Domitila (ópera)

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Domitila é uma ópera de câmara composta em 2000 por João Guilherme Ripper[1].

Baseada na correspondência entre D. Pedro I e sua amante, Domitila de Castro Canto e Melo (Marquesa de Santos), foi encomendada pelo Centro Cultural Banco do Brasil, como parte da série Palavras Brasileiras.

Montagens[editar | editar código-fonte]

  • 2000 - CCBB, Rio de Janeiro - Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte
Ruth Staerke, soprano
Cristiano Alves, clarineta
Ricardo Santoro, violoncelo
Tamatra Ujakova, piano[2]
  • 2009 - Curitiba
Marília Vargas, soprano
Vânia Pajares, piano
Maria Alice Brandão, violoncelo
André Ehrlich, clarinete[3]
  • 2010 - Porto Alegre, Joinville, Cuiabá, Campo Grande e Dourados - direção cênica de Luiz Kleber Queiroz
Maíra Lautert
Priscila Bomfim, piano
Thiago Tavares, clarinete
Mateus Ceccato, violoncelo[4]
  • 2013 - Teatro Municipal de Niterói
Neti Szpilman, soprano
Maria Luisa Lindberg, piano
Luciano Corrêa, violoncelo
Moisés Santos, clarinete[5][6]

Referências

  1. Domitila, amor proibido. Escola de Música - UFRJ
  2. Domitila. João Guilherme Ripper
  3. Novidades. Paidéia - Escola de Música
  4. Domitila: ópera sobre um histórico amor proibido. Funarte, 26 de outubro de 2010
  5. Festa do canto em Niterói. Cultura.rj, 05/07/2013
  6. Domitila. Teatro Municipal de Niterói
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