Eleição presidencial na Argentina em 2015

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Eleição atual
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Eleição presidencial na Argentina em 2015
  2011 ← Argentina → 2019
25 de outubro
Daniel Scioli en la UNLP.jpg Mauricio Macri Foto de Prensa2.jpg Sergio Massa (1).jpg
Candidato Daniel Scioli Mauricio Macri Sergio Massa
Partido FPV-PJ Cambiemos UNA-PJ
Natural de Província de Buenos Aires Cidade de Buenos Aires Província de Buenos Aires
Companheiro de chapa Carlos Zannini Gabriela Michetti Gustavo Sáenz
Margarita Stolbizer.jpg Nicolás Del Caño.jpg Adolfo Rodríguez Saá.jpg
Candidato Margarita Stolbizer Nicolás del Caño Adolfo Rodríguez Saá
Partido Progresistas-GEN FIT-PTS FP-PJ
Natural de Província de Buenos Aires Mendoza San Luis
Vice Miguel Ángel Olaviaga Myriam Bregman Liliana Negre de Alonso



Presidente da Argentina

Eleito

O primeiro turno da eleição presidencial na Argentina em 2015 será realizado em 25 de outubro, simultaneamente com as eleições gerais, de acordo com a Constituição da Argentina e suas leis eleitorais. Os candidatos classificados para a eleição geral foram escolhidos nas primárias, realizadas em 9 de agosto. Se nenhum candidato atingir 45% dos votos válidos ou 40% e uma diferença de 10% para o segundo colocado, um segundo turno ocorrerá em 22 de novembro.

Os candidatos classificados para o primeiro turno foram: Daniel Scioli (Frente para la Victoria), Mauricio Macri (Cambiemos), Sergio Massa (Una Nueva Alternativa), Margarita Stolbizer (Frente Amplio Progresista), Nicolás del Caño (Frente de Izquierda y de los Trabajadores) e Adolfo Rodríguez Saá (Compromiso Federal).

No país, as eleições presidenciais, bem como as demais eleições, são realizadas por voto direto de caráter universal, obrigatório e secreto, tanto nas primárias quanto na eleição geral.

Contexto[editar | editar código-fonte]

Governo Kirchner[editar | editar código-fonte]

A atual presidente Cristina Kirchner, integrante do Partido Justicialista (PJ), foi reeleita em 2011 com 11,8 milhões de votos, equivalente a 54% do total de votos válidos.[1] [2] Como a Constituição do país não permite que um presidente fique por mais de dois mandatos consecutivos no cargo, vários políticos da coligação governista Frente para a Vitória (FPV) propuseram uma alteração na Constituição para permitir reeleições ilimitadas.[3] Esta proposta foi fortemente rejeitada pelos partidos da oposição, e o FPV não conseguiu alcançar a maioria de dois terços no Congresso para aprovar a proposta. Após as eleições de meio de mandato de outubro de 2013, quando o FPV ficou longe de conseguir uma maioria de dois terços, a coligação desistiu da ideia das reeleições ilimitadas.[4] [5]

No final de junho de 2015, nas últimas semanas para registros de candidaturas, a presidente anunciou que não concorreria a nenhum cargo eletivo nas eleições daquele ano. O seu filho, Máximo Kirchner, foi listado nas listas do FPV como o número um da coligação para o Congresso em Santa Cruz, berço político da família Kirchner.[6] A decisão de não concorrer a nenhum cargo surpreendeu analistas políticos, que acreditavam que ela tentaria uma vaga no Parlamento do Mercosul para ganhar o foro privilegiado.[7] Também chegou a ser especulado que ela poderia concorrer à governadora da Província de Buenos Aires.[8]

O julgamento da sociedade do Kirchnerismo, que refere-se aos governos de Néstor Kirchner (2003–2007) e Cristina (2007–atualmente), é o principal assunto destas eleições.[9] Desde que os Kirchner governam o país, a pobreza diminuiu de 57% para 25% e o desemprego caiu de 21% para 7%. Ambos os dados, no entanto, são questionados ou pelo governo ou pelos institutos de pesquisas.[10] Por outro lado, a inflação atingiu no início de 2015 um recorde do governo Kirchner.[11] Segundo pesquisas realizadas em 2015, a presidente chega ao fim de seu mandato com um apoio popular de cerca de 40%, algo inédito na história política do país, onde a maioria dos presidentes saem do cargo com baixa aprovação.[12] [13]

