Eduardo Paes

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Eduardo Paes
Foto oficial de Eduardo Paes como prefeito.
52º Prefeito do Rio de Janeiro Município do Rio de Janeiro
Período 1º de janeiro de 2009
até a atualidade
Vice-prefeitos Carlos Alberto Muniz (2009–2013)
Adilson Pires (desde 2013)
Antecessor(a) Cesar Maia
Secretário de Turismo, Esporte e Lazer do Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Período 1º de janeiro de 2007
até 4 de junho de 2008
Governador Sérgio Cabral
Deputado federal pelo Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Período 1º de fevereiro de 1999
até 1º de fevereiro de 2007
Vereador do Rio de Janeiro Município do Rio de Janeiro
Período 1º de fevereiro de 1997
até 1 de fevereiro de 1999
Subprefeito da Zona Oeste do Rio de Janeiro Município do Rio de Janeiro
Período 1º de janeiro de 1993
até 1º de janeiro de 1997
Nomeado por Cesar Maia
Vida
Nome completo Eduardo da Costa Paes
Nascimento 14 de novembro de 1969 (46 anos)
Rio de Janeiro, Brasil
Nacionalidade  brasileiro
Dados pessoais
Alma mater Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ)
Cônjuge Cristine Paes
Partido PMDB
Religião Católico[1]
Profissão Advogado e político

Eduardo da Costa Paes[2] (Rio de Janeiro, 14 de novembro de 1969)[3] é um advogado e político brasileiro, filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e atual prefeito do Rio de Janeiro, cargo que ocupa desde 1º de janeiro de 2009.[4] [5] É casado com Cristine Assed, com quem tem dois filhos: Isabela e Bernardo.[6]

Natural da capital fluminense, é formado em direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).[4] Durante a juventude, fez figuração em novelas da Rede Globo.[7] Iniciou sua carreira política no início dos anos 90 como integrante da Juventude Cesar Maia,[7] e logo depois foi nomeado Subprefeito da Zona Oeste do Rio de Janeiro pelo prefeito Cesar Maia, seu então padrinho político.[4] [8]

Nas eleições municipais de 1996 foi eleito vereador pelo Partido da Frente Liberal (PFL) com a maior votação para o cargo.[9] [10] Em 1998, elege-se deputado federal com 117 mil votos.[11] Em 2001, foi nomeado Secretário do Meio Ambiente da cidade do Rio de Janeiro durante a gestão Cesar Maia, com quem rompeu politicamente um ano depois.[4] Após ser reeleito deputado federal em 2002 com 186 mil votos, filia-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).[7] [12] [13]

Concorreu ao governo do Estado em 2006, conquistando pouco mais de 5% dos votos.[7] Declarou apoio ao peemedebista Sérgio Cabral Filho no segundo turno, que venceu a eleição e o indicou para a Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer.[14] [15] Em outubro de 2007, a convite do governador, deixa o PSDB e filia-se ao PMDB para ser candidato a prefeito do Rio de Janeiro em 2008.[16] [17] [18] Com resistências internas, iniciadas ainda em sua filiação, foi oficializado candidato a prefeito após vencer Marcelo Itagiba na Convenção Municipal do PMDB.[17] [19] Em uma disputa acirrada, acaba sendo eleito no segundo turno com 50,8% dos votos válidos, derrotando Fernando Gabeira.[20] Em 2012, reelegeu-se no primeiro turno com 64% dos votos.[21]

Formação e início da carreira[editar | editar código-fonte]

Eduardo Paes nasceu e foi criado no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Na juventude, mudou-se com os pais para o bairro de São Conrado, também na zona sul da cidade . Depois de formar-se em direito pela PUC-Rio, Paes começou cedo sua carreira política, aos 23 anos, como "Subprefeito da Zona Oeste I" (Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Jacarepaguá, e bairros próximos) permanecendo no cargo entre 1993 e 1996 durante o primeiro mandato do então prefeito Cesar Maia, o qual conheceu durante movimentos para a criação do "RiOrla" (Programa que reformaria as calçadas da orla carioca e criaria as primeiras ciclovias da cidade) em 1990, durante o mandato de Marcello Alencar. Na época, trabalhou em prol da disciplina na ocupação do solo urbano, sua missão era impor ordem à expansão daquela região, que estava a pleno vapor.[22] O sucesso como executivo na administração municipal fez de Paes o vereador mais votado do Rio de 1996 através do PV, com 82.418 eleitores. Paes foi presidente da "Comissão de Orçamento na Câmara", na qual criou o "orçamento cidadão", que possibilitava à população participar das decisões a respeito da utilização dos recursos da prefeitura.[22]

Da carreira municipal à federal[editar | editar código-fonte]

Sem terminar o mandato, em 1998 foi eleito deputado federal com 117.164 votos.[23] Mudando-se para Brasília. Com a segunda eleição de Maia em 2000, foi nomeado "Secretário Municipal do Meio-Ambiente" da administração carioca a partir do início do mandato em 2001. Como secretário, deu continuidade ao programa "Mutirão Reflorestamento", que plantou mais de 1 milhão de mudas de árvores em áreas degradadas da cidade.[24] Em 2001 retorna ao PFL.

