Droga psicodélica

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As drogas psicodélicas (do grego antigo ψυχη (psique) "mente" e δηλειν (delein) "manifestação") são classificadas como aquelas cujo principal efeito consiste induzir estados alterados de consciência e/ou alterações da percepção [1]

Acredita-se que isto se deva à desabilitação dos filtros que bloqueiam sinais relacionados a certas funções de alcançarem o consciente. Supõe-se que estes sinais tenham sua origem em variadas funções celebrais, incluindo os sentidos, emoções, memórias, além de funções do subconsciente. Este efeito é normalmente conhecido como expansão da mente, ou expansão da consciência, já que a mente consciente se torna ciente de aspectos normalmente inacessíveis a ela. Em níveis avançados isto pode destruir temporariamente a noção de ego resultando em um estado dissociativo.

A melhor definição do que é considerado verdadeiramente psicodélico é a seguinte: “uma droga psicodélica é aquela que, sem causar dependência física, ansiedade, vertigem, delírios, amnésia, problemas de ordem fisiológica de modo geral, aumenta a capacidade de pensamento de forma mais ou menos confiável, além de induzir mudanças de percepção experimentadas raramente de outra forma exceto talvez em sonhos, exaltação contemplativa e religiosa e lampejos involuntários de memória de longo prazo”.

Referências

  1. SCHNEIDER, Daniela Ribeiro; ANTUNES, Larissa. A função imaginária no uso de substâncias psicoativas: contribuições de Jean-Paul Sartre. Rev. NUFEN, São Paulo , v. 2, n. 1, p. 66-91, jun. 2010 . Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2175-25912010000100005&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 29 dez. 2016.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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