El Clásico

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El Clásico
El Clàssic
Barcelona x Real Madrid
Forcejeo Real Madrid - FC Barcelona.jpg

Real Madrid x Barcelona no Santiago Bernabeu em 2009.
Real Madrid 95 vitória(s), 399 gol(s)
Barcelona 92 vitória(s), 381 gol(s)
Empates 49
Total de jogos 236
Total de gols 780
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El Clásico (em catalão: El Clàssic, em português: O Clássico) é o maior clássico de futebol de toda Espanha e também considerado por muitos o maior da Europa e do Mundo, conhecido também como "El derbi español" é como são conhecidas as partidas que envolve as grandes equipes Real Madrid Club de Fútbol e do Fútbol Club Barcelona.[1]

Historia[editar | editar código-fonte]

Rivalidade[editar | editar código-fonte]

A rivalidade entre estes clubes transcende campos futebolísticos, dado o Real Madrid representar psicologicamente a realeza e o poder centralizador de Madrid e o Barcelona representar o povo catalão e o seu desejo de autodeterminação, com todas as variáveis que pode haver nesse desejo. Daí a intensidade desta rivalidade, pois diferente da maioria dos países onde os principais clássicos envolvem clubes da mesma cidade, a rivalidade deste clássico envolve filosofias de entendimento políticas distintas e contrárias, e talvez por isto, seja o clássico de maior rivalidade da Europa. Ambos os clubes se odeiam mais do que aos rivais citadinos - o Atlético de Madrid (Real Madrid) e o Espanhol(Barcelona).

Segundo algumas interpretações, o ditador Francisco Franco tolerava as manifestações pró-Catalunha nas partidas do Barcelona, onde costuma ser cantado o hino da Catalunha e desfraldadas diversas bandeiras catalãs, pois seria mais fácil controlar os manifestantes reunidos em um estádio de futebol do que espalhados pelas ruas.

As animosidades, entretanto, só se incendiaram após Alfredo di Stéfano, contratado em 1953 pelo Barcelona, assinar polemicamente com o Real, em decadência, que logo teria anos de ouro e conquistas com o jogador argentino.

A primeira partida entre FC Barcelona e Real Madrid CF, foi disputada no dia 13 de Maio de 1902 nas semi-finais da antiga Copa de la Coronación, precedente da atual Copa do Rei e o Barcelona venceu este jogo por 3 a 1.[2]

Em 1968, após vitória do FC Barcelona por 1 a 0 no Santiago Bernabéu em uma final de Copa, tendo havido reclamações por um possível pênalti não assinalado a favor do Real Madrid CF, o público madridista atirou garrafas e diversos objetos no gramado, causando tanto tumulto que desde então foram proibidas vendas de garrafas nos estádios espanhóis.

Pouco mais de trinta anos depois, foi a vez da torcida do Barça atirar objetos para o campo; o motivo era a presença de Luís Figo no Camp Nou. O português, quando jogador do Barcelona, tornara-se um ídolo para os torcedores, que passaram a detestá-lo quando ele se transferiu para o arquirrival em 2000. Entre os objetos encontrou-se até a cabeça de um porco.

Jogos Históricos[editar | editar código-fonte]

1968: Clássico das Garrafas[editar | editar código-fonte]

Os catalães venceram a final da Copa do Rei em pleno Santiago Bernabéu. Mas os madridistas reclamaram de um pênalti não marcado pelo árbitro. Os torcedores arremessaram garrafas e outros objetos ao gramado para protestar. A chuva de vidros foi responsável pela proibição de vendas de garrafas em todos os estádios espanhóis.

1983: Golaço de Maradona[editar | editar código-fonte]

Pela extinta Copa da Liga Espanhola, Real Madrid e Barcelona empataram em 2×2 no dia 26 de junho de 1983 no Santiago Bernabéu e o destaque ficou para o gol de placa anotado por Diego Maradona. O craque argentino que defendia o Clube Catalão recebeu em profundidade, arrancou com a bola nos pés, passou pelo goleiro Agustín e com o gol vazio ainda teve tempo de deixar o desesperado Juan José se chocar com a trave de forma constrangedora. Golaço! Os torcedores da equipe merengue abismados com o lançe deixaram de lado a rivalidade e protagonizaram uma das mais belas cenas do clássico tendo gritado o nome do argentino após o gol.

