Eduard Spranger

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Eduard Spranger
Fotografia de Eduard Spranger.
Nascimento 27 de junho de 1882
Grosslichter-felde, Alemanha
Morte 17 de setembro de 1963 (81 anos)
Tubinga
Nacionalidade Alemão
Cidadania Alemanha
Alma mater
Ocupação
Principais trabalhos
  • Die Lebensformen (1914)
  • Psychologie des Jugendalters (1924)
Prêmios
  • Ordem do Mérito para as Artes e Ciência
  • Grã-Cruz da Ordem do Mérito da República Federal da Alemanha
  • Medalha de Ouro Goethe (1942)
  • honorary doctor of the University of Padua
  • Grã-cruz do Mérito com Estrela da Ordem do Mérito da República Federal da Alemanha (1952)
Empregador Universidade de Tubinga, Universidade de Leipzig, Universidade Humboldt de Berlim
Instituições
Escola/tradição Idealismo
Principais interesses

Eduard Spranger (Grosslichter-felde, 27 de junho de 1882 - Tubinga, 17 de setembro de 1963) foi um filósofo, pedagogo e psicólogo alemão.[1][2][3]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Spranger foi aluno de Wilhelm Dilthey, tendo continuado a pesquisa de seu professor acerca das ciências humanas (Geisteswissenschaften), enfatizando o assunto em seus mais importantes trabalhos, como As formas de vida (1914) e Psicologia da Juventude (1924). Tais obras analisam os efeitos da história e da cultura na ética e nas ações humanas. Suas teorias acerca educação como uma possível solução para os problemas morais e sociais dos adolescentes, condensadas na obra de 1924, foram influentes na pedagogia alemã da década de 1920. Psychologie des Jugendalters vendeu mais de cem mil cópias, sendo traduzido para o grego, sueco, inglês, holandês, finlandês, japonês, espanhol e outras línguas.[4] De 1911 a 1946, Spranger atuou como professor de filosofia nas universidades de Leipzig, Berlim e Tubinga, tendo também lecionado durante os anos 1937 e 1938 no Japão.[1] A americanização da psicologia alemã após a Segunda Guerra levou a um declínio da perspectiva de Spranger na Alemanha.[5] Durante a Segunda Guerra Mundial, Spranger foi confinado na prisão militar de Moabit, sendo solto a pedido do embaixador japonês.[6]

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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