Eleição presidencial no Brasil em 2018

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Eleição presidencial no Brasil em 2018
  2014 ← Brasil → 2022
7 de outubro de 2018
(primeiro turno)
28 de outubro de 2018
(segundo turno)
(Candidatos mais bem posicionados nas pesquisas[1][2], em ordem alfabética)
Ver lista completa dos candidatos
Foto oficial de Álvaro Dias (cropped).jpg Ciro Gomes na homologação de sua terceira candidatura à Presidência da República.jpg Fernando Haddad na CMSP (cropped).JPG
Candidato(a) Álvaro Dias Ciro Gomes Fernando Haddad
Partido PODE PDT PT
Companheiro(a) de chapa Paulo Rabello
(PSC)
Kátia Abreu
(PDT)
Manuela d'Ávila
(PCdoB)
Governador Geraldo Alckmin Anuncia Duplicação da Euclides da Cunha em 2011 (cropped).jpg Jair Messias Bolsonaro (cropped 2).png Marina Silva em março de 2018 (2) (cropped).jpg
Candidato(a) Geraldo Alckmin Jair Bolsonaro Marina Silva
Partido PSDB PSL REDE
Vice Ana Amélia Lemos
(PP)
General Mourão
(PRTB)
Eduardo Jorge
(PV)
Disambig grey.svg Nota: Para as eleições gerais, veja Eleições gerais no Brasil em 2018.

O primeiro turno da eleição presidencial no Brasil em 2018 está programado para ocorrer em 7 de outubro para eleger o presidente e o vice-presidente da República. Caso nenhum candidato obtiver mais de 50 por cento dos votos válidos, a eleição irá para o segundo turno, que está agendado para 28 de outubro. O candidato e seu vice serão empossados em 1 de janeiro de 2019 para um mandato de quatro anos.

Na eleição presidencial anterior, em 2014, Dilma Rousseff foi reeleita presidente. Empossada em 2015, acabou sendo cassada pelo Congresso Nacional em agosto de 2016 e foi substituída pelo seu vice-presidente Michel Temer, que decidiu não se candidatar à reeleição em 2018.

Fiscalizada pelo Tribunal Superior Eleitoral, a eleição presidencial de 2018 terá algumas regras diferentes em relação às eleições anteriores, como a vedação do financiamento empresarial aos candidatos e uma campanha eleitoral com período menor. Em dezembro de 2017, o TSE aprovou o calendário eleitoral das eleições de 2018, definindo 16 de agosto como início da campanha eleitoral.

Com treze candidatos confirmados pelas convenções partidárias, esta eleição terá o maior número de candidatos em 29 anos.

Contexto

Eleição de 2014 e segundo governo Dilma

A presidente Dilma Rousseff comemorando sua reeleição, em 26 de outubro de 2014.

Em 26 de outubro de 2014, a Presidente Dilma Rousseff (PT) foi reeleita com 51,6 por cento dos votos válidos, derrotando o Senador Aécio Neves (PSDB) na eleição presidencial mais acirrada da história do Brasil.[3] A reeleição de Dilma marcou a quarta eleição presidencial consecutiva vencida pelo PT, sendo a sexta, também consecutiva, em que os dois principais postulantes eram filiados ao PT e PSDB.[4][5] Dilma iniciou seu segundo mandato em janeiro de 2015 enfraquecida em meio a graves crises econômica e política.[6] A crise econômica levou o governo a tomar medidas impopulares, incluindo cortes bilionários no orçamento e aumento de impostos.[7][8] Em paralelo, revelações da operação Lava Jato acentuaram-se e implicaram diversos políticos governistas e oposicionistas.[9] Com a impopularidade de Dilma, manifestações antigovernamentais mobilizaram milhões de pessoas que demandavam a saída da presidente.[10][11] Em agosto de 2016, o Senado determinou por 61 a 20 o impeachment da presidente com a alegação de que teria violado leis orçamentárias.[12]

Governo Temer

Ver artigo principal: Governo Michel Temer
Michel Temer sendo empossado Presidente da República, em 31 de agosto de 2016.

Após engajar-se pessoalmente na obtenção de votos favoráveis para a aprovação do impeachment de sua antecessora, Temer se tornou o 39.º Presidente da República.[13][14] Temer formou uma ampla base aliada no Congresso e conseguiu aprovar algumas das medidas que considerava essenciais, incluindo o Novo Regime Fiscal e uma Reforma Trabalhista.[15][16] Alguns indicadores econômicos apresentaram melhoria, como a inflação e o crescimento do produto interno bruto, enquanto o desemprego aumentou.[17][18] Em 2017, Temer foi denunciado duas vezes pela Procuradoria-Geral da República por suspeita de corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa, sendo o primeiro Presidente da República alvo de uma denúncia criminal durante o exercício de seu mandato.[19][20] Com um índice de rejeição superior a 80 por cento em alguns levantamentos realizados na pré-campanha, Temer, que atuou para ser candidato à reeleição em 2018, acabou desistindo de se candidatar.[21][22][23]

