Eduardo Chillida

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Eduardo Chillida
Nascimento Eduardo Chillida Juantegui
10 de janeiro de 1924
San Sebastián
Morte 19 de agosto de 2002 (78 anos)
San Sebastián
Cidadania Espanha, Finlândia
Progenitores
  • Pedro Chillida
Filho(s) Eduardo Txillida Beltzuntze
Irmão(s) Gonzalo Chillida
Alma mater
Ocupação escultor, desenhista, artista visual, artista gráfico
Prêmios
  • Goslarer Kaiserring
  • Ordem do Mérito para as Artes e Ciência
  • Prêmio Kandinski (1960)
  • Prémio Princesa das Astúrias para as Artes (1987)
  • Praemium Imperiale (1991)
  • Prêmio Basco Universal (1997)
  • Prêmio Wolf de Artes (1984)
  • Lan Onari (2000)
  • Doctor honoris causa pela Universidade de Alicante
  • Prêmio Tomás Francisco Prieto (1990)
  • Doctor honoris causa pela Universidade Complutense de Madri (2000)
  • medal of the Order of Constitutional Merit (2003)
Obras destacadas Pente do Vento, Elogio do Horizonte, Elogio del agua, Monument to tolerance, Lugar de Encuentros I, Madrid, A Sereia Encalhada
Movimento estético arte abstrata
Causa da morte doença de Alzheimer

Eduardo Chillida Juantegui (San Sebastián, 10 de janeiro de 1924 — San Sebastián, 19 de agosto de 2002) foi um dos mais famosos escultores e gravuristas modernistas espanhóis. Junto com Jorge Oteiza, Chillida é considerado o escultor com mais destaque no século XX.

Biografia[editar | editar código-fonte]

O elogio ao Horizonte.

Seguidor da tradição de Pablo Picasso, após abandonar os estudos, ingressa num curso de desenho e começa, enfim, a esculpir ferro.

Em 1948 muda-se para Paris, onde se tornou amigo de Pablo Palazuelo, que o influenciou profundamente na sua carreira artística, concedendo-lhe o gosto pelo abstraccionismo.

No início da sua carreira costumava utilizar materiais como a madeira e o ferro. Porém, quando começa a explorar a arte abstracta, começa a interessar-se por materiais mais diversos como a pedra e a luz.

Seis anos mais tarde, realiza a sua primeira exposição individual, sendo esta a primeira mostra de escultura abstracta realizada em Espanha. Após esta exposição, é convidado pelo arquitecto Ramón Vázquez Molezún para participar na Trienal de Arte de Milão, em Itália, recebendo seguidamente, o Diploma de Honor.

Participou, em 1959, na segunda Documenta de Kassel.

Na década de 1970, Chillida dedica-se a observar a Natureza em busca de informação sobre as formas e cores das plantas e de inspiração, e, a partir da década de 1980, passa a conciliar a sua arte com espaços naturais e, minoritariamente, urbanos.

Em 1987, torna-se académico da Real Academia de Belas-Artes de São Fernando e, dois anos antes da sua morte, concretiza um dos seus sonhos, inaugurando um museu dedicado a si próprio, o Museu Chillida-Leku.

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