Eleição presidencial na Argentina em 2015
| 2011 ← |
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| 25 de outubro | ||||
|---|---|---|---|---|
| Candidato | Daniel Scioli | Mauricio Macri | Sergio Massa | |
| Partido | FPV-PJ | Cambiemos | UNA-PJ | |
| Natural de | Província de Buenos Aires | Cidade de Buenos Aires | Província de Buenos Aires | |
| Companheiro de chapa | Carlos Zannini | Gabriela Michetti | Gustavo Sáenz | |
| Candidato | Margarita Stolbizer | Nicolás del Caño | Adolfo Rodríguez Saá | |
| Partido | Progresistas-GEN | FIT-PTS | FP-PJ | |
| Natural de | Província de Buenos Aires | Mendoza | San Luis | |
| Vice | Miguel Ángel Olaviaga | Myriam Bregman | Liliana Negre de Alonso | |
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Presidente da Argentina Eleito |
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O primeiro turno da eleição presidencial na Argentina em 2015 será realizado em 25 de outubro, simultaneamente com as eleições gerais, de acordo com a Constituição da Argentina e suas leis eleitorais. Os candidatos classificados para a eleição geral foram escolhidos nas primárias, realizadas em 9 de agosto. Se nenhum candidato atingir 45% dos votos válidos ou 40% e uma diferença de 10% para o segundo colocado, um segundo turno ocorrerá em 22 de novembro.
Os candidatos classificados para o primeiro turno foram: Daniel Scioli (Frente para la Victoria), Mauricio Macri (Cambiemos), Sergio Massa (Una Nueva Alternativa), Margarita Stolbizer (Frente Amplio Progresista), Nicolás del Caño (Frente de Izquierda y de los Trabajadores) e Adolfo Rodríguez Saá (Compromiso Federal).
No país, as eleições presidenciais, bem como as demais eleições, são realizadas por voto direto de caráter universal, obrigatório e secreto, tanto nas primárias quanto na eleição geral.
Índice
Contexto[editar | editar código-fonte]
Governo Kirchner[editar | editar código-fonte]
A atual presidente Cristina Kirchner, integrante do Partido Justicialista (PJ), foi reeleita em 2011 com 11,8 milhões de votos, equivalente a 54% do total de votos válidos.[1] [2] Como a Constituição do país não permite que um presidente fique por mais de dois mandatos consecutivos no cargo, vários políticos da coligação governista Frente para a Vitória (FPV) propuseram uma alteração na Constituição para permitir reeleições ilimitadas.[3] Esta proposta foi fortemente rejeitada pelos partidos da oposição, e o FPV não conseguiu alcançar a maioria de dois terços no Congresso para aprovar a proposta. Após as eleições de meio de mandato de outubro de 2013, quando o FPV ficou longe de conseguir uma maioria de dois terços, a coligação desistiu da ideia das reeleições ilimitadas.[4] [5]
No final de junho de 2015, nas últimas semanas para registros de candidaturas, a presidente anunciou que não concorreria a nenhum cargo eletivo nas eleições daquele ano. O seu filho, Máximo Kirchner, foi listado nas listas do FPV como o número um da coligação para o Congresso em Santa Cruz, berço político da família Kirchner.[6] A decisão de não concorrer a nenhum cargo surpreendeu analistas políticos, que acreditavam que ela tentaria uma vaga no Parlamento do Mercosul para ganhar o foro privilegiado.[7] Também chegou a ser especulado que ela poderia concorrer à governadora da Província de Buenos Aires.[8]