Processo eleitoral

Em outubro de 2017, o Congresso Nacional aprovou as regras que valeriam para a eleição presidencial de 2018. Assim como ocorreu nas eleições municipais de 2016, a campanha eleitoral para o primeiro turno foi reduzida pela metade em comparação com a campanha de 2014. Se nenhum candidato obtivesse mais de 50 por cento dos votos válidos, uma segunda votação com os dois candidatos mais votados seria realizada no último domingo de outubro, dia 28.[24][25]

Durante o primeiro turno, o horário eleitoral no rádio e na televisão duraria 35 dias, com dois blocos diários de 12 minutos e meio cada.[26] Para a definição do tempo no horário eleitoral para cada candidato, o Tribunal Superior Eleitoral usou um cálculo no qual 10 por cento deste tempo era dividido igualmente entre todos os candidatos e os demais 90 por cento de acordo com a bancada de deputados federais eleita na Câmara dos Deputados em 2014.[27] No segundo turno, o horário eleitoral teria dois blocos diários de dez minutos, divididos de forma igualitária.[28] O impulsionamento de publicações na internet foi autorizado e a propaganda por telefone foi proibida.[29]

Os candidatos à presidência tinham um limite de gastos de 70 milhões de reais no primeiro turno e 35 milhões no segundo; para efeitos de comparação, na eleição anterior as campanhas de Dilma e Aécio gastaram 318 e 216 milhões de reais, respectivamente.[29][30] Os candidatos poderiam financiar suas campanhas por meio do autofinanciamento, de um fundo eleitoral, dividido conforme o tamanho dos partidos políticos no parlamento, e por doações de pessoas físicas.[29][31] Ao todo, a verba pública alocada ao financiamento de campanha em 2018 foi de R$1,3 bilhões.[32]

Em dezembro de 2017, o Tribunal Superior Eleitoral aprovou o calendário eleitoral de 2018.[33] As principais datas para a eleição presidencial foram listadas abaixo:

Calendário eleitoral[34][35]
20 de julho a 5 de agosto Período para a realização das convenções partidárias
15 de agosto Data limite para o registro de candidaturas
16 de agosto a 6 de outubro Período da campanha do primeiro turno
31 de agosto a 4 de outubro Período do horário eleitoral no rádio e na televisão
17 de setembro Prazo limite para a Justiça julgar os registros de candidaturas
Prazo limite para a substituição de candidatos
7 de outubro Votação do primeiro turno
8 a 27 de outubro Período da campanha do segundo turno
12 a 26 de outubro Período do horário eleitoral no rádio e na televisão
28 de outubro Votação do segundo turno

Convenções partidárias

Manuela d'Ávila e Fernando Haddad no lançamento da chapa O Povo Feliz de Novo.
Henrique Meirelles ao lado do Presidente Michel Temer na Convenção Nacional do Movimento Democrático Brasileiro, em 2 de agosto de 2018.
Marina Silva e Eduardo Jorge se abraçam durante Convenção Nacional da Rede Sustentabilidade, em 4 de agosto de 2018.

A escolha dos candidatos à Presidência era oficializada durante as convenções partidárias, que ocorreram entre 20 de julho a 5 de agosto, período definido na Lei da Reforma Política (Lei n° 13.165/2015).[36][37] Válido para todos os partidos políticos, o prazo garante a isonomia entre as legendas e é o momento em que os partidos escolhem quais filiados podem pedir o registro de candidatura e se disputarão a eleição coligados com outras legendas.[38][39]

Nota: a tabela a seguir está organizada por ordem cronológica de realização das convenções.

