Economia do Chile

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Economia do Chile
Moeda Peso Chileno
Ano fiscal Ano calendário
Blocos comerciais OMC, APEC, Aliança do Pacífico, Mercosul (associado), Unasur e outras
Estatísticas
PIB
  • Baixa $294,237 bilhões (nominal, 2019 est.)[1]
  • Aumento $502,846 bilhões (PPC, 2019 est.)[1]
Variação do PIB Aumento 1,3% (2019)[2]
PIB per capita
  • Baixa $15,399 (nominal, 2019 est.)[1]
  • Aumento $26,317 (PPC, 2019 est.)[1]
PIB por setor agricultura 3,5%, indústria 37%, comércio e serviços 59,5% (2012)
Inflação (IPC) 2,3% (2018)[1]
População
abaixo da linha de pobreza
11,7% (2015)[nota 1]27 %[4]
Coeficiente de Gini 0.505 (2013)[5]
Força de trabalho total 9,533,046 (2019)[6]
Força de trabalho
por ocupação
agricultura 13,2%, indústria 23%, serviços 63,9% (2005)
Desemprego BaixaPositiva 6,9% (setembro de 2019)[7]
Principais indústrias cobre, outros minerais, alimentos, processamento de peixe, ferro e aço, madeira e derivados[8]
Exterior
Exportações Aumento $69,23 bilhões (2017)[9]
Produtos exportados cobre, maçãs[10] e vinhos.
Principais parceiros de exportação República Popular da China 22,8%, Estados Unidos 11,1%, Japão 11,1%, Brasil 5,5%, Coreia do Sul 5,5%, Países Baixos 4,7% (2011)
Importações Aumento $61,31 bilhões (2017 est.)[9]
Produtos importados petróleo e derivados, produtos químicos, materiais elétricos e de telecomunicações, máquinas industriais, veículos, gás natural, têxteis, alimentos.
Principais parceiros de importação Estados Unidos 20,1%, República Popular da China 16,9%, Brasil 8,3%, Argentina 6,3%, Alemanha 4,2% (2011)
Dívida externa bruta $57,75 bilhões (2017)[9]
Finanças públicas
Dívida pública AumentoNegativo 23,6% do PIB (2017)[9]
Receitas $65,38 bilhões (2017)[9]
Despesas $38,98 bilhões (2017)[9]
Fonte principal: [[8] The World Factbook]
Salvo indicação contrária, os valores estão em US$

A economia do Chile destaca-se por uma liberalização econômica durante as décadas de 1990 e 2000. Durante as décadas de 1970 e 1980 foi caracterizado por uma elevada e persistente hiperinflação. Entre 1972 e 1987, a taxa média de inflação foi de 802%.[11] Entretanto, a crise internacional a afetou fortemente: Em 2012 houve um déficit em conta corrente equivalente a 2,6% do PIB, quase o dobro do ano anterior.[12] O país deve enfrentar nos próximos anos vários problemas: queda de produtividade, a falta de inovação e falta de incentivos ao investimento.[13]

O cobre responde por metade das suas exportações.[14] Não tem produção industrial com valor agregado. Carece de diversificação de produtos e por isso se concentra no cobre. Tem recursos energéticos muito limitados, o que tem sido um fator chave para o baixo crescimento econômico nos últimos anos. O país depende inteiramente de gás e petróleo estrangeiro, o que o torna muito vulnerável à variação dos preços internacionais e da disponibilidade desses recursos no mercado externo. O preço do diesel é o segundo mais alto da América do Sul. Produzir eletricidade no Chile custa 400% a mais do que na Argentina e quase o dobro do que na Colômbia, Peru e Brasil, tornando-a a mais cara da América Latina.[15]

História Econômica[editar | editar código-fonte]

O país passou por um longo período de estagnação ou declínio entre 1810 e 1830 durante a Guerra da Independência e os conflitos internos que se seguiu.[16] Após a estagnação durante a maior parte do século XIX ocorreu a Guerra do Pacífico (1879-1883). O sal se tornou a principal produção do país. Antes da guerra, o Chile exportou trigo e cobre, mas passou a ser dependente de um único produto eo preço do sal no mercado internacional. Os produtos de origem agrícola deixaram de ser uma fonte de renda, a perda de terras férteis, a concentração de terras e métodos de trabalho tornou o país incapaz de competir no mercado internacional ou para cobrir a demanda interna.[17] A crise de 1929 afetou severamente o país, em 1930 para pagar o serviço da dívida chegou a 47% o produto interno. Ativos internacionais do país caíram 22%, a construção caiu 33% e do déficit orçamental chegou à 31% em 1931 e 32% em 1932.[18]