O julgamento da sociedade do Kirchnerismo, que refere-se aos governos de Néstor Kirchner (2003–2007) e Cristina (2007–atualmente), é o principal assunto destas eleições.[9] Desde que os Kirchner governam o país, a pobreza diminuiu de 57% para 25% e o desemprego caiu de 21% para 7%. Ambos os dados, no entanto, são questionados ou pelo governo ou pelos institutos de pesquisas.[10] Por outro lado, a inflação atingiu no início de 2015 um recorde do governo Kirchner.[11] Segundo pesquisas realizadas em 2015, a presidente chega ao fim de seu mandato com um apoio popular de cerca de 40%, algo inédito na história política do país, onde a maioria dos presidentes saem do cargo com baixa aprovação.[12] [13]
Processo eleitoral[editar | editar código-fonte]
Pela legislação eleitoral vigente no país, para ser eleito presidente no primeiro turno o candidato deve obter pelo menos 45% dos votos válidos ou 40% e uma liderança de 10% em relação ao segundo colocado.[14] Se for necessário, um segundo turno ocorrerá em 22 de novembro e a posse do novo presidente está programada para ocorrer em 10 de dezembro.[15] Nas eleições deste ano, 51,2% dos assentos da Câmara dos Deputados, um terço do Senado e dezenove vagas no Parlamento do Mercosul também estão em jogo, além dos governos de 23 províncias e da capital Buenos Aires.[16] [17]
Em 9 de agosto, ocorreram as Primárias Abertas, Simultâneas e Obrigatórias (PASO). As primárias foram criadas em 2009 e aplicadas pela primeira vez nas eleições gerais de 2011. Para ser candidato na eleição geral de 25 de outubro, um candidato, ou sua coligação, deve obter pelo menos 1,50% dos votos válidos.[18]
Segundo a Câmara Nacional Eleitoral, 32.064.323 eleitores estão habilitados para votar. Com 11.867.979 eleitores, a Província de Buenos Aires é o colégio eleitoral mais importante.[19] No país o voto é obrigatório dos dezoito aos setenta anos, e facultativo a partir dos setenta e dos dezesseis aos dezoito.[20]
Candidatos[editar | editar código-fonte]
Além dos candidatos listados abaixo, os seguintes candidatos não foram classificados para a eleição geral: Alejandro Bodart (MST - Izquierda Unida, legislador da Cidade de Buenos Aires);[21] Elisa Carrió (Cambiemos, deputada federal por Buenos Aires);[22] Ernesto Sanz (Cambiemos, senador por Mendoza);[23] José Manuel de la Sota (Una Nueva Alternativa), governador de Córdoba;[24] Jorge Altamira (Frente de Izquierda y de los Trabajadores, ex-legislador da Cidade de Buenos Aires);[25] Manuela Castañeira (Nuevo MÁS, legislador da Cidade de Buenos Aires);[26] Mauricio Yattah (Partido Popular, legislador de Buenos Aires);[27] Raúl Albarracín (Movimiento de Acción Vecinal, ex-legislador de Córdoba);[28] e Víctor De Gennaro (Frente Popular, deputado federal por Buenos Aires).[29]
| Nome | Nascido em | Coligação | Candidato a vice-presidente | Cargos ocupados | Slogan / Site | Ref |
|---|---|---|---|---|---|---|
Daniel Scioli |
13 de janeiro de 1957 (58 anos) Buenos Aires |
Frente para la Victoria Intransigente, Justicialista, Solidario e Comunista |
Carlos Zannini | Governador da Província de Buenos Aires (2007–atualmente) Vice-presidente da Argentina (2003-2007) |
Site de campanha |
[30] |
Mauricio Macri |
8 de fevereiro de 1959 (56 anos) Tandil, Província de Buenos Aires |
Cambiemos Fe, Propuesta Republicana e União Cívica Radical |
Gabriela Michetti | Prefeito de Buenos Aires (2007–atualmente) Deputado Federal por Buenos Aires (2005–2007) Presidente do Boca Juniors (1995–2007; 2008) |
Site de campanha | [31] |
Sergio Massa |
28 de abril de 1972 (43 anos) San Martín, Província de Buenos Aires |
Una Nueva Alternativa Frente Renovador, Partido Demócrata Cristiano, Tercera Posició e Unión Celeste y Blanco |
