Don Juan DeMarco

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Don Juan DeMarco
 Estados Unidos
1994 •  cor •  97 min 
Direção Jeremy Leven
Produção Francis Ford Coppola
Michael De Luca
Fred Fuchs
Roteiro Lord Byron (personagem)
Jeremy Leven
Elenco Johnny Depp
Marlon Brando
Faye Dunaway
Gênero romance
Música Michael Kamen
Cinematografia Ralf Bode
Edição Tony Gibbs
Companhia(s) produtora(s) American Zoetrope
Distribuição New Line Cinema
Lançamento 12 de outubro de 1994
Idioma inglês
espanhol
Orçamento US $ 25 milhões
Receita US $ 68.792.531
Página no IMDb (em inglês)

Don Juan DeMarco é um filme estadunidense de 1994, do gênero romance, dirigido por Jeremy Leven e produzido por Francis Ford Coppola, Michael De Luca e Fred Fuchs.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

A melhor parte do amor é perder todo o senso de realidade!


Um rapaz usando uma máscara negra, ameaça jogar –se do alto de um edifício. O jovem afirma ser Don Juan (Johnny Depp), o lendário conquistador de mulheres. Por ter perdido seu verdadeiro amor, caiu num estado de depressão profunda. O psiquiatra Dr. Jack Mickller (Marlon Brando) é chamado para salvá-lo. No início, o psiquiatra parece cansado, pronto para se aposentar. Mas, a medida que Don Juan começa a descrever sua vida amorosa, Jack sente-se revigorado. Ambos se envolvem num curioso relacionamento que beneficia até a mulher do psiquiatra, Marilyn Mickler (Faye Dunaway) sempre relegada a segundo plano pelo marido.

Elenco[editar | editar código-fonte]

História do personagem[editar | editar código-fonte]

Don Juan é personagem fictício, geralmente tido como símbolo da libertinagem. Originado no folclore, adquiriu forma literária no romance do século XVII El Burlador de Sevilla (1630), atribuído ao dramaturgo espanhol Tirso de Molina. Posteriormente, tornou-se o herói-vilão de romances, peças teatrais e poemas; sua lenda adquiriu popularidade permanente através da ópera de Mozart Don Giovanni (1787).

Don Juan visa o poder em suas relações amorosas: sacrificar as mulheres à sua glória, pela glória dominar os homens, e sua dominação se exerce de forma teatral: no espaço coletivo ele procura as mulheres a quem seduzir e quando às conquista, ele traz para um lugar oculto, privado. E finalmente o que interessa é devolver a mulher já marcada pela posse e lhe entregar, ao espaço público, dessa multidão que assiste o seu triunfo. Fazendo-se espetáculo, ele garante que não exista mais rival para seus feitos ou controle para suas ações. E isto é o que há de mais notável na ação de Don Juan: ele domina os homens por um recurso único, o de teatralizar o social.

Principais prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

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Oscar 1996 (EUA)

Globo de Ouro 1996 (EUA)

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Referências

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