Processo eleitoral[editar | editar código-fonte]

Pela legislação eleitoral vigente no país, para ser eleito presidente no primeiro turno o candidato deve obter pelo menos 45% dos votos válidos ou 40% e uma liderança de 10% em relação ao segundo colocado.[14] Se for necessário, um segundo turno ocorrerá em 22 de novembro e a posse do novo presidente está programada para ocorrer em 10 de dezembro.[15] Nas eleições deste ano, 51,2% dos assentos da Câmara dos Deputados, um terço do Senado e dezenove vagas no Parlamento do Mercosul também estão em jogo, além dos governos de 23 províncias e da capital Buenos Aires.[16] [17]

Em 9 de agosto, ocorreram as Primárias Abertas, Simultâneas e Obrigatórias (PASO). As primárias foram criadas em 2009 e aplicadas pela primeira vez nas eleições gerais de 2011. Para ser candidato na eleição geral de 25 de outubro, um candidato, ou sua coligação, deve obter pelo menos 1,50% dos votos válidos.[18]

Segundo a Câmara Nacional Eleitoral, 32.064.323 eleitores estão habilitados para votar. Com 11.867.979 eleitores, a Província de Buenos Aires é o colégio eleitoral mais importante.[19] No país o voto é obrigatório dos dezoito aos setenta anos, e facultativo a partir dos setenta e dos dezesseis aos dezoito.[20]

Candidatos[editar | editar código-fonte]

Além dos candidatos listados abaixo, os seguintes candidatos não foram classificados para a eleição geral: Alejandro Bodart (MST - Izquierda Unida, legislador da Cidade de Buenos Aires);[21] Elisa Carrió (Cambiemos, deputada federal por Buenos Aires);[22] Ernesto Sanz (Cambiemos, senador por Mendoza);[23] José Manuel de la Sota (Una Nueva Alternativa), governador de Córdoba;[24] Jorge Altamira (Frente de Izquierda y de los Trabajadores, ex-legislador da Cidade de Buenos Aires);[25] Manuela Castañeira (Nuevo MÁS, legislador da Cidade de Buenos Aires);[26] Mauricio Yattah (Partido Popular, legislador de Buenos Aires);[27] Raúl Albarracín (Movimiento de Acción Vecinal, ex-legislador de Córdoba);[28] e Víctor De Gennaro (Frente Popular, deputado federal por Buenos Aires).[29]

Nome Nascido em Coligação Candidato a vice-presidente Cargos ocupados Slogan / Site Ref
Daniel Scioli-2.png
Daniel Scioli
13 de janeiro de 1957 (58 anos)
Buenos Aires
Frente para la Victoria
Intransigente, Justicialista, Solidario e Comunista
Carlos Zannini Governador da Província de Buenos Aires
(2007–atualmente)
Vice-presidente da Argentina
(2003-2007)
Slogan de campanha de Daniel Scioli.png
Site de campanha
[30]
Mauricio Macri-2.jpg
Mauricio Macri
8 de fevereiro de 1959 (56 anos)
Tandil, Província de Buenos Aires
Cambiemos
Fe, Propuesta Republicana e União Cívica Radical
Gabriela Michetti Prefeito de Buenos Aires
(2007–atualmente)
Deputado Federal por Buenos Aires
(2005–2007)