Reeleito deputado federal em 2002 com 186.221 votos,[25] ingressa no PSDB no ano seguinte. Em sua atuação parlamentar em Brasília, Paes teve uma postura contundente quanto às denúncias de corrupção no governo Lula durante o assim chamado Mensalão.

Durante seu segundo mandato, o então deputado acrescentou à Lei 11.128 uma emenda que estendia o direito de requerer a bolsa do Programa Universidade para Todos (PROUNI), beneficiando os estudantes que cursaram o ensino médio em instituições privadas com bolsa parcial. A lei foi aprovada em 12 de maio de 2005..[26] Durante o mesmo mandato, foi autor do Projeto de Lei 125, que instituía a criação do Supersimples, que dispunha sobre o regime tributário das microempresas e das empresas de pequeno porte.[27]

Na sua primeira candidatura majoritária, para o governo do Rio de Janeiro em 2006, obteve 5,5% dos votos válidos. No segundo turno das eleições fluminenses, Paes apoiou Sérgio Cabral Filho, apesar de este estar ao lado de Lula para presidente, enquanto a outra candidata, Denise Frossard, apoiada por César Maia, optou pelo "tucano" Geraldo Alckmin. Com a vitória de Cabral, Paes acabou assumindo a "Secretaria de Esportes e Turismo" do novo governo.

Como secretário, fez parte da "força-tarefa" criada pelo Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, para otimizar os esforços do governo e terminar as obras do complexo do Maracanã, antes da realização dos Jogos Pan-Americanos do Rio.[28]

Candidatura à prefeitura carioca[editar | editar código-fonte]

Candidatos a prefeito do Rio de Janeiro em um debate, Fernando Gabeira, Eduardo Paes, Chico Alencar, Jandira Feghali e Alessandro Molon.

Em outubro de 2007, Eduardo Paes é lançado pelo PMDB como candidato à prefeitura do Rio. Seu nome sofreu a princípio alguma contestação dentro do PMDB, por parte de outro pré-candidato, Marcelo Itagiba, ex-Secretário de Segurança do Governo Garotinho (1999-2002). Itagiba alegava que a candidatura de Eduardo Paes poderia ser indeferida, sob a alegação de que ele teria se desincompatibilizado de seu cargo de secretário após a data-limite.[29] Entretanto, este argumento mostrou-se improcedente e o TRE deferiu sua candidatura.[30] Com o apoio de Lula, Eduardo Paes é eleito prefeito da cidade do Rio de Janeiro no segundo turno das eleições de 2008.Após ir ao segundo turno, Eduardo Paes contra Fernando Gabeira, disse estar arrependido das críticas feitas a Lula,[31] chegando a escrever-lhe um pedido de desculpas às vésperas da eleição.[32]

2009-2012: Primeiro mandato[editar | editar código-fonte]

Paes após o segundo turno das eleições de 2008.

Após a eleição de Paes, eleitores de Gabeira, agrupados no Movimento Pró-democracia, fazem o primeiro protesto no dia 31 de outubro de 2008. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.[33] No dia 1º de janeiro de 2009, assumiu a prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, sem o comparecimento de Maia na cerimônia, o ato foi feito pelo Governador Cabral, no Palácio Guanabara. No primeiro dia de seu mandato, Eduardo Paes revogou o decreto 28.878, que instituía o sistema de aprovação automática na rede municipal de ensino, como prometido durante sua campanha.[34] E apresentou um novo logotipo da prefeitura substituindo o que foi usado entre os anos de 1993 e 2008.[carece de fontes?]

No primeiro ano de mandato, 2009, Eduardo Paes concentrou suas atuações no "Choque de Ordem", uma operação geral de combate à desordem urbana na cidade. A ação, coordenada por uma nova secretaria criada para gerir o assunto, a secretária especial de "Ordem Pública", era realizada por guardas municipais, fiscais de controle urbano, policiais militares e civis, equipes da Colurb, Detro, O objetivo seria atacar situações que incomodam o dia-a-dia do carioca, inibindo ambulantes informais, flanelinhas, transporte pirata, construções irregulares, população de rua, publicidade não autorizada, desrespeito no trânsito e desordem nas praias.[35] Foram criadas também as seis secretarias: "Conservação", "Combate e Prevenção às Drogas", "Defesa do Consumidor", "Promoção e Defesa aos Animais", "Preparação para Copa da FIFA e Jogos Olímpicos de Verão" e "Qualidade de Vida e Envelhecimento Saudável".

