

O Doclisboa trouxe a Lisboa cineastas como Rithy Panh (Cambodja), Nicolas Philibert (França), Elia Suleiman (Palestina), Mercedes Álvarez (Espanha), Ross McElwee (E.U.A.), Amos Gitai (Israel), Vittorio de Seta (Itália), Alex Gibney (E.U.A.), Jan Troell (Suécia), João Moreira Salles (Brasil), Lech Kowalski, Margreth Olin (Noruega) e Sandrine Bonnaire (França).

História[editar | editar código-fonte]

Edições Passadas[editar | editar código-fonte]

2019[editar | editar código-fonte]

Em 2019 o festival abriu com Longa Noite de Eloy Enciso e encerrou com Technoboss, uma produção da O Som e a Fúria realizada por João Nicolau.[2] O grande prémio da competição internacional foi para Santikhiri Sonata, de Thunska Pansittivorakul. Já na competição nacional o premiado foi Viveiro, de Pedro Filipe Marques. [3]

Nesta edição, além das secções competitivas e não competitivas habituais, o Doclisboa propos ainda uma retrospetiva de Jocelyne Saab e o ciclo Ascensão e Queda do Muro – O Cinema da Alemanha de Leste. [4]

Palmarés 2019 [3][editar | editar código-fonte]
Competição Prémio Filme País de produção
Competição Internacional Grande Prémio Santikhiri Sonata, de Thunska Pansittivorakul Tailândia
Prémio SPA Ne croyez surtout pas que je hurle, de Frank Beauvais França
Menção Especial Um Filme de Verão, de Jo Serfaty Brasil
Competição Nacional Melhor Filme Viveiro, de Pedro Filipe Marques Portugal
Prémio do júri McFly SPF Cerro dos Pios, de Miguel de Jesus Portugal
Prémio Escolas Três Perdidos Fazem um Encontrado, de Atsushi Kuwayama Portugal
Verdes Anos Melhor Filme A Family Tale, de Natalia Ciepiel Suécia
Prémio especial do júri The Rex Will Sail In, de Josip Lukic Croácia
Prémio Pedro Fortes para melhor filme português Rio Torto, de Mário Veloso Portugal
Menção Especial Simulacro, de Duarte Maltez Portugal
Prémios transversais Prémio Fernando Lopes para melhor primeiro filme Rio Torto, de Mário Veloso Portugal
Prémio Revelação / Primeira Longa-Metragem Serpentário, de Carlos Conceição Portugal
Prémio Curta-Metragem Tribute to Judas, de Manel Raga Raga Espanha, Bósnia Herzegovina
Prémio do Público Zé Pedro Rock’n’Roll, de Diogo Varela Silva Portugal
Prémio Prática, Tradição e Património O Último Sonho, de Alberto Alvares Brasil

2007[editar | editar código-fonte]

Em 2007, na sua quinta edição, o doclisboa apostou na capitalização do renovado interesse dos espectadores portugueses pelo documentário e conseguiu trazer às salas da Culturgest, do Cinema Londres e do Cinema São Jorge, um público muito numeroso e entusiasta. O documentário “foi assunto” e criou-se uma nova consciência da sua enorme riqueza, diversidade e potencialidades. O doclisboa apostou também na descoberta de novos territórios, na grande diversidade, e na vitalidade do cinema do real.

Em 2007, o filme de abertura foi o vencedor do Óscar para Melhor Documentário Taxi to the Dark Side, de Alex Gibney. Do seu programa, destaque para as actividades paralelas: masterclasses, debates, retrospectivas, encontros profissionais, acções pedagógicas, workshops, docs for kids e exposições.

33.000 espectadores | 150 filmes | 11 dias

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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