1994: A marca de Romário[editar | editar código-fonte]

A equipe do Barcelona ficou conhecida como “time dos sonhos” no começo da década de 1990. Treinada por Cruyff, ídolo na década de 1970, tinha nomes como Zubizarreta, Michael Laudrup e Romário. Em 1994, num superclássico no Camp Nou, os catalães venceram por 5 a 0, com três gols e uma assistência do baixinho, que seria tetracampeão mundial com o Brasil naquele mesmo ano.

1995: Revanche[editar | editar código-fonte]

A vingança do clube meregue não demorou muito tempo. Na temporada seguinte, em 1995, o time de madrid venceu no Santiago Bernabéu com o mesmo placar, 5 a 0. Na época, o jogador mais comentado era Michael Laudrup, que havia trocado o Barcelona pelo Real Madrid. Mas o destaque da partida foi Ivan Zamorano – o chileno fez os três primeiros gols da partida, todos antes do intervalo.

1998: Banana brasileira[editar | editar código-fonte]

O Barcelona não brilhou, mas arrancou uma vitória na casa do arquirrival. O time catalão chutou pouquíssimo ao gol, mas foi eficaz nos raros disparos que conseguiu efetuar. A partida estava empatada em 2 a 2 quando o brasileiro Giovanni marcou o terceiro gol e saiu dando “bananas” para torcida adversária. Os catalães, é claro, adoraram.

2000: O retorno de "Judas" ao Camp Nou[editar | editar código-fonte]

Luis Figo era um dos maiores ídolos do Barcelona no final da década de 90. Com a camisa 7 blaugrana conquistou respeito e credibilidade no mundo do futebol.

Tudo corria bem, até que após 5 anos de sucesso pelo clube catalão Figo fez algo até hoje imperdoável para os culés. O português decidira, no verão de 2000, trocar Barcelona por Madrid, pela bagatela de 60 milhões de euros.

No coração dos barcelonistas o jogador desprezou toda a história do clube, todo amor da torcida, para se tornar atleta do maior rival, esportiva e politicamente, a partir daquele verão deixara de ser idolatrado e passava a ser uma das figuras mais odiadas pelos torcedores do Barça.

O reencontro veio no dia 21 de outubro de 2000, quando mais de cem mil torcedores culés lotaram o Camp Nou, não só para apoiar o Barcelona como de costume, mas também para propiciarem a Luis Figo o que certamente foi o pior dia em campo de sua vida. Chamado de Judas, mercenário e ‘pesetero’ (em alusão a moeda espanhola na época), o então camisa 10 do clube merengue pôde ver dezenas de faixas ofensivas a ele.

Em sua entrada ao campo do estádio Figo levou uma das maiores vaias já ouvidas na história, o barulho era tanto que o jogador chegou a colocar os dedos nos ouvidos para abafar a barulheira a ele direcionada. As vaias não se limitaram ao pré-jogo, a cada toque do jogador na bola ela se repetia e, talvez por reflexo disso, o jogador fez uma péssima partida, na vitória culé por 2 a 0.

2002: Fim do tabu no Camp Nou[editar | editar código-fonte]

Em 2002 Real Madrid e Barcelona fizeram um duelo histórico na semifinal da Liga dos Campeões. O Real Madrid que não vencia o Barcelona no Camp Nou há 19 anos surpreendeu o time catalão e venceu o jogo de ida disputado no campo do adversário por 2 a 0, Zidane e McManaman garantiram a importante vitória do time merenguerra. Um empate em casa garantiu a classificação para a final do torneio.

2005: Clássico dos Aplausos[editar | editar código-fonte]

Era o dia 19 de novembro de 2005. O FC Barcelona visitava o estádio Santiago Bernabéu para mais um clássico da Liga Espanhola. A equipe culé, treinada pelo holandês Frank Rijkaard e liderada por um genial Ronaldinho, chegou na capital espanhola em grande forma e como favorita. Mas ninguém esperava que o ocorrido naquele dia fosse ficar para sempre na história do futebol mundial.

Ronaldinho protagonizou uma atuação memorável, marcou dois golaços e foi aplaudido de pé pelo torcedor do Real Madrid presente no estádio merengue. O Barça venceu por 3 a 0 e Samuel Eto'o foi o responsável por abrir o placar a favor do Barça. Para muitos, foi a melhor apresentação individual do brasileiro na carreira e lhe garantiu a Bola de Ouro daquele ano.