Gustavo Sáenz | Deputado Federal pela Província de Buenos Aires (2013–atualmente) Chefe de Gabinete da Argentina (2008–2009) Prefeito de Tigre (2009–2013; 2007–2008) |
Site de campanha |
[32] |
Margarita Stolbizer |
17 de março de 1955 (60 anos) Morón, Província de Buenos Aires |
Progressistas Generación para un Encuentro Nacional, Movimiento Libres del Sur, Socialista e Socialista Auténtico |
Miguel Ángel Olaviaga | Deputada Federal por Buenos Aires (2009–atualmente; 1997–2005) |
Site de campanha |
[33] |
Nicolás Del Caño |
6 de fevereiro de 1980 (35 anos) Córdova, Província de Córdova |
Frente de Izquierda y de los Trabajadores Izquierda Socialista, Obrero e de los Trabajadores Socialistas |
Myriam Bregman | Deputado Federal por Mendoza (2013–atualmente) |
Site de campanha |
[34] |
Adolfo Rodríguez Saá |
25 de julho de 1947 (68 anos) San Luis, Província de San Luis |
Compromiso Federal Frente Es Posible e Movimiento Independiente de Justicia y Dignidad |
Liliana Negre de Alonso | Senador por San Luis (2005–atualmente) Deputado Federal por San Luis (2003–2005) Presidente interino da Argentina (2001) Governador de San Luis (1983–2001) |
Site de campanha |
[35] |
Campanha[editar | editar código-fonte]
Primárias de 9 de agosto[editar | editar código-fonte]
Com Cristina fora da disputa, três candidatos lideraram as pesquisas desde 2013: Daniel Scioli, Mauricio Macri e Sergio Massa.[36] Scioli, governador da Província de Buenos Aires desde dezembro de 2007 e de centro-esquerda, é o candidato do FPV e possui o apoio da presidente, mas enfrenta resistências em facções do partido.[37] Massa, ex-Chefe de Gabinete de Cristina e atual deputado federal, rompeu com o governo Kirchner, venceu as eleições de meio de mandato de 2013 liderando a Frente Renovador e detém um grande apoio na populosa província de Buenos Aires. Macri, da Proposta Republicana (PRO), é o atual prefeito da cidade de Buenos Aires, de centro-direita, antiperonista e faz oposição ao governo Kirchner.[38]
Em 9 de agosto, foram realizadas as Primárias Abertas, Simultâneas e Obrigatórias (PASO). Scioli já havia se tornado o candidato da Frente para la Victoria em meados de junho, quando o ministro e seu único opositor Florencio Randazzo retirou-se da disputa.[39] O governista recebeu 8,4 milhões de votos, ou 38,4% do total. Macri venceu a indicação da Cambiemos (Mudemos, em português) com 80,7% dos votos destinados à coligação, derrotando Ernesto Sanz (que atingiu 11,4%) e Elisa Carrió (que ficou com 7,7%). Ao todo, a Cambiemos obteve 6,5 milhões de votos, sendo que apenas Macri recebeu 5,3 milhões de votos (cerca de 24,3% do total). A aliança Una Nueva Alternativa foi a terceira mais votada, com 4,5 milhões de votos (20,6%), e será representada por Massa, que venceu o governador de Córdoba José Manuel de la Sota por 69–31%. Também foram classificados para o primeiro turno em outubro Margarita Stolbizer (com 3,5% do total geral), Nicolás del Caño (com 1,7%) e Adolfo Rodríguez Saá (que recebeu 2,1%).[40]
Na avaliação de analistas, os resultados das primárias deixaram possível qualquer cenário, tanto que a eleição termine no primeiro turno quanto prossiga para o segundo. Isso devido a votação de Scioli, bastante próxima dos 40% exigidos. As inundações na Província de Buenos Aires, estado de Scioli, pode ter afetado sua votação. Se mantida, a diferença do FPV para o Cambiemos (8,34%) levaria a eleição para o segundo turno.[41]
Pesquisas[editar | editar código-fonte]
Primárias[editar | editar código-fonte]