Nome e sigla do partido Bancada na
Câmara dos Deputados[a]
Data da convenção Posicionamento oficial
Partido Democrático Trabalhista (PDT) 20 20 de julho Candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República[40]
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) 20 de julho Candidatura de Vera Lúcia Salgado à Presidência da República e Hertz Dias a Vice-Presidente[41]
Partido Social Cristão (PSC) 8 20 de julho Inicialmente, apresentou a candidatura de Paulo Rabello de Castro à Presidência da República, mas depois desistiu e indicou Rabello como vice de Álvaro Dias (PODE)[42][43]
Partido Comunista Brasileiro (PCB) 21 de julho Apoio formal à candidatura de Guilherme Boulos (PSOL)[44]
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) 6 21 de julho Candidatura de Guilherme Boulos à Presidência da República e Sonia Guajajara a Vice-Presidente[45][46]
Avante (AVANTE) 7 21 de julho Inicialmente neutro, mas posteriormente apoiou a candidatura de Ciro Gomes (PDT) à Presidência da República[47]
Partido da Mobilização Nacional (PMN) 21 de julho Neutralidade[48]
Partido Social Liberal (PSL) 8 22 de julho Candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República[49]
Democracia Cristã (DC) 28 de julho Candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República[50]
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) 15 28 de julho Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)[51]
Partido Verde (PV) 3 28 de julho Inicialmente neutro, mas posteriormente apoiou a candidatura de Marina Silva (REDE) à Presidência da República e indicou seu companheiro de chapa, Eduardo Jorge[52][53]
Partido Social Democrático (PSD) 38 28 de julho Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)[54]
Solidariedade (SD) 10 28 de julho Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)[55]
Partido Comunista do Brasil (PCdoB) 10 1 de agosto Inicialmente, apresentou a candidatura de Manuela d'Ávila à Presidência da República, mas depois desistiu e indicou Manuela como vice de Lula da Silva (PT)[56][57]
Partido Republicano Progressista (PRP) 1 de agosto Apoio formal à candidatura de Álvaro Dias (PODE)[58]
Partido Republicano Brasileiro (PRB) 20 1 de agosto Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)[59]
Movimento Democrático Brasileiro (MDB) 53 2 de agosto Candidatura de Henrique Meirelles à Presidência da República[60]
Democratas (DEM) 44 2 de agosto Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)[61]
Partido Progressista (PP) 51 2 de agosto Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) e indicação de Ana Amélia Lemos como vice[62][63]
Partido Humanista da Solidariedade (PHS) 4 2 de agosto Apoio formal à candidatura de Henrique Meirelles (MDB)[64]
Patriota (PATRI) 5[65] 4 de agosto Candidatura de Cabo Daciolo à Presidência da República e Suelene Balduino Nascimento a Vice-Presidente[66]
Partido dos Trabalhadores (PT) 60 4 de agosto Candidatura de Lula da Silva à Presidência da República e Fernando Haddad a Vice-Presidente[67][68]
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) 47 4 de agosto Candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República[69]
Partido Novo (NOVO) 4 de agosto Candidatura de João Amoêdo à Presidência da República e Christian Lohbauer a Vice-Presidente[70]
Rede Sustentabilidade (REDE) 2 4 de agosto Candidatura de Marina Silva à Presidência da República[71]
Podemos (PODE) 17 4 de agosto Candidatura de Álvaro Dias à Presidência da República[72]
Partido Popular Socialista (PPS) 8 4 de agosto Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)[73]
Partido da República (PR) 41 4 de agosto Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)[74]
Partido Republicano da Ordem Social (PROS) 11 4 de agosto Apoio formal à candidatura de Lula da Silva (PT)[75]
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) 5 de agosto Apoio formal à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) e indicação de Hamilton Mourão como vice[76]
Partido Socialista Brasileiro (PSB) 25 5 de agosto Neutralidade[77]
Partido Pátria Livre (PPL) 1 5 de agosto Candidatura de João Goulart Filho à Presidência da República e Léo Alves a Vice-Presidente[78]
Partido Trabalhista Cristão (PTC) 5 de agosto Apoio formal à candidatura de Álvaro Dias (PODE)[79]

a A tabela indica o número de deputados federais filiados a cada partido em 13 de abril de 2018, após o término da "janela partidária".[80][81] A quantidade de deputados em uma coligação era usada em dois cálculos: I) no horário eleitoral, o número que conta era o de deputados federais eleitos em 2014;[82] II) na distribuição do fundo eleitoral, 48 por cento era dividido de acordo com quantidade de deputados federais aferida em 28 de agosto de 2017.[83]

Candidatos

As convenções partidárias confirmaram 13 candidatos à Presidência da República, o maior número desde a eleição de 1989, a primeira após a redemocratização, que teve 22 candidatos. O Movimento Democrático Brasileiro apresentou o primeiro candidato ao governo desde 1994.[84] O Partido dos Trabalhadores oficializou a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.[85][86] No entanto, Lula, preso por corrupção e lavagem de dinheiro, teve a candidatura indeferida pelo TSE em virtude de sua condenação em segunda instância, violando assim os dispositivos para ser considerado elegível segundo a Lei da Ficha Limpa.[87] Lula escolheu como seu vice Fernando Haddad, que deveria assumir a condição de candidato a Presidente.[88] Em 11 de setembro, data limite estabelecida pelo TSE, a executiva do Partido dos Trabalhadores aprovou a indicação de Haddad como candidato a presidente e Manuela d'Ávila a vice-presidente.[89]

Nota: a tabela a seguir está organizada por ordem alfabética de candidatos.