2007: Messi brilha no Camp Nou[editar | editar código-fonte]

Nem sempre um empate é sinônimo de jogo ruim. Com os dois times eliminados da Liga dos Campeões da UEFA, vencer o clássico no Campeonato Espanhol era obrigação. O argentino Lionel Messi, que tinha apenas 19 anos, foi o grande destaque do jogo. Ele e o holandês Van Nistelrooy fizeram dois gols cada logo no primeiro tempo. Na segunda etapa, Sergio Ramos fez o terceiro do Real, mas Messi voltou a empatar, aos 45 minutos.

2008: Clássico do Espírito Esportivo[editar | editar código-fonte]

Faltando apenas duas rodadas para o fim do Campeonato Espanhol, o Real Madrid já era o campeão da temporada. Ao entrar no gramado do Bernabéu, o time merengue foi recebido com palmas em um corredor formado pelos jogadores do Barcelona, o Real Madrid não retribuiu a gentileza e goleou o rival por 4 a 1.

2009: Passeio no Bernabéu[editar | editar código-fonte]

Jogando em casa, o Real Madrid saiu na frente com gol do argentino Gonzalo Higuaín, mas o Barça respondeu com três gols antes mesmo do intervalo. A partida terminou com o placar elástico de 6 a 2 a favor dos catalães. Foi uma das maiores goleadas do rival no Santiago Bernabéu e a vitória praticamente assegurou o título de campeão espanhol para o Barça naquela temporada.

2010: Show catalão[editar | editar código-fonte]

Em 29 de novembro de 2010 os rivais se enfrentaram pela 13° rodada do Campeonato Espanhol num duelo que valia a liderança da competição. Antes mesmo do jogo já havia algo diferente na atmosfera do estádio. Era Uma noite de segunda-feira, mas mesmo assim o Camp Nou recebia uma público de quase 100 mil pessoas, em razão do aniversário de 111 anos do clube catalão. Havia ainda mais dois duelos envolvidos no mesmo jogo: era o primeiro encontro entre Messi e Cristiano Ronaldo na temporada, e também existia o clima de rivalidade entre os técnicos José Mourinho e Pep Guardiola.

As equipes entraram em campo no maior clima de rivalidade possível, mas nem o mais otimista torcedor catalão esperava tamanha superioridade do clube para superar o arquirrival. Com show de Messi, Xavi, Iniesta e Puyol o Barcelona teve uma facilidade incrível para vencer o duelo e aplicou uma sonora goleada no time merengue. A partida acabou 5 a 0, os gols foram marcados por David Villa - duas vezes -, Xavi, Pedro e Jefreen.

O resultado colocou o barça na liderança do espanhol e ainda manteve o tabu de cinco partidas seguidas que o Real Madrid não consegue vencer o rival.

2011: Liga dos Campeões[editar | editar código-fonte]

Na temporada 2010-11 os rivais disputaram uma vaga na final da Liga dos Campeões da UEFA. Com dois gols do argentino Messi, o Barcelona derrotou o Real Madrid por 2 a 0 em pleno Santiago Bernabéu. Assim, o Barcelona ficou perto de disputar a final da liga dos campeões. Na partida de volta, no Camp Nou, o time catalão empatou em 1 a 1 com os merengues, assim eliminou seu arguirrival e de quebra ainda conquistou o título mais cobiçado do velho continente.

2012: Mais um para os merengues[editar | editar código-fonte]

Durante o campeonato espanhol, o Real Madrid já a frente na tabela enfrentou o Barcelona então segundo colocado e garantiu mais um triunfo dentro do Camp Nou, derrotando a equipe culé por 2 a 1 e se isolando ainda mais para a conquista do titulo que veio poucos jogos depois.

2013: Cristiano cala o Camp Nou[editar | editar código-fonte]

Diante de uma semifinal de Copa do Rei em pleno Camp Nou, todos esperavam pelo brilho e protagonismo de Messi, mas do outro lado um outro herói permanecia calado sem aparecer nos holofotes, Cristiano Ronaldo estava quieto. Mas foi só começar a partida para o português brilhar, logo aos 11 minutos já abriu o placar. O Real Madrid derrotou o Barcelona por 3 a 1 em pleno Camp Nou, com dois de Cristiano Ronaldo, e com Messi completamente anulado pela marcação de Varane.

Com uma participação genial de Cristiano que ajudou a equipe merengue passar para a final, o português ainda calou o Camp Nou durante sua comemoração do segundo gol fazendo gesto de silêncio para a torcida culés.