| Data | Empresa / Fonte | Sergio Massa | Mauricio Macri | Daniel Scioli | José Manuel de la Sota | Jorge Altamira | Elisa Carrió | Ernesto Sanz | Margarita Stolbizer | Liderança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 07/08/2015 | CEOP | 13,4% | 24,8% | 37,4% | 6% | — | 1,7% | 3,1% | 4,3% | 12,6% |
| 07/08/2015 | Hugo Jaime & Asociados | 14,9% | 26,2% | 37,9% | 6,4% | 1,4% | 2,5% | 2,6% | 4,5% | 11,7% |
| 07/08/2015 | OPSM | 13,6% | 26% | 35,9% | 5,8% | — | 2,5% | 3% | — | 9,9% |
| 07/08/2015 | Management & Fit | 12% | 27% | 36,1% | 6,8% | 1,6% | 2,1% | 1,8% | 5,1% | 9,1% |
| 04/08/2015 | Query | 14,1% | 26,6% | 36,7% | 5,2% | 1,3% | 1,5% | 2,6% | 3,3% | 10,1% |
| 02/08/2015 | Poliarquía | 13,5% | 26,1% | 37,6% | 4,6% | — | 2,5% | 2,1% | 3,3% | 11,5% |
| 01/08/2015 | IPSOS | 15,4% | 26,6% | 35,9% | 6,6% | 1,7% | 1,1% | 1,4% | 3,9% | 9,3% |
| 23/07/2015 | Raúl Aragón & Asociados | 14% | 26,5% | 31,3% | 5,4% | 2,5% | 2% | 1,9% | 3,7% | 4,8% |
| 07/07/2015 | Aurelio & Aresco | 12,5% | 25,5% | 29,1% | 6,7% | 2,5% | 2,9% | 3,7% | 3,8% | 3,6% |
| 30/06/2015 | Rouvier & As. | 9,8% | 26,9% | 35,1% | 6,2% | 1,6% | 2,1% | 3,1% | 4,7% | 8,2% |
| 19/04/2015 | Poliarquía | 17,6% | 24,5% | 24,5% | — | — | 2,7% | 2% | 3,7% | Empate |
| 04/03/2015 | Raúl Aragón & Asociados | 19,6% | 23,9% | 13,2% | — | — | 3,3% | — | — | 4,3% |
| 24/02/2015 | IPSOS | 25,7% | 20,7% | 21,3% | 2,2% | 1,4% | 3,2% | 0,3% | — | 4,4% |
| 01/02/2015 | Carlos Fara | 28% | 20,7% | 18,7% | 0,9% | 2,1% | 1,7% | 0,9% | — | 7,3% |
| 10/06/2014 | Raúl Aragón & Asociados | 16,7% | 13,6% | 11% | 7,2% | — | — | — | — | 3,1% |
| 29/04/2014 | Raúl Aragón & Asociados | 24,7% | 15,9% | 17,9% | — | — | — | — | — | 6,8% |
Primeiro turno[editar | editar código-fonte]
| Data | Empresa / Fonte | Daniel Scioli | Mauricio Macri | Sergio Massa | Margarita Stolbizer | Nicolás Del Caño | Adolfo Rodríguez Saá | Outros | Brancos nulos |
Liderança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 02/08/2015 | OPSM | 38% | 26% | 15% | 6,4% | — | — | — | — | 12% |
| 02/08/2015 | Aresco | 37% | 31% | 19% | — | — | — | — | — | 6% |
| 02/08/2015 | Management & Fit | 35% | 26,5% | 11,8% | 4,1% | — | — | — | — | 8,5% |
| 02/08/2015 | CEOP | 38% | 26,6% | 12% | 2,4% | — | — | — | — | 11,4% |
| 02/08/2015 | Giaccobe & Asociados | 36,1% | 32% | 13% | — | — | — | — | — | 4,1% |
| 02/08/2015 | Poliarquía | 37,6% | 26% | 13% | 3,3% | — | — | — | — | 11,6% |
| 26/07/2015 | Ricardo Rouvier & Asociados | 38,8% | 25,2% | 9,7% | 4,9% | — | — | — | — | 13,6% |
| 22/07/2015 | Giacobbe & Asociados | 37,8% | 33,1% | 14,8% | — | — | — | — | — | 4,7% |
| 15/07/2015 | Hugo Jaime & Asociados | 41,3% | 31% | 12% | — | — | — | — | — | 10,3% |
| 22/06/2015 | Raúl Aragon | 40,8% | 33,1% | 18% | — | — | — | — | — | 7,7% |
| 19/06/2015 | Bendix | 34% | 21% | 20% | — | — | — | — | — | 13% |
| 11/06/2015 | Aresco y Asociados | 45,2% | 32,4% | 13,8% | — | — | — | — | — | 12,8% |
| 08/06/2015 | CEIS | 30% | 24% | 14% | 7% | — | — | 2% | — | 6% |
| 12/05/2015 | Ricardo Rouvier & Asociados | 32,4% | 28,9% | 16,8% | 6,5% | — | — | — | 4,9% | 3,5% |
| 19/04/2015 | Poliarquía | 33,4% | 27,3% | 20,1% | 6,4% | — | — | 2,3% | 3,8% | 6,1% |
| 11/04/2015 | IPSOS | 33% | 22% | 24% | — | — | — | — | — | 9% |
| 27/03/2015 | Carlos Fara y Asociados | 30% | 24% | 25% | 3% | — | — | 7% | 8% | 6% |
| 27/03/2015 | Polidata | 23,1% | 26,4% | 24,2% | 5,1% | — | — | 10% | — | 2,2% |
| 27/03/2015 | IPSOS | 33% | 22% | 24% | — | — | — | 11% | — | 9% |
| 27/03/2015 | Management & Fit | 29,5% | 28,8% | 14,6% | 4% | — | — | 5,3% | 2,4% | 0,7% |
| 22/02/2015 | Poliarquia | 26% | 28% | 24% | — | — | — | — | — | 2% |
