E-commerce 2.0

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O comércio eletrônico brasileiro está em sua melhor época desde seus primeiros passos em meados dos anos 90. Segundo a edição semestral do Web Shoppers,[1] o faturamento foi de aproximadamente R$ 3,8 bi, o que representa um crescimento de 45% em relação aos resultado do semestre anterior. Analisando este fato, presume-se que o comércio eletrônico ainda terá um futuro muito promissor. Porém, ao contrário da década passada e do começo dessa década, cada vez mais as pessoas encontram-se dependentes e compenetrados na rede. Uma nova era já está surgindo, onde uma infinidade de aplicativos busca atingir a necessidade do atual mundo globalizado: a interatividade.

Em poucas palavras, a internet é interativa. A única mídia que possui o poder de passar uma mensagem e receber um mensagem em tempo real, onde a interação do usuário através de um blog, votação online, comentários sobre determinado produto ou mesmo participar de uma comunidade expressando a opinião sobre determinado fato já é um grande poder do usuário. E com essa mudança de conceito, o comércio eletrônico precisa se estruturar para atender essa nova necessidade.

Web 2.0

Uma analogia para ditar a 2ª "versão" de internet. Para ilustrar, a internet inicialmente foi vista como um espelho do mundo real. Se para colocar notícias na internet, bastava copiar as informações do jornal do dia. Para colocar produtos, bastava disponibilizar fotos e informações dos produtos. Basicamente, bastava digitalizar as informações do computador e disponibilizar na internet.

Nesta nova versão, o usuário passa a ter um papel muito mais ativo e presente dentro da internet. A plataforma da internet está se ajustando para tornar a experiência do usuário muito mais interativa: ele pode fazer o seu próprio blog de notícias, disponibilizar fotos em seu álbum digital, encontrar velhos amigos de escola no Orkut e Linkedin, fazer uma crítica a um produto no Wal Mart ou mesmo escrever e editar artigos no Wikipédia. A colaboração do usuário é o grande motor que move a internet.

Segundo Tim O'Reilly, a definição para Web 2.0 é:

"Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva"

O que muda no atual e-commerce?[editar | editar código-fonte]

As mudanças para o E-commerce 2.0 são muitas, e está basicamente calcado em melhorar a usabilidade da loja virtual. O conceito de web 2.0 é oferecer ao usuário todas as formas de interatividade possível - e esse é o grande desafio.

RSS, tags, comentários dos consumidores, etc. Na busca de melhorar a experiência do usuário e mantê-lo mais tempo no site, lojas grandes como Submarino, Americanas, e o mais novo entrante no mercado - o Wal Mart - investiram fortemente em uma navegação personalizada, possibilidade de o cliente mostrar como é a melhor forma de navegação das páginas e ainda por cima opinar sobre os produtos da loja. Isso tudo é muito válido para a loja, que pode saber em tempo real o que deve melhorar na navegação, que tipos de produtos se deve ou não comprar, como melhorar o atendimento, etc. A Amazon possui um sistema inteligente que rastreia os produtos mais vistos por determinado cliente, e transnsforma a página inicial (home page) do site em uma página personalizada para aqueles produtos. O site Buy.com vai um pouco mais além, e oferece na página de detalhes do produto ainda os preços dos produtos concorrentes. Isso ajuda na tomada de decisão do cliente, que não precisará sair da página para comprar em sites concorrentes.

O E-commerce 2.0 veio para ficar![editar | editar código-fonte]

O foco das lojas virtuais hoje em dia está em proporcionar a melhor experíência para o e-consumidor, fazendo com que ele fique mais tempo na loja e tome a decisão de compra. Porém para isso tornar-se realizada, os lojistas precisam mudar os conceitos empregados nas lojas físicas, pois a internet permite que haja uma troca de experiência em tempo real entre lojista e cliente. O melhor é que não é apenas o foco e sim a obrigação das lojas virtuais hoje atenderem bem seus clientes. Porque eles se não estiverem satisfeitos irão reclamar em publico o que muitas vezes leva a um prejuízo grande para a marca quando não tratado de forma correta. Basta vermos o que aconteceu com a BlackFriday de 2012 onde mais de 200 lojas foram denunciadas de uma só vez pelo PROCON de São Paulo.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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