Presidente do Boca Juniors
(1995–2007; 2008)
Site de campanha [31]
Sergio Massa-2.jpg
Sergio Massa
28 de abril de 1972 (43 anos)
San Martín, Província de Buenos Aires
Una Nueva Alternativa
Frente Renovador, Partido Demócrata Cristiano, Tercera Posició e Unión Celeste y Blanco
Gustavo Sáenz Deputado Federal pela Província de Buenos Aires
(2013–atualmente)
Chefe de Gabinete da Argentina
(2008–2009)
Prefeito de Tigre
(2009–2013; 2007–2008)
Slogan de campanha de Sergio Massa.png
Site de campanha
[32]
Margarita Stolbizer-2.png
Margarita Stolbizer
17 de março de 1955 (60 anos)
Morón, Província de Buenos Aires
Progressistas
Generación para un Encuentro Nacional, Movimiento Libres del Sur, Socialista e Socialista Auténtico
Miguel Ángel Olaviaga Deputada Federal por Buenos Aires
(2009–atualmente; 1997–2005)
Slogan de campanha de Margarita Stolbizer.png
Site de campanha
[33]
Nicolás Del Caño-2.jpg
Nicolás Del Caño
6 de fevereiro de 1980 (35 anos)
Córdova, Província de Córdova
Frente de Izquierda y de los Trabajadores
Izquierda Socialista, Obrero e de los Trabajadores Socialistas
Myriam Bregman Deputado Federal por Mendoza
(2013–atualmente)
Slogan de campanha de Nicolás Del Caño.png
Site de campanha
[34]
Adolfo Rodríguez Saá-2.JPG
Adolfo Rodríguez Saá
25 de julho de 1947 (68 anos)
San Luis, Província de San Luis
Compromiso Federal
Frente Es Posible e Movimiento Independiente de Justicia y Dignidad
Liliana Negre de Alonso Senador por San Luis
(2005–atualmente)
Deputado Federal por San Luis
(2003–2005)
Presidente interino da Argentina
(2001)
Governador de San Luis
(1983–2001)
Slogan de campanha de Adolfo Rodríguez Saá.png.png
Site de campanha
[35]

Campanha[editar | editar código-fonte]

Primárias de 9 de agosto[editar | editar código-fonte]

Presidente Cristina Kirchner vota nas primárias em Río Gallegos.

Com Cristina fora da disputa, três candidatos lideraram as pesquisas desde 2013: Daniel Scioli, Mauricio Macri e Sergio Massa.[36] Scioli, governador da Província de Buenos Aires desde dezembro de 2007 e de centro-esquerda, é o candidato do FPV e possui o apoio da presidente, mas enfrenta resistências em facções do partido.[37] Massa, ex-Chefe de Gabinete de Cristina e atual deputado federal, rompeu com o governo Kirchner, venceu as eleições de meio de mandato de 2013 liderando a Frente Renovador e detém um grande apoio na populosa província de Buenos Aires. Macri, da Proposta Republicana (PRO), é o atual prefeito da cidade de Buenos Aires, de centro-direita, antiperonista e faz oposição ao governo Kirchner.[38]

Em 9 de agosto, foram realizadas as Primárias Abertas, Simultâneas e Obrigatórias (PASO). Scioli já havia se tornado o candidato da Frente para la Victoria em meados de junho, quando o ministro e seu único opositor Florencio Randazzo retirou-se da disputa.[39] O governista recebeu 8,4 milhões de votos, ou 38,4% do total. Macri venceu a indicação da Cambiemos (Mudemos, em português) com 80,7% dos votos destinados à coligação, derrotando Ernesto Sanz (que atingiu 11,4%) e Elisa Carrió (que ficou com 7,7%). Ao todo, a Cambiemos obteve 6,5 milhões de votos, sendo que apenas Macri recebeu 5,3 milhões de votos (cerca de 24,3% do total). A aliança Una Nueva Alternativa foi a terceira mais votada, com 4,5 milhões de votos (20,6%), e será representada por Massa, que venceu o governador de Córdoba José Manuel de la Sota por 69–31%. Também foram classificados para o primeiro turno em outubro Margarita Stolbizer (com 3,5% do total geral), Nicolás del Caño (com 1,7%) e Adolfo Rodríguez Saá (que recebeu 2,1%).[40]

Na avaliação de analistas, os resultados das primárias deixaram possível qualquer cenário, tanto que a eleição termine no primeiro turno quanto prossiga para o segundo. Isso devido a votação de Scioli, bastante próxima dos 40% exigidos. As inundações na Província de Buenos Aires, estado de Scioli, pode ter afetado sua votação. Se mantida, a diferença do FPV para o Cambiemos (8,34%) levaria a eleição para o segundo turno.[41]