A partir de 2010, a Prefeitura visou, entre outras medidas, recuperar as principais vias da cidade, recapeando de 600 a 700 km de vias com asfalto em péssimo estado, como Ayrton Senna, Brasil, Cesário de Melo, Delfim Moreira, D. Hélder Câmara, Francisco Bicalho, Presidente João Goulart e Vieira Souto.[36] [37] No geral, as ruas da capital foram deixadas em péssimo estado de conservação pelo prefeito anterior, César Maia, o que obrigou a prefeitura a realizar muitas obras de conservação.[38] Também foi feita uma reorganização do transporte coletivo: a licitação das linhas de ônibus que operam na cidade seria publicada no dia 24 de maio no Diário Oficial e começaram a operar em outubro. A previsão era que a quantidade de coletivos na Zona Sul do Rio, que era muito grande na época, caísse pela metade, enquanto na Zona Oeste, região carente de transporte, aumentasse em cerca de 300 ônibus. A prefeitura também teria o direito de realizar intervenções ou criar novos itinerários, caso julgue necessário.[39]

Em 2011 o governo municipal se concentrou, principalmente, na implantação de diversos novos corredores viários por toda a cidade, visando à Copa do Mundo FIFA de 2014 e aos Jogos Olímpicos de Verão de 2016, que ocorrerão no Rio. Obras como a TransOeste, TransCarioca, TransOlímpica e TransBrasil começaram a sair do papel. Além disso, Paes em parceria com o então governador Sergio Cabral Filho, deu início, a uma série de obras de revitalização que vão preparar a cidade para a XXI olimpíada. Parte da revitalização da Zona Portuária, a derrubada do Elevado da Perimetral tem dividido a opinião de especialistas. Alguns defendem a manutenção do elevado e o aproveitamento do espaço.[40] Outros defendem a derrubada e as alternativas viárias como forma de frear a depreciação do entorno e ampliar a capacidade de circulação.[41] [42]

Em 2012, foi anunciado pacote de investimentos de R$ 4,3 bilhões da prefeitura para o subúrbio da Zona Norte, área tradicionalmente esquecida da cidade. O investimento é em pavimentação, no Parque Madureira, corredores BRT, clínicas da família e hospital.[43] Estudo divulgado em 17 de fevereiro de 2012, pelo jornal O Globo, mostrou que a Prefeitura do Rio passou a União, os principais estados e as maiores capitais do país no ranking da taxa de investimentos. Em 2011, a fatia das despesas destinada a obras bateu 17,9%, contra 13,2% de Belo Horizonte (segunda colocada), e 9,5% da cidade de São Paulo (terceira colocada). A União aparece com 4%. O estudo foi feito pela "Secretaria Municipal de Fazenda do Rio", que comparou dados de 17 dos maiores orçamentos. Em valores absolutos, a capital fluminense foi a 4ª colocada com R$ 3,347 bilhões executados em 2011. O orçamento de 2011 foi de R$ 18,723 bilhões.[carece de fontes?] Tais dados vieram ao conhecimento durante a campanha de reeleição do prefeito no mesmo ano, onde foi reeleito com 64% dos votos válidos em 7 de outubro, tornando-se o segundo prefeito da cidade a se reeleger ainda no primeiro turno (César Maia (DEM) havia conseguido o mesmo feito em 2004), o principal candidato da oposição, o deputado niteroiense Marcelo Freixo do PSOL, recebeu 28%, enquanto os restantes 8% foram distribuídos entre outros seis candidatos, entre eles Otávio Leite, Rodrigo Maia e Aspásia Camargo.

Ao final dos quatro anos, Paes teve sua autoria atribuída à Avenida Transoeste,[44] Parque Madureira,[45] Museu de Arte do Rio,[46] Parque dos Atletas,[47] Centro Cultural João Nogueira,[48] Túnel da Grota Funda,[49] Mergulhão Clara Nunes,[50] Centro de Tratamento de Resíduos de Seropédica,[51] Ginásios Experimentais,[52] Espaços de Educação Infantil,[53] Clínicas da Família,[54] Centros de Referência da Pessoa com Deficiência,[55] Naves do Conhecimento,[56] Arenas Cariocas,[57] Academias da Terceira Idade, Hospital da Mulher e Hospital Pedro II;[58] 130 novos quilômetros de ciclofaixas e ciclovias,[59] implementação de bicicletários,[60] e do sistema Bus Rapid Transit;[61] [62] recuperação do Jardim Suspenso do Valongo,[63] ampliação do Sambódromo,[64] fechamento do lixão de Jardim Gramacho, e criação dos programas Porto Maravilha, Choque de Ordem, Morar Carioca e Bairro Maravilha.