2013: Primeira vez de Neymar[editar | editar código-fonte]

Em novembro de 2013 a jóia do Santos, que havia sido contratado pelo Barcelona em agosto do mesmo ano, atuou pela primeira vez num El Clássico. A partida válida pelo Campeonato Espanhol ocorreu no Camp Nou e contou com uma atuação brilhante do camisa 11 que fez seu primeiro gol sobre a equipe merengue e ainda deu assistência para o chileno Alexis Sánchez definir o placar de 2x1 a favor do time catalão.

2015: Mais uma do Barça[editar | editar código-fonte]

Em 21 de novembro de 2015 ocorreu mais uma goleada histórica do Barcelona sobre seu rival em pleno Bernabéu. Desta vez o time catalão nem precisou de seu camisa 10 para destruir ose merengues. Com Neymar, Suárez e Iniesta inspiradíssimos, os catalães golearam por 4 a 0 numa exibição de gala, na qual foram senhores do jogo por todo o tempo. O brasileiro marcou o seu, deu passe para o espanhol fazer um golaço, e o uruguaio deixou dois. Aos merengues, de um Cristiano Ronaldo abatido e sem reação, restou apenas correr atrás da bola.

2017: 500 vezes Messi[editar | editar código-fonte]

Numa noite histórica em 23 de abril, o Barcelona conquista uma importante vitória na casa de seu rival por 3x2. O principal destaque da partida ficou por conta do argentino Messi. Com dois gols, um deles no último minuto da partida, ele garantiu a vitória e manteve o time catalão na briga pelo Espanhol. Lionel Messi não marcava contra o Real Madrid há seis jogos. Mas nesta partida a história mudou. Ele não só quebrou o jejum como garantiu a vitória e chegou a incrível marca de 500 gols em partidas oficiais pelo Barcelona. Ao marcar o gol da vitória, Messi tirou a camisa e a exibiu em triunfo ao Bernabéu atônito.

Jogadores que passaram pelos dois clubes[editar | editar código-fonte]

Barcelona para o Real Madrid
Real Madrid para o Barcelona

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Encontros disputados em competições oficiais[editar | editar código-fonte]

Clube J V E D
Taça dos Campeões Europeus / Liga dos Campeões Europeus
FC Barcelona 8 2 3 3
R. Madrid CF 8 3 3 2
Campeonato Espanhol
FC Barcelona 175 70 33 72
R. Madrid CF 175 72 33 70
Taça de Espanha
FC Barcelona 33 14 7 12
R. Madrid CF 33 12 7 14
Taça da Liga Espanhola
FC Barcelona 6 2 4 0
R. Madrid CF 6 0 4 2
Supertaça de Espanha
FC Barcelona 12 4 2 6
R. Madrid CF 12 6 2 4
Total
FC Barcelona 236 92 49 95
R. Madrid CF 236 95 49 92

Encontros disputados em carácter amistoso[editar | editar código-fonte]

Clube J V E D
Total
FC Barcelona 33 19 10 4
R. Madrid CF 33 4 10 19

Fonte:[3]

Goleadas[editar | editar código-fonte]

10 Real Madrid 11–1 Barcelona 13 de Junho de 1943 Copa Del Rey
7 Barcelona 7–0 Real Madrid 1 de Novembro de 1913 Amistoso
6 Real Madrid 8–2 Barcelona 3 de Fevereiro de 1935 La Liga
Barcelona-7-1 Real Madrid 18 de Fevereiro de 1920 Amistoso
Barcelona 7–2 Real Madrid 24 de Setembro de 1950 La Liga
Real Madrid 2-6 Barcelona 02 de Maio de 2009 La Liga
Barcelona 5–0 Real Madrid 21 de Abril de 1935 Copa del Rey
Barcelona 5–0 Real Madrid 25 de Março de 1945
Real Madrid 5–0 Barcelona 5 de Outubro de 1953
Real Madrid 0–5 Barcelona 17 de Fevereiro de 1974
Barcelona 5–0 Real Madrid 8 de Janeiro de 1994
Real Madrid 5–0 Barcelona 7 de Janeiro de 1995
Barcelona 5–0 Real Madrid 29 de Novembro de 2010 La Liga

Maior artilheiro[editar | editar código-fonte]