Pesquisas[editar | editar código-fonte]

Primárias[editar | editar código-fonte]

Data Empresa / Fonte Sergio Massa Mauricio Macri Daniel Scioli José Manuel de la Sota Jorge Altamira Elisa Carrió Ernesto Sanz Margarita Stolbizer Liderança
07/08/2015 CEOP 13,4% 24,8% 37,4% 6% 1,7% 3,1% 4,3% 12,6%
07/08/2015 Hugo Jaime & Asociados 14,9% 26,2% 37,9% 6,4% 1,4% 2,5% 2,6% 4,5% 11,7%
07/08/2015 OPSM 13,6% 26% 35,9% 5,8% 2,5% 3% 9,9%
07/08/2015 Management & Fit 12% 27% 36,1% 6,8% 1,6% 2,1% 1,8% 5,1% 9,1%
04/08/2015 Query 14,1% 26,6% 36,7% 5,2% 1,3% 1,5% 2,6% 3,3% 10,1%
02/08/2015 Poliarquía 13,5% 26,1% 37,6% 4,6% 2,5% 2,1% 3,3% 11,5%
01/08/2015 IPSOS 15,4% 26,6% 35,9% 6,6% 1,7% 1,1% 1,4% 3,9% 9,3%
23/07/2015 Raúl Aragón & Asociados 14% 26,5% 31,3% 5,4% 2,5% 2% 1,9% 3,7% 4,8%
07/07/2015 Aurelio & Aresco 12,5% 25,5% 29,1% 6,7% 2,5% 2,9% 3,7% 3,8% 3,6%
30/06/2015 Rouvier & As. 9,8% 26,9% 35,1% 6,2% 1,6% 2,1% 3,1% 4,7% 8,2%
19/04/2015 Poliarquía 17,6% 24,5% 24,5% 2,7% 2% 3,7% Empate
04/03/2015 Raúl Aragón & Asociados 19,6% 23,9% 13,2% 3,3% 4,3%
24/02/2015 IPSOS 25,7% 20,7% 21,3% 2,2% 1,4% 3,2% 0,3% 4,4%
01/02/2015 Carlos Fara 28% 20,7% 18,7% 0,9% 2,1% 1,7% 0,9% 7,3%
10/06/2014 Raúl Aragón & Asociados 16,7% 13,6% 11% 7,2% 3,1%
29/04/2014 Raúl Aragón & Asociados 24,7% 15,9% 17,9% 6,8%

Primeiro turno[editar | editar código-fonte]

Data Empresa / Fonte Daniel Scioli Mauricio Macri Sergio Massa Margarita Stolbizer Nicolás Del Caño Adolfo Rodríguez Saá Outros Brancos
nulos
Liderança
02/08/2015 OPSM 38% 26% 15% 6,4% 12%
02/08/2015 Aresco 37% 31% 19% 6%
02/08/2015 Management & Fit 35% 26,5% 11,8% 4,1% 8,5%
02/08/2015 CEOP 38% 26,6% 12% 2,4% 11,4%
02/08/2015 Giaccobe & Asociados 36,1% 32% 13% 4,1%
02/08/2015 Poliarquía 37,6% 26% 13% 3,3% 11,6%
26/07/2015 Ricardo Rouvier & Asociados 38,8% 25,2% 9,7% 4,9% 13,6%
22/07/2015 Giacobbe & Asociados 37,8% 33,1% 14,8% 4,7%
15/07/2015 Hugo Jaime & Asociados 41,3% 31% 12% 10,3%
22/06/2015 Raúl Aragon 40,8% 33,1% 18% 7,7%
19/06/2015 Bendix 34% 21% 20% 13%
11/06/2015 Aresco y Asociados 45,2% 32,4% 13,8% 12,8%
08/06/2015 CEIS 30% 24% 14% 7% 2% 6%
12/05/2015 Ricardo Rouvier & Asociados 32,4% 28,9% 16,8% 6,5% 4,9% 3,5%
19/04/2015 Poliarquía 33,4% 27,3% 20,1% 6,4% 2,3% 3,8% 6,1%
11/04/2015 IPSOS 33% 22% 24% 9%
27/03/2015 Carlos Fara y Asociados 30% 24% 25% 3% 7% 8% 6%
27/03/2015 Polidata 23,1% 26,4% 24,2% 5,1% 10% 2,2%
27/03/2015 IPSOS 33% 22% 24% 11% 9%
27/03/2015 Management & Fit 29,5% 28,8% 14,6% 4% 5,3% 2,4% 0,7%
22/02/2015 Poliarquia 26% 28% 24% 2%
08/02/2015 González-Valladares 25,1% 23,1% 30,8% 7,7%
03/02/2015 Management & Fit 23,6% 27,9% 18,8% 4,3%