Candidato(a) Último cargo político que ocupou Partido e número Candidato(a) a vice Coligação Tempo no
horário eleitoral
Álvaro Dias Álvaro Dias Senador da República
pelo Paraná
(1999-atualmente)
PODE — 19 Paulo Rabello
(PSC)
Mudança de Verdade
(PODE, PRP, PSC e PTC)
0m 40s
Cabo Daciolo Cabo Daciolo Deputado Federal
pelo Rio de Janeiro
(2015-atualmente)
PATRI — 51 Suelene Balduino
(PATRI)
0m 08s
Ciro Gomes Ciro Gomes Deputado Federal
pelo Ceará
(2007-2011)
PDT — 12 Kátia Abreu
(PDT)
Brasil Soberano
(PDT, Avante)
0m 38s
Fernando Haddad Fernando Haddad Prefeito de São Paulo

(2013-2016)

PT — 13 Manuela d'Ávila
(PCdoB)
O povo feliz de novo
(PT, PCdoB, PROS)[a]
2m 32s
Geraldo Alckmin Geraldo Alckmin Governador de São Paulo
(2011-2018)
PSDB — 45 Ana Amélia Lemos
(PP)
Para Unir o Brasil
(PSDB, PP, PTB, PSD,
PRB, PR, DEM, SD e PPS)
5m 32s
Guilherme Boulos Guilherme Boulos PSOL — 50 Sônia Guajajara
(PSOL)
Vamos Sem Medo
de Mudar o Brasil

(PSOL e PCB)
0m 13s
Henrique Meirelles Henrique Meirelles Ministro da Fazenda
(2016-2018)
MDB — 15 Germano Rigotto
(MDB)
Essa é a solução
(MDB e PHS)
1m 55s
Jair Bolsonaro Jair Bolsonaro Deputado Federal
pelo Rio de Janeiro
(1991-atualmente)
PSL — 17 General Mourão
(PRTB)
Brasil acima de Tudo,
Deus acima de Todos

(PSL e PRTB)
0m 08s
João Amoêdo João Amoêdo NOVO — 30 Christian Lohbauer
(NOVO)
0m 05s
João Goulart Filho João Goulart Filho Deputado estadual
do Rio Grande do Sul
(1982-1986)
PPL — 54 Léo Alves
(PPL)
0m 05s
José Maria Eymael José Maria Eymael Deputado Federal
por São Paulo
(1986-1995)
DC — 27 Helvio Costa
(DC)
0m 08s
Marina Silva Marina da Silva Senadora da República
pelo Acre
(1995-2011)
REDE — 18 Eduardo Jorge
(PV)
Unidos para transformar o Brasil
(REDE e PV)
0m 21s
Vera Lúcia Vera Lúcia PSTU — 16 Hertz Dias
(PSTU)
0m 05s
Indeferidos

A candidatura de Lula foi indeferida pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral por 6 a 1 por não enquadrar-se na Lei da Ficha Limpa.[89][90]

Candidato(a) Último cargo político que ocupou Partido e número Candidato(a) a vice Coligação Tempo no
horário eleitoral
Lula Lula Presidente da República
(2003-2011)
PT — 13 Fernando Haddad
(PT)
O povo feliz de novo
(PT, PCdoB, PROS)[b]
2m 32s
Nota
[a] ^ O Partido da Causa Operária (PCO) apoiou informalmente a candidatura de Lula.[91]

Pesquisas de opinião

Primeiro turno

Gráfico apresentando linhas das médias das cinco pesquisas anteriores das pesquisas de opinião brasileiras desde março de 2015 até a mais recente. Cada linha corresponde a um partido político. Os marcadores do PT correspondem ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva. Os marcadores do PSDB até 9–10 de abril de 2015 correspondem ao pré-candidato Aécio Neves, e desde 17–18 de junho de 2015 correspondem ao candidato Geraldo Alckmin. Os marcadores do PMDB de 28 de outubro–2 de novembro de 2015 a 29–31 de julho de 2017, 27–30 de outubro de 2017, 28 de fevereiro–3 de março de 2018, 27 de abril–2 de maio de 2018 e 15–18 + 21–23 de maio de 2018 correspondem ao pré-candidato Michel Temer em vez de Henrique Meirelles.
Gráfico apresentando linhas das médias das cinco pesquisas anteriores das pesquisas de opinião brasileiras desde março de 2015 até a mais recente. Cada linha corresponde a um partido político. Os marcadores do PT em 18–21 de dezembro de 2017 e 29–30 de janeiro de 2018 correspondem ao pré-candidato Jaques Wagner em vez de Fernando Haddad. Os marcadores do MDB em 28 de fevereiro–3 de março de 2018 and 27 de abril–2 de maio de 2018 correspondem ao pré-candidato Michel Temer em vez de Henrique Meirelles. O marcador do PSDB em 25–29 de maio de 2017 corresponde ao pré-candidato João Doria em vez de Geraldo Alckmin.