Em 1973, um golpe militar derrubou Salvador Allende. Uma junta militar, chefiada por Augusto Pinochet assumiu o governo e assim aconteceu o liberalismo econômico. Nesse mesmo período ocorreu o liberalismo, os economistas apelidaram esse período de "milagre chileno". Durante o regime de Pinochet (1973 -1990) o PIB per capita do Chile subiu apenas 34% em dólares constantes, passando de US$ 4.537 em 1973 para US$ 5.948 em 1990 (dólares constantes) [19] As sucessivas tentativas de medidas recomendadas pelo modelo liberal proporcionaram ao Chile um crescimento de 97% do PIB, passando de $16.836 bilhões em 1973 para $33.114 bilhões em 1990.[20] Em 1973 a inflação era de 352%, em 1990 estava em 26%.[21]

Em 1982, houve uma profunda crise da supervalorização do peso chileno (que foi ajudado pela paridade da moeda em relação ao dólar dos EUA, e altas taxas de juros no Chile). Isso teria impedido o investimento em atividades produtivas. Entre 1973 e 1982, a dívida externa do aumentou de 3500 para mais de 17 bilhões de dólares. Os bancos foram socorridos pelo Estado. A crise econômica e financeira que atingiu o país representou um custo que tem sido estimada em até 10% do PIB [22] O sistema financeiro entrou em colapso devido à fuga de capitais e aumento dos juros do Federal Reserve System nos EUA que obrigou outros países a subirem juros e aumentarem suas dívidas. O governo reagiu a crise adotando medidas intervencionistas e aumentando gastos, porém o PIB chileno diminuiu 10,32% e o desemprego subiu.[23][24] Em 1973 o desemprego era de 4,8% e após a adoção de mais medidas liberais, como a redução dos gastos estatais, privatizações e reduções de impostos o desemprego chegou a 7,4% em 1990.[25][26]

Mina de Chuquicamata: a economia do Chile é baseado em exportações de minerais, que respondem por a metade das exportações

Entre 1995 e 1999 o crescimento desacelerou causando uma pequena recessão em 1999, quando o desemprego subiu a 10,9%.[27][28][29] Desde o fim do regime militar no 1990 até 2013 teve aumento de gastos sociais e a porcentagem da população chilena na extrema pobreza caiu de 2,7% para 0,45%, atingindo o segundo menor índice da américa latina.[30][31]

O país sofreu uma pequena recessão em 2009 devido a crise mundial, porém conseguiu se recuperar crescendo em média 5,3% entre entre 2010 e 2013[32]

Em Otubro de 2019, devido ao aumento de $30 pesos chilenos no sistema del metro, começaram os protestos no Chile que tem como objetivo a desigualdade económica causada do modelo económico, impunidade judicial derivada dos escandalos de corrupção e falta de dignidade nas relaçoes trabalhistas.

Desigualdade social[editar | editar código-fonte]

A economia chilena é caracterizada por significativa desigualdade na distribuição de renda, gerando grandes diferenças sociais entre ricos e pobres. Os 5% mais ricos da população ganham mais de 830 vezes a renda dos 5% mais pobres.Um estudo realizado por economistas Ramon López, Eugênio Figueroa e Pablo Gutiérrez, indica que o Chile tornou-se em 2013 no país mais desigual do mundo.

O Coeficiente de Gini do Chile em 2013 (50,45) foi o menor desde 1987. Em 2013 os 10% mais pobres receberam 1,72% do PIB enquanto os 10% mais ricos controlaram 41,5% do PIB .[33][34]

Esta desigualdade chilena é atribuída, por alguns, ao atual sistema liberal (em comparação às décadas de 50, 60 e 70, quando o Chile tinha uma distribuição de renda exemplar), outros a atribuem à adoção de fatores naturais (que fez desenvolver um determinado tipo de economia extrativista que favorece instituições que propiciam a desigualdade;[35] já o relatório da Comissão Europeia menciona como um dos fatores que contribuem para essa grande desigualdade econômica os impostos regressivos .

