Sete maravilhas brasileiras

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Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre Sete Maravilhas Brasileiras. Para outras sete maravilhas, veja Sete maravilhas do mundo (desambiguação).

As sete maravilhas brasileiras referem-se a listas produzidas por concursos a fim de gerar um versão brasileira das sete maravilhas do mundo, que corresponde às obras monumentais listadas pelo poeta e escritor grego Antípatro de Sídon. No país, houve pelo menos dois concursos para eleger sete monumentos brasileiros, um promovida pela revista Caras em parceria com o banco HSBC e outro pelo escritório de design Goff.

A eleição de "sete maravilhas brasileiras" trouxe à tona discussões referentes principalmente ao setor turístico interno do Brasil. Em meio a debates, onde alguns achavam uma perda de tempo tal votação e outros apoiavam, enxergando as possíveis melhoras no remanejamento do turismo pelas diversas regiões brasileiras, não apenas no Sudeste e Nordeste, majoritariamente.[carece de fontes?]

Concurso da Caras e HSBC[editar | editar código-fonte]

Pelo concurso promovido pela revista Caras em parceria com o banco HSBC em 2008, foi gerada uma lista de sete monumentos ou construções brasileiras eleitas por votação popular[1] a fim de valorizar os patrimônios brasileiros.[2] A votação contou com o apoio da ex-ministra do Turismo, Marta Suplicy que julgou “válida” tal eleição.[3] Porém não teve incentivo da UNESCO, órgão da Organização das Nações Unidas, assim como a eleição das sete maravilhas do mundo moderno também não teve.

Através de uma eleição on-line, leitores da revista poderiam escolher seus sete votos entre 30 maravilhas, que foram previamente escolhidas levando em consideração a beleza e a importância histórico-cultural.[2] Durante 3 meses e meio de votação, recebendo meio milhão de votos,[4][2] encerrando dia 31 de dezembro.[1]

Candidatos[editar | editar código-fonte]

Foram candidatos a ser maravilha do Brasil:

Resultado[editar | editar código-fonte]

Em 2008, a revista anunciou as campeãs em seu site. Em seguida, lançou uma coleção de chá e um cartão tridimensional de cada monumento. Além disso, representantes do concurso foram entregar aos governadores dos estados que possuíam uma maravilha, uma láurea contendo a homenagem em nome da Revista CARAS e do banco HSBC.

As Sete Maravilhas Brasileiras escolhidas foram:

Maravilha Descrição Localização Imagem
Teatro Amazonas Um dos mais luxuosos teatros do Brasil. Inaugurado em 1896, no Ciclo da Borracha, foi tombado pelo Patrimônio Nacional em 1974. Amazonas Manaus, Amazonas
Teatro amazonas.jpg
Fortaleza dos Reis Magos O mais importante monumento de Natal, começou a ser construído em 1598. Atualmente, abriga um museu com acervo da colonização do Rio Grande do Norte. Rio Grande do Norte Natal, Rio Grande do Norte
Forte dos Reis Magos (Natal).JPG
Ver-o-Peso Cartão-postal de Belém, o mercado foi inaugurado em 1688, com objetivos fiscais. Hoje é símbolo cultural, social e econômico da cidade. Pará Belém, Pará
Belém Ver-o-Peso 01.jpg
Ouro Preto Capital de Minas Gerais até 1897, Ouro Preto foi a primeira cidade brasileira a ser considerada Patrimônio da Humanidade. O seu centro histórico é famoso pela arquitetura colonial, incluindo a Igreja de São Francisco de Assis, obra-prima de Aleijadinho. Minas Gerais Ouro Preto, Minas Gerais
Ouro Preto 4369.jpeg
Natividade A 200 km de Palmas, encontra-se a cidade de Natividade, que possui um conjunto arquitetônico tombado em 1987. Tocantins Natividade, Tocantins
Brasao Natividade TO.jpg
Catedral da Sé Um das 5 maiores templos neogóticos do mundo, no centro da maior cidade do país, começou a ser erguido em 1591, mas apenas em 1913 passou a tomar a forma atual. Possui um dos maiores órgãos de tubos do mundo. São Paulo São Paulo, São Paulo
Catedral da Sé em São Paulo.jpg
Fortaleza de São José de Macapá Ganhou título de Patrimônio Nacional em 1950. É o maior forte que os portugueses já construíram no país e é estrategicamente construído na foz do maior rio do planeta, o Rio Amazonas. Amapá Macapá, Amapá
Fortaleza de São José de Macapá-AP.jpg

Concurso do Goff[editar | editar código-fonte]

Em 2008, um escritório de design GOFF abriu outro concurso para a eleger as sete maravilhas do Brasil. Foi disponibilizada uma lista, também com 30 monumentos a serem votados. Foram anunciadas as escolhidas durante sete meses. Entretanto, em comparação, tal votação não foi tão divulgada e difundida nos veículos de comunicação quanto à da Revista CARAS e do banco HSBC, além disso, esta segunda lista foi divulgada em 2009, a da revista em 2008.[carece de fontes?]

No concurso do Goff, os vencedores foram:[carece de fontes?]

  1. Cristo Redentor (RJ)
  2. Oficina Brennand (PE)
  3. Real Forte Príncipe da Beira (RO)
  4. Usina Hidroelétrica de Itaipu (PR)
  5. Igreja São Francisco de Assis da Pampulha (MG)
  6. Teatro da Paz (PA)
  7. Santuário do Caraça (MG)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Mercado Ver-o-Peso é eleito uma das sete maravilhas brasileiras». Portal Eventos. 16 de janeiro de 2008. Consultado em 1 de março de 2018. 
  2. a b c «Caras homenageia estados das sete maravilhas brasileiras». Revista Caras Online. Portal Universo Online. 9 de julho de 2009. Consultado em 1 de março de 2018. 
  3. Marcelo Bartolomei. «Marta Suplicy apóia eleição das 7 Maravilhas do Brasil». Revista CARAS. Consultado em 10 de maio de 2011. 
  4. Revista CARAS (2008). «7 Maravilhas Brasileiras». Revista CARAS. Consultado em 10 de maio de 2011.