Segundo turno

Gráfico apresentando linhas das médias das cinco pesquisas anteriores das pesquisas de opinião brasileiras para o segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) desde abril de 2017 até a mais recente.
Gráfico apresentando linhas das médias das cinco pesquisas anteriores das pesquisas de opinião brasileiras para o segundo turno entre Marina Silva (REDE) e Jair Bolsonaro (PSL) desde abril de 2017 até a mais recente.

Debates

Os debates desta eleição serão realizados entre os dias 9 de agosto e 26 de outubro. Para a eleição de 2018, o Tribunal Superior Eleitoral aprovou sete debates televisivos, um debate através de transmissão ao vivo pela internet e um debate radiofônico para o primeiro turno e seis para o segundo.[92] De acordo com as diretrizes do Tribunal Superior Eleitoral, para a participação nos debates o partido dos candidatos deve somar, ao menos, cinco representantes no Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e Senado).

Primeiro turno

Os candidatos Goulart (PPL), Amoêdo (NOVO), Eymael (DC) e Vera Lúcia (PSTU) não foram convidados para nenhum debate, portanto não estão incluídos na tabela a seguir.

Data Organizadores Mediadores Lula / Haddad (PT) Bolsonaro (PSL) Alckmin (PSDB) Marina (REDE) Ciro (PDT) Álvaro (PODE) Meirelles (MDB) Boulos (PSOL) Daciolo (PATRI)
9 de agosto[93] Rede Bandeirantes
BandNews
Ricardo Boechat Ausente[b] Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente
17 de agosto RedeTV![94] Bóris Casoy
Amanda Klein
Mariana Godoy
Ausente[c] Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente
27 de agosto Jovem Pan[95][96] Cancelado pela emissora[96]
9 de setembro TV Gazeta
O Estado de S. Paulo
Jovem Pan[97][98]
Maria Lydia Flândoli Impedido Ausente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Ausente
18 de setembro Poder360
Piauí[99]
Cancelado pela emissora[100]
20 de setembro TV Aparecida Joyce Ribeiro
26 de setembro SBT
Folha de S.Paulo
UOL[101]
Carlos Nascimento
30 de setembro RecordTV
R7[102]
4 de outubro Rede Globo
G1[103]

Notas
[b] ^ Em 9 de agosto, O Tribunal Regional Federal da 4ª Região rejeitou o pedido do PT para que Lula participasse do debate da Band; o ex-presidente encontrava-se cumprindo pena de reclusão em Curitiba.[104]
[c] ^ Em 16 de agosto, o Tribunal Superior Eleitoral rejeitou o pedido do PT para que Lula participasse do debate da Rede TV.[105]