2013-2016: Segundo mandato[editar | editar código-fonte]

Em 2013, foi inaugurado por Paes o piscinão da Praça da Bandeira, um dos pontos da cidade famosos por problemas de alagamento. O sistema anti-alagamentos da área da Grande Tijuca, sendo montado pelo prefeito neste momento, contava com dois piscinões que já estavam com obras em andamento(os das praças Varnhagem e Niterói) e mais dois reservatórios a serem construídos (um no alto Grajaú e outro na Rua Heitor Beltrão), formando um cinturão de drenagem da água dos rios Maracanã, Joana, Trapicheiros e Jácó.[65] Em outubro de 2015 inaugurou o piscinão sob a Praça Niterói, e para 2016 estava previsto a inauguração do piscinão da Praça Varnhagen, e o desvio do Rio Joana.[66]

Em 2014, Paes inaugurou a TransCarioca, que se tornou uma das mais importantes vias de transporte da cidade, diminuindo carências seculares da Zona Norte carioca.[67]

Também em 2014, começou a expansão do gigantesco Parque de Madureira, criado por Paes em seu primeiro mandato, beneficiando moradores da Zona Norte que contam com poucas opções de lazer na região.[68] A obra foi inaugurada em 2015.[69]

Em julho de 2015, Paes já havia concluído 65% das obras da TransOlímpica, a ser finalizada no primeiro semestre de 2016, antes dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016. A obra redistribuirá o trânsito da cidade de forma vital, retirando excesso de carros da Linha Amarela e de pontos críticos da Avenida Brasil, entre outros locais da cidade.[70]

Em dezembro de 2015, Paes inaugurou o Museu do Amanhã, que revitalizou a Praça Mauá.[71]

Em 2015, Paes também começou as obras do Lote Zero da TransOeste, ligando o sistema de BRT do Rio ao Metrô. A obra será entregue no primeiro semestre de 2016, junto com a inauguração da estação de Metrô do Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca.[72] [73]

O Parque Olímpico da Barra da Tijuca, coração dos Jogos Olímpicos de 2016, e sede de 16 modalidades olímpicas e nove paralímpicas, atingiu 92% de conclusão em outubro de 2015. Na mesma data, as obras em Deodoro mostravam que a pista de mountain bike e a de BMX estavam concluídas; o circuito de canoagem slalom estava em 98%, e a Arena da Juventude em 68%.[74] Em janeiro de 2016, 95% das obras estavam prontas, com seis instalações concluídas: a Arena do Futuro, onde ocorrerão as partidas de handebol e goalball, o Centro Internacional de Transmissão, o Campo de Golfe, a Pista de Mountain Bike, a Pista de BMX (ciclismo especial) e o Circuito de Canoagem Slalom.[75]

Em janeiro de 2016 inaugurou a ciclovia da Avenida Niemeyer, denominada Tim Maia, considerada pelo próprio Paes "a ciclovia mais bonita do mundo" devido à localização e à vista.[76] No final de abril do mesmo ano, um trecho da ciclovia desabou por causa de uma ressaca marítima.[77]

Também em janeiro de 2016, a duplicação do Elevado do Joá alcançou 90% de conclusão. A obra visa aumentar 35% a capacidade de tráfego na região, na área de mais empregos da cidade e que tem problemas crônicos de trânsito, entre a Zona Sul e a Barra da Tijuca.[78]

Referências

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  36. Linha Vermelha começa a ser recuperada
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  38. César Maia diz que freou gastos com conservação da cidade
  39. Rio e o transporte coletivo
  40. Urbanistas saem em defesa da Perimetral, marco de feiura que a prefeitura do Rio quer derrubar
  41. Por que demolir o Elevado da Perimetral?
  42. Museu do Amanhã será o ícone da revitalização da Zona Portuária
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  65. Piscinão da Praça da Bandeira é inaugurado no Rio
  66. Paes inaugura piscinão na Tijuca
  67. Prefeitura inaugura Transcarioca, o segundo corredor BRT da cidade
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  74. Parque Olímpico tem 92% das obras concluídas, diz Prefeitura do Rio; fotos
  75. Parque Olímpico tem 95% das obras prontas para Jogos Rio 2016, diz prefeitura
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