Ângela Diniz

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Ângela Maria Fernandes Diniz (Belo Horizonte, 10 de novembro de 1944Búzios, 30 de dezembro de 1976) foi uma socialite brasileira assassinada em uma casa na Praia dos Ossos, Armação dos Búzios, estado do Rio de Janeiro, pelo seu companheiro, Doca Street (Raul Fernandes do Amaral Street). O crime foi amplamente divulgado em jornais e televisão[1] .

A vida de Ângela chegou a ser considerada como filme a ser dirigido por Roberto Farias, tendo Deborah Secco como protagonista,[2] mas o filme nunca foi realizado.

O livro Mea Culpa, editado em 2006, escrito pelo assassino confesso, trata com profundidade a ocorrência. "A Pantera de Minas", como era tratada a biografada nas colunas sociais da época, foi morta por disparos de uma pistola Beretta[3] .

Envolvimentos amorosos[editar | editar código-fonte]

Ângela Diniz casou-se aos 17 anos com o engenheiro Milton Villas Boas, do qual se separou após 9 anos e três filhos.

Manteve, depois, relacionamento com o colunista social Ibrahim Sued, em 1975, do qual se separou para viver com Doca Street[4] .

Envolvimentos em crimes[editar | editar código-fonte]

Além do envolvimento que culminou em sua morte, Ângela Diniz se viu envolta em 3 outros crimes.

  • Em junho de 1973, assumiu a autoria da morte do caseiro José Avelino (vulgo Zé Pretinho), para tentar proteger o verdadeiro culpado, seu amante Tuca Mendes.
  • Em 1975, foi acusada de consumir e guardar drogas e, logo depois, de sequestrar sua filha[4] .

Parte de sua história foi escrita no livro de Adelaide Carraro: Submundo da sociedade.

Morte[editar | editar código-fonte]

Ângela namorou Doca por quatro meses, mas a relação passou por discussões em torno de ciúmes. Doca assassinou a namorada com três tiros no rosto e um na nuca, na casa de veraneio em Búzios, em 30 de dezembro de 1976.[5]

Referências

  1. Jonas Furtado. «"Penso em Ângela todos os dias"». Isto É Gente, Editora Três. Consultado em 6-12-2010. 
  2. CineClick (21-8-2002). «Deborah Secco vive Ângela Diniz no cinema». Consultado em 7-12-2010. 
  3. Angélica Santa Cruz (1-9-2006). «Perdoe-me, Ângela, diz Doca Street». O Estado de S. Paulo. Consultado em 7-12-2010. 
  4. a b Última viagem de amor - Veja, 12 de janeiro de 1977, págs. 34 a 37.
  5. «Caso Doca Street». Isto É Gente. Consultado em 3 de abril de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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