Ver também

Referências

  1. «Bolsonaro lidera corrida presidencial em pesquisa divulgada pela Record». ISTOÉ. 14 de agosto de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  2. «XP/Ipespe: 'Apoiado por Lula', Haddad se aproxima de Bolsonaro». Veja. 17 de agosto de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  3. Katna Baran e Guilherme Voight (26 de outubro de 2014). «Dilma é reeleita presidente do Brasil». Gazeta do Povo. Consultado em 2 de agosto de 2018. 
  4. «Na disputa mais acirrada da história, Dilma é reeleita presidente do Brasil». Folha de S. Paulo. 26 de outubro de 2014. Consultado em 2 de agosto de 2018. 
  5. «Dilma é reeleita presidente e amplia para 16 anos ciclo do PT no poder». G1. 26 de outubro de 2014. Consultado em 2 de agosto de 2018. 
  6. «Enfraquecida, Dilma inicia segundo mandato com enormes desafios». Opinião & Notícia. 1º de janeiro de 2015. Consultado em 3 de agosto de 2018. 
  7. «Planalto corta gastos de ministérios e educação é a área mais atingida». Zero Hora. 9 de janeiro de 2015. Consultado em 3 de agosto de 2018. 
  8. João Villaverde (15 de janeiro de 2015). «Com aval de Dilma, aumento de impostos pode elevar receita do governo em R$ 9 bi». O Estado de S. Paulo. Consultado em 3 de agosto de 2018. 
  9. «Governo Dilma em 20 fatos». G1. 31 de agosto de 2016. Consultado em 3 de agosto de 2018. 
  10. Lara Rizeiro (18 de março de 2015). «CNT/MDA: avaliação positiva do governo Dilma cai para 10,8%; 59,7% apoiam impeachment». Info Money. Consultado em 3 de agosto de 2018. 
  11. Talita Abrantes (13 de março de 2016). «Protesto contra Dilma é maior da História e assusta governo». Exame. Consultado em 3 de agosto de 2018. 
  12. «Senado aprova impeachment de Dilma, e Temer será efetivado presidente do Brasil». UOL Notícias. 30 de agosto de 2016. Consultado em 3 de agosto de 2018. 
  13. Antonio Barca (18 de abril de 2016). «Michel Temer, em contagem regressiva para entrar no Palácio do Planalto». El País. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  14. Bárbara Ferreira Santos (1 de setembro de 2016). «Temer: de "vice decorativo" a 37º presidente do Brasil». Exame. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  15. Délis Ortiz (31 de agosto de 2018). «Michel Temer passa a governar com ampla maioria no Congresso». Jornal Hoje. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  16. Afonso Benites e Heloísa de Resende Mendonça (12 de julho de 2017). «Reforma trabalhista: um Governo contra as cordas celebra a aprovação». El País. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  17. Guilherme Mazui (7 de maio de 2017). «No primeiro ano de Temer, inflação cai, desemprego sobe». Gaúcha ZH. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  18. Pedro Peduzzi (1 de junho de 2017). «Temer comemora resultado do PIB e diz que a recessão acabou». Agência Brasil. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  19. Lilian Venturini (27 de junho de 2017). «O que há na denúncia criminal contra Temer. E o que ficou para depois». Nexo. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  20. «Corrupção, obstrução da Justiça e organização criminosa: veja as suspeitas contra Temer». Uol. 14 de setembro de 2017. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  21. Octávio Costa (12 de janeiro de 2018). «A criação de uma candidatura». IstoÉ. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  22. Lisandra Paraguassu (22 de maio de 2018). «Temer desiste de concorrer à Presidência e vai anunciar Meirelles como candidato do MDB, diz fonte». Reuters. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  23. Valéria Bretas (10 de junho de 2018). «Com 82% de rejeição, Temer se torna presidente mais impopular da história». Exame. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  24. Fernanda Calgaro (6 de outubro de 2017). «Eleições 2018: veja como serão as regras eleitorais». G1. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  25. Débora Melo (15 de julho de 2018). «Sistema dificulta a eleição de mulheres como Marielle, critica procurador». HuffPost. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  26. Kelli Kadanus (26 de julho de 2018). «Ranking da televisão: veja quais partidos têm mais tempo no horário eleitoral». Gazeta do Povo. Consultado em 7 de agosto de 2018. 
  27. Daniel Bramatti (7 de agosto de 2018). «No horário eleitoral, sete terão 'tempo de Enéas'». O Estado de S. Paulo. Uol. Consultado em 7 de agosto de 2018. 
  28. «TSE define regras para eleições de 2018». Migalhas. 19 de dezembro de 2017. Consultado em 7 de agosto de 2018. 
  29. a b c «Eleições 2018: confira as novas regras». Governo do Brasil. 25 de abril de 2018. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  30. Renan Ramalho (25 de novembro de 2018). «Dilma arrecadou R$ 318 mi e Aécio, R$ 201 mi, informam campanhas». G1. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  31. Igor Moraes (3 de agosto de 2018). «Veja as principais mudanças no sistema eleitoral que valerão em 2018». O Estado de S. Paulo. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  32. «Partidos receberam R$ 1,3 bilhão para financiar campanha eleitoral, aponta TSE». Correio do Povo. 22 de agosto de 2018 
