Donita Sparks

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Donita Sparks
Donita Sparks durante uma apresentação.
Informação geral
Nascimento 8 de abril de 1963 (55 anos)
Origem
País  Estados Unidos
Gênero(s)
Ocupação(ões) Musicista
Instrumento(s)
Período em atividade 1985—presente
Gravadora(s)
Afiliação(ões)
  • L7
  • Donita Sparks and the Stellar Moments
Página oficial DonitaSparks.com

Donita Sparks (Chicago, 8 de abril de 1963) é uma cantora, compositora, guitarrista e baixista estadunidense, mais conhecida por ser o co-fundadora da banda L7. Sparks também iniciou, executou e lançou material original com seu projeto solo, a banda Donita Sparks e The Stellar Moments.[1]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Sparks foi criado em Chicago em uma família que participava regularmente de ações políticas. Donita Sparks trabalhou como mensageira apé no centro de Chicago antes de se mudar para Los Angeles aos 19 anos.

Donita Sparks conheceu Suzi Gardner em 1984 e formaram a fundação criativa da L7 em 1985. Sparks e Gardner trabalharam na LA Weekly e participaram ativamente da cena de arte punk DIY na área de Echo Park / Silver Lake quando começaram a compor músicas juntas.[2] Reconhecidas por subverter e transcender as expectativas dos artistas no final dos anos 80 e início dos anos 90, a L7 produziu seis álbuns de estúdio originais entre 1985 e 1999.[3][4] O trabalho de Donita na banda, já apareceu em filmes como Natural Born Killers, Serial Mom, and Brokeback Mountain, e jogos de vídeo game, como Grand Theft Auto: San Andreas e Rock Band 2.[5] Em 1994, Sparks apareceu no filme de John Waters Serial Mom como músico e intérprete da banda fictícia "Camel Lips".

Sparks lançou seu primeiro disco solo Transmiticate como Donita Sparks e Stellar Moments em fevereiro de 2008. Sparks é também a baterista da banda Lou Reed, Lou Man Group.[6] L7 reformou em 2015 e embarcou em uma turnê de reunião.[1][4][7] O documentário L7: Pretend We're Dead, dirigido por Sarah Price, apresenta imagens originais e entrevistas com Donita Sparks e foi lançado em novembro de 2016.[8] O filme foi indicado para um VO5 NME Prêmio de Melhor Filme Musical.[9] Sparks continua realizando shows ao vivo com a formação original do L7 e co-escreveu duas novas músicas com Suzi Gardner: Dispatch from Mar-a-Lago, 2017 e I Came Back to Bitch, 2018.[10]

Filantropia[editar | editar código-fonte]

Sparks e L7 formaram o Rock for Choice com a Feminist Majority Foundation em 1991, realizando inúmeros concertos apresentando algumas das maiores bandas do setor, beneficiando organizações pró-descriminalização do aborto.[11]

Controvérsia[editar | editar código-fonte]

Enquanto o L7 estava se apresentando no Reading Festival em 1992. a banda passou por dificuldades técnicas com vazamento de som. A plateia ficou irada e começou a vaiar. Sparks jogou seu absorvente no público e gritou: "Comam meu absorvente usado, filhos da puta!". Ela nunca se desculpou pelo incidente. O episódio é conhecido como uma das "coisas mais insanas que os astros do rock já fizeram nos palcos".[12][13] Em 1992, Sparks criou uma polemica na Inglaterra, Quando durante uma apresentação da banda, ela baixou as calças na televisão ao vivo no programa The Word.[14]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver também: Discografia de L7

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

Solo[editar | editar código-fonte]

Donita Sparks and the Stellar Moments[editar | editar código-fonte]

  • Transmiticate (2008)

Referências

  1. a b Sparks, Donita; Pearson, Tanya (interviewer). «Donita Sparks» (Video interview - oral history). Women of Rock Oral History Project (em inglês). Northampton, MA: Sophia Smith Collection, Smith College. Consultado em 20 de novembro de 2015. 
  2. Grant, Sarah. «L7: To Hell and Back». Rolling Stone. Consultado em 20 de novembro de 2015. 
  3. Friedman, Ph.D., Michael. «Why Donita Sparks Is a Subversive Ray of Hope». Psychology Today. Consultado em 20 de novembro de 2015. 
  4. a b Barlow, Eve. «New Documentary L7: Pretend We're Dead Restores the Legacy of One of L.A.'s Best Bands». LA Weekly. Consultado em 20 de novembro de 2015. 
  5. «New Yorker out Loud, Vol. 2 - Various Artists: Credits». AllMusic. 2015. Consultado em 20 de novembro de 2015. 
  6. «L7 - Interview». Loud! Noises!. Consultado em 20 de novembro de 2015. 
  7. Stewart, Allison. «L7 is Back, with Snarl, Riffs and Rage Intact». Chicago Tribune. Consultado em 20 de novembro de 2015. 
  8. https://www.imdb.com/title/tt6288290/
  9. Grant, Sarah. «L7 Announce Tour, Slam 'Capitalist Motherf--kers' on 'I Came Back To Bitch'». Rolling Stone. Consultado em 20 de novembro de 2015. 
  10. Berman, Judy. «After 18 Years, How Do L7 Return? With a Song About Trashing Trump's Mar-a-Lago». Pitchfork. Consultado em 20 de novembro de 2015. 
  11. Schippers, Mimi (2002). Rockin' Out of the Box: Gender Maneuvering in Alternative Hard Rock. [S.l.]: Rutgers University Press. p. 185. ISBN 978-0-8135-3075-8 
  12. 9 das coisas mais insanas que os astros do rock já fizeram nos palcos. [S.l.]: Vix.com. 2002 
  13. Strong, Martin C. (2000). The Great Rock Discography 5th ed. Edinburgh: Mojo Books. p. 589. ISBN 1-84195-017-3 
  14. Brewer, Mary F. (20 de novembro de 2015). Exclusions in Feminist Thought: Challenging the Boundaries of Womanhood. [S.l.]: Sussex Academic Press. 127 páginas. ISBN 978-1-902210-63-6 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]