| 08/02/2015 | González-Valladares | 25,1% | 23,1% | 30,8% | — | — | — | — | — | 7,7% |
| 03/02/2015 | Management & Fit | 23,6% | 27,9% | 18,8% | — | — | — | — | — | 4,3% |
Segundo turno[editar | editar código-fonte]
| Data | Empresa / Fonte | Daniel Scioli | Mauricio Macri | Sergio Massa | Liderança |
|---|---|---|---|---|---|
| 22/03/2015 | Poliarquía | 45% | — | 45% | Empate |
| 22/03/2015 | Poliarquía | 51% | 40% | — | 11% |
| 02-03/2015 | Giacobbe & Asociados | 27.4% | 40.2% | — | 12.8% |
| 02-03/2015 | Giacobbe & Asociados | — | 38.9% | 24.4% | 14.5% |
| 02-03/2015 | Giacobbe & Asociados | 32.5% | — | 31.9% | 0.6% |
Resultados[editar | editar código-fonte]
Primárias[editar | editar código-fonte]
| Partido/Coligação | Votos | % | Candidatos | Votos | % | Resultado |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Frente para la Victoria | 8.424.749 | 38,41% | Daniel Scioli - Carlos Zannini | 8.424.749 | 100% | Classificado para a eleição geral |
| Cambiemos | 6.595.914 | 30,07% | Mauricio Macri - Gabriela Michetti | 5.325.990 | 80,75% | Classificado para a eleição geral |
| Ernesto Sanz - Lucas Llach | 756.777 | 11,47% | Não classificado para a eleição geral | |||
| Elisa Carrió - Héctor Flores | 513.147 | 7,78% | Não classificado para a eleição geral | |||
| Una Nueva Alternativa | 4.525.497 | 20,63% | Sergio Massa - Gustavo Sáenz | 3.121.589 | 68,98% | Classificado para a eleição geral |
| José Manuel de la Sota - Claudia Rucci | 1.403.908 | 31,02% | Não classificado para a eleição geral | |||
| Frente Amplio Progresista | 769.316 | 3,51% | Margarita Stolbizer - Miguel Ángel Olaviaga | 769.316 | 100% | Classificado para a eleição geral |
| Frente de Izquierda y de los Trabajadores | 726.054 | 3,31% | Nicolás del Caño - Myriam Bregman | 370.764 | 51,07% | Classificado para a eleição geral |
| Jorge Altamira - Juan Carlos Giordano | 355.290 | 48,93% | Não classificado para a eleição geral | |||
| Compromiso Federal | 462.304 | 2,11% | Adolfo Rodríguez Saá - Liliana Negre de Alonso | 462.304 | 100% | Classificado para a eleição geral |
| Frente Popular | 109.141 | 0,50% | Víctor De Gennaro - Evangelina Codoni | 109.141 | 100% | Não classificado para a eleição geral |
| Movimiento al Socialismo | 102.969 | 0,47% | Manuela Castañeira - Jorge Ayala | 102.969 | 100% | Não classificado para a eleição geral |
| Movimiento Socialista de los Trabajadores - Izquierda Unida | 96.414 | 0,44% | Alejandro Bodart - Vilma Ripoll | 96.414 | 100% | Não classificado para a eleição geral |
| Partido Popular | 82.900 | 0,38% | Mauricio Yattah - Belén Moretta | 82.900 | 100% | Não classificado para a eleição geral |
| Movimiento de Acción Vecinal | 41.214 | 0,17% | Raúl Albarracín - Gaston Dib | 41.214 | 100% | Não classificado para a eleição geral |
| Votos válidos | 21.936.472 | 94,54% | ||||
| Voto em branco | 989.823 | 4,27% | ||||
| Votos nulos | 277.729 | 1,19% | ||||
| Total de votantes | 23.204.024 | 72,37% | ||||
| Eleitores registrados | 32.064.323 | 100% |
Geral[editar | editar código-fonte]
| Coligação | Candidatos | Votos | % |
|---|---|---|---|
| Compromiso Federal | Adolfo Rodríguez Saá Liliana Negre de Alonso |
||
| Cambiemos | Mauricio Macri Gabriela Michetti |
||
| Frente de Izquierda y de los Trabajadores | Nicolás del Caño Myriam Bregman |
||
| Frente para la Victoria | Daniel Scioli Carlos Zannini |
||
| Progresistas | Margarita Stolbizer Miguel Ángel Olaviaga |
||
| Unidos por Una Nueva Alternativa | Sergio Massa Gustavo Sáenz |