  33. Renan Ramalho (18 de dezembro de 2017). «TSE aprova calendário eleitoral de 2018; normas sobre voto impresso e 'fake news' ficam para março». G1. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  34. «Confira as principais datas do calendário eleitoral das Eleições Gerais de 2018». Tribunal Superior Eleitoral. 18 de dezembro de 2017. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  35. André Shalders (4 de agosto de 2018). «Eleições 2018: confira as principais datas da corrida eleitoral deste ano». BBC. Metro. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  36. Helena Martins (21 de maio de 2018). «Partidos políticos devem fazer convenções de 20 de julho a 5 de agosto». Agência Brasil. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  37. «Convenções partidárias». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  38. José Roberto Castro (15 de julho de 2018). «O que são e para que servem as convenções partidárias». Nexo. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  39. «Temporada de convenções termina neste domingo; 5 partidos definirão presidenciáveis ou alianças». G1. 5 de agosto de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  40. «PDT confirma Ciro Gomes para disputa da Presidência; candidato diz que não é 'anjo' e que vai atacar 'privilégios'». G1. 20 de julho de 2018. Consultado em 21 de julho de 2018. 
  41. «Com 'chamado à rebelião', PSTU oficializa candidata à Presidência». Folha de S. Paulo. 20 de julho de 2018. Consultado em 21 de julho de 2018. 
  42. «Paulo Rabello de Castro é oficializado candidato do PSC à Presidência». G1. 20 de julho de 2018. Consultado em 21 de julho de 2018. 
  43. Eduardo Simões (1 de agosto de 2018). «PSC retira candidatura e Paulo Rabello será vice na chapa de Alvaro Dias». Reuters. Exame. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  44. «PCB define apoio a Guilherme Boulos, do PSOL». G1. 20 de julho de 2018. Consultado em 21 de julho de 2018. 
  45. «PSOL confirma Boulos como candidato à Presidência da República». Agência Brasil. 21 de Julho de 2018. Consultado em 17 de Agosto de 2018. 
  46. «PSOL confirma Boulos como candidato à Presidência». O Estado de S. Paulo. 21 de julho de 2018. Consultado em 21 de julho de 2018. 
  47. «Avante declara apoio à candidatura de Ciro Gomes na disputa pela Presidência da República». G1. 5 de agosto de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  48. Karine Melo (21 de julho de 2018). «PMN decide não ter candidato à Presidência nem fazer alianças». Agência Brasil. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  49. Cristina Indio Brasil e Mario Toledo (22 de julho de 2018). «PSL faz convenção neste domingo para lançar candidatura de Bolsonaro». Agência Brasil. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  50. Gabriela Gonçalves (28 de julho de 2018). «Democracia Cristã oficializa José Maria Eymael para concorrer à Presidência da República». G1. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  51. Gustavo Garcia e Guilherme Mazui (28 de julho de 2018). «Em convenção, PTB oficializa apoio à pré-candidatura de Alckmin ao Planalto». G1. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  52. Pedro Peduzzi (28 de julho de 2018). «PV decide não ter candidato à Presidência e recebe convite de Marina». Agência Brasil. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  53. Filipe Matoso (2 de agosto de 2018). «Rede e PV acertam indicação de Eduardo Jorge como candidato a vice na chapa de Marina Silva». G1. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  54. «Em convenção, PSD oficializa apoio à pré-candidatura de Alckmin ao Planalto». G1. 30 de julho de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  55. «Solidariedade aprova apoio a Alckmin como candidato a presidente e indica Aldo Rebelo para vice». G1. 28 de julho de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  56. Evandro Éboli (1 de agosto de 2018). «PCdoB lança Manuela, mas tudo indica que candidatura tem 'prazo de validade'». Gazeta do Povo. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  57. «PCdoB diz que 'em qualquer circunstância' Manuela D'Ávila será candidata a vice na chapa encabeçada pelo PT». G1. 6 de agosto de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  58. Marcos Lavezo (1 de agosto de 2018). «PRP decide apoiar pré-candidatura de Álvaro Dias, do Podemos, à Presidência». G1. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  59. Samanta do Carmo (1 de agosto de 2018). «PRB anuncia apoio à candidatura de Geraldo Alckmin». Rádio Agência Nacional. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  60. Vera Rosa, Felipe Frazão e Mariana Haubert (2 de agosto de 2018). «MDB oficializa candidatura de Meirelles e sonda Marta Suplicy para vice». Terra. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  61. Ana Cristina Campos (2 de agosto de 2018). «DEM oficializa apoio a Alckmin à Presidência da República». Agência Brasil. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  62. «PP confirma apoio a Alckmin em convenção nacional». Agência Brasil. Exame. 2 de agosto de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  63. «Ana Amélia diz que está disposta a ser vice de Alckmin nas eleições 2018». Estado de S. Paulo. 2 de agosto de 2018 
  64. «Em convenção, PHS decide apoiar candidatura de Henrique Meirelles». Agência Brasil. 2 de agosto de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  65. «Bancada dos partidos — Portal da Câmara dos Deputados». www.camara.leg.br. Consultado em 17 de agosto de 2018. 
