Efraim Morais

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Efraim Morais
Efraim Morais
Senador pela  Paraíba
Período 1º de fevereiro de 2003
a 31 de janeiro de 2011
Deputado federal pela  Paraíba
Período 1º de fevereiro de 1991
a 31 de janeiro de 2003
Deputado estadual da  Paraíba
Período 1º de janeiro de 1983
a 1º de janeiro de 1991
Vida
Nascimento 4 de setembro de 1952 (64 anos)
São Mamede, então distrito de Santa Luzia Paraíba
Dados pessoais
Esposa Ângela Maria Mayer Ventura Morais
Partido PDS, PFL, DEM
Profissão Engenheiro
linkWP:PPO#Brasil

Efraim de Araújo Morais (Santa Luzia, 4 de setembro de 1952) é um engenheiro e político brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de Inácio Bento de Morais e Joana de Araújo Morais. Formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal da Paraíba, Efraim Morais iniciou na política elegendo-se deputado estadual pelo PDS em 1982, sendo reeleito em 1986, já pelo PFL. Em 1990 foi eleito deputado federal, sendo reeleito por duas vezes. Em 2002, foi eleito senador pelo estado da Paraíba, vencendo uma acirrada disputa contra seu então colega de chapa, Wilson Braga. Em 2010, candidatou-se à reeleição, mas foi derrotado, ficando em quarto, com 692.451 votos, atrás dos candidatos eleitos Cássio Cunha Lima (PSDB) e Vitalzinho (PMDB),atrás também do candidato derrotado Wilson Santiago (PMDB).[1]

No final de seu mandato como primeiro secretário do Senado, autorizou o pagamento de horas extras a 3.883 funcionários durante o recesso, uma despesa que atingiu 6,2 milhões de reais. Os funcionários não assinavam ponto, sendo impossível apurar quem efetivamente trabalhou.[2]

Ele também foi o responsável pela proposta de criação de 97 cargos no Senado sem concurso, com remuneração próxima de 10 mil reais, proposta abortada com a divulgação do caso na imprensa. Também foi um dos campeões de nepotismo no Senado, tendo empregado em seu gabinete, antes da edição da súmula do STF que proibiu a prática nos Três Poderes, pelo menos sete familiares, além de seis parentes de aliados políticos.[2] Além disso, Efraim é acusado de empregar no senado 52 funcionários fantasmas, com o custo de R$ 6,7 milhões aos cofres públicos. Segundo a revista Veja, Efraim também omite patrimônio milionário em sua declaração de renda.[3]

Um de seus filhos, Efraim Morais Filho, é deputado federal.

Entre 2011 e 2014 foi Secretário de Infraestrutura do Estado da Paraíba.

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]

Referências

Precedido por
Aécio Neves da Cunha
Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil
2002 — 2003
Sucedido por
João Paulo Cunha do Nascimento