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32.064.323 | 100% | |
Referências
- ↑ Sunday election, an anticipation for the 2015 post Cristina Fernandez chapter Merco Press (26 de outubro de 2013). Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Robin Yapp (24 de outubro de 2011). Argentina: Cristina Kirchner makes history as she's re-elected president in landslide The Telegraph. Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Emily Stewart (27 de maio de 2015). Argentina´s Elections Spell New Hope For Investment and Global Openness Nearshore Americas. Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Jonathan Watts e Uki Gon (28 de outubro de 2013). Argentinian voters rebuff Cristina Fernández, signalling end of era The Guardian. Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Celina Andreassi (28 de outubro de 2013). Mid-Terms 2013: One Election, Many Results The Argentina Independent. Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Carlos E. Cué (22 de junho de 2015). Kirchner não será candidata, mas lista terá seu filho e seus partidários El País. Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Após 26 anos, Cristina Kirchner não será candidata em pleito Uol (22 de junho de 2015). Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Mariana Carneiro (6 de abril de 2015). Futuro de Cristina Kirchner afeta eleição presidencial argentina Folha de S.Paulo. Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Argentina julga o kirchnerismo, 12 anos depois de sair do caos El País (9 de agosto de 2015). Visitado em 13 de agosto de 2015.
- ↑ Pobreza na Argentina põe em dúvida dados apresentados pelo governo O Globo (12 de junho de 2015). Visitado em 13 de agosto de 2015.
- ↑ Inflação na Argentina atinge o maior nível desde início da era Kirchner Veja (16 de janeiro de 2015). Visitado em 13 de agosto de 2015.
- ↑ Uma Argentina sem os Kirchner El País (6 de abril de 2015). Visitado em 13 de agosto de 2015.
- ↑ Jonathan Gilbert (4 de julho de 2015). Poder de Cristina deve continuar em novo governo argentino Folha de S.Paulo. Visitado em 13 de agosto de 2015.
- ↑ Amauri Arrais (22 de outubro de 2011). Processo eleitoral na Argentina lembra o do Brasil dos anos 1950 G1. Visitado em 12 de agosto de 2015.
- ↑ Mariana Carneiro (4 de junho de 2015). Na Argentina, principal nome da oposição rejeita alianças eleitorais Folha de S.Paulo. Visitado em 12 de agosto de 2015.
- ↑ Felipe Wajskop França (9 de agosto de 2015). Eleição presidencial argentina neste ano deverá ser a mais concorrida desde a redemocratização Bradesco. Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Cédula de 1,20 m para as primárias de 9 de agosto bate recorde na Argentina G1 (30 de julho de 2015). Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Argentinos votam em eleições primárias que são termômetro de presidenciais Zero Hora (9 de agosto de 2015). Visitado em 12 de agosto de 2015.
- ↑ Argentinos escolhem candidatos a presidente em primárias Canal Gama (9 de agosto de 2015). Visitado em 12 de agosto de 2015.
- ↑ En las PASO del 9 de agosto podrán votar chicos de 15 años Minuto Uno. Visitado em 12 de agosto de 2015.
- ↑ Alejandro Bodart: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Elisa Carrió: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Ernesto Sanz: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ José Manuel De la Sota: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
- ↑ Jorge Altamira: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
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