Segundo turno[editar | editar código-fonte]

Data Empresa / Fonte Daniel Scioli Mauricio Macri Sergio Massa Liderança
22/03/2015 Poliarquía 45% 45% Empate
22/03/2015 Poliarquía 51% 40% 11%
02-03/2015 Giacobbe & Asociados 27.4% 40.2% 12.8%
02-03/2015 Giacobbe & Asociados 38.9% 24.4% 14.5%
02-03/2015 Giacobbe & Asociados 32.5% 31.9% 0.6%

Resultados[editar | editar código-fonte]

Primárias[editar | editar código-fonte]

Partido/Coligação Votos % Candidatos Votos % Resultado
Frente para la Victoria 8.424.749 38,41% Daniel Scioli - Carlos Zannini 8.424.749 100% Classificado para a eleição geral
Cambiemos 6.595.914 30,07% Mauricio Macri - Gabriela Michetti 5.325.990 80,75% Classificado para a eleição geral
Ernesto Sanz - Lucas Llach 756.777 11,47% Não classificado para a eleição geral
Elisa Carrió - Héctor Flores 513.147 7,78% Não classificado para a eleição geral
Una Nueva Alternativa 4.525.497 20,63% Sergio Massa - Gustavo Sáenz 3.121.589 68,98% Classificado para a eleição geral
José Manuel de la Sota - Claudia Rucci 1.403.908 31,02% Não classificado para a eleição geral
Frente Amplio Progresista 769.316 3,51% Margarita Stolbizer - Miguel Ángel Olaviaga 769.316 100% Classificado para a eleição geral
Frente de Izquierda y de los Trabajadores 726.054 3,31% Nicolás del Caño - Myriam Bregman 370.764 51,07% Classificado para a eleição geral
Jorge Altamira - Juan Carlos Giordano 355.290 48,93% Não classificado para a eleição geral
Compromiso Federal 462.304 2,11% Adolfo Rodríguez Saá - Liliana Negre de Alonso 462.304 100% Classificado para a eleição geral
Frente Popular 109.141 0,50% Víctor De Gennaro - Evangelina Codoni 109.141 100% Não classificado para a eleição geral
Movimiento al Socialismo 102.969 0,47% Manuela Castañeira - Jorge Ayala 102.969 100% Não classificado para a eleição geral
Movimiento Socialista de los Trabajadores - Izquierda Unida 96.414 0,44% Alejandro Bodart - Vilma Ripoll 96.414 100% Não classificado para a eleição geral
Partido Popular 82.900 0,38% Mauricio Yattah - Belén Moretta 82.900 100% Não classificado para a eleição geral
Movimiento de Acción Vecinal 41.214 0,17% Raúl Albarracín - Gaston Dib 41.214 100% Não classificado para a eleição geral
Votos válidos 21.936.472 94,54%
Voto em branco 989.823 4,27%
Votos nulos 277.729 1,19%
Total de votantes 23.204.024 72,37%
Eleitores registrados 32.064.323 100%

Geral[editar | editar código-fonte]