A perseguição aos organismos sindicais, a neutralização das organizações sociais e a proibição da existência de partidos políticos e até do direito de reunião e associação, o fechamento do Parlamento, eram elementos necessários para a aplicação do "modelo". A ausência de liberdade de imprensa e de Justiça autônoma contribuíram para para configurar um quadro em que os economistas que ganharam a confiança de Pinochet tiveram um terreno fértil para plantar. Pretender que os atropelos aos direitos humanos iam por um lado, e aquilo que seus defensores qualificam de êxitos, ou "obra" econômica caminhavam por outro, não resiste à análise[36]
— María Olivia Mönckeberg

. Pinochet privatizou a previdência social, e até hoje 39% da população - quase a metade dos chilenos - não dispõe de nenhum tipo de seguridade social sistêmica por escolha própria.[37][38]

A privatização (da seguridade social) dissipa uma grande parcela das contribuições dos operários em tarifas pagas para remunerar as companhias de investimento. Ela deixa muitos aposentados na miséria.[38]

As desigualdades ainda têm um grande impacto negativo em certas camadas da população, pois apesar da maior renda da população mais pobre em comparação com seus vizinhos latino-americanos,[39] o índice de Gini não melhorou muito, e a despeito de muito pouco desemprego, há bastante subemprego. Os custos universitários são os mais altos do mundo, depois dos Estados Unidos, o que exclui grande parte da população do ensino superior.[40]

[41]

Comércio exterior[editar | editar código-fonte]

Chile é altamente dependente de mineração, em 2012 o setor era responsável por quase 61% das exportações[42][43] o crescimento chileno depende dos preços deste minerais. Também exporta frutas[44] em 2013 foi sucitó conflito de porta, que afetou seriamente as exportações do guilda e podem resultar na perda de mais de 100.000 postos de trabalho.[45][46][47] As exportações de cobre caíram 14%[14]

Tem tratados de livre-comércio com China, Comunidade Andina e Nafta. Durante o ano de 2012 teve um déficit comercial de 466 milhões dólares, as exportações caíram 3,2%, enquanto as importações aumentaram 5,8%

O primeiro semestre de 2013, houve uma queda de 2% nas exportações (U$S -717 milhões)e um aumento de 4% em nas importações (U$S 1.432 milhões).[48] Em 2013, também teve déficit comercial de 2254 milhões dólares, 47 por cento mais do que em 2012.[49]

Dívida externa[editar | editar código-fonte]

A divida publica chilena, que era de 4% em 2006, cresceu e atingiu 17,5% em 2015.[50] Em setembro de 2012, a dívida externa atingiu US$116,7 bilhões e em março de 2013 subiu para US$120,3 bilhões, 86,5% dela concentrada em dólares.[51] Durante 2013, a dívida cresceu 11,2%, para 130,965 bilhões de dólares[52]

Um terço da população nacional, 6,1 milhões de pessoas, está em dívida com os bancos do mercado local, tendo um montante de cerca de 200 milhões de dólares.[53] A dívida hipotecária das famílias chilenas é 28 bilhões de dólares.[54]

Indicadores econômicos[editar | editar código-fonte]

Ano PIB total (mil US$) PIB total (mil US$ PPA)
2009 172,512[55] 302,085[56]

Indicadores tecnológicos[editar | editar código-fonte]

  • Quantidade de linhas de telefone fixo: 3.526.000 (2008) 3.366.000 (2011)[57]
  • Quantidade de linhas de telefone móvel: 14.797.000 (2008)
  • Usuários de internet: 5.456.000 (2008)
  • Lares com computador pessoal: 68,1% (2008) 41.7% (2013)[58][10]

