Eduardo Poynter

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Eduardo Poynter retratado por Afonso Legros

Sr. Eduardo João Poynter, 1.º Baronete, GCVO, PRA (20 de Março de 1836, em Paris – 26 de julho de 1919, em Londres) foi um pintor inglês e delineadorque ocupou a presidência da Academia Real.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Andrômeda (1869)

Eduardo Poynter era filho do arquiteto Ambrósio Poynter. Ele nasceu em Paris, apesar de seus pais regressarem a Anglia. posteriormente. Ele foi educado no Colégio de Brighton e na Escola de Ipswich, e saiu da escola cedo por razões de saúde, tendo posteriormente estado, nos períodos hibernais, em Madeira e Roma. Em 1853, ele conheceu Frederico Leighton em Roma, quem produziu uma comoção magna no jovem Poynter de 17 anos. Quando retornou a Londínio, estudou na Academia de Leigh à Via de Newman e nas Escolas da Academia Real, antes de ir a Paris para estudar na oficina do pintor classicista Carolo Gleyre onde Jacobo McNeill Whistler e Jorge de Maurier foram seus colegas. Em 1866, Poynter casou-se com a belícia famigerada Agne MacDonald, filha do Rev. G. B. MacDonald de Wolverhampton, e tiveram três filhos. Sua irmã, Jorgia, casou-se com o artista Eduardo Burne-João; sua outra irmã, Alice, era a mãe do escritor Rudyard Kipling; e sua outra irmã, Louisa, era a mãe do triplamente Ministro Primo do Reino Unido, Stanley Baldwin.

Trajetória profissional[editar | editar código-fonte]

Ele foi notado por suas por suas pinturas históricas amplas, como Israel em Egito (1867; Galeria de arte de Guildhall, Londínio), São Jorge para Anglia (1869), um mosaico para o Átrio Central do Palácio de Westminster, representando São Jorge e o Dragão,[1] Visita da Rainha de Sabá (1871-1875) e o Rei Salomão (1890). Ele foi admitido como sócio da Academia Real em 1869.[2]

Poynter ocupou alguns ofícios públicos: Ocupante primo da cátedra de Slade na Colégio Universitário Londiniense de 1871 a 1875; diretor da Escola de Treinamento Artístico Nacional de 1875 a 1881; e diretor da Galeria Nacional de 1894 a 1904, a supervisionar a inauguração da Galeria de Tate. Ele se tornou um Académico Real em 1876. Em 1896, com a morte de Sr. João Millais, Poynter foi eleito Presidente da Academia Real. Ele recebeu o título de cavaleiro no mesmo ano e um grau honorário da Universidade da Cantabrígia em 1898.[3] Anunciou-se que, na lista de Honras Coronárias de 1902, publicada em 26 de junho de 1902, para a coroação, que foi posteriormente adiada, do Rei Eduardo VII,[4] ele receberia o título de baronete, e, em 24 de julho de 1902, foi criado-lhe um Baronete no portão de Alberto, na cidade de Westminster, no condado de Londínio.[5]

Conjectura-se, baseado nos temas de suas pinturas, como o Rei Salomão e o Templo do Rei Salomão, e sua associação com Kipling, que ele poderia ser Maçom. Impressões de sua pintura A Visita da Rainha de Sabá ao Rei Salomão são encontradas em muitas Casas Maçônicas globalmente.

O antigo colégio de Poynter, Colégio de Brighton, fez uma exposição das pinturas e delineações de Poynter, intitulada de "Vida nas extensões dos braços", em sua Galeria de Burstow entre Novembro e Dezembro de 1995.

Referências

  1. Jarrold Publishing, Norwich. Palace of Westminster Collection
  2. «The Register, Adelaide, June 27, 1902». Trove. Consultado em 21 de agosto de 2013. 
  3. Predefinição:Acad
  4. Predefinição:Cite newspaper The Times
  5. «No. 27457». The London Gazette. 25 July 1902. p. 4738  Verifique data em: |data= (ajuda)

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]