Eduardo Chillida

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Eduardo Chillida
Nascimento 10 de janeiro de 1924
San Sebastián
Morte 19 de agosto de 2002 (78 anos)
San Sebastián
Cidadania Espanha
Alma mater Universidade Complutense de Madrid
Ocupação escultor, futebolista
Prêmios Ordem do Mérito para as Artes e Ciência, Prémio Princesa das Astúrias para as Artes, Praemium Imperiale, Prêmio Wolf de Artes, Prêmio Tomás Francisco Prieto
Magnum opus Pente do Vento, Elogio do Horizonte, A Sereia Encalhada
Movimento estético arte abstrata
Causa da morte doença de Alzheimer

Eduardo Chillida Juantegui (San Sebastián, 10 de janeiro de 1924 — San Sebastián, 19 de agosto de 2002) foi um dos mais famosos escultores e gravuristas modernistas espanhóis. Junto com Jorge Oteiza, Chillida é considerado o escultor com mais destaque no século XX.

Biografia[editar | editar código-fonte]

O elogio ao Horizonte.

Seguidor da tradição de Pablo Picasso, após abandonar os estudos, ingressa num curso de desenho e começa, enfim, a esculpir ferro.

Em 1948 muda-se para Paris, onde se tornou amigo de Pablo Palazuelo, que o influenciou profundamente na sua carreira artística, concedendo-lhe o gosto pelo abstraccionismo.

No início da sua carreira costumava utilizar materiais como a madeira e o ferro. Porém, quando começa a explorar a arte abstracta, começa a interessar-se por materiais mais diversos como a pedra e a luz.

Seis anos mais tarde, realiza a sua primeira exposição individual, sendo esta a primeira mostra de escultura abstracta realizada em Espanha. Após esta exposição, é convidado pelo arquitecto Ramón Vázquez Molezún para participar na Trienal de Arte de Milão, em Itália, recebendo seguidamente, o Diploma de Honor.

Participou, em 1959, na segunda Documenta de Kassel.

Na década de 1970, Chillida dedica-se a observar a Natureza em busca de informação sobre as formas e cores das plantas e de inspiração, e, a partir da década de 1980, passa a conciliar a sua arte com espaços naturais e, minoritariamente, urbanos.

Em 1987, torna-se académico da Real Academia de Belas-Artes de São Fernando e, dois anos antes da sua morte, concretiza um dos seus sonhos, inaugurando um museu dedicado a si próprio, o Museu Chillida-Leku.

Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Eduardo Chillida