Classificações internacionais[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. O verdadeiro valor do índice de pobreza em Chile é controverso. O índice oficial é fornecido pelo Instituto Nacional de Estatística, porém entidades privadas de consultoria afirmam que o índice oscila muito e que seu valor verdadeiro está aumentando.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e «World Economic Outlook Database, October 2019». IMF.org. International Monetary Fund. Consultado em 21 de outubro de 2019 
  2. «Global Economic Prospects, January 2020 : Slow Growth, Policy Challenges» (PDF). openknowledge.worldbank.org. World Bank. p. 101. Consultado em 12 de janeiro de 2020 
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  4. http://www.economist.com/node/9645174
  5. https://www.google.com.br/publicdata/explore?ds=d5bncppjof8f9_&met_y=ny_gdp_mktp_cd&idim=country:CHL:PER:COL&hl=pt&dl=pt#!ctype=l&strail=false&bcs=d&nselm=h&met_y=si_pov_gini&scale_y=lin&ind_y=false&rdim=region&idim=country:CHL&ifdim=region&hl=pt&dl=pt&ind=false
  6. «Labor force, total - Chile». data.worldbank.org. World Bank. Consultado em 19 de novembro de 2019 
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  17. http://www.archivochile.com/Historia_de_Chile/trab_gen/HCHtrabgen0028.pdf
  18. http://www.bcentral.cl/estudios/estudios-economicos/pdf/serieestudios21.pdf
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  20. https://www.google.com.br/publicdata/explore?ds=d5bncppjof8f9_&met_y=ny_gdp_mktp_cd&idim=country:CHL:PER:COL&hl=pt&dl=pt#!ctype=l&strail=false&bcs=d&nselm=h&met_y=ny_gdp_mktp_cd&scale_y=lin&ind_y=false&rdim=region&idim=country:CHL&ifdim=region&hl=pt&dl=pt&ind=false
  21. https://www.google.com.br/publicdata/explore?ds=d5bncppjof8f9_&met_y=ny_gdp_mktp_cd&idim=country:CHL:PER:COL&hl=pt&dl=pt#!ctype=l&strail=false&bcs=d&nselm=h&met_y=ny_gdp_defl_kd_zg&fdim_y=inflation_type:1&scale_y=lin&ind_y=false&rdim=region&idim=country:CHL&ifdim=region&tstart=107578800000&tend=391575600000&hl=pt&dl=pt&ind=false
  22. https://www.google.com.br/publicdata/explore?ds=d5bncppjof8f9_&met_y=ny_gdp_mktp_cd&idim=country:CHL:PER:COL&hl=pt&dl=pt#!ctype=l&strail=false&bcs=d&nselm=h&met_y=ny_gdp_mktp_kd_zg&scale_y=lin&ind_y=false&rdim=region&idim=country:CHL&ifdim=region&tstart=360039600000&tend=423111600000&hl=pt&dl=pt&ind=false
  23. https://www.google.com.br/publicdata/explore?ds=d5bncppjof8f9_&met_y=ny_gdp_mktp_cd&idim=country:CHL:PER:COL&hl=pt&dl=pt#!ctype=l&strail=false&bcs=d&nselm=h&met_y=ny_gdp_mktp_kd_zg&scale_y=lin&ind_y=false&rdim=region&idim=country:CHL&ifdim=region&tstart=360039600000&tend=423111600000&hl=pt&dl=pt&ind=false
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  28. http://data.worldbank.org/indicator/NE.CON.GOVT.ZS?end=2001&locations=CL&start=1986
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  31. https://www.google.com.br/publicdata/explore?ds=d5bncppjof8f9_&met_y=ny_gdp_mktp_cd&idim=country:CHL:PER:COL&hl=pt&dl=pt#!ctype=c&strail=false&bcs=d&nselm=s&met_y=poverty_gap&fdim_y=poverty_line:2&scale_y=lin&ind_y=false&idim=country:CHL&ifdim=country:region:LCN&pit=1432954800000&hl=pt&dl=pt&ind=false
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  33. https://www.google.com.br/publicdata/explore?ds=d5bncppjof8f9_&met_y=ny_gdp_mktp_cd&idim=country:CHL:PER:COL&hl=pt&dl=pt#!ctype=l&strail=false&bcs=d&nselm=h&met_y=si_pov_gini&scale_y=lin&ind_y=false&rdim=region&idim=country:CHL&ifdim=region&tstart=233809200000&tend=1432954800000&hl=pt&dl=pt&ind=false
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]


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