Coligação Candidatos Votos %
Compromiso Federal Adolfo Rodríguez Saá
Liliana Negre de Alonso
Cambiemos Mauricio Macri
Gabriela Michetti
Frente de Izquierda y de los Trabajadores Nicolás del Caño
Myriam Bregman
Frente para la Victoria Daniel Scioli
Carlos Zannini
Progresistas Margarita Stolbizer
Miguel Ángel Olaviaga
Unidos por Una Nueva Alternativa Sergio Massa
Gustavo Sáenz
Votos válidos
Votos em branco
Votos nulos
Total de votantes
Eleitores registrados
32.064.323 100%

Referências

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  3. Emily Stewart (27 de maio de 2015). Argentina´s Elections Spell New Hope For Investment and Global Openness Nearshore Americas. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  4. Jonathan Watts e Uki Gon (28 de outubro de 2013). Argentinian voters rebuff Cristina Fernández, signalling end of era The Guardian. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  5. Celina Andreassi (28 de outubro de 2013). Mid-Terms 2013: One Election, Many Results The Argentina Independent. Visitado em 11 de agosto de 2015.
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  8. Mariana Carneiro (6 de abril de 2015). Futuro de Cristina Kirchner afeta eleição presidencial argentina Folha de S.Paulo. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  9. Argentina julga o kirchnerismo, 12 anos depois de sair do caos El País (9 de agosto de 2015). Visitado em 13 de agosto de 2015.
  10. Pobreza na Argentina põe em dúvida dados apresentados pelo governo O Globo (12 de junho de 2015). Visitado em 13 de agosto de 2015.
  11. Inflação na Argentina atinge o maior nível desde início da era Kirchner Veja (16 de janeiro de 2015). Visitado em 13 de agosto de 2015.
  12. Uma Argentina sem os Kirchner El País (6 de abril de 2015). Visitado em 13 de agosto de 2015.
  13. Jonathan Gilbert (4 de julho de 2015). Poder de Cristina deve continuar em novo governo argentino Folha de S.Paulo. Visitado em 13 de agosto de 2015.
  14. Amauri Arrais (22 de outubro de 2011). Processo eleitoral na Argentina lembra o do Brasil dos anos 1950 G1. Visitado em 12 de agosto de 2015.
  15. Mariana Carneiro (4 de junho de 2015). Na Argentina, principal nome da oposição rejeita alianças eleitorais Folha de S.Paulo. Visitado em 12 de agosto de 2015.
  16. Felipe Wajskop França (9 de agosto de 2015). Eleição presidencial argentina neste ano deverá ser a mais concorrida desde a redemocratização Bradesco. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  17. Cédula de 1,20 m para as primárias de 9 de agosto bate recorde na Argentina G1 (30 de julho de 2015). Visitado em 11 de agosto de 2015.
  18. Argentinos votam em eleições primárias que são termômetro de presidenciais Zero Hora (9 de agosto de 2015). Visitado em 12 de agosto de 2015.
  19. Argentinos escolhem candidatos a presidente em primárias Canal Gama (9 de agosto de 2015). Visitado em 12 de agosto de 2015.
  20. En las PASO del 9 de agosto podrán votar chicos de 15 años Minuto Uno. Visitado em 12 de agosto de 2015.
  21. Alejandro Bodart: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  22. Elisa Carrió: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  23. Ernesto Sanz: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  24. José Manuel De la Sota: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  25. Jorge Altamira: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  26. Manuela Castañeira: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  27. Mauricio Yattah: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  28. Raúl Albarracin: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  29. Víctor De Gennaro: Pre-Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  30. Daniel Scioli: Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  31. Mauricio Macri: Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  32. Sergio Massa: Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  33. Margarita Stolbizer: Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  34. Nicolás Del Caño: Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  35. Adolfo R. Saá: Candidato presidencial Argentina elecciones. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  36. Marcia Carmo (8 de agosto de 2015). Argentina pós-Kirchner: primárias apontam os favoritos BBC Brasil. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  37. Celina Andreassi (9 de agosto de 2015). Argentinos votam em eleições primárias que são termômetro de presidenciais Em.com. Visitado em 11 de agosto de 2015.
  38. Marli Olmos (10 de agosto de 2015). Aumenta vantagem de candidato governista na eleição primária argentina Valor. Visitado em 11 de agosto de 2015.
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]