Jogador Clube La Liga Copa do Rei Super Copa Copa da Liga Champions League Total
Argentina Lionel Messi Barcelona 16 6 2 24
Argentina Espanha Alfredo Di Stéfano Real Madrid 14 2 2 18
Portugal Cristiano Ronaldo Real Madrid 8 5 4 17
Espanha Raúl Real Madrid 11 3 1 15
Espanha César Barcelona 12 2 14
Espanha Francisco Gento Real Madrid 10 2 2 14
Hungria Espanha Ferenc Puskás Real Madrid 9 2 3 14
Espanha Santillana Real Madrid 9 2 1 12
México Hugo Sánchez Real Madrid 8 2 10
Espanha Juanito Real Madrid 8 2 10
Espanha Josep Samitier Barça / Real 4 6 10
Espanha Estanislao Basora Barcelona 8 1 9
França Karim Benzema Real Madrid 6 1 2 9
Espanha Jaime Lazcano Real Madrid 8 8
Chile Iván Zamorano Real Madrid 4 2 2 8
Paraguai Eulogio Martínez Barcelona 2 5 1 8
Espanha Luis Suárez Barcelona 2 4 2 8
Espanha Santiago Bernabéu Real Madrid 8 8

Jogadores por partidas disputadas[editar | editar código-fonte]

Jogador Clube Total La Liga Copa do Rei Copa da Liga Super Copa Champions League
Espanha Manolo Sanchís Real Madrid C. F. 43 29 14 0
Espanha Paco Gento Real Madrid C. F. 42 31 7 4
Espanha Xavi Hernández F. C. Barcelona 42 29 6 4 3
Espanha Andrés Iniesta F. C. Barcelona 37 24 6 6 1
Espanha Fernando Hierro Real Madrid C. F. 37 25 10 2
Espanha Raúl González Real Madrid C. F. 37 31 4 2
Espanha Iker Casillas Real Madrid C. F. 37 27 4 4 2
Argentina Lionel Messi F. C. Barcelona 36 22 6 6 2
Espanha Sergio Ramos Real Madrid C. F. 36 24 5 6 1
Espanha Santillana Real Madrid C. F. 35 28 7 0
Espanha Míchel Real Madrid C. F. 34 23 11 0
Espanha Carles Puyol F. C. Barcelona 32 26 3 0 3
Espanha Joan Segarra F. C. Barcelona 31 21 10 0
Espanha Pirri Real Madrid C. F. 31 27 4 0
Argentina/Espanha Di Stéfano Real Madrid C. F. 30 20 6 4
Espanha Migueli F. C. Barcelona 30 25 0
Espanha Emilio Butragueño Real Madrid C. F. 30 22 8 0
Espanha Amancio Amaro Real Madrid C. F. 29 26 3 0
Espanha Paco Buyo Real Madrid C. F. 29 20 9 0
Espanha Luis Enrique Ambos clubes 29 22 2 3 2
Espanha César Rodríguez F. C. Barcelona 28 24 4
Portugal Cristiano Ronaldo Real Madrid C. F. 28 16 5 5 2
Espanha Víctor Valdés F. C. Barcelona 28 22 0 4 2
Espanha Joaquim Rifé F. C. Barcelona 25 21 4 0
Espanha Carles Rexach F. C. Barcelona 25 21 4 0
Espanha Andoni Zubizarreta F. C. Barcelona 25 18 7 0

Títulos[editar | editar código-fonte]

Listagem de competições oficiais, nos âmbitos nacional e internacional, e respectivo número de títulos conquistados por FC Barcelona e Real Madrid CF.

Competições Internacionais FC Barcelona Real Madrid CF
Taça Intercontinental / Mundial de Clubes 3 5
Taça dos Campeões Europeus / Liga dos Campeões 5 12
Taça UEFA / Liga Europa 0 2
Taça dos Clubes Vencedores de Taças/Recopa Europeia 4 0
Supertaça Europeia 5 4
Taça das Cidades com Feiras 3 0
Copa Ibero-Americana 0 1
Total Internacional 20 24
Competições Nacionais FC Barcelona Real Madrid CF
Campeonato Espanhol 24 33
Copa do Rei 29 19
Copa da Liga Espanhola 2 1
Supertaça Espanhola 12 10
Copa Eva Duarte 3 1
Total Nacional 70 64
TOTAL GERAL 90 88

Referências

  1. The Guardian (28 de Agosto de 2002). «The bitterest rivalry in world football» (em inglês) 
  2. «La Copa de 1902». CIHEFE. Consultado em 28 de Julho de 2016 
  3. «Estadísticas en partidos amistosos». CENTURY MATCH. Consultado em 22 de Março de 2015