  66. Adriano Oliveira e Thaisa Figueiredo (4 de agosto de 2018). «Patriota oficializa candidatura de Cabo Daciolo à Presidência». G1. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  67. Lívia Machado (4 de agosto de 2018). «PT confirma Lula candidato; em mensagem, ex-presidente diz que 'querem fazer eleição de cartas marcadas'». G1. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  68. «PT anuncia Haddad como vice na chapa de Lula e acordo com o PCdoB». G1. 6 de agosto de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  69. Fernanda Calgaro, Guilherme Mazui e João Cláudio Netto (4 de agosto de 2018). «PSDB confirma Alckmin para disputa à Presidência; candidato diz que devolverá 'dignidade roubada' dos brasileiros». G1. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  70. «João Almoêdo torna-se candidato oficial do Partido Novo ao Palácio do Planalto». iG. 4 de agosto de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  71. «Marina Silva é oficializada candidata à Presidência da República pela Rede». IstoÉ. 4 de agosto de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  72. Ana Luiza Albuquerque (4 de agosto de 2018). «Oficializado, Alvaro Dias diz que convidará Moro para o Ministério da Justiça». Folha de S. Paulo. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  73. Rosanne D'Agostino (4 de agosto de 2018). «PPS oficializa em convenção apoio a Geraldo Alckmin na disputa presidencial». G1. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  74. Rosanne D'Agostino (4 de agosto de 2018). «PR aprova apoio a tucano Geraldo Alckmin na disputa pela Presidência». G1. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  75. «Pros oficializa aliança com PT e apoio à candidatura de Lula a presidente». G1. 4 de agosto de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2018. 
  76. «PRTB oficializa apoio a Bolsonaro à Presidência e general Mourão como candidato a vice». G1. 5 de agosto de 2018. Consultado em 7 de agosto de 2018. 
  77. Fernanda Calgaro e Rosanne D'Agostino (5 de agosto de 2018). «Em convenção, PSB decide não dar apoio formal a nenhum candidato na eleição para presidente». G1. Consultado em 7 de agosto de 2018. 
  78. Bruno Bocchini (5 de agosto de 2018). «PPL lança João Goulart Filho candidato a presidente». EBC. Consultado em 7 de agosto de 2018. 
  79. «PTC oficializa apoio a Alvaro Dias, do Podemos, na disputa pela Presidência da República». G1. 5 de agosto de 2018. Consultado em 7 de agosto de 2018. 
  80. Tiago Miranda e Ralph Machado (9 de abril de 2018). «Pelo menos 85 deputados migram na janela partidária». Câmara dos Deputados. Consultado em 7 de agosto de 2018. 
  81. «BANCADA ATUAL (55ª Legislatura 2015 - 2019)» (PDF). Câmara dos Deputados. 13 de abril de 2018. Consultado em 7 de agosto de 2018. 
  82. «Como fica o tempo das campanhas no rádio e TV, em 2018?». Instituto Millenium. 14 de junho de 2018. Consultado em 7 de agosto de 2018. 
  83. «Aprovados critérios para distribuição do Fundo Eleitoral». Tribunal Superior Eleitoral. 24 de maio de 2018. Consultado em 7 de agosto de 2018. 
  84. Luiza Damé (7 de agosto de 2018). «Eleição presidencial terá o maior número de candidatos em 29 anos». Agência Brasil. Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  85. «PT oficializa candidatura de Lula à Presidência da República». Jornal Nacional. 4 de agosto de 2018. Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  86. Phillips, Dom (15 de agosto de 2018). «Brazil's Lula launches presidential bid from jail as thousands march in support». the Guardian (em inglês). Consultado em 16 de agosto de 2018. 
  87. «Folha AoVivo: Eleições 2018: Maioria do TSE decide barrar candidatura de Lula». Folha de S.Paulo. Consultado em 1 de setembro de 2018. 
  88. «Haddad será vice de Lula e deve assumir candidatura». O Povo. 6 de agosto de 2018. Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  89. a b «Executiva do PT aprova nome de Haddad como novo candidato à Presidência 2018». Uol. 11 de setembro de 2018. Consultado em 11 de setembro de 2018. 
  90. «Maioria do TSE vota por barrar candidatura de Lula pela Lei da Ficha Limpa». Uol. 31 de agosto de 2018. Consultado em 1 de setembro de 2018. 
  91. «PCO declara apoio à candidatura de Lula na disputa pela Presidência da República». G1. 5 de agosto de 2018. Consultado em 23 de agosto de 2018. 
  92. «Eleições 2018: calendário, debates e programa dos candidatos à presidência do Brasil». El País. 17 de agosto de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  93. «Band faz primeiro debate com candidatos ao Planalto nesta quinta». Folha S. Paulo. 9 de agosto de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  94. «Presidenciáveis participam de segundo debate nesta sexta-feira na RedeTV, às 22hrs». Diário do Centro do Mundo. 17 de agosto de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  95. «Jovem Pan define candidatos que irão participar de debate durante a programação de fórum que será realizado no fim do mês». Tudo Rádio. 9 de agosto de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  96. a b «Sem Bolsonaro e Lula, Jovem Pan cancela debate de presidenciáveis». Destak. 24 de agosto de 2018. Consultado em 26 de agosto de 2018. 
  97. «TV Gazeta e Estadão juntos nos debates eleitorais de 2018». TV Gazeta. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  98. «Debate TV Gazeta com os candidatos à Presidência». El País. 9 de setembro de 2018. Consultado em 9 de agosto de 2018. 
  99. «Poder360 e piauí farão debate presidencial no YouTube». Piauí. 8 de agosto de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  100. «Organizadores cancelam debate Poder360-piauí com transmissão pelo Youtube». Poder360. 10 de setembro de 2018 
  101. «Folha, UOL e SBT farão debate com presidenciáveis em 26 de setembro». Folha de S. Paulo. 6 de agosto de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  102. «Record TV realiza debate presidencial do primeiro turno no dia 30 de setembro». Record. 12 de março de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  103. «Debates dos presidenciáveis na TV: candidatos devem discutir planos em seis transmissões». Gaúcha ZH. 9 de agosto de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  104. «Tribunal nega pedido para Lula participar de debate da Band». IstoÉ. 9 de agosto de 2018. Consultado em 23 de agosto de 2018. 
  105. André Richter (16 de agosto de 2018). «TSE nega participação de Lula em debate na TV amanhã». Agência Brasil. Consultado em 23 de agosto de 2018.